Região do Douro vai produzir 111 mil pipas de Vinho do Porto

Vinho_do_Porto_1Conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto aprovou, por unanimidade, um aumento do benefício em seis mil pipas

Produção e comércio já chegaram a acordo quanto à produção de vinho do Porto na próxima vindima. O conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), reunido esta manhã, deliberou fixar em 111 mil pipas a produção autorizada de vinho do Porto este ano. Um valor que representa um aumento de seis mil pipas face ao quantitativo de 2014.

Em comunicado, o presidente do IVDP, Manuel de Novaes Cabral, destaca que esta reunião do conselho interprofissional do instituto “marca um novo tempo de concertação e diálogo entre a produção e o comércio, com o objetivo de posicionar ainda melhor as Denominações de Origem Porto e Douro e melhorar os rendimentos de todos os atores da região e do setor”.

E se é verdade que tanto o comércio como a produção começaram por defender valores diferentes para a próxima vindima, o certo é que as 111 mil pipas foram aprovadas por unanimidade. Em declarações ao Dinheiro Vivo, Manuel de Novaes Cabral assumiu-se “muito satisfeito com o trabalho de consenso obtido entre as partes”.

Recorde-se que este é o primeiro comunicado de vindima após as alterações ocorridas na Casa do Douro, com a extinção, a 31 de dezembro, da associação de direito pública. No final de maio, o Governo anunciou a escolha da Federação Renovação do Douro como a associação de direito privado que vai suceder à Casa do Douro e a quem coube participar no conselho interprofissional e ajudar a tomar a decisão quanto ao benefício (quantidade de produção autorizada de vinho do porto) para 2015.

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Graciano Coutinho - Jornalista

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A comunicação é a arma mais poderosa do nosso tempo, formando um triangulo ideal-mental, em cujo ápice se encontram os três veículos principais da informação, da mensagem e da mobilização de massas: o Jornal, a Rádio e a Televisão. Na base, o Livro, o Cinema e o Teatro, estes três últimos, porém, com muito menor raio de ação e com reflexos não instantâneos na massa amorfa das multidões, sobre cuja sensibilidade atua mais com o “imediato” da noticia e da informação, que o complexo elaborado dos outros instrumentos intelectuais de expressão e de comunicação. ................................................ Essas considerações, de caráter filosófico, aliás, primário, vêm a propósito de um português que se tem destacado na Colônia e nos meios luso-brasileiros por uma atividade constante no jornalismo, na radiofonia e com incidência também na televisão, sempre dando caráter construtivo à sua missão de critica não apaixonada, de informação correta, na ação não divisionária, pois seu objetivo profissional tem o duplo sentido de INFORMAR e de UNIR. Graciano Coutinho, tem sido, assim, um elemento de fraternização e integração, pela inteligência, pela sinceridade e, sobretudo, pela veracidade com que informa e serve aos interesses e ideais da Comunidade Portuguesa e da Família Luso-Brasileira. Muitos e bons têm sido os serviços que presta à Comunidade, sem empáfia e sem carisma de nenhuma espécie. Entra por tudo isso neste friso de pedreiros-intelectuais, dedicados à construção de nossa Comunidade de língua Portuguesa. Graciano Coutinho nasceu em Rocas do Vouga, Concelho de Sever do Vouga, Distrito de Aveiro, filho de Maria Antonia Coutinho. É Jornalista profissional. Desde que chegou ao Brasil, em 9 de maio de l959, teve sempre participação ativa no meio jornalistico, social e associativo.

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