Política

27.02.10 17:38

Dilma sobe, Serra cai

Por: Érico Firmo | Comentários: Comente

Dilma Rousseff (PT) cresceu cinco pontos percentuais na última pesquisa Datafolha, divulgada na edição da Folha de S. Paulo deste domingo, que já está à venda. Ela aparece com 28% das intenções de voto para a Presidência da República. Em dezembro, ela tinha 23%.

Já José Serra (PSDB) caiu os mesmos cinco pontos, de 37% para 32%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Leia mais aqui.

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26.01.10 12:15

Luizianne reuniu Dilma e Duda

Por: Érico Firmo | Comentários: 1 Comentário

A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), chegou a atuar para aproximar o marqueteiro Duda Mendonça da campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT), informa Lauro Jardim, do site da Veja.

O almoço ocorreu na casa da ministra, em novembro de 2009, no dia seguinte ao blecaute que deixou boa parte do País sem energia. O encontro foi realizado a pedido do próprio Duda e a ponte, feita por Luizianne - cuja campanha à reeleição foi feita pelo publicitário em 2008.

Estavam lá, além de Luizianne, Duda e da ministra, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT) – que também teve campanha feita pelo marqueteiro que ajudou a eleger Lula, em 2002 – além do cachorro de Dilma.

Luizianne e Pimentel – este último amigo de Dilma – estavam lá para fazer lobby a favor de Duda.

Lauro Jardim informa que, na conversa, “Duda chegou a dizer como faria uma eventual campanha de Dilma se fosse o seu marqueteiro”. Acertaram de ter uma nova conversa, no fim de janeiro. O que não deve ocorrer.

Ontem, prossegue Jardim, Dilma teria dito que o marqueteiro será João Santana “e ponto final”. É o mesmo que foi responsável por substituir Duda e fazer a campanha da reeleição de Duda, em 2006.

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19.01.10 16:37

Dilma diz que oposição quer acabar com o PAC

Por: Érico Firmo | Comentários: 1 Comentário

O presidente Lula, com Dilma Rousseff de carona, está hoje em Minas Gerais.

A visita é estratégica. A primeira desde a desistência do governador mineiro, Aécio Neves (PSDB), de entrar na campanha.

E, pela primeira vez desde que virou governador, Aécio não compareceu a uma visita de Lula ao Estado. Estranhíssimo. Seria para não desagradar o agora único pré-candidato tucano, José Serra.

Seja como for, a visita, pelo contexto, virou campanha em estado puro.

E Dilma, pelo que informa o portal G1, fez discurso de candidata.

“O próprio presidente do partido de oposição disse que acabaria com o PAC como uma das medidas que seriam tomadas, porque o PAC não existe. O que é muito grave, porque nós estamos aqui inaugurando uma obra concreta e essa é uma questão que nós não podemos deixar”, afirmou.

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15.10.09 19:48

Dilma amanhã em Fortaleza

Por: Érico Firmo | Comentários: 7 Comentários

Além de Lula, que estará amanhã em Mauriti, ministra-chefe da Casa Civil virá a Fortaleza nesta sexta-feira.

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27.09.09 19:21

Chávez apoia Dilma

Por: Érico Firmo | Comentários: 26 Comentários

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse, neste sábado, que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), é sua candidata para as eleições de 2010 no Brasil. “Dilma será a próxima presidente do Brasil”, disse Chávez, no discurso na abertura da 2ª Cúpula América do Sul-África, realizada em Isla Margarita, na Venezuela.

“Sei que vão me acusar de ingerência, meu coraçãozinho é quem está falando”, disse. “Minha candidata é a Dilma”, afirmou. Lula, que participa da Cúpula na Venezuela, sorriu ao ouvir o discurso do colega.

Chávez lamentou, porém, o término do mandato do presidente brasileiro. “Mas Lula não se irá, ele fica, assim como Néstor Kirchner (ex-presidente da Argentina), que se foi, mas não se foi”, afirmou Chávez, em referência à eleição da presidente Cristina Kirchner como sucessora do marido.

Informações do O Globo Online.

E aí? Ajuda ou atrapalha?

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16.08.09 16:09

No Datafolha: Marina tira votos de Ciro e Serra, mas não de Dilma

Por: Érico Firmo | Comentários: 8 Comentários

Vocês viram a última pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial? (Leiam aqui). Uma curiosidade que parece frustrar as expectativas da oposição: Marina Silva (PT-AC) não tira votos de Dilma Rousseff (PT). Ela atinge, sim, eleitores de José Serra (PSDB-SP), Ciro Gomes (PSB-CE) e Aécio Neves (PSDB-MG).

Vejam só o que mostra a pesquisa:

Cenário com Serra e sem Marina

Serra (PSDB) – 37%
Dilma (PT) – 16%
Ciro (PSB) – 15%
Heloísa Helena (Psol) – 12%

Cenário com Serra e Marina

Serra (PSDB) – 36%
Dilma (PT) – 17%
Ciro (PSB) – 14%
Heloísa Helena (Psol) – 12%
Marina Silva (PT) – 3%

Observem que a entrada de Marina faz Serra e Ciro oscilarem negativamente um ponto, enquanto Dilma ganha um e Heloísa se mantém estável. Outros cenários:

Cenário com Aécio e sem Marina

Ciro (PSB) – 23%
Dilma (PT) – 19%
Heloísa Helena (Psol) – 17%
Aécio Neves (PSDB) – 16%

Cenário com Aécio e Marina

Ciro (PSB) – 21%
Dilma (PT) – 19%
Heloísa Helena (Psol) – 17%
Aécio Neves (PSDB) – 15%
Marina Silva (PT) – 3%

Aqui, Dilma e Heloísa se mantém estáveis independentemente da entrada de Marina. Ciro e Aécio oscilam negativamente.

Naturalmente, os números são muito preliminares. Não dão a real dimensão do que a entrada de Marina no cenário sucessório poderia ocasionar. Mas, que os primeiros números, mostram uma impressão diferente das primeiras expectativas, isso é fato.

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10.08.09 12:55

Ciro diz que Serra é grande governador e avalia que governistas estão próximos da derrota em 2010

Por: Érico Firmo | Comentários: 21 Comentários

Confiram trechos da entrevista de Ciro Gomes (PSB) ao jornal Valor Econômico de hoje:

Presidência da República ou São Paulo?
“A Presidência. Claramente. Sem qualquer tipo de dubiedade e vacilação. Agora nós compreendemos que está em jogo o futuro do Brasil. E o futuro do Brasil exige que todas as pretensões pessoais e partidárias, legítimas que sejam, sejam postas em segundo plano. Nossa avaliação unânime no PSB é que, da forma como as coisas estão postas, hoje a tendência é que esse projeto que defendemos está ameaçado de perder as eleições.”

Derrota governista
“A se dar crédito à notícia média dominante de que o presidente Lula resolveu escolher a Dilma candidata, compor a chapa com o PMDB e convocar os correligionários, parceiros e aliados para um plebiscito contra o candidato do PSDB, que hoje seria o governador José Serra, achamos que o risco de perder a eleição hoje é muito maior do que a possibilidade de ganhar.”

Coalizão
“As contradições, que não são pequenas, desta coalizão PT-PMDB. Essa crise do Senado é só uma caricatura disso. Só quem suporta isso é o Lula, porque tem um capital político único. O risco de perder a eleição é real nessas bases, como de ingovernabilidade para qualquer um de nós, sem o capital político e a interação que o presidente Lula tem com a população.”

Transferência de voto
“Há um limite para essa coisa da transferência de voto. A eficiência da transferência dos 70% de apoio ao Lula a ela está pela metade. Então, ela pode ir a 35%. Tudo bem, é muita coisa. A Dilma tem grandes virtudes, vai agregar outros atributos além do apoio do Lula. Não tem nenhuma crítica a Dilma. Pelo contrário. Ela é uma pessoa maravilhosa, perfeitamente votável para qualquer tarefa. A questão é que o Brasil mudou. É uma questão delicada, porque somos parceiros. Mas queremos que o presidente nos ouça e pense no que vamos dizer para ele. Eu, especialmente, falarei com a maior clareza e franqueza, porque acho que é um momento crítico para o Brasil. Está marcada uma grave crise política em 2010.”

Marina Silva presidente
“Está na mão da Marina (Silva). Se ela aceitar a convocação do PV, ela implode a candidatura da Dilma. Implode. Então, tem muitas variáveis por acontecer. O Serra recua ou não recua? A Marina é candidata ou não?

Tendência à derrota
“Há um ano eu disse que a tendência era a gente perder a eleição. E essa tendência está se consolidando. Há um passo que está na mão do PSDB, que é o Serra resolver ser candidato à reeleição em São Paulo e apoiar o Aécio. Nesse caso, a eleição está perdida, na minha opinião. É simples entender. Não é profecia. O Serra apoiar o Aécio significa que recuou voluntariamente. Dá vitória para Aécio em São Paulo. O Aécio sai com 80% em Minas – que o Serra não tira nem com apoio do Aécio – e entra mais fácil no Rio de Janeiro, no Norte e no Nordeste. E no Sul os níveis de aprovação do governo Lula estão bem mais baixo.”

Vida ganha
“Eu estou com a vida ganha. Não preciso ser candidato a nada. Posso ser candidato a presidente ou cumprir uma tarefa como candidato a governador do Rio ou São Paulo – mas desde que seja dentro de uma estratégia que consulte o melhor interesse do povo brasileiro. Senão eu não topo. A prioridade do partido é a Presidência. Eu não sou candidato a governador de São Paulo. Nunca pretendi. Considero extremamente honroso a lembrança do meu nome, um desafio que não sei sequer se estou à altura, e cumpro tarefas.”

Sem mesquinharia
Se engana redondamente quem imagina que eu, eventualmente aceitando o desafio de ser candidato a governador de São Paulo, vou cumprir uma tarefa mesquinha de atacar o Serra. Ao contrário: acho ele um grande governador. Já estou adiantando aqui: acho ele um grande governador. E acho que deveria continuar governador. Acho que seria um péssimo presidente da República, não porque tenho animosidade pessoal, mas porque foi ministro do Planejamento por quatro anos do governo FHC, data na qual o país quebrou, a divida pública quase dobrou, a carga tributária explodiu. Depois foi ministro da Saúde e não fez rigorosamente nenhuma transformação institucional, como, a rigor, nós também não fizemos.”

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03.08.09 12:57

FHC solta o verbo

Por: Érico Firmo | Comentários: 12 Comentários

Confira alguns trechos da entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) à jornalista Kamila Fernandes, publicada nas Páginas Azuis do O POVO desta segunda-feira. Você pode ler a íntegra aqui.

“A situação mundial era muito contrária ao Brasil, em quatro anos do meu segundo mandato, pelo menos três foram sob crise. O Lula, em oito anos, vive agora sua primeira crise, que é internacional e com dimensão menor no Brasil. Então, a situação global foi bem diferente.”

“Eu nunca tive essa concepção personalista do poder e nunca usaram tantos recursos para isso como é feito hoje. Todos os esforços de promoção do governo são voltados para o presidente. Só existe o presidente, tudo é do presidente, todos os recursos institucionais. Ora, eu acho que isso está no limite do que eu não aceito, eu não faria a mesma coisa para ter popularidade.”

“Lógico que teve coisas positivas, obviamente, que foram feitas, o Lula pegou um momento de bonança, mas eu nunca vi na história republicana, nunca, um uso assim tão espalhado de recursos púbicos para fazer propaganda. Não quero fazer paralelos, que não é o caso, mas era assim com a popularidade do regime nazista ou socialista, ou soviético, ou fascista, era enorme.”

“O partido (PSDB) aprendeu que ou ele defende o que fez, até porque o tempo passou e como o tempo passou, as rixas do passado foram diminuindo. Ninguém hoje vai botar em dúvida que foi positiva a privatização do sistema de telecomunicações, ninguém. O Brasil amadureceu, o próprio governo do Lula assimilou aquilo que criticava.”

“Pelo Nordeste eu fiz o que eu pude. Veja o Ceará: nós fizemos o Porto do Pecém, o Castanhão, o programa de seguro rural, todos os programas começaram naquela época, o Fundeb, para melhorar o ensino, nós fizemos o aeroporto Pinto Martins, para viabilizar o turismo, se você for para cada Estado do Nordeste, foi feito um esforço enorme, nós tentamos voltar a Sudene, mas estava apodrecida, era uma corrupção só, nós acabamos e refizemos, o pessoal depois reclamou, por não ter voltado ao passado.”

“A Sudene era um bolsão de escândalos, corrupção para todo lado, tanto a Sudene como a Sudam. E daí criamos um sistema via BNDES para atender essa demanda, mas que não foi adiante por causa das oligarquias locais, que não deixaram, porque queriam ter o controle dos recursos.”

“Com o Serra eu tenho mais convivência, obviamente. Eu o conheci no Chile, na época de estudante. O Aécio, na verdade, eu era mais ligado ao avô dele. O pai dele foi meu colega no Congresso. E eu gosto dele. Minha relação com ele é como um irmão mais moço. E ambos têm muitas qualidades, diferentes um do outro. Temos que esperar um pouquinho e ver quem é que responde melhor aos anseios do País. E, acho, não pode passar muito do fim desse ano.”

“(Ciro) Não ajudou nada no Real, isso não é verdade. Eu vou repetir claramente porque não é verdade. O Ciro só ajudou em uma coisa: quando ele era governador do Ceará, em uma única reunião, para dar apoio político. Que eu lembre foi só isso. Ele foi ministro da Fazenda mais ou menos entre 20 de setembro, por três meses, já estava a coisa feita. No Plano Real, não. Ele ajudou politicamente na sucessão.”

“Ela (Dilma) vai colar no Lula. Mas quem é ela? Ela existe ou é reflexo de alguém que não vai mais ser presidente? Como vai ser no futuro? Você confia nela? Não como pessoa, mas como política? Ela tem alguma experiência? Ela demonstrou alguma qualidade política, de comando? Uma coisa é administrar, outra coisa é conduzir.”

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27.05.09 14:37

São Paulo puxa alta do desemprego

Por: Érico Firmo | Comentários: 7 Comentários

A taxa do desemprego voltou a crescer em abril. Má notícia para o presidente Lula e para sua pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT).

O índice foi puxado pelas demissões na indústria da região metropolitana de São Paulo. Má notícia para o governador e pré-candidato à Presidência, José Serra (PSDB).

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25.05.09 14:53

Tabu à vista

Por: Kamila Fernandes | Comentários: 4 Comentários

Da coluna “Pensata” de hoje, por Gilberto Dimenstein:

“Entre os políticos, o câncer teria abalado as pretensões presidenciais de Dilma Rousseff. Mas é o contrário na opinião pública: segundo pesquisa Vox Populi seu apoio é expressivamente maior ( 33%) entre os eleitores informados sobre sua doença. É o efeito resiliência –e só mostra que se ela vencer a doença, o que é bem possível, segundo os especialistas, sairá mais forte politicamente.
(…)
O fato é que, enquanto para os racionais políticos, a doença de Dilma trouxe debates como prorrogação de mandatos ou terceiro mandato, para a opinião pública trouxe empatia, como se vê na pesquisa –e só tende a aumentar.
Em suma, se a doença não atrapalhar sua candidatura, a ministra vai sair dessa politicamente muito mais forte –afinal, será o caso mais popular de resiliência.
Se esse toque emocional é bom ou ruim numa disputa eleitoral é outra questão –afinal, o mais importante critério para escolher um governante é sua capacidade de gestão.”

Leia o texto completo aqui.

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Érico Firmo

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