18.10.10 09:54

Caminhão sai do setor de cargas do Carrefour, na rua Dr. José Lourenço e dobra na Padre Valdevino, atrapalhando o trânsito e desrespeitando a lei
Esta carreta que vocês veem na foto ao lado saiu do setor de cargas do supermercado Carrefour, pela rua Dr. José Lourenço e dobrou na rua Padre Valdevino. Foi no sábado (16/10/2010), por volta da 9 horas.
Pela regulamentação estabelecida pela Prefeitura de Fortaleza, o trânsito de caminhões na área é proibido, inclusive aos sábados (entre 6h e 13 horas), mas quem haverá de respeitar leis na Fortaleza, terra de ninguém?
Vejam matéria que foi manchete de primeira página na edição de hoje do O POVO: Trânsito mal fiscalizado – 2.162 veículos para cada agente da AMC (o órgão de trânsito municipal).
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05.12.09 22:58
Coelce dá a luz, mas empata o trânsito
Na seção “Elevador”, deste sábado [5/12/2009] a coluna “Vertical” do O POVO assinalou com um “Desce” a marmota que a Coelce arranjou ao fazer a entrada de seu estacionamento pela rua Padre Valdevino. A empresa fez um recuou na calçada para evitar que os carros parassem nas ruas, mas acontecem duas coisas:
1. O número de veículos que entra é maior do que suporta o recuo e eles fazem fila dupla;
2. Alguns motoristas folgados usam o recuo como estacionamento.
A Coelce merece elogios por ter trazido a sua sede para o Centro, mas tem de ser duramente criticada por não se importar que a solução arranjada para o seu estacionamento atravanca o trânsito em uma das ruas mais movimentadas da cidade – e é perigoso.
Ainda mais se observando que a empresa poderia ter feito a entrada de seu estacionamento na rua paralela, bem menos movimentada.
É que todo mundo vai dando o seu jeitinho, na Fortaleza, terra de ninguém.
PS. O “dá a luz” no título é modo de dizer, pois, na verdade, a empresa vende a energia.
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04.12.09 09:28
Da série, Fortaleza, terra de ninguém, artigo da psicóloga Denise Costa, publicado na edição de hoje [4/12/2009] do O POVO.
«Segurança engarrafada
Denise Costa
Eram 14h30m e o trânsito do início da tarde corria lento como sempre naquele trecho. Presos no engarrafamento cotidiano na rua Padre Valdevino, os motoristas nem suspeitavam do que estava para acontecer.
Nada pôde ser feito para se evitar o assalto, mais um “relâmpago”, como são chamados. A moto parou, o carona saltou de 38 em punho e quebrou o vidro do carro ao meu lado. Senti-me bem pequena, do tamanho de uma ervilha. Apesar de ter sido apenas “espectadora” aqueles segundos foram torturantes.
Entre ficar e esperar para ser a próxima, consegui dar uma ré e escapar pela rua Coronel Jucá em direção à avenida Antonio Sales. Tremia como nunca e um daqueles pequenos filmes passou pela minha cabeça enquanto eu fugia: e se minha filha de apenas um ano estivesse no carro? E se tivesse havido um tiroteio com bala perdida? Como estaria a pessoa vitimada pelo assalto?
Sob soluços desesperados, as perguntas foram se ampliando: onde estamos hoje, o que estamos fazendo como cidadãos para reduzir as desigualdades e as drogas, em parte causa deste cenário?
De acordo com a Central Única das Favelas (Cufa) são 30 mil usuários de crack em Fortaleza e a maioria deles entre 15 e 24 anos de idade. Eles, roubam, morrem e matam em nome do vício. O site www.tvcanal13.com.br, divulgou números da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) do Ceará sobre assaltos que refletem a situação da insegurança.
De 1999 a 2006, os assaltos na Grande Fortaleza tiveram um crescimento d 148,5%, saltando de 8.687 ocorrências para 21.594. Onde está o poder público? Como posso ampliar minha participação nestas questões? Onde iremos parar assim? Milhares de inquietantes interrogações que perambulam sem resposta em minha cabeça até agora.
Infelizmente a única certeza é a de que o episódio “Sessão da tarde” deste relato tem se repetido com frequência em diversas esquinas e horários na cidade.
Não dá para esperar!»
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11.09.09 04:49
Reforma toma conta da calçada e da rua

Vista pela rua Padre Valdevino

Na rua Joaquim Nabuco, blocos de cimento interditam trecho da rua
FORTALEZA, TERRA DE NINGUÉM
Um centro comercial, na esquina da rua Padre Valdevino com a Joaquim Nabuco resolveu fazer uma reforma. Até aí tudo bem, cada um que faça o que achar melhor em sua propriedade.
Acontece que eles ocuparam a calçada e uma parte da rua para fazer a obra. Aí não está certo. Será que não existe regra para esse tipo de procedimento?
Se não existe, deveria haver; se há deveria ser cumprida.
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