Santana e Marcelo contra Socrates: "ou se demita ou dê um murro na mesa"

O ex-líder do PSD Pedro Santana Lopes (foto) apelou hoje , durante o Congresso do PSD, em Mafra, ao primeiro ministro José Sócrates para que “ou se demita ou dê um murro na mesa”, exigindo um esclarecimento total dos processos em que tem sido envolvido.
Dizendo que “ninguém pode ser achincalhado” como tem sido o primeiro ministro, Santana Lopes considerou que José Sócrates não pode, como um cidadão comum, dizer apenas que está inocente e que confia na justiça.Ele recordou também casos em que o nome do primeiro ministro esteve envolvido – como o da licenciatura na universidade Independente ou os projetos que alegadamente teria assinado como engenheiro.
Outro ataque direto partiu de Marcelo Rabelo de Souza, que
com a razão e com o coração, Marcelo não se apresentou como candidato à liderança do PSD. Mas em Mafra, a grande dúvida continua a ser o lançamento do Professor à liderança do partido. Com a razão e com o coração. É assim que Marcelo diz estar neste Congresso. O professor, que foi aplaudido de pé no final do seu discurso, fez duras críticas ao governo de José Sócrates e ao próprio primeiro-ministro, de quem diz que “mente tantas vezes aos portugueses que às vezes se esquece que está mentir”.
Santana Lopes

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Graciano Coutinho - Jornalista

Sobre Graciano Coutinho - Jornalista

A comunicação é a arma mais poderosa do nosso tempo, formando um triangulo ideal-mental, em cujo ápice se encontram os três veículos principais da informação, da mensagem e da mobilização de massas: o Jornal, a Rádio e a Televisão. Na base, o Livro, o Cinema e o Teatro, estes três últimos, porém, com muito menor raio de ação e com reflexos não instantâneos na massa amorfa das multidões, sobre cuja sensibilidade atua mais com o “imediato” da noticia e da informação, que o complexo elaborado dos outros instrumentos intelectuais de expressão e de comunicação. ................................................ Essas considerações, de caráter filosófico, aliás, primário, vêm a propósito de um português que se tem destacado na Colônia e nos meios luso-brasileiros por uma atividade constante no jornalismo, na radiofonia e com incidência também na televisão, sempre dando caráter construtivo à sua missão de critica não apaixonada, de informação correta, na ação não divisionária, pois seu objetivo profissional tem o duplo sentido de INFORMAR e de UNIR. Graciano Coutinho, tem sido, assim, um elemento de fraternização e integração, pela inteligência, pela sinceridade e, sobretudo, pela veracidade com que informa e serve aos interesses e ideais da Comunidade Portuguesa e da Família Luso-Brasileira. Muitos e bons têm sido os serviços que presta à Comunidade, sem empáfia e sem carisma de nenhuma espécie. Entra por tudo isso neste friso de pedreiros-intelectuais, dedicados à construção de nossa Comunidade de língua Portuguesa. Graciano Coutinho nasceu em Rocas do Vouga, Concelho de Sever do Vouga, Distrito de Aveiro, filho de Maria Antonia Coutinho. É Jornalista profissional. Desde que chegou ao Brasil, em 9 de maio de l959, teve sempre participação ativa no meio jornalistico, social e associativo.

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