17.06.11 12:00
Sebastião, o maratonista, em Floripa
Sebastião Saraiva, 59 anos, empresário, vai estar na Meia de Floripa, no dia 19. Ele é corredor há 30 anos e já correu maratonas em Porto Alegre, Paris e Santiago. “Na foto, está ele e sua mulher Suzanne, a qual o acompanhou nas Maratonas de Paris e Santiago. Não apenas nas viagens; ela também correu”, diz o genro triatleta Elano Ribeiro.
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23.02.11 14:18
Ultramaratonista Carlos Dias em Fortaleza
Passa por Fortaleza hoje o ultramaratonista Carlos Dias. O atleta que percorrerá quase todas as grandes cidades brasileiras, fazendo uma média de 45 km por dia (mais que um maratona), enfrenta esse desafio para vender as milhas acumuladas em prol do financiamento do Graacc (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer). Veja um trecho do blog que ele mantém.
http://www.carlosdiasultra.com.br/
“Esse final de semana foi longo e cheio de superações, foram 16 horas no sábado e 15 horas hoje, com chuva, mochila pesando nas costas, as pernas e costas reclamando e a noite sozinho na estrada.
Mas consegui superar, cheguei em Caucaia, uns 30 quilômetros de Fortaleza, falei pelo computador com meu filho que mandou beijos, disse que me ama, e cantou músicas, aquele sorriso me carrega as energias.
O sono é grande, mas não consigo dormir de tão agitado que fico, quero agradecer o carinho das pessoas, no interior do Ceará, um povo simples que oferece o pouco que tem, com extremo amor.”
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10.02.11 10:48
Paredões de som: atentado ao direitos humanos fundamentais. Esse foi o título do editorial do Jornal O POVO de hoje.
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28.01.11 05:00
Ainda sobre comportamento e animais de estimação
Cláudia Porto, a corredora que deixou o Ceará para viver no Canadá, mandou essa foto a fim de contribuir com os debates provocados pelos Amigos da Beira-Mar a respeito da convivência com cães e seus dejetos. Essa máquina disponibiliza sacos para os donos juntarem as fezes dos seus animais.
14.01.11 09:35
Essas fotos foram enviadas por Tadashi Enomoto, coordenador dos Amigos da Beira-Mar. A intenção é mais que educar os animais. Na verdade é educar os donos dos animais.
17.12.10 05:00
19.11.10 15:32
“Boa tarde Hamilton e leitores do Blog Tempo de Correr,
infelizmente, o esporte que adotamos tem os seus benefícios a saúde mas tem também o lado perigoso, um deles é o trânsito. Vivemos em um país onde muitas vias são mal sinalizadas, cheias de buracos ou com imperfeições no asfalto e principalmente com vários pontos de risco, que merecem uma atenção redobrada de motoristas e pedestres. A ciclovia da Washington Soares é apenas um desses pontos. Treino neste local quase todos os dias, entre Messejana e a UNIFOR, e já perdi as contas de quantos acidentes vi, alguns até ao vivo. Semana passada, por exemplo, uma moto em baixa velocidade derrapou no asfalto com areia e caiu a 5 metros de onde eu estava, em frente a Cavalaria (PM) na ciclovia.
Mas na minha opinião, o dia e local mais perigoso nesta via é domingo bem cedo, quando muitos jovens retornam de noitadas e dormem ao volante, avançando na ciclovia, passando direto em curvas e derrubando postes, como também já ví algumas vezes. No entanto, vale lembrar que o próprio pedestre tem a sua parcela de culpa de vez em quando em acidentes. Resumindo, nos resta ter atenção redobrada com o trânsito em treinos e até mesmo em corridas, quando “achamos” que estamos mais seguros.
Na Maratona do Sol Poente, por exemplo, próximo a uma churrascaria, um carro entrou no percurso da corrida de repente e quase atropelou um corredor que estava na minha frente, o rapaz até saltou para não ser atingido. Finalizando, devemos estar sempre atentos ao ambiente e barulhos ao nosso redor, correr ouvindo música, jamais ! www.portaldocorredor.com“
27.09.10 11:51
19.07.10 19:00
* por Lia Campos
“Olá Hamilton e leitores do blog!
É com enorme satisfação que dou notícias para vocês, completei pela 2ª vez a distância de 42.195 km em uma prova de corrida de rua, na “Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro”.
A prova, com previsão de 20 mil inscritos, na verdade, consta de 3 corridas: Maratona, largada da Praça do Pontal do Tim Maia, Praia do Recreio, às 7:30h; Meia Maratona, largada da Praia do Pepê, Barra da Tijuca, às 7:00h; Family Run (6km) – largada do Aterro do Flamengo, às 8:00h. Todas as provas com chegada no Aterro do Flamengo.
Diferente da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, da qual participei nas duas últimas edições, a retirada do kit dessa prova fica no bairro do Estácio, em um local bastante espaçoso, com vários quiosques de material esportivo, mas o que me chamou a atenção foram as filas pra retirada do kit. Bem grandes mesmo. Nunca tinha visto algo assim.
Kit (camiseta, boné, gel, revista de corrida, revista da maratona) na mão, é hora de participar de um evento que vem se tornando obrigatório para mim nessas provas pelo Brasil afora: almoço (ou jantar) de massas organizado por membros de alguma comunidade de corrida de rua do Orkut. Dessa vez, o almoço foi organizado por corredores da comunidade “Loucos por Corrida”.
Conhecer pessoas com minha mesma paixão – corrida – é um dos principais motivos que me levam a viajar para correr. Esses eventos, no meu caso sempre organizados através da internet, são uma alegria, como já aconteceu na São Silvestre, Meia do Rio e Pampulha. Esse almoço pré-maratona não foi diferente. Além de amigos já conhecidos, feitos na São Silvestre e os quais já tive o prazer de reencontrar no Rio, em corridas e fora delas, como Cátia, Michelle, Reem, Manu, Lediana, conheci outros tantos, como Fernanda, Marina, Marco, Márcia (que não correu por estar lesionada, mas foi meu anjo na chegada da prova ao me ver exausta a ponto de não poder me abaixar e se ofereceu pra retirar meu chip do tênis) e outros.

Também houve alguns jantares de corredores (aos quais preferi não ir, para começar cedo minha concentração pros 42 km), inclusive o oficial da prova, na churrascaria Porcão, com a presença de artistas globais e esportistas, com renda revertida para o Criança Esperança, ao custo de R$ 60,00 por pessoa.
Cheguei ao Aterro às 5:00h para pegar o ônibus, que estava a disposição dos atletas, que acrescentaram R$ 5,00 à taxa de inscrição. As saídas começaram às 5h da manhã e, até às 5:40h, de 5 em 5 minutos havia ônibus. Tudo muito bem organizado.
Largada sempre uma festa. Muitos estrangeiros, amigos conhecidos em todas essa corridas. Clima excelente, nublado, temperatura sempre por volta dos 21°C. E lá vamos nós! Os primeiros 30km são um deserto: asfalto, marzão e um bando de loucos. O público estimulando e torcendo começa, juntamente com o cansaço, a partir do Leblon, o que vem a calhar.
Prova super bem organizada. Água a vontade, 2 postos com isotônico, um com gel, 4 paredes de som eletrônico ao longo do percurso. Minha camiseta, usada por baixo da camiseta oficial da prova (que era regata), deixava ver um “Fortaleza-CE” e os corredores sempre me falavam espantados :”Pôxa, lá do Ceará pra correr aqui?!”. Fiquei imaginando que, se maratonistas fanáticos ficavam espantados, imagina quem não era corredor! A certa altura, até eu mesma pensei isso… E me perguntei durante boa parte do percurso: será que somos heróis ou malucos mesmo? Estou quase convencida da 2ª alternativa…
Mas foi tudo bem. Não tive o prazer nem a emoção de passar pelo tapete de chegada com meus filhos, como em Curitiba, mas me emocionei de verdade ao ganhar um abraço suado e molhado de lágrimas de uma corredora que chegou juntamente comigo. Mais uma vez fiquei satisfeitíssima em terminar inteira, sem dor ou lesão. A medalha é lindona. Digna de 42 km. Próxima maratona? Por enquanto é aquilo: neeeeem pensar! Nunca mais! Deus me livre!
Será?
Valeu, Rio!”
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12.06.10 05:09
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