01.02.12 07:50
Pedro Passos Coelho assegura que o défice externo (em suma, a diferença entre importações e exportações), que era de 8,9% em 2010 e de 6,8% no ano passado, em dezembro irá fixar-se em 1,6% e, em 2013, “teremos um resultado positivo nas contas externas”. A partir desse momento, garante o primeiro-ministro, Portugal “não precisará de pedir dinheiro para a economia crescer nem o Estado para se financiar”.
Falando na assembleia distrital de Lisboa do PSD, ontem à noite, o líder do partido rejeitou a hipótese de que “Portugal falhar” no cumprimento do memorando. “Há muita gente com esta ideia de que Portugal vai falhar. Deixem-me dizer a todos esses analistas, que deviam ser bem informados, que eu nunca desistirei de cumprir o programa que outros negociaram para Portugal e que os portugueses merecem que seja bem executado.”
O primeiro-ministro sublinhou mesmo que “como gente adulta e madura, vamos cumprir o que lá está [no memorando], custe o que custar. E custa, custa muito, não haja dúvida quanto a isso, mas vamos cumprir”.
Dinheiro Vivo
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