TAP com capitais próprios negativos de 350 Milhões de Euros, reprivatização é imprescindível

O Grupo TAP fechou 2011 com capitais próprios negativos “abaixo dos 350 milhões de euros”, segundo a Parpública, que diz que a reprivatização da empresa é imprescindível para a sua sustentabilidade.

“Na ausência de medidas estruturais visando a recapitalização da empresa, e persistindo as condicionantes estruturais de custos globais e marginais com ausência de sinergias que afetam negativamente os negócios do Grupo, a TAP manteve em 2011 uma trajetória negativa, tendo registado um prejuízo de 76,8 milhões de euros”, lê-se no relatório anual de resultados da Parpública, empresa que gere as participações do Estado e detém a TAP.

Este resultado, acrescentam, “coloca os capitais próprios do Grupo TAP (antes de interesses não controlados) abaixo dos 350 milhões de euros”.

A área de negócio “com contributo mais fortemente negativo para o Grupo TAP continua a ser a manutenção e engenharia desenvolvida no Brasil”, a ex-VEM. Em 2011, a TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A. registou um resultado líquido negativo de 62,7 milhões de euros, “o qual apesar de tudo foi 14,3% melhor do que o prejuízo verificado em 2010 (73,1 milhões de euros)”.

Graciano Coutinho - Jornalista

Sobre Graciano Coutinho - Jornalista

A comunicação é a arma mais poderosa do nosso tempo, formando um triangulo ideal-mental, em cujo ápice se encontram os três veículos principais da informação, da mensagem e da mobilização de massas: o Jornal, a Rádio e a Televisão. Na base, o Livro, o Cinema e o Teatro, estes três últimos, porém, com muito menor raio de ação e com reflexos não instantâneos na massa amorfa das multidões, sobre cuja sensibilidade atua mais com o “imediato” da noticia e da informação, que o complexo elaborado dos outros instrumentos intelectuais de expressão e de comunicação. ................................................ Essas considerações, de caráter filosófico, aliás, primário, vêm a propósito de um português que se tem destacado na Colônia e nos meios luso-brasileiros por uma atividade constante no jornalismo, na radiofonia e com incidência também na televisão, sempre dando caráter construtivo à sua missão de critica não apaixonada, de informação correta, na ação não divisionária, pois seu objetivo profissional tem o duplo sentido de INFORMAR e de UNIR. Graciano Coutinho, tem sido, assim, um elemento de fraternização e integração, pela inteligência, pela sinceridade e, sobretudo, pela veracidade com que informa e serve aos interesses e ideais da Comunidade Portuguesa e da Família Luso-Brasileira. Muitos e bons têm sido os serviços que presta à Comunidade, sem empáfia e sem carisma de nenhuma espécie. Entra por tudo isso neste friso de pedreiros-intelectuais, dedicados à construção de nossa Comunidade de língua Portuguesa. Graciano Coutinho nasceu em Rocas do Vouga, Concelho de Sever do Vouga, Distrito de Aveiro, filho de Maria Antonia Coutinho. É Jornalista profissional. Desde que chegou ao Brasil, em 9 de maio de l959, teve sempre participação ativa no meio jornalistico, social e associativo.

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