Plínio Bortolotti

23.04.12 17:07

“Twitter, Facebook, Google, Apple, ClubPenguin e tantos outros não têm compromisso algum com a internet”

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

“Os condomínios fechados do Twitter, do Facebook, do Google, da Apple, do ClubPenguin e tantos outros não têm compromisso algum com a internet em que habitam. Propriedades privadas, eles fazem o que quiserem com os dados em suas bases. Para censurá-los basta uma conversa rápida, como aquela que o governo chinês teve com o Google, e as liberdades de seus usuários se foram.”

Trecho do artigo do professor (Comunicação Digital, ECA-USP) Luli Radfahrer, publicado na edição de 23/4/2012 da Folha de S. Paulo.

É bom ver que não estou só

Eu disse alguma coisa parecida quando participei do Encontro de Tuiteiros Culturais e precisei enfrentar a ira de quem é adepto das seitas eletrônicas. Minha intervenção aqui: Steve Jobs é o Che Guevara das seitas tecnológicas.

Veja o artigo completo de Luli Radfahrer. Continuar lendo

Compartilhar

29.09.11 10:47

Pesquisador diz que bloqueio da Internet ajudou a exacerbar protestos no Egito

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

Venho fazendo, neste blog, um debate a respeito a suposta capacidade que as mídias sociais têm de fazer revoluções. Os que têm a paciência de ler sabem que eu me alinho entre os que entendem que as novas mídias são ferramenta e não as causadoras de mobilizações, como a chamada Primavera Árabe.

No post anterior sobre o assunto - Revolução foi tuitada, mas não foi feita pelo Twitter – pode-se encontrar link para outros posts sobre o tema.

Acomodação

Vejam na matéria abaixo, publicada originalmente no New York Times e reproduzida pela Folha de S. Paulo (22/9/2011), a tese defendida pelo pesquisador Navid Hassanpour. Ele diz que as redes sociais podem ser um fato de acomodação – e que a decisão do ex-dirigente egípicio, Hosni Mubarak, de bloquear as rede sociais,  ajudou a aumentar a mobilização contra o seu regime. Veja o artigo completo.

Mobilização ou distração?
NOAM COHEN
DO “NEW YORK TIMES”

As mídias, incluindo as ferramentas interativas de redes sociais, tornam você passivo, podem solapar sua iniciativa e fazer com que você se contente em assistir ao espetáculo da vida desde seu sofá ou de seu smartphone.
Até mesmo durante uma revolução, ao que parece.

Essa é a tese provocante de um novo artigo de Navid Hassanpour, pós-graduando em filosofia política na Universidade Yale, intitulado “Bloqueios da Mídia Exacerbam Agitação Revolucionária”.

Com cálculos complexos e vetores que representam a tomada de decisões por parte de potenciais manifestantes, Hassanpour, doutor em engenharia elétrica pela Universidade Stanford, estudou o levante recente no Egito.

Sua pergunta foi: “Até que ponto foi inteligente a decisão tomada pelo governo do ditador Hosni Mubarak em 28 de janeiro, no meio dos protestos cruciais na praça Tahir, de fechar as conexões à internet e aos celulares?”.

A conclusão dele é que a decisão não foi tão inteligente assim, mas não pelas razões mais previsíveis. “A conectividade plena em uma rede social às vezes representa um obstáculo à ação coletiva”, ele escreve.

Em outras palavras: a atividade toda de trocar mensagens no Twitter, no Facebook e por SMS é ótima para organizar e difundir uma mensagem de protesto, mas também pode transmitir uma mensagem de cautela, adiamento, incerteza ou, ainda, “não tenho tempo para esta política toda. Você já viu o último figurino de Lady Gaga?”.

É uma conclusão que contraria a ideia hoje aceita de que as mídias sociais ajudaram a impelir os protestos.
Hassanpour usou relatos feitos pela imprensa das explosões de agitação no Egito para mostrar que, a partir de 28 de janeiro, os protestos se disseminaram mais amplamente pelo Cairo e pelo país. Não havia necessariamente mais manifestantes, mas o movimento se espalhou para mais partes da população.

Ele chama isso de “processo de localização”. “Pode ser difícil medir esse processo, mas você pode testá-lo -pode testar o que acontece depois que entra em efeito uma interrupção das conexões”, argumenta.

Três efeitos no Cairo

Ele escreve que “a interrupção parcial ou total da cobertura dos celulares e da internet em 28 de janeiro exacerbou a turbulência de ao menos três formas”:

1) chamou a atenção de muitos cidadãos apolíticos, que não tinham consciência da turbulência ou não estavam interessados por ela;

2) obrigou a realização de mais comunicação cara a cara, ou seja, mais presença física nas ruas; e

3) descentralizou concretamente a rebelião no dia 28, graças à adoção de táticas de comunicação híbridas, fato que gerou algo mais difícil de controlar e reprimir do que teria sido uma só aglomeração de massa na praça Tahir. Continuar lendo

Compartilhar

21.09.11 16:46

Primavera árabe: a revolução foi tuitada, mas não foi feita pelo Twitter

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 1 Comentário

Quem se dá ao trabalho de acompanhar os rabisco que deixo por aqui, pode ter lido meus textos Twitter não faz revolução e Twitter faz revolução ou é dinossauro o presidente do Google?

Depois dos dois artigos, seguiram-se alguns comentários discordantes sobre a minha afirmativa no título do primeiro texto.

Verdade

Pois bem, como não sou latifundiário da verdade (expressão emprestada de Tarcísio Leitão), revolvi reproduzir matéria publicada pela Folha de S. Paulo “A revolução foi, sim, tuitada, mostra estudo”.

Mas de qualquer modo, creio que a minha afirmativa não foi completamente contraditada. Vejam este trecho:

“Conclui [a pesquisa] que, embora não tenham provocado a revolução em si, Twitter, Facebook, YouTube e blogs, nessa ordem, deram aos protestos velocidade suficiente para culminar na queda dos ditadores Zine Ben Ali, na Tunísia, em janeiro, e Hosni Mubarak, no Egito, em fevereiro.”

Link para a pesquisa completa (em inglês).

Segue o texto completo da Folha de S. Paulo. Continuar lendo

Compartilhar

29.04.11 15:31

Ombudsman do O POVO terá conta no Twitter

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

A partir do próximo domingo (1º/5)  O POVO irá estrear mais um canal de participação do leitor/internauta:  o perfil do ombudsman no twitter - @ombudsmanopovo.

O jornalista Paulo Rogério, que pela segunda vez consecutiva exerce a função de ombudsman, além de atender por e-mail, telefone, cartas, fax e pessoalmente, vai também interagir com os leitores pelo Twitter.

No Brasil, apenas dois jornais mantêm a figura do ombudsman: O POVO e a Folha de São Paulo.

Nesta sexta, 29, Paulo Rogério estará nos programas “Revista O POVO/CBN”, às 16 horas, e no “Studio Viva” – da TV O POVO, às 22h30min.

Veja outras mudanças no O POVO.

Continuar lendo

Compartilhar

10.03.11 00:01

Twitter faz revolução ou é dinossauro o presidente da Google?

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 6 Comentários

Ilustração de Hélio Rola (clique para ampliar)

Meu artigo publicado na edição de 10/3/2011 do O POVO.

O presidente da Google é um dinossauro?
Plínio Bortolotti

Na edição de 17/2 escrevi o artigo Twitter não faz revolução, afirmando que “as mídias sociais são isso mesmo que dizem o seu nome: meios”, minimizando o poder que alguns analistas lhes atribuem nas revoltas árabes.

No próprio Twitter, um dos usuários classificou-me como “dino” (dinossauro) pela análise que fiz. Para os que pensam rasamente, basta que milhares de pessoas estejam conectadas para que revoluções surjam por geração espontânea. No blog, onde reproduzo os artigos, um leitor me acusou de ter copiado um texto do jornalista Paulo Henrique Amorim, a quem não leio.

Pois bem. Em entrevista à revista Veja (edição de 2/3), Eric Schmidt, presidente da Google – e um dos responsáveis pela empresa ser o que ela é hoje -, disse o seguinte: “Quem diz que Google e Facebook ou Twitter foram responsáveis pela revolução no Egito incide num erro e comete uma injustiça. Celulares redes sociais, sites se internet são apenas isto: ferramentas”.

Tudo bem que uma declaração de Schmit não é chancela da verdade (muito menos quando eu digo). Mas ele poderia ser chamado impunemente de algo como – “dino”?

Ou alguém o classificaria de plagiador por usar um argumento comum aos que se filiam a essa ideia? (Se bem que, por uma obra do acaso, ele tivesse lido o meu texto, aproveitando-o, eu não me queixaria). O que muita gente não percebe é que em torno de determinados fatos surgem correntes de opinião nas quais alguns argumentos podem se repetir.

Mais um coisa: na edição deste jornal de 4/3 Thomas Friedman relaciona várias questões que podem estar influenciando na revolta árabe, entre elas o Google Earth, por permitir aos árabes observar o fausto dos palácios em que vivem seus governantes, enquanto eles se apertam para sobreviver.

Mas será que alguém ainda duvida que o levante árabe aconteceria mesmo sem as redes sociais, ainda que pudesse demorar um ou dois anos mais?

Abaixo seguem a entrevista de Eric Schmidt à revista Veja e o artigo de Thomas Friedman, publicado no O POVO. Continuar lendo

Compartilhar

17.02.11 00:01

Mídias sociais: “Twitter não faz revolução”

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 9 Comentários

Meu artigo publicado na edição de hoje (17/2/2011) do O POVO.

Foto de Drawlio Joca. Veja mais em http://www.flickr.com/photos/drawliojoca (clique para ampliar)

Twitter não faz revolução
Plínio Bortolotti

Há um equívoco, que transborda em euforia em alguns analistas, ao creditarem qualquer mobilização que ocorra hoje ao poder das chamadas mídias sociais, surgidas com a Internet (Twitter, Facebook, etc.). No Irã, na revolta que se seguiu à contestada eleição de Mahmoud Ahmadinejad, falou-se em “revolução do Twitter”

Agora, com a incrível façanha do povo egípcio, que em 18 dias pôs pra correr um ditador que há 30 anos mandava e desmandava no país, o argumento retorna revigorado – e se fala em “revolução do Facebook”.

Lendo-se alguns artigos fica-se com a impressão de que os gadgets tecnológicos (celulares, notebooks, tablets) por si só têm o poder de arrastar multidões: basta um clique. Não é bem assim que a banda toca.

Basta olhar um pouco para trás e verificar que a humanidade em sua penosa história já enfrentou tiranos, já derrubou regimes, já fez revoluções – sem o concurso dessas tecnologias. Gandhi libertou a Índia do jugo britânico com a tática da não-violência: a rede social, ele a formava com suas longas caminhadas; do mesmo modo, Martin Luther King mobilizou milhões contra o apartheid americano. Nenhum dos dois dispunha dos dispositivos que conhecemos hoje. O que possibilitou o surgimento desses líderes foram fatos reais, realizados por pessoas reais, que formavam fortes laços de solidariedade.

As mídias sociais são isso mesmo que dizem o seu nome: meios. Afirmar que o Twitter faz revolução é o mesmo que atribuir aos sinais de fumaça a resistência dos índios americanos contra a invasão de suas terras.

As coisas não fazem história. Os homens a fazem, usando os meios (materiais e imateriais) disponíveis em sua época. Se antes os estudantes e revolucionários reuniam-se em cafés fumarentos, escondendo-se da polícia política, hoje eles o fazem usando as assépticas telas dos computadores.

Isso não quer dizer, óbvio, que eu desconsidere a importância das mídias sociais e a facilidade de comunicação que elas permitem.

Compartilhar

14.06.10 15:07

El País noticia o “Cala a boca, Galvão” – E também o New York Times

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 4 Comentários

Não entrei na onda do “Cala a Boca, Galvão” que infesta o Twitter. O cara é mesmo um chato, mas o negócio é mudar de canal.

Mas o negócio tomou proporção mundial; saiu matéria na versão online de um dos jornais mais importantes do mundo, o espanhol El País.

Tem algumas passagens hilárias. Nem só o Galvão entra na dança, até desavisados americanos que, perguntando sobre o significado da frase, receberam respostas mais disparatadas dos brasileiros.

Com as desculpas pela tradução, segue abaixo o texto do El País.

¿Cala boca, Galvao?
Do El País

“Cala a boca, Galvão”. A frase, em portugês, está no “Trending Topics” [assuntos mais comentados] mundial do Twitter há pelo menos três dias. Uns dizem que é o novo videoclipe de Lady Gaga; outros que é uma campanha para salvar uma espécie rara de pássaro do Brasil. A verdade é que “Cala boca, Galvão” é uma grande “broma” [piada, brincadeira de mau gosto] dos usuários brasileiros do Twiter – o país em segundo lugar no número de usuários, atrás dos Estados Unidos. Galvão Bueno é um dos comentaristas esportivos mais conhecidos do país do futebol e “cala a boca” significa “cállate la boca”.

A piada começou na cerimônia de abertura na quinta-feira passada, quando Galvão Bueno, jornalista da TV Globo falava sem parar durante a transmissão. Os brasileiros começaram a tuitar a expressão. Depois de algumas horas, a frase estava no pico dos “Trendings Topics”. Os usuários que não sabiam português, os americanos, principalmente, começaram a perguntar o que significava a expressão, e os brasileiros criaram várias versões, todas elas falsas [obviamente para sacanear, além de Galvão, também os americanos].

Uma das histórias inventadas é a versão que “Cala boca, Galvão” é um novo videoclpe da cantora Lady Gaga. Começou outra avalanche de tuítes e notícias que queriam saber onde estaria a versão oficial do vídeo. Pois um brasileiro criou uma. Em um dia obteve mais de 50 mil reproduções.

A versão mais difundida, sem dúvida, é que “Cala a boca, Galvão” faz referência a uma campanha do Galvão Instituto, criado para salvar os pássaros “Galvão”, quase extintos no Brasil. Segundo um vídeo em inglês, postado no Yotube [aparece o ator Nelson Xavier, como um suposto benemérico do instituo,  nos bastidores do Filme sobre Chico Xavier], as aves são assassinadas na época do Carnaval e suas penas são utilizadas nas fantasias. Para cada tuíte, o Instituto ganharia dez centavos. Até agora, mais de 180 mi pessoas viram o vídeo. [Veja no El País]

E não é que foi parar também no New York Times. [Atualizado às 20h45min de 14/6/2010.]

Compartilhar

12.05.10 19:12

Advogados dizem que postagens ofensivas podem gerar demissão por justa causa

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

As empresas podem demitir empregados que fizerem postagens consideradas ofensivas, no Twitter e outras rede sociais, segundo advogados ouvidos pelo portal IDG Now!.

O assunto voltou à tona depois da demissão do editor da National Geographic Brasil, Felipe Milanez, por críticas à revista Veja em seu microblog. A editora Abril publica as duas revistas.  Veja post sobre o assunto.

Texto reproduzido da IDG Now!, escrito por Clayton Melo.

«As empresas podem demitir um funcionário caso considerem que uma mensagem postada no Twitter seja ofensiva a ela – o mesmo vale para blogs e outras redes sociais. A afirmação é de dois advogados especializados em Direito Digital ouvidos pelo IDG Now!

A reportagem procurou Renato Opice Blum, sócio do escritório que leva seu nome, e Vivian Pratti, advogada do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, para que analisassem a demissão de um funcionário da revista National Geographic que criticou nesta terça-feira (11/5) a revista Veja, da mesma empresa, pelo microblog.

“A empresa pode mandar um colaborador embora se avaliar que a postura dele é inadequada no Twitter ou outra rede social. É um direito dela”, afirma Renato Opice Blum, sócio do escritório que leva seu nome.

Para ele, o direito de dispensar um colaborador independe da discussão sobre se o perfil no Twitter é de cunho pessoal ou profissional. “A esse respeito, a questão que se coloca é que, se for caracterizado o vínculo profissional no perfil no Twitter, é possível considerar a ideia de justa causa”, afirma Opice Blum.

“A empresa pode demitir quando a imagem dela for atingida. O ideal, no entanto, é que haja um trabalho de prevenção, ou seja, criar e discutir com os colaboradores um manual de conduta nas redes sociais”, afirma Vivian, do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados.

“A divisão entre perfil corporativo ou pessoal no Twitter é difícil. Mas, mesmo que seja pessoal, a empresa pode demitir”, reforça Vivian.

Opice Blum concorda: “As companhias, especialmente as que usam o Twitter de modo mais intenso, devem fazer um guia de conduta para balizar o comportamento do colaborador. Uma atitude assim poderia ter evitado casos como o da National Geographic e o da Locaweb”, diz Blum.

O advogado se refere à demissão do diretor comercial da empresa de hospedagem que fez comentários ofensivos ao São Paulo Futebol Clube durante uma partida com o Corinthians. O clube do Morumbi havia sido patrocinado pela Locaweb.»

Compartilhar

11.05.10 21:09

Twitter faz mais uma vítima: editor da Nacional Geographic é demitido por criticar Veja no microblog

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 7 Comentários

Felipe Milanez, editor da National Geographic Brasil, foi demitido depois de críticas, feitas no Twitter, à revista Veja. As duas revistas são publicadas pela editora Abril.

As críticas referem-se à matéria A farra da antropologia oportunista [publicada em 5/5/2010], que já rendera outra polêmica, abordada em post neste blog.

A demissão aconteceu nesta terça-feira [11/5] depois de três postagens que Milanez fez na sua página do Twitter.

Milanez é jornalista e mestre em Ciência Política pela Universidade de Toulouse (França), como informa em seu perfil no microblog.

[As postagens estão reproduzidas exatamente da forma anotada por Milanez.]

A primeira postagem, foi anotada em 7/5:

«Para os “colegas” que assinaram a matéria “repugante” anti-indígena na Veja (p/ a gente não esquecer no futuro – os indios tem memória)»

No dia 9/5, outros dois posts:

«Veja vomita mais ranso racista x indios, agora na Bolivia. Como pode ser tão escrota depois desse seculo de holocausto? http://migre.me/D7WI»[Referência à matéria "A farsa da nação indígena".]

«Eu costumava ignorar a idiota Veja. Mas esse racismo recente tem me feito sentir mal. É como verem um filme da Guerra torcendo pros nazistas»

E por, fim no dia 11/5, depois da demissão, uma postagem melancólica:

«To destruído, muito chateado. Acabo de ser demitido por causa dessa infeliz conta de Twitter. Sonhos e projetos desmancharam no ar virtual»

Compartilhar

17.03.10 18:48

Academia Brasileira de Letras lança concurso de microcontos no Twitter

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

abletrasAcademia Brasileira de Letras [ABL] lançou o Concurso Cultural de Microcontos do ABLetras, o Twitter da ABL.

Para participar, é preciso ser seguidor do Twitter da ABL, o abletras, e enviar para o email da Academia [academia@academia.org.br] um microconto contendo, no máximo 140 caracteres, com tema livre. É preciso anotar nome, endereço e telefone para contato. As inscrições vão até o dia 30/4/2010.

A Academia contemplará três microcontos, levando em consideração o uso correto das normas gramaticais, como coerência, coesão e ortografia em sua avaliação. Os escolhidos terão o texto  exposto no ortal da ABL, e no Abletras.

O primeiro lugar receberá um Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP); o segundo lugar ganhará um minidicionário escolar da Academia Brasileira de Letras; e o terceiro lugar receberá um minidicionário da Língua Portuguesa do Professor e Acadêmico Evanildo Bechara, todos com as devidas atualizações do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. [Com informações da ABL.]

Regulamento aqui, em pdf.

Compartilhar
Page 1 of 212
Plínio Bortolotti

Plínio Bortolotti

Jornalista. Diretor Institucional do Grupo de Comunicação O POVO, jornal, rádios […]

Receba as postagens
Blog Pl?nio Bortolotti

Powered by Feedburner/Google

Mapa do Site

Está com uma dúvida? Fale com a Editoria





Enviar

Imagem de desafio reCAPTCHA


Obter um novo desafio
Obter um desafio de udioObter um desafio visual
Ajuda

Copyright © 1995-2013

Mobile RSS

rss