28.04.12 17:16
Não há nó que Maria não desate

Impactante! Eu não parecia estar neste mundo. A cena que vivi naquele momento me paralisou. Eu estava em pé diante Dela, imóvel, fitando a mais bela e formosa de todas as mulheres. Não tinha nada a dizer, porque estava fascinado por Ela, pela fita que Ela tinha nas mãos e a mensagem ali revelada. O que significaria aquela fita? Pedi explicações a uma pessoa ao meu lado, que me respondeu: “A fita é a sua vida, que tem nós, e a Virgem Mãe está mostrando que pode desatá-los!”
Denis Bourgerie
[Bourgerie, Suzel e Bourgerie, Denis. A ponderosa Nossa Senhora Desatadora dos Nós. 1ª. ed. – Campinas, SP: Verus, 2011, p. 9.]
Posts Relacionados
21.04.12 22:20

Puesto que la devoción singular a la Virgen Madre de Cristo es la señal de los verdadeiros fieles, la contraseña de los soldados de Cristo, atendamos a no ser fríos o tíbios em una devoción tan grata al Señor; pues hombres fervorosos y ardientes quiere Él, que vino a este mundo para encender fuego y no quiere sino que arda (cf. Lc 12,49). ¡Que arda perpetuamente ante Dios em el altar de nuestro corazón este fuego celestial, y seremos dichosos! Porque María nos librará de todo mal y, acogiendo nuestras súplicas com afecto materno, como patrona potentíssima y fidelíssima, protegerá y conservará incólumes a sus devotos, y los enriquecerá colmándolos de celestes tesoros.
San Lorenzo de Brindis
[San Lorenzo de Brindis. Marial: Maria de Nazaret, “Virgen de la Plenitud”. Traducción del latín por Agustín Guzmán Sancho y Bernardino de Armellada; Introducción, notas e revisión por Bernardino de Armellada. Madri, Espanha: Biblioteca de Autores Cristianos, 2004, p. 178.]
Posts Relacionados
24.03.12 11:17
Maria, doadora de todas as graças
A beatitude consiste na posse e no gozo de todo bem e, em boa medida, também no comunicar aos outros o mesmo bem. Por isso São Paulo afirma: “É melhor dar que receber”. Assim, o céu dá à terra, não vice-versa; o Sol aos planetas; o pai aos filhos; o rei, as dignidades terrenas aos súditos e aos ministros; o sumo pontífice aos eclesiásticos; e Deus a todas as criaturas. Maior louvor como ato perfeito merece o dar que o receber: a árvore só dá frutos depois que alcança o seu completo crescimento. Mas, se é assim maior a bem-aventurança de quem dá do que daquele que recebe um benefício, então, à Virgem, dado que está repleta de toda beatitude, não poderá certamente faltar-lhe uma de suas prerrogativas principais. Como imaginar uma estrela do firmamento ou um Sol que esteja privado de comunicar sua luz?
A beatitude da Virgem Santíssima é semelhante à de Deus, que é essencialmente comunicativa. De fato, o bem tendo por sua própria natureza a se expandir, propriamente como acontece com a luz.
São Lourenço de Brindisi, La Vergine nella Bibbia
[Citado em: Sgarbossa, Mario. Os santos e os beatos da Igreja do Ocidente e do Oriente: com uma antologia de escritos espirituais. Tradução Armando Braio Ara. – São Paulo: Paulinas, 2003, p. 411.]
Posts Relacionados
23.03.12 09:43
Uma jornada espiritual para iniciar no dia 25 de março

Nesta novena, fixemos nosso coração no desejo de caminhar com Maria todo o período de sua gravidez, vivendo com ela suas alegrias, angústias, medos e ansiedade pela chegada de Jesus, que está por nascer.
Acompanhar Maria em sua gestação é sentir-se como ela: grávidos e grávidas da Palavra Eterna, do Verbo, de Jesus. É desejar fazer a experiência profunda de sentir em si os efeitos da presença transformadora de Deus em nosso ser. É poder esperar com amor de mãe o cumprimento da promessa do Altíssimo em nossa vida. É fechar os olhos do egoísmo que tenta nos amordaçar, para viver em função daquele que é a razão da nossa existência.
Acompanhar Maria grávida é ser capaz de viver a esperança como fruto da nossa fé e da nossa caridade. É saber esperar.
Luís Erlin, CMF
[Erlin, Luís. 9 meses com Maria: novena da Anunciação ao nascimento de Jesus. São Paulo: Editora Ave-Maria, 2011, p. 11.]
21.03.12 10:54
O grande Sacrifício de valor infinito
No templo vivente da divindade – Maria -, Deus habitou não só por natureza, presença, essência, como no mundo; não só por graça, fé, esperança e caridade, como na Igreja; não só pela glória, pela visão e fruição do sumo Bem, como no Céu; mas também de modo corpóreo. Qual deve ser a capacidade do Templo que encerra em si aquele que os céus não podem conter! Nele foi oferecido o grande Sacrifício de valor infinito, como a majestade divina. Nele desce uma abundância de graça e de méritos, superiores ao infinito tesouro da Igreja militante e triunfante e do próprio paraíso. Na Igreja e no paraíso a glória e o mérito são finitos; em Maria, ao contrário, infinitos. Cristo nela encarnado é o Sol da justiça, do qual deriva toda a luz no céu e na terra; é o rio que brota da Fonte perene; Maria é o aqueduto que conduz a água.
São Lourenço de Brindisi
[São Lourenço de Brindisi. As grandezas de Maria. Citado em: Sgarbossa, Mario. Os santos e os beatos da Igreja do Ocidente e do Oriente: com uma antologia de escritos espirituais. Tradução Armando Braio Ara. – São Paulo: Paulinas, 2003, p. 475.]
10.03.12 06:15

Jesus parece distanciar de si a sua Mãe porque quer mostrar como se realiza a verdadeira intimidade com Ele: “fazendo a vontade de Deus”. E Maria durante toda a vida, desde o dia em que aceitou ser a mãe de Cristo até à cruz no Calvário, foi o sinal da adesão à vontade de Deus. Foi sempre a “pobre em espírito e a pura de coração” que constantemente se entregou ao seu Filho e Senhor com alma de criança inteiramente voltada para o Pai (cf. Mt 18,13). O escritor francês, G. Bernanos, no seu romance Diário de um Pároco de província, falava assim de Maria: “O olhar da Virgem é o único olhar verdadeiramente ´infantil´, o único verdadeiro olhar de criança que alguma vez se tenha levantado acima da nossa vergonha e acima da nossa infelicidade”. Reencontrar esta “infância” do espírito, redescobrir a pureza da fé operante é concretizar a declaração de Jesus, é estar na esteira de sua Mãe, é tornar-se para Ele irmão e irmã.
Maria é o símbolo da verdadeira parentela com Jesus, não tanto segundo a carne mas na plenitude da intimidade. Para usar uma imagem de Cristo, é tornar-se “semente caída em terra boa: tendo ouvido a Palavra de Deus com um coração bom e virtuoso, conservam-na e dão fruto com a sua perseverança” (Lc 8,15). O cristão há-de ter um coração como o de Maria que “observa a Palavra de Deus” e “faz a sua vontade”. É assim, segundo a expressão de Jesus, que nos tornaremos também nós de algum modo, “irmão, irmã e mãe” de Cristo.
[Ravasi, Gianfranco. Os rostos de Maria na Bíblia: trinta e um “ícones” bíblicos. Tradução de Maria Pereira – TRADUVÁRIUS, Lisboa: Paulus Editora, 2008, p. 253]
03.03.12 13:10
Santíssima soberana, uma oração

Santíssima soberana, Mãe de Deus, por tuas santas e poderosas orações, afasta de mim, teu humilde e miserável servidor, todo desânimo, tibieza, ociosidade, erro e pensamento impuro, mau e ímpio, procedente de meu miserável coração e de minha obscurecida Inteligência. Extingue o ardor de minhas paixões, porque eu sou pobre e miserável. Livra-me de minhas inúmeras más lembranças e ações e preserva-me de todo mau movimento. Porque és bendita entre todos os povos e teu nome venerado e glorificado pelos [...]
Posts Relacionados
25.02.12 06:15

No seio da filha de Sião, lugar do templo e da casa de David, realiza-se em plenitude a presença de Deus com o seu povo; no seio da nova filha de Sião o Senhor estabelece o seu templo perfeito para entrar em comunhão com a humanidade. Esta presença é evocada também mediante um verbo que é aplicado a Maria, é o famoso kecharitoménê, habitualmente traduzido por “cheia de graça”, mas de valor mais complexo (entre outras coisas, o termo remete [...]
04.02.12 18:00

Oh! Meu Deus! Quão insignificante é aquilo que fazemos! Coloquemo-lo, pois, nas mãos de Maria através dessa devoção. Quando nos tivermos oferecido a Ela, em verdade, até o ponto em que seja possível entregar-se-lhe, despojando-nos de tudo para Lhe agradar, Ela tornar-se-á depois infinitamente mais generosa para conosco: por um ovo dar-nos-á uma galinha.
São Luís Maria Grignion de Montfort
[São Luís Maria Grignion de Montfort. O Segredo de Maria. 1ª. ed. – Lorena: Cléofas, 20101, p. 53.]
28.01.12 06:15
Magnificat: reflexões de uma mãe sobre Maria

Eu percebi naquele momento que eu tinha uma escolha. Eu poderia tentar argumentar com Deus e descobrir o objetivo d´Ele, ou eu poderia simplesmente me render. Não é necessário compreender Seu objetivo, para depois ceder a Ele. De fato, eu penso que agrada a Deus quando estamos dispostos a recebermos aquilo que Ele nos oferece, antes mesmo de compreendermos totalmente. Com frequência, é pelo ato de nos rendermos que começamos a compreender. Pois, assim foi para mim com relação à consagração ao Imaculado Coração de Maria.
Patti G. Mansfield
[Mansfield, Patti G. Magnificat: reflexes de uma mãe sobre Maria. Tradução Donato Krachevski. – São Paulo: Palavra & Prece, 2011, p. 43.]
Posts Recentes
Categorias
Arquivos
Blogs O POVO