Ponte 25 de Abril deverá ter elevador panoramico até ao topo já em 2016

ponte-25-abril07Pode ser inaugurado já em 2016 um elevador levaria os turistas e curiosos até ao tabuleiro da Ponte 25 de Abril . Discreto e incorporado na estrutura, o elevador celebraria os 50 anos do monumento.

Já imaginou subir de elevador para apreciar a vista sobre Lisboa a partir da Ponte 25 de Abril? Talvez em 2016 já o possa fazer. A Infra-Estruturas de Portugal está a estudar a construção de um elevador que irá até aos 70 metros de altura a partir da base do pilar de Alcântara, aquele que tem o nome da ponte gravado. A ideia é construir também um núcleo cultural que conte a história do monumento. Segundo avança o Público esta terça-feira, a empresa já se encontra à procura de parceiros e investidores para o projeto.

O objetivo seria o de “criar um polo de atração turística e cultural, em que o elevador seria apenas uma das vertentes”, contou uma fonte ligada ao processo ao mesmo jornal. O núcleo seria construído no espaço livre em torno do pilar de Alcântara, próximo do Hotel Vila da Galé Ópera, e contaria a história do monumento – a outrora Ponte Salazar. A inauguração assinalaria a comemoração dos 50 anos da ponte, a 6 de agosto de 2016.

O elevador deve elevar-se até à altura do tabuleiro rodoviário, ocupando “necessariamente um espaço reduzido” tentando “esbater ao máximo a sua existência na estrutura”, conta a mesma fonte. Contudo, para concretizar a construção, a Infra-Estruturas de Portugal não a poderia levar a cabo sozinha, devido às limitações da sua atividade empresarial. Seriam necessários parceiros de várias entidades para o desenvolver.

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Graciano Coutinho - Jornalista

Sobre Graciano Coutinho - Jornalista

A comunicação é a arma mais poderosa do nosso tempo, formando um triangulo ideal-mental, em cujo ápice se encontram os três veículos principais da informação, da mensagem e da mobilização de massas: o Jornal, a Rádio e a Televisão. Na base, o Livro, o Cinema e o Teatro, estes três últimos, porém, com muito menor raio de ação e com reflexos não instantâneos na massa amorfa das multidões, sobre cuja sensibilidade atua mais com o “imediato” da noticia e da informação, que o complexo elaborado dos outros instrumentos intelectuais de expressão e de comunicação. ................................................ Essas considerações, de caráter filosófico, aliás, primário, vêm a propósito de um português que se tem destacado na Colônia e nos meios luso-brasileiros por uma atividade constante no jornalismo, na radiofonia e com incidência também na televisão, sempre dando caráter construtivo à sua missão de critica não apaixonada, de informação correta, na ação não divisionária, pois seu objetivo profissional tem o duplo sentido de INFORMAR e de UNIR. Graciano Coutinho, tem sido, assim, um elemento de fraternização e integração, pela inteligência, pela sinceridade e, sobretudo, pela veracidade com que informa e serve aos interesses e ideais da Comunidade Portuguesa e da Família Luso-Brasileira. Muitos e bons têm sido os serviços que presta à Comunidade, sem empáfia e sem carisma de nenhuma espécie. Entra por tudo isso neste friso de pedreiros-intelectuais, dedicados à construção de nossa Comunidade de língua Portuguesa. Graciano Coutinho nasceu em Rocas do Vouga, Concelho de Sever do Vouga, Distrito de Aveiro, filho de Maria Antonia Coutinho. É Jornalista profissional. Desde que chegou ao Brasil, em 9 de maio de l959, teve sempre participação ativa no meio jornalistico, social e associativo.

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