Sincronicidade

19.01.12 10:12

Um momento histórico para o diálogo entre as religiões e para a democracia brasileira

Por: Vasco Arruda | Comentários: Comente

Este fato, este uso do direito de resposta que está acontecendo aqui, abre um capítulo novo na história da defesa dos direitos humanos, da dignidade humana no Brasil. As leis brasileiras preveem o direito à liberdade religiosa, o direito de não sofrer discriminações, agressões por motivo de convicção religiosa, e nós estamos vendo que já existem os caminhos para garantia desse direito e para punição dos que não o respeitam. De maneira que, por tudo isso, eu estou convencido de que nós estamos começando, efetivamente, um capítulo novo na história da defesa dos direitos humanos no Brasil.
Dalmo Dallari
[Fala de Dalmo Dallari no programa Diálogo das religiões-Direito de resposta. Dalmo Dallari é um dos mais renomados juristas brasileiros. Em 1996, tornou-se professor catedrático da UNESCO na cadeira de Educação para a Paz, Direitos Humanos e Democracia e Tolerância, criada na Universidade de São Paulo.]

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13.01.12 08:21

Arcano V – O Voto Sacrificial do Pontífice

Por: Vasco Arruda | Comentários: Comente

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Temos necessidade de um equilíbrio justo e sábio e, muitas vezes, é preciso sacrifício para alcançá-lo. Gevurah é o sacerdote sacrificial dos mistérios. Sacrifício significa a escolha deliberada de um bem maior; é a transmutação da força. A energia psíquica é assim liberada para ser usada no canal escolhido. Gevurah representa a coragem e a resolução que liberta da irresolução e do compromisso fatais, um remédio adstringente para uma ferida aberta que de outra forma infeccionaria.
Dra. Irene Gad
[Gad, Irene. Tarô e individuação: correspondências com a cabala e a alquimia. 2ª. ed. Tradução Elisabete Abreu. – São Paulo: Mandarim, 1996, p. 87.]

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06.01.12 08:10

Gestão pública: facetas estratégicas

Por: Vasco Arruda | Comentários: 1 Comentário

Gestão Pública_Luciano Gonzaga Van der Ley

Os princípios da Administração Pública são claramente observados na Gestão Democrática. A gestão democrática deve ser uma gestão participativa, comunitária, sem paternalismo, combate ao clientelismo, deselitização das políticas públicas para inclusão das minorias. Ao se contrapor ao paternalismo e ao autoritarismo, constrói-se uma nova cultura de relacionamento entre Estado e sociedade. No que se refere à participação, é uma estratégia democrática que cria responsabilidade e envolvimento da comunidade junto ao Estado para enfrentamento de problemas.
(Van der Ley, Luciano Gonzaga (org.). Gestão pública: facetas estratégicas. Fortaleza: Edições UFC: Imprensa Universitária. Introdução , p. 27).

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03.01.12 08:40

Uma biblioteca espírita

Por: Vasco Arruda | Comentários: 1 Comentário

Catálogo Racional

Proibir um livro é sinal de que se o teme.
Allan Kardec
[Kardec, Allan. Catálogo racional: obras para se fundar uma biblioteca espírita. Tradução de Julia Vidili. – Ed. fac-similar bilíngue histórica. – São Paulo: Madras: USE, 2004, p. 85.]

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02.01.12 08:40

Iniciação à vida e obra de Gustavo Corção

Por: Vasco Arruda | Comentários: 2 Comentários

Lições de Gustavo Corção

O toque das grandes aventuras seria forjado por ele mesmo. Corção, com a sua aguda sensibilidade, soube tirar do cotidiano ordinário percepções extraordinárias.
Marta Braga
[Braga, Marta. Lições de Gustavo Corção. – São Paulo: Quadrante, 2010, p. 11. – (Coleção Vértice; 71)]

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31.12.11 08:40

Revelo-te hoje um segredo

Por: Vasco Arruda | Comentários: Comente

O Segredo de Maria

Infinitamente mais do que aquilo que eu te disse aqui, irá ensinar-te a experiência; e, se vieres a ficar fiel no pouco que aqui te ensinei, encontrarás tanta riqueza e tanta graça nesta devoção que virás a ficar surpreendido e repleto de gáudio.
São Luís Maria Grignion de Montfort
[Montfort, São Luís Maria Grignion de. O Segredo de Maria. – 1ª. ed. Lorena, SP: Cléofas, 2012, p. 65.]

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30.12.11 09:56

Desistindo da virtude impossível

Por: Vasco Arruda | Comentários: Comente

O homem maduro é o que desiste da virtude impossível para não perder a possível.
Luis Fernando Veríssimo
[Veríssimo, Luis Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 166]

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29.12.11 23:03

Por: Vasco Arruda | Comentários: Comente

Para os que creem em Deus, nenhuma explicação é necessária; para os que não creem em Deus, nenhum explicação é possível.
Ver. John La Farge, S.J.

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28.12.11 06:15

Os encantadores ditos de Frei Egídio

Por: Vasco Arruda | Comentários: Comente

Sabedoria de um simples

Como imaginá-lo? Como um autêntico mestre espiritual, um guru, um bom velhinho, baixinho e atarracado, robusto e bonachão, aos pés do qual todos gostam de sentar para ouvir-lhe as palavras, desfazer as dúvidas e aprender a viver. Mas, como qualquer outra pessoa, nosso bom velhinho chegou ao fim de sua peregrinação terrestre. Foi na noite de 22 para 23 de abril que ele passou desta vida para a paz do Senhor: exatamente 53 anos depois de ter deixado os campos, os bois, o arado, para imitar São Francisco no seguimento de Jesus Cristo.
Frei Ary E. Pintarelli, OFM
[Introdução a: Pintarelli, Ary E. Sabedoria de um simples: Os ditos do Beato Frei Egídio de Assis. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997, p. 24]

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27.12.11 10:51

Rilke ou A transcendência do cotidiano

Por: Vasco Arruda | Comentários: Comente

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A obra de Rainer Maria Rilke capturou a imaginação de músicos, filósofos, artistas, escritores e amantes da poesia, e estendeu o alcance da poesia a pessoas raramente interessadas em elocuções humanas versificadas. Marlene Dietrich, Martin Heidegger e Warren Zevon recitavam de cor poemas de Rilke. Essa capacidade das palavras de Rilke de tocar de pessoas tão diferentes como se cada palavra tivesse sido escrita só para elas, à parte sua estima entre colegas poetas e acadêmicos, confere à sua poesia a força que ela tem e impediu sua obra de se tornar um mero artefato da civilização que Hegel foi o primeiro a chamar de Velha Europa. O poder dos escritos de Rilke resulta de sua habilidade em entrelaçar a descrição de objetos cotidianos, sentimentos minuciosos, pequenos gestos e coisas desprezadas – aquilo que constitui o mundo para cada um de nós – com temas transcendentes. Ao entrelaçar o cotidiano e o transcendente, Rilke insinua em sua poesia – e explica minuciosamente em suas cartas – que a chave para os segredos de nossa existência pode ser encontrada bem diante de nossos olhos. Essa insinuação não é domínio exclusivo da obra poética de Rilke, que abrange 11 coletâneas publicadas antes de sua morte, em 1926, e um grande número de poemas publicados postumamente. Ele foi um epistológrafo prodigioso, e em sua correspondência espantosamente vasta Rilke se solta das coerções do verso alemão para produzir reflexões contundentes e acessíveis sobre um amplo espectro de tópicos.
Ulrich Baer
[Baer, Ulrich. Introdução a Rilke, Rainer Maria. Cartas do poeta sobre a vida: a sabedoria de Rilke. Organização Ulrich Baer; tradução Milton Camargo Mota. – São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 10. – (Coleção Prosa)]

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Vasco Arruda

Vasco Arruda

Psicólogo e ex-professor de História das Religiões e Psicologia da Religião

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