24.02.10 12:56
Ciro diz que chance é remota, mas não descarta São Paulo
Na reunião que teve, na manhã desta quarta-feira, com representantes de nove partidos políticos que estão loucos para apoiá-lo na disputa pelo Governo de São Paulo, Ciro Gomes (PSB) voltou a afirmar que quer ser candidato mesmo é a presidente.
Mas deixou uma porta aberta para sair, sim, candidato em São Paulo. A chance, disse, é “remota”, “quase impossível”, salientou. “Se o cenário nacional precisar desse desafio, eu não titubearia em ir. Quem alimentou a decisão de ser único, na política, deu com os burros n’água”, disse Ciro aos aliados, segundo o portal Folha Online.
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24.02.10 11:24
Deu na coluna do jornalista Ilimar Franco, do O Globo, segundo reproduz o Blog do Noblat:
“Sem conseguir convencer o presidente Lula de que seria melhor ter dois candidatos da base aliada, a cúpula do PSB quer implodir a candidatura de Ciro Gomes. O argumento é que, sem romper o isolamento em que se encontra, Ciro sairia da disputa menor do que entrou. Para os socialistas, a única forma de viabilizar alianças com outros partidos seria com o aval de Lula.”
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05.07.09 20:32
O POVO publica nesta segunda-feira, nas Páginas Azuis, a última grande entrevista de Mangabeira Unger quando ainda comandava o ministério dos Assuntos Estratégicos, do qual se afastou na semana passada.
Já para abrir a entrevista, a jornalista Kamila Fernandes fez referência à primeira vez que Mangabeira foi entrevistado nas Azuis, em 2005. Na época, fazia muitas críticas ao governo Lula. Kamila perguntou: quem mudou? Mangabeira ou Lula? Confira a resposta amanhã.
A propósito, uma coisa que Mangabeira disse não ter mudado de lá para cá é sua intenção de, um dia, ser candidato à Presidência da República.
No Brasil mesmo.
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19.06.09 21:56
Nos últimos dias, ganhou força no noticiário nacional e também no O POVO a informação sobre uma possível candidatura de Ciro Gomes (PSB) ao governo de São Paulo. Como primeira reação, Ciro permaneceu calado, sem dizer que sim nem que não. Depois desqualificou a ideia, como uma “fofoca”. Por fim, disse que está “pensando” no caso, mas que sua vontade continua sendo ser presidente da República. “Prefiro ser cabeça de lagartixa do que rabo de jacaré”, proferiu o pessebista, ao avaliar sua própria situação, em uma dessas entrevistas.
Não há como não pensar nos riscos dessa empreitada. A Presidência, para Ciro, parece meio distante da forma como ele pleiteia, já que Lula está com Dilma e vai buscar protegê-la de uma competição por demais acirrada. De outro lado, como Dilma ainda não deslanchou, ter um plano B (no caso, Ciro) não faz mal a ninguém, muito menos aos que buscam se manter no poder. Por fim, o PT parece estar numa “sinuca de bico” em São Paulo, sem nenhuma liderança que aparente ser capaz de conseguir uma boa votação contra os tucanos (e especialmente contra Alckmin).
Ciro é um nome nacional, sempre muito bem lembrado nas pesquisas sobre a sucessão presidencial (supera sempre a casa dos 10%) e adoraria entrar numa briga para desqualificar o atual governo paulista, comandado por seu rival Serra (o que seria especialmente conveniente no plano nacional, caso ele seja ungido candidato a presidente pelo PSDB). Por outro lado, é nordestino (por mais que tenha nascido em Pindamonhangaba), e é difícil mensurar a receptividade do paulista, geralmente bairrista, a um “estranho” na política local.
De qualquer forma, para Ciro tem sido valioso ver seu nome de volta aos noticiários, depois de um longo período de ostracismo em que seu só apareceu envolto a fatos negativos – como o escândalo das cotas das passagens aéreas.
25.05.09 14:53
Da coluna “Pensata” de hoje, por Gilberto Dimenstein:
“Entre os políticos, o câncer teria abalado as pretensões presidenciais de Dilma Rousseff. Mas é o contrário na opinião pública: segundo pesquisa Vox Populi seu apoio é expressivamente maior ( 33%) entre os eleitores informados sobre sua doença. É o efeito resiliência –e só mostra que se ela vencer a doença, o que é bem possível, segundo os especialistas, sairá mais forte politicamente.
(…)
O fato é que, enquanto para os racionais políticos, a doença de Dilma trouxe debates como prorrogação de mandatos ou terceiro mandato, para a opinião pública trouxe empatia, como se vê na pesquisa –e só tende a aumentar.
Em suma, se a doença não atrapalhar sua candidatura, a ministra vai sair dessa politicamente muito mais forte –afinal, será o caso mais popular de resiliência.
Se esse toque emocional é bom ou ruim numa disputa eleitoral é outra questão –afinal, o mais importante critério para escolher um governante é sua capacidade de gestão.”
Leia o texto completo aqui.
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