13.05.11 05:00
Chegam novos sabores de Powerade e I9
A Coca-Cola/Norsa traz novidades para atletas de Fortaleza. A partir deste mês chegam nas gôndolas os novos sabores tangerina e limão, do Powerade, e uva verde e maracujá, do I9. Segundo a empresa produtora, esse tipo de isotônico seria bem indicado para praticantes de atividades físicas de longa duração, em função da boa reposição de sais minerais e fornecimento de carboidratos em concentração ideal.
O produto contém na embalagem o selo Optienergy, que indica o seu diferencial, a presença das vitaminas do Complexo B (B3, B6 e B12), que auxiliam o organismo na obtenção de energia. A embalagem de 500 ml, projetada para facilitar a pegada durante as atividades, tem tampa exclusiva, que, após a retirada do lacre, pode ser aberta e fechada somente com uma das mãos. Além disso, o produto não vaza, mesmo que a embalagem vire, pois o líquido só sai quando a garrafa é pressionada.
Já o hidrotônico I9 é uma bebida que dá energia para o dia-a-dia, que além de ser leve e refrescante possui fórmula com menor concentração de sais minerais. A embalagem possui um design moderno, garrafa proprietária de 500ml e modelo de tampa que facilita o consumo em trânsito. Além de Fortaleza, chega também em Teresina (PI) e Feira de Santana (BA) por meio da Coca-Cola/Norsa.
27.12.10 05:00
* por Lia Campos
“Sempre no final do ano acontecem algumas corridas de confraternização entre corredores, em que se corre e depois é a hora da cerveja.
Cidades como São Paulo, Brasília e Salvador têm corridas assim e, como sempre, reaparece o debate sobre a junção de esporte com bebida alcoólica.
Na Maratona do Sol Poente desse ano, muitas pessoas ficaram surpresas com a cerveja que foi ofertada aos corredores no final da prova. Muitos não sabem, mas em vários países, é oferecida cerveja ou vinho após e até durante algumas corridas.
Claro que essa junção não é saudável nem aconselhável, mas na minha opinião, essas corridas não passam de um divertimento, uma confraternização entre pessoas que gostam de correr, de se divertir e, porque não, de uma cervejinha de vez em quando.
E foi com o objetivo de juntar amigos e se divertir que nesse sábado aconteceu a De Bar em Bar II, “corrida” criada ano passado entre alguns integrantes da Galera do Tio (grupo de amigos corredores) e que esse ano contou com a participação de alguns membros (não necessariamente bebedores) do CORREFOR, assim como outros amigos apreciadores da corrida de rua e da diversão.
A concentração foi em um bar da Varjota. Saímos, todos de gorro de papai Noel, em direção à Beira Mar e paramos pra “hidratar” no primeiro km em outro bar nas imediações. Depois voltamos pro ponto da largada, não sem antes passar (dessa vez sem parada) pelos bares e restaurantes da Varjota, que estavam todos lotados e onde fomos recebidos sempre com muita alegria e brincadeira.
O percurso foi de somente 3km , terminando com muita conversa, risos e alegria e, que me perdoem os que não concordam, mas a brincadeira foi muito, muito divertida.”
14.01.10 12:00
Água, muita água. Não custa lembrar

Água, mantenha sempre por perto
Praticantes que não percebem a desidratação podem pagar um preço alto com relação à energia e à concentração que são fundamentais para o sucesso. Veja como se manter hidratado de acordo com a Educadora Física, Joseanne Brandão:
• Lembre-se dos líquidos durante o dia todo. Isso pode ser tão simples quanto começar o dia com uma bebida esportiva, depois usar bebedouros e lanchonetes como lembretes para continuar a ingerir líquido o dia inteiro;
• Hidrate-se 2 a 3 horas antes de treinos e de jogos, procurando beber pelo menos 500 ml de líquido nesse momento e outros 240 ml de 10 a 20 minutos antes do exercício;
• Para os treinos e competições leve sempre bebidas esportivas, como Gatorade que evitam a desidratação e as cãibras musculares porque ajudam na reposição tanto de líquido quanto de eletrólitos, como sódio e potássio, perdidos no suor.
08.10.09 06:58
Gosto muito de ervas. Aromáticas, ressalte-se. Tenho na minha varanda alecrim, manjericão e hortelã. Sinto-me quase uma chef Cordon Bleu quando estou preparando uma massa e vou até meu humilde herbário escolher qual usarei.
Por isso, achei também um luxo um dos sabores da nova linha de iogurtes light da Taeq: alecrim com amora – sem falar que amora é uma fruta delicada e sofisticada.
O lançamento tem também os tradicionais ameixa, pêssego e morango – estes em embalagens individuais (150 ml) e família (900ml) .
Pena que o alecrim com amora é o único sabor que não vem em embalagem tamanho família, pois em termos de custo/benefício é o mais vantajoso.
Aproveito para recomendar o sorvete de manjericão do Faustino. De babar!
26.09.09 14:00
Antioxidantes do café reduzem riscos de doenças
Quem não conhece os efeitos estimulantes do café? Muita gente não passa sem uma xícara para começar o dia. Mas como constata o químico Daniel Perrone, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a bebida tem muitas outras propriedades. Em seu projeto Efeito da torrefação sobre aspectos benéficos e prejudiciais do café à saúde humana: uma abordagem holística, desenvolvido com apoio do programa Bolsa Nota 10 da Faperj, ele mostra que a bebida contém várias substâncias, muitas delas associados à atividade antioxidante, ligada à redução no risco do desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas.
Perrone procurou observar também até que ponto as condições de torrefação permitem obter um café com quantidades máximas de componentes benéficos, como ácidos clorogênicos e niacina, e quantidades mínimas de substâncias prejudiciais. “O resultado final depende muito das condições do processo, mas de modo geral, observa-se uma diminuição pequena e gradativa da atividade antioxidante da bebida no decorrer da torrefação”, diz Perrone.
Componente mais conhecido por seus efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, a cafeína geralmente é associada a uma melhora no estado de alerta, na capacidade de aprendizado e resistência ao esforço físico. Após ser transformada pelo organismo humano, ela pode contribuir para a atividade antioxidante da bebida. Além da cafeína, o café contém também ácidos clorogênicos, responsáveis por grande parte da atividade antioxidante da bebida e ainda com potencial atividade antibacteriana, antiviral, e anti-hipertensiva.
Outro componente são as melanoidinas, pigmentos marrons que se formam durante a torrefação e dão a cor característica à bebida. Por último, há ainda a niacina, que é uma vitamina do complexo B, formada pela degradação de um composto naturalmente presente no grão, chamado de trigonelina, durante o processo de industrialização.
Vários estudos já associam a atividade antioxidante dessas substâncias à prevenção de doenças como Alzheimer e Parkinson. Segundo Perrone, porém, esses efeitos benéficos não são observados em pessoas que já desenvolveram essas doenças.
“Como a torrefação do café ocasiona a transformação de parte dos ácidos clorogênicos em lactonas, compostos que alteram os níveis de glicose no sangue, o consumo da bebida pode modificar as quantidades de hormônios envolvidos na secreção de insulina e na regulação da saciedade, contribuindo para reduzir o risco de diabetes. Além disso, o café pode ainda alterar a microflora intestinal e consequentemente o processo digestivo. Esses efeitos, no entanto, não são observados em diabéticos dependentes de insulina”, explica.
Como constatou o pesquisador, o processo de industrialização influencia diretamente na quantidade dos antioxidantes presentes no café. “Durante o processo de torrefação, há uma drástica mudança na composição química do café, em que alguns componentes são gerados e outros perdidos. Se por um lado, o calor necessário à torrefação ocasiona a degradação dos ácidos clorogênicos naturalmente presentes no café verde, por outro, gera os pigmentos marrons que dão a cor característica à bebida”, explica Perrone.
Ele diz ainda que esses pigmentos, as chamadas melanoidinas, são componentes de alto peso molecular que, muito provavelmente, também contribuem para a atividade antioxidante da bebida, por incorporar os ácidos clorogênicos à sua estrutura. “Durante a torrefação, há também a formação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, ou HPAs, e niacina. Os HPAs são parte de um vasto grupo de compostos orgânicos, formados principalmente pela ação do calor e potencialmente cancerígenos. Como os teores máximos de HPAs no café torrado ainda se encontram bem abaixo do limite recomendado pela União Européia, não são motivo de preocupação”, esclarece o pesquisador.
Para o pesquisador, considerados em conjunto, os resultados do trabalho sugerem que para se maximizar o teor dos componentes benéficos e da atividade antioxidante da bebida, minimizando os componentes prejudiciais, o desejável é desenvolver condições médias para a torrefação.
“Diversos parâmetros do processo, como temperatura, velocidade do ar, diferentes tipos de torradores, influenciam na composição química da bebida e também merecem investigação”, acrescenta Perrone. O que significa que, para ele, o trabalho está apenas começando.
Fonte – FAPERJ
22.09.09 07:00
Bebidas energéticas estimulam o cérebro e não os músculos

Durante um exercício físico, tomar uma bebida energética – dessas que repõem os sais minerais e as vitaminas – pode ser uma boa ideia para proporcionar bem-estar e manter o ritmo do esforço. Uma pesquisa americana, porém, aponta que o efeito da bebida acontece no cérebro. Apesar de essas bebidas fornecerem carboidratos na forma de açúcar – combustível das células e dos músculos – não têm efeito nenhum sobre os músculos cansados. Tomar um gole delas quando você está exausto apenas o deixa mais motivado para continuar malhando.
Uma pesquisa das Universidades Metropolitana de Manchester e de Birgminghan mostrou que as bebidas energéticas com açúcar ativam regiões no cérebro ligadas ao prazer e à recompensa e esse incentivo resulta num desempenho físico melhor. Isso não acontece com as bebidas quem têm adoçantes. No estudo, voluntários que tomaram bebidas energéticas com açúcar mostraram-se mais dispostos a competir numa sessão de exercícios físicos e estavam 2% mais rápidos do que os que tomaram bebidas adoçadas artificialmente.
Segundo Ed Chamber, um dos autores da pesquisa, a explicação para isso é que o cérebro comanda os exercícios, controlando o fluxo neural que movimenta os músculos. Os resultados de agora complementam os de um outro estudo realizado recentemente, que havia mostrado não existir uma ligação direta entre os carboidratos e a atividade dos músculos.
No estudo de Chamber, foram analisados grupos de ciclistas divididos entre os que tomaram bebidas com açúcar e os que ingeriram adoçantes. Um terceiro grupo, que bebeu ambos os tipos, foi submetido a exames de ressonância magnética para que a atividade cerebral fosse analisada. Os voluntários que beberam a solução açucarada mostraram desempenho físico melhor do que os que tomaram a bebida com adoçante e tiveram atividade cerebral na área correspondente ao prazer e à recompensa, o que não aconteceu com o outro grupo.
O estudo sugere que o cérebro pode receber estímulos para uma comandar a performance dos músculos. Ao sentir o gosto do açúcar na boca, o organismo ativaria as áreas de satisfação e recompensa do cérebro, responsáveis por estimular o corpo a trabalhar mais. Da próxima vez em que você estiver se exercitando e se sentir no limite das forças, lembre-se de ingerir uma bebida com açúcar pode motivar, não os seus músculos, mas o seu cérebro.
Fonte: Revista Época
17.09.09 07:09
Para quem trabalha com crianças e adolescente, aqui vai uma boa dica: o Programa Escolha Certa – Esporte sem Álcool, uma iniciativa do Centro de Informação sobre Saúde e Álcool (CISA) e Instituto Compartilhar.
O objetivo do guia, elaborado com uma linguagem simples e divertida e um projeto gráfico dirigido especificamente a crianças e adolescentes, é oferecer mais um instrumento de prevenção e de opção para uma vida saudável, bem como alertar os jovens sobre os riscos que o consumo de álcool representa para a saúde.
O guia traz histórias interativas por meio de personagens que mostram de que forma o álcool pode afetar a vida de quem o consome, dicas e informações gerais sobre os efeitos no organismo e a importância das escolhas.
O material conta ainda com depoimentos de nomes importantes do esporte brasileiro como Ricardinho (jogador de futebol), Gustavo Borges (nadador), Daiane dos Santos (ginasta), entre outros, com mensagens de alerta para uma vida saudável.
A distribuição dos guias será feita através de ações de conscientização em escolas públicas do país realizada por especialistas das áreas médica e esportiva e a participação de atletas. A primeira edição do Escolha Certa – Esporte Sem Álcool tem o apoio do Instituto de Prevenção e Atenção às Drogas, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Mais informações no site do CISA.
Posts Relacionados
04.09.09 19:22
Acabo de ver no twitter do jornalista Emílio Moreno o registro desejoso de uma cerveja gelada. Longe de mim, moderador de um blog que se propõe a falar sobre saúde e atletismo, a fazer apologia ao álcool, no entanto aquele pedido por uma cerveja gelada…
Amanhã é sábado e às 06:00 irei correr 16 km, então fui em busca de respostas sobre o efeito de apenas uma ou duas cervejas hoje. Falei com a médica Lícia Pontes a respeito dos efeitos maléficos de um único copo suado estalando com aquela espuma densa de chope. “O álcool é metabolizado pelo fígado e ele tem participação importante na atividade física, então não recomendo”, disse friamente Lícia.
Não satisfeito, perguntei se só uma tinha problema.”Tem! O ideal é que não se beba nada”, icompreensivelmente taxativa.
Insisti: nada?! Nada quer dizer, zero?! “Zero, respondeu marmorialmente a médica”. E complementou, “o álcool inibe o hormônio antidiurético, fazendo com que a pessoa urine mais e desidrate mais, sendo assim…nada”.
Bom, é isso. Para quem vai treinar amanhã, deixe para lá a cerveja estupidamente gelada com aquele churrasquinho bem passado, aquela espuma consistente…
07.08.09 07:05

No Nordeste, só em 2010
A Gatorade acaba de lançar no Brasil o Propel Hydractive, bebida com zero de caloria e rica em vitaminas, voltada também para os praticantes de atividades físicas mais leves, como uma caminhada, pilates e yoga.
Diferente dos isotônicos, que contém em sua composição carboidratos, a bebida é fonte de vitaminas do complexo B – B3 (niacina), B5 (ácido pantotênico), B6 (piridoxina) – e vitamina E (acetato de tocoferol).
Com zero caloria, o Propel vem nos sabores limão, kiwi-morango e tangerina-laranja. A princípio o produto estará disponível apenas nas Regiões Sul e Sudeste do país. A previsão para Norte e Nordeste e centroeste é primeiro trimestre de 2010.
05.08.09 07:03
Milhares de brasileiros que consomem refrigerantes podem, sem saber, estar ingerindo benzeno, uma substância comprovadamente cancerígena. Apesar de a associação de defesa dos consumidores Pro Teste ter feito o alerta no início de maio, até o momento nenhuma providência foi tomada nem pelos órgãos competentes, nem pelas empresas.
Eles não negam a denúncia e alegam que cumprem os requisitos contidos na legislação brasileira. De acordo com o Ministério da Agricultura, “não há limite estabelecido oficialmente para o benzeno em refrigerantes”.
Segundo a coordenadora institucional da Pro Teste, a advogada Maria Inês Dolci, o objetivo inicial da entidade era apenas analisar a higiene e o valor nutricional das bebidas.
Para surpresa dos pesquisadores, sete das 24 amostras de diferentes marcas submetidas a testes revelaram indícios de benzeno: Fanta laranja; Fanta laranja light; Sukita; Sukita Zero; Sprite Zero; Dolly Guaraná e Dolly Guaraná diet.
Como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pelo controle e fiscalização dos produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública, não estabelece limites para a presença da substância em refrigerantes, os pesquisadores se basearam nos parâmetros legais sobre a existência do benzeno na água para definir um referencial “considerado aceitável” à saúde humana.
Mesmo por esse critério – que o próprio Ministério da Agricultura considera “inadequado” -, a Fanta Laranja Light e a Sukita Zero foram reprovadas. No caso da Sukita Zero, a concentração da substância excedia em quatro vezes o valor de referência.
Responsável por registrar os produtos, o ministério informa que é possível que o benzeno se forme a partir da reação entre o ácido benzóico, empregado como conservante, e o antioxidante ácido ascórbico.
Sobre o risco de os refrigerantes conterem benzeno, no entanto, o ministério se limitou a informar que, não havendo limites estabelecidos oficialmente para a presença do “contaminante” em refrigerantes, apenas checa se os ácidos benzóico e ascórbico são usados conforme permitido pela Anvisa.
A agência, por sua vez, informou que “o uso do ácido benzóico em bebidas não alcoólicas” é permitido e que o Ministério da Agricultura “deve checar se os limites de uso desses aditivos está sendo respeitado” ao conceder o registro do produto.
Em resposta enviada à Agência Brasil, nenhuma menção é feita ao benzeno, embora já em 2003 a própria Anvisa tenha proibido a fabricação, distribuição e comercialização de produtos que contenham a substância, caracterizada pela International Agency Research on Cancer (Iarc) como “comprovadamente cancerígena”.
“O assunto é sério. Muitas pessoas consomem refrigerantes e já que constatamos a presença de benzeno em algumas bebidas, há uma responsabilidade muito grande dos órgãos reguladores e da indústria”, disse a coordenadora da Pro Teste à Agência Brasil.
“Esperamos que sejam adotadas as medidas cabíveis para que seja proibida a presença de benzeno nas bebidas. Sugerimos que os fabricantes substituam um dos dois ácidos do processo industrial e que os órgãos competentes elaborem uma legislação específica que proíba a presença do benzeno em refrigerantes”.
Em resposta enviada à Pro Teste, a Coordenadoria Geral de Vinhos e Bebidas do Ministério disse estar levantando informações com os fabricantes sobre quais deles usam a combinação dos ácidos benzóico e ascórbico, “que podem causar a formação do benzeno”.
O Ministério garantiu que está adotando “as medidas necessárias para desenvolver uma metodologia capaz de detectar a presença do benzeno em bebidas”.
Falando em nome da Coca-Cola (fabricante da Sprite Zero, Fanta Laranja e Fanta Laranja Light), da Ambev (Sukita e Sukita Zero) e da empresa Dolly – procuradas pela reportagem para comentar o assunto e esclarecer se, confirmada a denúncia, alguma providência havia sido tomada -, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes (Abir) informou que seus associados não tiveram acesso à pesquisa, não podendo comentá-la.
A entidade informou também que os produtos citados são registrados “e seus componentes e fórmulas obedecem a todos os requisitos da legislação brasileira de saúde”.
Fonte: Envolverde/Agência Brasil
Enquete
Posts Recentes
Categorias
Arquivos
Blogs O POVO
Copyright © 1995-2013