Pedro Proença é o novo presidente da Liga de Clubes de Portugal

Pedro-ProençaO ex-árbitro derrotou Luís Duque e vai ser o próximo presidente da Liga dos clubes portugueses.  “Agora é tempo de trabalhar muito para orgulhar o futebol e Portugal.”

Pedro Proença venceu as eleições na Liga de clubes e será o sucessor de Luís Duque à frente do organismo que organiza os campeonatos profissionais de futebol. O antigo árbitro, que terminou a carreira em Janeiro, derrotou o antigo dirigente do Sporting.

Proença tinha o apoio de FC Porto e Sporting, enquanto Duque tentava ser reconduzido no cargo com o apoio do Benfica. O antigo árbitro conseguiu 32 votos, contra os 23 do actual presidente da Liga.

A tarde eleitoral ficou marcada pelas discussões entre António Fiúsa, presidente do Gil Vicente, e responsáveis do V. Setúbal. Os dirigentes envolveram-se num bate-boca em frente às câmaras. “Cumpram vocês, vergonha são vocês pá. Não pagam a ninguém e andam aqui armados em chicos-espertos. Tenham vergonha, expliquem ao povo como conseguiram as certidões”, atirou o gilista, enquanto falava em directo para as televisões e os jornalistas presentes à entrada da sede da Liga.

Após os resultados terem sido conhecidos, Bruno de Carvalho foi um dos primeiros a reagir. Numa mensagam publicada no Facebook, o presidente do Sporting mostrou-se satisfeito com a eleição de Pedro Proença: “O futebol português está de parabéns! Os clubes podem olhar para o futuro com mais esperança e tenho a certeza que todos juntos faremos uma Liga melhor, mais forte e capaz de se modernizar e de se expandir. Agora é tempo de trabalhar muito para orgulhar o futebol e Portugal.”

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Graciano Coutinho - Jornalista

Sobre Graciano Coutinho - Jornalista

A comunicação é a arma mais poderosa do nosso tempo, formando um triangulo ideal-mental, em cujo ápice se encontram os três veículos principais da informação, da mensagem e da mobilização de massas: o Jornal, a Rádio e a Televisão. Na base, o Livro, o Cinema e o Teatro, estes três últimos, porém, com muito menor raio de ação e com reflexos não instantâneos na massa amorfa das multidões, sobre cuja sensibilidade atua mais com o “imediato” da noticia e da informação, que o complexo elaborado dos outros instrumentos intelectuais de expressão e de comunicação. ................................................ Essas considerações, de caráter filosófico, aliás, primário, vêm a propósito de um português que se tem destacado na Colônia e nos meios luso-brasileiros por uma atividade constante no jornalismo, na radiofonia e com incidência também na televisão, sempre dando caráter construtivo à sua missão de critica não apaixonada, de informação correta, na ação não divisionária, pois seu objetivo profissional tem o duplo sentido de INFORMAR e de UNIR. Graciano Coutinho, tem sido, assim, um elemento de fraternização e integração, pela inteligência, pela sinceridade e, sobretudo, pela veracidade com que informa e serve aos interesses e ideais da Comunidade Portuguesa e da Família Luso-Brasileira. Muitos e bons têm sido os serviços que presta à Comunidade, sem empáfia e sem carisma de nenhuma espécie. Entra por tudo isso neste friso de pedreiros-intelectuais, dedicados à construção de nossa Comunidade de língua Portuguesa. Graciano Coutinho nasceu em Rocas do Vouga, Concelho de Sever do Vouga, Distrito de Aveiro, filho de Maria Antonia Coutinho. É Jornalista profissional. Desde que chegou ao Brasil, em 9 de maio de l959, teve sempre participação ativa no meio jornalistico, social e associativo.

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