Plínio Bortolotti

29.04.11 15:31

Ombudsman do O POVO terá conta no Twitter

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

A partir do próximo domingo (1º/5)  O POVO irá estrear mais um canal de participação do leitor/internauta:  o perfil do ombudsman no twitter - @ombudsmanopovo.

O jornalista Paulo Rogério, que pela segunda vez consecutiva exerce a função de ombudsman, além de atender por e-mail, telefone, cartas, fax e pessoalmente, vai também interagir com os leitores pelo Twitter.

No Brasil, apenas dois jornais mantêm a figura do ombudsman: O POVO e a Folha de São Paulo.

Nesta sexta, 29, Paulo Rogério estará nos programas “Revista O POVO/CBN”, às 16 horas, e no “Studio Viva” – da TV O POVO, às 22h30min.

Veja outras mudanças no O POVO.

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23.12.09 16:15

Jornalista Paulo Rogério é o novo ombudsman do O POVO

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 7 Comentários

Paulo Rogério

O jornalista Paulo Rogério, 47 anos, é o novo ombudsman do jornal O POVO. O convite para exercer a função durante o próximo ano foi  feito pela presidente do Grupo de Comunicação O POVO, jornalista Luciana Dummar.

A posse do novo ombudsman será no dia 7 de janeiro de 2010, ano em que O POVO completa 82 anos. No mesmo, dia tomam posse os 15 integrantes do Conselho de Leitores.

Na cerimônia em que se comemora o aniversário do jornal, como já se tornou tradição, a  ombudsman atual, a jornalista Rita Célia Faheina repassa o cargo para o novo ocupante. Rita retornará à Redação, no Núcleo de Cotidiano.

O trabalho

Paulo Rogério assim analisa o trabalho que terá de realizar: “Depois de 22 anos dentro de uma redação de jornal, escrevendo, editando e discutindo pautas, o convite para assumir essa missão é desafiador. É estar do outro lado, literalmente. E isso fascina e nos dá uma esperança de que podemos colaborar de uma forma mais incisiva na sociedade cearense”.

“Criticar por criticar é muito fácil”, diz ele, afirmando que pretende “incentivar no jornalista a busca incessante para mostrar, em cada matéria, as vertentes que envolvem o assunto, e como isso afeta a vida do leitor”. O jornalista diz que “o papel do jornal hoje é informar, contar boas histórias de gente, e estar próximo ao leitor de suas necessidades”.

O jornalista

Paulo Rogério iniciou sua carreira no O POVO em 1987, como estagiário. Foi repórter na editoria de esportes [Gol!], de veículos e no Núcleo de Cotidiano, assumindo também o cargo de editor-adjunto. É um dos redatores da coluna Vertical e Confidencial [sobre esportes]. Teve passagens pelo rádio e TV.

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04.08.09 05:59

Chorão, ombudsman e jornalismo

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 4 Comentários

A matéria no O POVO “Chorão: acordem a vizinhança’”, sobre o show da banda Charlie Brown Jr., no Parque do Cocó em Fortaleza, rendeu este comentário da ombudsman, Rita Célia Faheina: “Palavrões e frases chulas”.

E o artigo que escrevi para a edição de hoje do jornal. A íntegra abaixo:

O show business e o jornalismo
Plínio Bortolotti

A ombudsman Rita Célia Faheina, em sua coluna de domingo, reproduz trecho de uma crítica interna que faço aos editores e que, a rigor, não deveria ir a público, pois a distribuo para uma lista restrita.

Eu comentei matéria sobre show do grupo Charlie Brown Jr. (edição de 27/7), em que o líder da banda, um indivíduo apelidado “Chorão”, xinga a vizinhança do Parque do Cocó e incentiva seus “fãs” à violência por meio de palavrões. Segundo a matéria, ao comando de Chorão, o público se agitava, arremessando garrafas no meio da multidão.

O trecho reproduzido do meu comentário foi este: “Os leitores do O POVO merecem um texto decente, a vizinhança tem o direito de, no mínimo, não ser xingada”. (Deve bastar a agressão do barulho e a imundície que os jovens bem nascidos deixam no parque do Cocó a cada show que lá acontece.)

O centro da crítica não eram os palavrões, reproduzidos por extenso (que também considerei indevido), mas a forma acrítica – a meu ver – como os acontecimentos foram relatados.

A ombudsman consultou o professor Gilmar de Carvalho, que fez preleção sobre o “show business”, dizendo ser este o mundo “dos estados alterados de consciência”; que “público e artistas bebem e usam drogas”; que cabe ao jornal dizer o que aconteceu “sem censuras” – e conclui: ” [Temos] liberdade, inclusive, para vermos shows idiotas e sermos agredidos de graça pelo lixo da indústria do entretenimento”.

Ok, mas, tirante o que ele fala sobre o relato jornalístico, o restante nada tem a ver, diretamente, com a matéria, objeto da discussão.

O professor, pelo menos na reprodução da ombudsman, parece confundir censura e edição. Há vários modos de dizer a mesma coisa, com veracidade, sem que seja preciso descer ao nível da sarjeta.

Existe diferença entre a reprodução gratuita de palavrões ditos em um show, com incentivo à violência, e um texto crítico sobre o assunto – sem ser moralista. Se o “show business” tem a consciência alterada; o jornalismo tem de ser o esforço de manter a cabeça no lugar.

PS. O show foi patrocinado pelo governo do Estado.

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15.06.09 07:01

Folha: ombudsman fala do blog da Petrobras

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 2 Comentários

O ombudsman do jornal Folha de S. Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva, comentou, na sua coluna de domingo, o caso do blog Petrobras, o Fatos e Dados.

Lins considerou que o assunto foi debatido de modo “injustificamente histérico”, considerando que “qualquer entidade ou cidadão têm o direito indiscutível de criar quantos blogs, sites, jornais ou publicações de qualquer espécie que quiserem”.

Para o ombudsman, ”a reação de muitos jornalistas, veículos e entidades à iniciativa foi claramente despropositada. Se alguém pode sair prejudicado pela decisão de revelar as questões de jornalistas antes da publicação das reportagens a que se destinam é a própria empresa, como seu recuo nesse ponto deixou claro: se as pautas exclusivas deixam de ser exclusivas porque a fonte as revela ao público, o mais indicado para quem as produz é não ouvir essa fonte antes de publicar a reportagem”.

O comentário de Carlos Eduardo Lins da Silva equipara-se aos que eu fiz em postagens abaixo. Aliás, parecido com qualquer intervenção que analisou o assunto com isenção, o que, felizmente, foi feito por vários blogueiros.

É preciso que existam pessoas que façam frente – sem entrar na briga de rua que eles promovem – aos cachorros loucos da blogosfera: de um lado os que sacralizam o governo e, de outro, os que o demonizam. Eles se equivalem, ou, para usar uma expressão que já foi muito cara na disputa política, são “farinha do mesmo saco”.

Leia na íntegra o comentário do ombudsman. Continuar lendo

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Plínio Bortolotti

Plínio Bortolotti

Jornalista. Diretor Institucional do Grupo de Comunicação O POVO, jornal, rádios […]

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