15.06.11 10:00
“Até onde vai o desrespeito dos motoristas conosco, os corredores? Antes de corredores, somos pedestres, mas acho que os motoristas (de táxi, ônibus, topic, carro pequeno, motoqueiros e outros) se esquecem disso.
Hoje (há alguns dias)*, ao treinar próximo à praça Portugal, quase fui atropelado por um taxista, que ao me ver atravessando a rua, acelerou e ainda me xingou, parando mais na frente, no seu ponto de táxi. Fui reclamar com o mesmo e quase fui agredido, o cara parecia um louco, completamente transtornado, tive que solicitar a presença da Ronda, e fui prontamente atendido. Os policiais deram uma lição de moral nele.
No dia 05 de junho, eu e mais 2 amigos, Ivan e Vinicius, fazíamos um treino até a lagoa do Banana quando fomos agredidos no começo do Icaraí por 4 retardados em um Golf prata que passaram pela gente distribuindo tapetadas. Isso mesmo. Sorte a nossa que não chegamos a cair. Fico me perguntando em que mundo estamos, e por que essas pessoas têm esse comportamento. Só pode ser inveja. Esse foi meu desabafo!”
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06.12.10 14:46
Uma vez que estão citando tanto a educação nos comentários desse blog, creio que devamos “perder” cinco minutos de nossas vidas para prestarmos bem atenção nesse vídeo. Diz respeito à sensação de imortalidade que muitas vezes sentimos. Sabe aquele sentimento de que desgraça só acontece com os outros? Pois bem… Atenção, o vídeo é forte.
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22.10.10 05:00
Os Voluntários de Juazeiro do Norte
Classificações dos atletas da Escolinha de Atletismo Os Voluntários de Juazeiro do Norte – CE, na 1ª Maratona do Sol Poente – 2010 – Caucaia – CE – 16/10/2010
Classificação Geral e na Faixa Masculino da Maratona 42km
1º Lugar Geral: JOSÉ PEREIRA DA SILVA
3º Lugar Geral: Wandson Sousa do Nascimento
2º Lugar na Faixa até 24 anos: Robson Armando Aquino do Nascimento
1º Lugar na Faixa de 25 a 34 anos: Cícero Gomes da Silva
3º Lugar na Faixa de 45 a 54 anos: Francisco da Silva
1º Lugar na Faixa de 55 a 64 anos: Antonio João de Oliveira
Classificação na Faixa Masculino da Meia Maratona 21km
1º Lugar na Faixa de 35 a 44 anos: Ricardo Luis dos Santos
3º Lugar na Faixa de 35 a 44 anos: João Neto de Oliveira
Classificação Geral Feminina e na Faixa da Maratona 42km
3ª Lugar Geral: Sandra Maria Alexandre da Silva
1ª Lugar na Faixa de 25 a 34 anos: MARIA VALDELICE DA C. BARBOZA
Classificação na Faixa Feminina da Meia Maratona 21km
1ª Lugar na Faixa de 45 a 54 anos: VERÔNICA TAVARES ROMÃO
APOIO: BINNOS ALIMENTO, VITA PÃO, GIANDUIA SORVETERIA, PAU BRASIL, JUARTES, WILLIAM MARDEN, CAMPANHA SUA NOTA VALE DINHEIRO DO ESTADO DO CEARÁ, SECRETARIA DO ESTADO DO CEARÁ, SESI DE JUAZEIRO DO NORTE, ACADEMIA ESBELT.
O presidente da Escolinha de Atletismo Os Voluntários de Juazeiro do Norte-CE é Cícero Sales.
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01.09.10 05:00
Você sabe o que é baropodometria?

Rafael Temóteo, fisioterapeuta
A baropodometria é o estudo da pisada, das pressões exercidas por elas e, por consequência, da postura do corpo durante esse movimento biomecânico. O exame consiste na análise do seu histórico por meio de uma rápida conversa e na caminhada sobre uma esteira eletrônica a qual gera imagens para um computador que verifica pontos de maior e menor força municiando um profissional qualificado para o diagnóstico.
O resultado disso vai muito além da resposta para uma dúvida comum no mundo das corridas: devo comprar um tênis para pé pronado (força de fora para dentro)? Ou para um pé supinado (força de dentro para fora)?
“Pronar e Supinar são movimentos naturais da articulação. Várias articulações
do corpo, supinam e pronam. O que gera problema são os excessos”.
O exame pode evitar diversas lesões e, inclusive, a aposentadoria definitiva das corridas. De acordo com o Fisioterapeuta, Especialista em Terapia Manual, Postural e Podoposturologia, Rafael Temoteo, o problema pode começar com uma fascite plantar e esporão de calcâneo e agravar para periostite medial (canelite), dores no joelho e na coluna entre outras enfermidades. “É um processo ascendente, podendo afetar a coluna e até o joelho. E o impedimento da corrida, seria, por exemplo, em virtude de um processo de artrose que é o desgaste da articulação”, diz o especialista.
“Os corredores nem sempre foram praticantes de esporte quando jovem.
Aí fez um grupo legal e começou a correr. Isso é muito perigoso“.
É preciso pensar, principalmente, naquela grande parte dos corredores que tem mais de 40 anos, portanto já com um desgaste físico natural da idade e sobretudo aqueles que não foram atletas durante a juventude. Nesse caso uma atividade de impacto como a corrida passa a exigir um acompanhamento mais meticuloso para evitar a artrose.
“As pessoas que chegam aqui (na clínica) geralmente chegam mal. 80% já estão com algum problema. Véspera de corridas como a famosa Meia do Rio intensifica esse serviço em busca de uma cura miraculosa. Não pode ser assim, a gente precisa de uma palmilha especial para compensar aquilo que o tênis não consegue proporcionar. Precisamos de uma correção direta que demanda tempo”, alerta Temoteo.
Temóteo ainda afirma que a partir do momento que você tem uma pisada pronada e usa um tênis para pé supinado, o seu pé não terá a estabilidade que é necessária para a prática esportiva. Já quem possui uma pisada supinada e usa tênis para pé pronado, a tendência é o pé supinar mais, favorecendo uma torção, por exemplo. E declara algo preocupante, “embora 80% da população tenha pé pronado, os tênis mais vendidos da Mizuno (creation) e da Asics (nimbus) são supinados”.
“Dados estatísticos mostram que 80 % da população tem pronação, mas
compram tênis supinado. Isso pode acarretar fascite, canelite e outras mazelas.”
OP – O que mais pode agravar a vida de um corredor?
Rafael – O grande vilão para treinamento de maratona e meia maratona são os rachas de fim de semana porque os movimentos são diferentes. Futebol é pra frente e pra trás, com rotação e lateralização. A corrida é outro movimento, contrair e estirar. Em uma partida de futebol é grande o risco, para o corredor, de partir um ligamento.
OP – Podemos considerar que a pisada neutra é a pisada correta?
Rafael – Não necessariamente. Nas lojas existem tênis para pé neutro/supinado e neutro/pronado. Para mim isso é uma contradição. Ou o pé é supinado ou pronado. No caso do pronado o processo de correção é por meio de uma placa mais rígida que evita que seu pé caia pra dentro.
O supinado não tem nada, nenhum processo de compensação. As fábricas dizem que quem é supinador precisa apenas de um reforço no amortecimento na parte de fora. Não precisa impedir o movimento pra fora. Mas na minha concepção é necessário, sim. É o que a gente faz com a palmilha.
“Vamos supor que você tenha uma pronação severa. Se passar um ano
correndo essas provas de 10 km, você terá uma repetição maior do movimento
e agrava um problema.”
Rafael Temoteo atende na Clinica Posture – 3257 9730 – www.clinicaposture.com.br
29.10.09 07:01
Delegação cearense viaja em novembro
Os atletas estudantes cearenses vão tentar destacar o nome do Estado na Etapa Nacional das Olimpíadas Escolares 2009 – 15 a 17 anos. Os 153 competidores classificados para o evento vão tentar superar alunos de outros estados brasileiros em competições disputadas nas cidades paranaenses de Maringá e Londrina. Os jogos serão disputados de 05 a 15 de novembro e são realizados pelo Ministério dos Esportes, em conjunto com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
O primeiro grupo de atletas cearenses viaja dia 04 de novembro e retorna dia 08. Para Maringá vão as equipes femininas e masculinas de futsal, xadrez e judô; para Londrina vão os times masculino e feminino de handbol e 12 nadadores.
O segundo grupo viaja dia 09 de novembro e retorna dia 14. Para a cidade de Maringá vão os competidores de atletismo e as equipes femininas e masculinas de voleibol. Para Londrina seguem os times femininos e masculinos de basquete e de tênis de mesa. A Secretaria do Esporte do Estado (Sesporte) apóia os competidores disponibilizando todas as passagens aéreas da delegação cearense.
Fonte: Secretaria do Esporte do Estado
23.10.09 16:55
Seleção para Professor de Educação Física da UFC
A Universidade Federal do Ceará está com inscrições reabertas, até 5 de novembro, para seleção de professor auxiliar do Departamento de Teoria e Prática do Ensino, na Faculdade de Educação, em Fortaleza.
A vaga é no setor de estudo Ginástica Geral, Ginástica Escolar, Ginástica Artística e Ginástica Rítmica e exige regime de trabalho de 40 horas semanais, com dedicação exclusiva. Os candidatos devem ter, no mínimo, diploma de graduação e efetuar o pagamento de taxa de inscrição no valor de R$ 70,00.
Mais informações no edital n° 108/2009, disponível no site www.srh.ufc.br/editais.htm.
Fonte: UFC
10.10.09 08:07
Intervenções pedagógicas na educação física e esporte
A Revista Ibero-Americana de Educação publicou na sua edição deste mês o trabalho de Eduardo Fantato Rodríguez e Paulo Cesar Montagner, da Faculdade de Educação Física, da Universidade Estadual de Campinas, no qual discutem atividades desenvolvidas com conteúdos e recursos da mídia com alunos de duas turmas de 8º série do ensino público estadual, debatendo conceitos teóricos sobre os meios de comunicação, o esporte e o processo de recepção dos conteúdos midiáticos.
A proposta consistiu em apresentar reflexões sobre a intervenção pedagógica em Educação Física e Esportes a partir da interação entre alunos, mídia e esporte. Para tanto, apresentou atividades desenvolvidas junto às crianças, com ações diferenciadas de sua prática nas aulas de Educação Física, mas presente no seu dia-a-dia nas mais variadas possibilidades, e quando levado para dentro do ambiente formal estabeleceu-se uma dinâmica e um vínculo importante para um processo de reflexão sobre o esporte.
Se quiser conhecer o trabalho na íntegra clique aqui.
30.09.09 18:00
Projeto interdisciplinar de Educação Física e Pedagogia
Leonardo Augusto d´Almeida Barros, pós-graduado em Educação Física e em Educação, e mestrando em Educação, e Bianca Medeiros de Toledo, especialista em Educação Infantil, pós-graduanda em Psicopedagogia, escreveram um interssante artigo questionando como a Educação Física pode se unir à Pedagogia na alfabetização dos alunos, sem perder suas características próprias.
“Alguns professores dizem que as crianças têm desejo de aprender a ler e a escrever, e nós não devemos cerceá-lo; outros argumentam que as crianças pequenas não têm maturidade para essa ação e que precisam, sim, brincar. Então por que não juntar as duas opiniões e aprender a ler brincando?”, perguntam os autores.
Se quiser ler o artigo na íntegra, clique aqui.
17.09.09 07:09
Para quem trabalha com crianças e adolescente, aqui vai uma boa dica: o Programa Escolha Certa – Esporte sem Álcool, uma iniciativa do Centro de Informação sobre Saúde e Álcool (CISA) e Instituto Compartilhar.
O objetivo do guia, elaborado com uma linguagem simples e divertida e um projeto gráfico dirigido especificamente a crianças e adolescentes, é oferecer mais um instrumento de prevenção e de opção para uma vida saudável, bem como alertar os jovens sobre os riscos que o consumo de álcool representa para a saúde.
O guia traz histórias interativas por meio de personagens que mostram de que forma o álcool pode afetar a vida de quem o consome, dicas e informações gerais sobre os efeitos no organismo e a importância das escolhas.
O material conta ainda com depoimentos de nomes importantes do esporte brasileiro como Ricardinho (jogador de futebol), Gustavo Borges (nadador), Daiane dos Santos (ginasta), entre outros, com mensagens de alerta para uma vida saudável.
A distribuição dos guias será feita através de ações de conscientização em escolas públicas do país realizada por especialistas das áreas médica e esportiva e a participação de atletas. A primeira edição do Escolha Certa – Esporte Sem Álcool tem o apoio do Instituto de Prevenção e Atenção às Drogas, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Mais informações no site do CISA.
26.08.09 09:31
Hábitos de consumo: por que é tão difícil mudar?

A situação ambiental atual pede novas formas de realizar negócios, buscando construir um mundo em equilíbrio com o ritmo de renovação da Natureza. A grande questão para as indústrias e empresas é, contudo, como fazer frente ao crescimento, constante, do consumo. O primeiro “R” do “Reduzir, Re-utilizar e Reciclar” está sendo ignorado solenemente, segundo dados de mercado.
A crise que deu ao planeta um tempo de descanso, já dá sinais de enfraquecimento, tendo sido, inclusive, amenizada por medidas imediatistas, como a redução de IPI justamente para carros, um dos elementos centrais da poluição atmosférica e de stress e conflito nos grandes centros urbanos. Mercado se aquecendo, as indústrias precisam encontrar uma forma de ampliar a produção, para manter preços estáveis e evitar antigos fantasmas como o da inflação.
O vício nas datas comemorativas impulsiona ainda mais a roda do consumo, sempre em movimento. E a mais temível de todas as datas, o Natal, logo baterá a nossas portas novamente, provocando ondas de compras de todo tipo de produtos; mesmo os supérfluos, que ficam jogados em gavetas ou aqueles nada duráveis, que estragam mal começamos a usar. Mas afinal, quem quer arriscar novas formas de demonstrar afeto e carinho, sem os tradicionais presentes?
Será que alguém acredita ser possível mantermos estes costumes e diminuir, ao mesmo tempo, o impacto provocado nos ciclos naturais que sustentam nossas vidas? Provavelmente, muitos já diriam que consumir num ritmo tão constante e acelerado não faz mesmo sentido. Contudo, parar de comprar de fato é, ainda, uma atitude de poucos.
Consumo x realização pessoal
Desejamos muitas coisas das quais não precisamos. Comprar coisas chiques, exclusivas e desnecessárias seria uma forma de atender nossa vontade de nos diferenciarmos, de nos sentirmos únicos, segundo o professor e teólogo Jung Mo Sung. Sung explicou, durante uma mesa redonda no Simpósio de Sustentabilidade Planetária organizado pela Fundação Mokiti Okada, nos dias 18 e 19 de agosto em São Paulo, que há 250 anos estamos sendo condicionados a ligar nossa realização pessoal ao consumo.
Para o estudioso, todos nós temos um desejo infinito de Ser e de Ser infinitamente e isto não se preenche com objetos e compras. Mas, como não sabemos exatamente o que queremos ser, temos esta compulsão de tentar completarmos-nos com que há no exterior. Contudo, isto não nos preenche. “Não é possível possuir o infinito”, ressalta. “Resolver a Sustentabilidade Planetária é definir como diminuir o sofrimento e aumentar a dignidade e a alegria de viver. Só se atinge a almejada infinitude através do amor mútuo”. Para Sung, só este amor tem força bastante para inspirar que se abra mão dos desejos pessoais pelo bem do coletivo. E este amor tem que ser expresso no presente, aqui e agora.
Contudo, ele adverte que é preciso uma visão prática e não romanceada da realidade. “Amar a Natureza e mantê-la intocada é um discurso lindo, mas se torna difícil na prática. Podemos amar as plantas e os animais. Mas, precisamos comer. Aí como faz?”, comenta o professor. “É natural defendermos que todos merecem uma vida com conforto. Mas se cada ser humano dos 6,5 bilhões que somos recebesse um rolo de papel higiênico branquinho por semana, que fosse; de onde tiraríamos tantas árvores para produzi-los?”, questionou.
Além disto, a complexidade do dia-a-dia nos impede de abandonar certas atitudes, como por exemplo, abrir mão de transportes poluentes. Como dar conta de uma agenda cheia sem usar um carro, numa grande metrópole? Aqueles que tentam se deparam com transporte público insuficiente e, não raro, precário; falta de ciclovias e, muitas vezes, falta até de calçadas seguras para caminhar. “Outro fator que dificulta mudanças é que nos últimos 10 mil anos, grande parcela da população vive acreditando que Deus resolve a história e tudo acabará bem no final. Então, como se motivar a fazer sacrifícios agora, pensando num futuro que já se crê definido?”, continuou Sung.
Somos a Vida da Terra
Uma resposta a esta contradição foi sugerida pela Monja Coen, presente na mesma mesa. A religiosa da tradição Zen Budista esclareceu que somos a vida na terra. “Por ignorância, nos percebemos separados, o que nos deixa com “cor rupto” – coração partido, em latim. Neste estado, confundimos nossas necessidades verdadeiras. Se nos víssemos como parte do todo, como realmente somos, agiríamos com gratidão por tudo que existe e nos mantém vivos. Esta gratidão construiria o equilíbrio que está faltando no uso do que a Natureza nos oferece”.
Quanto à alimentação, ela relembrou o caso de um monge da mesma tradição que ao ser indagado como aceitava provocar a morte de um peixe – seu prato predileto – para comê-lo, respondeu: “Peixe está se tornando monge”, referindo-se ao ciclo contínuo de transformação em que tudo está mergulhado. “O universo está em constante mudança”, ressaltou a monja.
Ela destacou a importância de se cuidar de nosso efeito sobre o todo. “O primeiro ambiente de que temos que cuidar, é o nosso próprio corpo. Se partirmos dele, perceberemos que gostamos de ar puro, de água pura e de viver sem violência…”. Ao despertar para nosso interior e sua conexão com o todo, podemos dar o melhor de nós, a todo o momento. “Não se trata de fazer o possível. Mas fazer o melhor, pensando em todas as formas de vida ao nosso redor. Eu acredito que somos capazes de dar uma virada e formar uma vida na Terra maravilhosa. Isto tem que começar com seres humanos bons e éticos. Aquilo que pensamos, falamos e fazemos influi e transforma o que existe. O ser humano precisa mudar no seu coração, na sua essência”, defendeu Coen. “Eu acredito que somos capazes de fazer a transformação que queremos na Terra. Nosso destino depende de nosso pensamento coletivo”, falou a mestra.
Depois dela, o ministro Fernando Augusto de Souza, da Igreja Messiânica, ressaltou que pesquisas já mostraram que aumentar o consumo e a renda não traz mais felicidade. Ele concorda que tudo que expressamos, seja em pensamento, fala ou ação, reflete naquilo que está acontecendo e nos faz um convite para adotarmos o ‘regime do relógio do sol’.
“O que faz o relógio do sol? Ele só marca os momentos iluminados. Assim, se formos falar, escrever, produzir arte ou que quer que seja, podemos escolher nos expressar sobre momentos iluminados, momentos que nos inspiram; onde o bem, o bom e o belo se manifestam” falou Augusto, alinhado com o saber antigo que diz: aquilo em que colocamos nossa atenção é o que cresce. “Nosso desafio maior é expressar a Verdade do plano divino, neste mundo de aparência”, concluiu o religioso.
Fonte:
Por Neuza Árbocz, para a Envolverde
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