Tempo de Correr

08.04.11 12:00

Para uma alimentação leve

Por: Hamilton Nogueira | Comentários: 3 Comentários

Taeq , marca do Grupo Pão de Açúcaro, apresenta opção de produto para lanche saudável, afinal bem estar está na moda. A novidade é a fruta liofilizada orgânica.

Nos sabores manga, banana, banana com canela e banana com açaí, o produto vem em embalagens de 40g, práticas e ideais para consumo a qualquer momento do dia. A empresa declara ser natural e sem adição de açúcares. “As frutas têm sabor intenso e consistência crocante garantidos pela liofilização, processo de desidratação que mantém os teores de vitamina, sabor e cor do alimento”, diz o anúncio.

Feito de frutas orgânicas e sem conservantes e corantes, o produto é indicado para adeptos de uma alimentação balanceada e saudável. As versões banana, banana com canela e manga contém 67 kcal, e a versão banana com açaí, 95 kcal.

As frutas liofilizadas orgânicas podem ser encontradas nas redes Pão de Açúcar e Extra.

Mais informações pelo SAC 0800 15 21 34 ou pelo site www.taeq.com.br

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16.02.11 12:00

Nova barrinha de cereal da Taeq

Por: Hamilton Nogueira | Comentários: 1 Comentário

Taeq lança mais uma barrinha de cereal providencial para aquela corrida mais longa: Granola Crocante Integral. A novidade, que acaba de chegar às gôndolas dos supermercados do Grupo Pão de Açúcar, vem nos sabores de Pêra, Aveia e Mel e deAmêndoas e Uva Passa.

As novas barrinhas são boa pedida para os adeptos da alimentação saudável já que são ricas em fibras, fonte de proteína, não possuem gordura trans, conservantes e lactose. Lançada em 2006, a Taeq, usa o termo saudabilidade na busca de alimentação voltada para o bem estar.

Pertencente ao Grupo Pão de Açúcar, conta com  uma linha de  alimentos saudáveis, orgânicos, além de roupas e artigos para a prática de atividade física.  Com cerca de mil e duzentos itens em seu portfólio e venda exclusiva nas lojas do GPA, alguns produtos  da marca já figuram como líderes de vendas  em seu segmento, como é o caso das barrinhas de cereais e arroz integral, além de frutas e verduras orgânicas.

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25.06.10 05:00

6º passeio ciclístico do Viva o Centro

Por: Hamilton Nogueira | Comentários: Comente

O tema do passeio ciclístico desse domingo é “Comer, beber, viver e pedalar”. Tem coisa melhor? Só falta aí “correr”. Se bem que viver, já engloba muito coisa. Bom, o percurso é para os mais sedentários e amantes da gastronomia.

Reunirá chefs e comensais para apresentações de  bares, restaurantes e outros pontos de sabores no bairro. A história do Centro histórico da cidade através da alimentação, no passado e presente, são o alimento e alegria que amplia os apetites para nova vivência e apropriação do local.
O percurso tem início, às 16h, na Praça José de Alencar e segue até a Praça do Ferreira onde apresenta pontos como Leão do Sul e L’Escale, fazendo alusão aos cafés históricos de outrora, passa ainda pela Praça dos Leões e chega ao Passeio Público por volta das 17h. Quem não tiver bicicleta pode alugar na hora pelo preço de R$ 10,00. Cada pessoa está convidada a levar um lanche para o final do passeio, ao cair da tarde no Passeio Público, onde vai se realizar um piquenique.

SERVIÇO:  “Viva o Centro!” de bicicleta na Domingueira do TJA 100 anos
Dia 27 de junho
Guia responsável: Paulo Probo
Concentração na Calçada do TJA, às 15h
Saída 16h
Término no Passeio Público
Serviço de aluguel de bicicleta na calçada no TJA – Valor: R$10,00.
Agendamento antecipado do aluguel de bicicletas com o guia Paulo Probo: (85) 8688 1344 /pauloprobo@yahoo.com.br

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22.04.10 05:00

Para correr, fique Zen

Por: Hamilton Nogueira | Comentários: 1 Comentário

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* Por Carol Lago, terapeuta holística e naturista.

“Aos atletas, eu dou uma dica:
Liberem as quatro saídas do seu corpo – pele, intestino, rins e pulmão porque a homeostase (capacidade do corpo de se curar) só precisa de um empurrãozinho. O corpo nutre e depura, somos feitos do que comemos.. Portanto alimentem suas células!!

É como se ela fosse a dona de casa e o sangue o supermercado.. Por exemplo: se uma célula precisa de cálcio e não encontra, ela começa a puxar o cálcio dos seus ossos, o cálcio é absorvido no cólon ascendente do intestino, mas as substâncias plásticas vedam estas paredes e ele começa a petrificar suas fezes, aumentando sua prisão de ventre.

Precisamos lavar as paredes do intestino, para recontinuar esta absorção. Dica: comam gergelim inteiro, as grandes temperaturas fazem com que ele estoure e lave as paredes.. Em suma: se nutram, alinhem a coluna e retirem a acidez do seu corpo com uma boa alimentação!!

Abraços Zen!”

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11.02.10 08:43

Sobre sol e vitamina

Por: Hamilton Nogueira | Comentários: 1 Comentário

Vejam como a Vitamina D pode potencializar seu treino, por meio da matéria da Runner,s World

http://runnersworld.abril.com.br/materias/vitamina/

Corra para o sol
Por Karen Asp

Deena Kastor chegou às Olimpíadas de Pequim, em 2008, cheia de expectativa. Mas, depois de 5 km de prova, a recordista norte-americana da maratona fraturou um osso do pé. Um exame de sangue apontou um possível e surpreendente culpado: deficiência de vitamina D. Embora o corpo de Kastor apresentasse níveis adequados de cálcio, ela não era capaz de absorver completamente o mineral porque seus níveis de vitamina D estavam baixos. “Eu não tinha ideia das graves consequências da baixa dessa vitamina”, diz Deena.

A luz solar é uma das fontes de vitamina D mais abundantes (nosso corpo produz o nutriente ao absorver os raios UVB). Kastor, que já lutou contra um câncer de pele, desconfia que seu uso constante de filtro solar tenha contribuído para a deficiência. E o seu caso não é atípico. Segundo um estudo de março de 2009 da revista científica Archives of Internal Medicine, mais de 3/4 dos adultos apresentam deficiência de vitamina D. “E os corredores não estão se saindo melhor do que a média da população”, afirma Todd Whitthorne, que supervisionou um estudo em 2008 da Clínica Cooper, em Dallas (EUA), que constatou que o nível de vitamina D de 75% das pessoas que costumam correr 30 km por semana está abaixo do recomendado.

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26.01.10 17:22

Vida leve

Por: Hamilton Nogueira | Comentários: Comente

taeq1A Taeq, marca do grupo Pão de Açúcar, traz novidades para a alimentação leve. Isotônicos agora são em mais três sabores: Carambola, Ameixa Vermelha e Coco com Limão.

Para quem gosta das barrinhas de cereal (no meu caso, antes de nadar é indispensável), mais uma opção de sabor, Tangerina com cenoura e mel. Aproveitem.

taeq 2

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29.08.09 07:01

Atividade física muda hábitos alimentares

Por: laurisanutting | Comentários: Comente

Atividade física pode ajudar a reduzir peso não apenas pela queima de calorias, mas por meio da restauração da sensibilidade dos neurônios que controlam a saciedade, segundo estudo de pesquisador da Unicamp.

A atividade física é capaz de restaurar a sensibilidade dos neurônios envolvidos no controle da saciedade, o que pode contribuir para a redução da ingestão alimentar e, consequentemente, do peso corporal. Essa é uma das conclusões de um estudo apresentado durante a 24ª Reunião Anual da Federação das Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), realizada em Águas de Lindoia (SP) na semana passada.

O trabalho aponta evidências de que mamíferos obesos apresentam falhas na transmissão de sinais em neurônios que controlam a saciedade. Essas falhas podem ser determinantes para a prevalência da obesidade. Até então se achava que o exercício físico aumentaria o gasto energético e que, apenas por isso, provocaria a diminuição do peso.

O estudo, intitulado “Sistema nervoso central e o controle da ingestão alimentar: o papel do exercício físico”, foi realizado por Eduardo Rochete Ropelle, pesquisador da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Obesidade e Diabetes.

“O papel do exercício pode ir além da simples queima de calorias. Pode causar uma melhora no sistema nervoso, controlando a saciedade e diminuindo o apetite. Em outras palavras, é possível que a atividade física controle o outro lado da balança”, disse Ropelle à Agência FAPESP.

Devido ao grande número de pessoas interessadas, o trabalho de Ropelle foi apresentado em dois dias na reunião da Fesbe. O estudo, segundo o pesquisador, é um projeto paralelo ao seu doutorado, que tem apoio da FAPESP, intitulado “Caracterização da transmissão do sinal da insulina e da leptina no hipotálamo de ratos com tumor de Walker 256”.

“O estudo sobre a atividade física está dentro da discussão da minha pesquisa – que trata do controle da ingestão alimentar –, mas no caminho inverso porque no doutorado abordo a anorexia promovida por pacientes com câncer”, explicou, ao destacar a contribuição do seu orientador José Barreto Campello Carvalheira, também da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

A base do trabalho envolve dados sobre a ação de certos hormônios, como a insulina e a leptina, sobre o cérebro. O sistema nervoso central é considerado a “caixa preta” do controle energético.

O hipotálamo (que entre outras funções controla a temperatura corporal) é a principal estrutura do cérebro responsável pelo controle da ingestão alimentar. Segundo Ropelle, várias evidências indicam que dietas ricas em ácidos graxos saturados causam problemas na transmissão de alguns hormônios, como insulina e leptina, no sistema nervoso central.

“Esses hormônios controlam a saciedade e, à medida que a pessoa ingere gordura em excesso, essa sinalização é perdida. Assim, alguns fenômenos intracelulares acontecem impedindo a ação hormonal”, explicou.

Até agora se estimava que o gasto energético provocado pela atividade física seria a principal arma para combater e tratar a obesidade. “O que propomos é que, além de promover o gasto energético, o exercício físico também é capaz de modular esses hormônios no sistema nervoso central”, disse. A atividade física seria capaz de reverter esse fenômeno, possibilitando que o paciente volte a ter a transmissão do sinal para a saciedade.

Comer mais aumenta a fome

Nos testes feitos com animais obesos, submetidos a uma dieta rica em gordura, os hormônios perderam a capacidade de regular o apetite, ou seja, a obesidade envolveria um círculo vicioso comportamental: quanto mais se come, mais se quer comer.

A atividade fez com que a sinalização do apetite no cérebro dos animais voltasse a níveis normais. Esse efeito durou de 12 a 16 horas. “Observamos que animais obesos submetidos à atividade física voltam a comer na mesma proporção que o animal magro. À medida que ele faz o exercício, parece que ele volta a entender a hora de parar, voltando a comer nos níveis considerados normais”, destacou.

A pesquisa é inteiramente experimental e não foi testada em humanos. Algumas evidências, de acordo com o autor, mostram que em seres humanos o exercício físico é capaz de alterar o comportamento alimentar, mas a avaliação é mais complexa.

“É muito difícil acompanhar e colocar um valor numérico no caso de testes em humanos, porque, ao colocar alguém para fazer atividade física e dizer a ele que vai controlar a ingestão alimentar, tira-se a condição natural. No animal, fica mais fácil e é um bom modelo metabólico de obesidade induzida por dieta”, disse.

A explicação para a redução da ingestão alimentar e do peso corporal nos roedores submetidos à atividade física pode ser atribuída à interleucina-6, uma molécula produzida no hipotálamo em resposta ao exercício.

De acordo com o estudo, o animal que faz exercício tem o nível de interleucina-6 aumentado no tecido hipotalâmico, sendo ela responsável por melhorar a sensibilidade de insulina e leptina.

“Sabe-se que o prejuízo causado pela dieta na sinalização desses hormônios é mediado por um processo inflamatório. E a interleucina-6 é capaz de aumentar a expressão de uma outra proteína, a interleucina-10, sendo que, essa sim, tem uma atividade antiinflamatória”, disse Ropelle.

Segundo o pesquisador, a atividade física pode ser benéfica para o “apetite dos obesos”. Haveria uma espécie de equilíbrio dinâmico para evitar tanto o acúmulo excessivo de energia quanto o gasto excessivo.

Os resultados apresentados pelo estudo são inéditos na literatura científica, aponta Ropelle, e foram submetidos para publicação na revista Nature Neuroscience.

Fonte: Agência Fapesp

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26.08.09 14:15

Pratique esporte e perca apetite

Por: laurisanutting | Comentários: Comente

Unir o útil ao agradável em benefício à sua saúde. Pesquisadores da Unicamp e do Instituto de Obesidade e Diabetes descobriram que quando nos exercitamos nosso cérebro envia ao nosso corpo mensagens para comer menos. A experiência, embora feita com camundongos já demonstra a perspectiva também para as pessoas.

Quando comemos muito, principalmente uma dieta rica em gorduras, hormônios como insulina e leptina entendem um círculo vicioso onde quanto mais de come, mais se quer comer. A neurociência já caminha para comprovações científicas de que o exercício físico pode ser benéfico para que você que está acima do peso fique em paz com a balança.

Fonte: Blog da Saúde

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08.08.09 11:34

Sobre alimentação

Por: Hamilton Nogueira | Comentários: Comente

Rótulos delatam pegadinhas nas embalagens

Verificar as informações nutricionais disponibilizadas nos rótulos alimentícios é sempre aconselhável. Com elas, você fica a par não só das calorias que vai ingerir como também dos nutrientes que fazem parte do alimento escolhido. Algumas confusões na hora de lê-los, no entanto, podem atrapalhar o equilíbrio da sua alimentação.

Os enganos normalmente acontecem quando você lança mão de algum produto pensando ser benéfico para um objetivo que ele não é capaz de atender. Para não correr o risco de comprar gato por lebre, a responsável pela equipe nutricional do MinhaVida, Roberta Stella, montou uma lista das confusões comuns na interpretação de estampas mais usadas nos alimentos.

Sem gordura trans

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), alimentos que apresentam até 0,2 gramas de gordura trans não precisam declarar a quantidade da gordura, podendo ser expressa como zero ou não contém gordura trans , explica a especialista sobre as informações comumente encontrada nos rótulos.

Porém, o que você deve verificar é se, entre os ingredientes, existe gordura vegetal hidrogenada. Quando há esse ingrediente, o alimento apresenta gordura trans, mesmo não sendo declarado , alerta Roberta. Além disso, ela lembra que, como a porcentagem de valor diário de gorduras trans não é estabelecida, os rótulos não indicam nenhum valor de consumo. O conselho da nutricionista é ter em mente que a quantidade da gordura não deve ser superior a 2 gramas diários.

Sem colesterol

Passeando pelas prateleiras dos supermercados, é fácil encontrar óleos de origem vegetal com a informação de que são isentos de colesterol. Segundo Roberta, dizer que os óleos vegetais são livres de colesterol, é o mesmo que dizer que a chuva é molhada, já que o colesterol só é encontrado em alimentos de origem animal. Quando o rótulo de certo produto indica que ele é livre de colesterol não necessariamente ele é melhor que outro com a mesma composição. Um óleo vegetal que estampa sem colesterol em sua embalagem não se difere de outro óleo vegetal que não apresenta este tipo de comunicação , exemplifica. O raciocínio, lembra ela, também vale para os cremes vegetais.

Fonte: http://minhavida.uol.com.br

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06.08.09 07:10

Brasil: maior consumidor de veneno

Por: laurisanutting | Comentários: Comente

Os dados são preocupantes. Enquanto as transnacionais exultam com seus lucros, o Brasil ocupa o posto de maior consumidor de venenos do mundo. A posição, antes ocupada pelos Estados Unidos, foi assumida em 2008, ano em que o mercado de agrotóxicos movimentou sete bilhões de dólares.

Foi no ano passado também que uma série de decisões judiciais – obtidas após recursos movidos por empresas de agrotóxicos – impediu a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de realizar a reavaliação de 14 ingredientes ativos (utilizados em mais de 200 agrotóxicos).

Esse cenário contribuiu para o Brasil continuar a produzir e importar agrotóxicos proibidos em diversos países do mundo. Segundo informações do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, o que não é vendido União Européia, Estados Unidos, Canadá, Japão e China, acaba vindo para o mercado brasileiro.

Neste ano de 2009, a Avisa retomou os processos de reavaliação de 13 substâncias. Porém, os interesses das empresas de agrotóxicos mostram que mais uma vez será árdua a tarefa do órgão. Dentre os dados recolhidos de informações da Andef, está o que a associação chama de “Desafios Estratégicos para a Indústria de Defensivos Agrícolas”, uma lista com oito itens que tem como ponto de destaque a necessidade de “agilizar processo de registro de novos produtos”. Percebe-se também que as indústrias de veneno estão preocupadas com os consumidores. Em quarto lugar, vemos que um dos desafios apontados é o de “esclarecer para a sociedade que alimentos ‘convencionais’ do agronegócio são mais saudáveis”.

agrotoxicos

Fonte: Envolverde

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Hamilton Nogueira

Hamilton Nogueira

Jornalista.

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