20.10.10 10:39
Democracia e Jornalismo na Era Digital
28/10/2010 (quinta-feira), 9 horas – na Universidade Federal do Ceará (UFC).
Auditório José Albano, bosque do Curso de Letras – campus do Benfica.
[Clique no cartaz para ampliar.]
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15.10.10 09:07
O POVO ganha menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos
“Inquisição, no rastro dos amaldiçoados”, série publicada no O POVO, ganho menção honrosa no 32º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.
Para realizar o trabalho os repórteres do O POVO estiveram em portugal e vasculharam os sertões do Ceará em busca de judeus, cujos ascendentes foram perseguidos pela Inquisição.
Veja os premiados
Categoria Jornal “Crimes de maio”, de Renato Santana, do jornal A Tribuna de Santos – SP
Menção Honrosa “Diários da liberdade”, de Paula Sarapu, jornal O Dia – RJ
Menção Honrosa “Inquisição – no rastro dos amaldiçoados”, de Demitri Túlio Silva Araújo, Luiz Henrique Campos, Cláudio Ribeiro, Ana Mary C. Cavalcante e Fátima Sudário, do Jornal O POVO – CE
Jurados: Sinval Itacarambi, Paulo Salvador e Rose Nogueira
Categoria Rádio “Infância perdida”, de Fabiana Maranhão Lourenço da Silva e equipe, Rádio Jornal de Pernambuco
Menção Honrosa “Desaparecidos, feridas que não cicatrizam”, de Letícia Cardoso e equipe, Rádio CBN Vitória
Menção Honrosa “Poder que abusa”, de Carlos Alberto Silveira Morais e equipe, Rádio Jornal AM 780 – Sistema Jorna do Comércio
Jurados: Benê Rodigues, Benê Correia e Oswaldo Luiz Colibri Vitta
Categoria Fotografia “Tortura em domicílio”, de João Augusto Souza Kuerten, Diário Catarinense, SC
Menção Honrosa “De frente para o crime”, de Weimer de Carvalho Franco, Jornal O Popular, GO
Menção Honrosa “Morta ao sair da delegacia”, de Ney Douglas Marques, Empresa Novo Jornal – RN
Jurados: Elvira Alegre, Amâncio Chiodi e Kiko Farkas
Para ver
Caderno Inquisição [role a página].
Página do Prêmio Vladimir Herzog.
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25.07.10 00:01
Sutil perversidadade de Veronica Stigger
Na próxima quinta-feira (29/7/2010) estará em Fortaleza a escritora gaúcha Veronica Stigger. Ele vai lançar seu mais recente livro “Os Anões”, em uma atividade promovida pelo O POVO e a Livraria Cultura, onde ela vai autografar o livro, a partir das 18h.
Segue apresentação da escritora e entrevista com ela, preparadas, a meu pedido, pela editora das Edições Demócrio Rocha Regina Ribeiro.
Sutil perversidade
Regina Ribeiro
O POVO e a Livraria Cultura convidam a escritora Veronica Stigger para bate-papo e lançamento do seu novo livro “Os Anões”, dia 29 (quinta-feira), às 18 horas, na Livraria Cultura
Os personagens criados por Veronica Stigger trazem em si um quê de perverso, surgem em espaços comuns e inusitados, comandam corpos mutilados, comprimem-se em orifícios, disputam desesperos. A linguagem pincela cenários múltiplos de uma literatura que não tem pouso certo e que extrai da diversidade os inúmeros jeitos de contar uma história.
Livro negro
“Os Anões” (Cosac Naify), terceiro livro de Veronica, que será lançado em Fortaleza, na Livraria Cultural, dia 29, vem negro, 60 páginas em papel cartonado. Lembra um pequeno livro feito para crianças. Pura impressão. A autora mantém vivo o retrato da violência banal que permeia as relações, marca das metrópoles, e que interliga seus livros “O trágico e outras comédias” (7 Letras) e “Gran cabaret demenzial” (Cosac Naify) e o recém publicado “Os Anões”.
Linchamento na padaria
Assim, um casal de anões é linchado no interior de uma padaria. Os restos de carne esmagada a chutes e pontapés e a substância aquosa que escorre do crânio dos anões viram simples lixo que precisam ser recolhidos rapidamente. Um niilismo latente encontra brechas na falsa simplicidade do cotidiano e na sua comunicação fragmentada. Suicídios em massa viram espetáculo. Como numa pintura, Veronica monta pequeninos quadros tirados de anúncios de jornal, da publicidade, dos documentos oficiais, das notícias-clichês. A linguagem trafega livre assumindo a forma que melhor convém às ideias. O resultado é uma clivagem literária que surpreende (e assombra) o leitor.
Autógrafos
Em Fortaleza, a escritora que também é crítica de arte, fala sobre sua produção literária em bate-bate e autografa o livro. A seguir o início da conversa:
Regina Ribeiro - A sua literatura faz uma conexão com várias linguagens: poesia, teatro, roteiro de cinema. Como você escolhe a linguagem para cada narrativa?
Veronica Stigger - O gênero ou a forma com que irei trabalhar numa dada narrativa ou poema, peça teatral, roteiro cinematográfico, depoimento, anúncio classificado etc. não é escolhido a priori, mas determinado pela história que quero contar. Trocando em miúdos: primeiro tenho uma ideia, depois penso qual será a melhor forma de realizar essa ideia; em outras palavras, qual a melhor forma de contar uma determinada história: será um narrador em primeira pessoa ou em terceira pessoa? a partir de que ponto de vista será montada a narrativa? quem serão os personagens? como serão os personagens? e assim por diante. E no decorrer deste processo o qual, para mim, é o mais demorado é que chego à forma que acredito melhor se encaixar àquela ideia.
Regina Ribeiro - O que é literatura para você?
Veronica Stigger - Borges, Kafka, Bolaño.
Regina Ribeiro - Você notou alguma semelhança entre o seu conto “Os Anões” e a história macabra de Eliza Samudio?
Veronica Stigger - O que aproxima o conto e a história da Eliza Samudio é uma violência desmedida e desnecessária. Mas, se fosse aproximar o conto “Os anões” de um fato recente do noticiário, eu o aproximaria do episódio da Geisy Arruda na Uniban. Em ambos, temos como estopim da violência desmedida e desnecessária, um espírito de linchamento, não esqueçamos que o linchamento é uma triste tradição brasileira. Em ambos, esse espírito de linchamento está, de certo modo, associado a um princípio fascista: aquele que é diferente dos demais, justamente por ser diferente, acaba massacrado. Os estudantes da universidade se acharam no direito de perseguir e ofender a menina só porque ela vestia uma roupa colorida e curta, assim como a narradora e os demais personagens do conto Os Anões se sentiram autorizados a partir para cima do casal de anões por serem estes bem estranhos. Mas, voltando ao caso da Eliza Samudio, eu diria que este tem mais a ver com o conto Quand avez-vous le plus souffert?, no qual uma mãe mata a própria filha; no fundo de toda essa história, não só da Eliza mas também do Bruno e dos outros personagens envolvidos, parece haver um processo semelhante. Vivemos numa sociedade que mata suas crianças, mesmo quando elas, por sorte ou teimosia, parecem sobreviver.
[A foto, peguei na internet, espero que seja de "divulgação".]
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22.07.10 11:39
Pedestre sofre no caos urbano de Fortaleza
Com o título “Pedestre sofre!”, O POVO publica hoje (22/7/2010) matéria sobre o caos urbano de Fortaleza. Amanhã está previsto para sair os problemas que os repóreres encontraram no centro da cidade.
Textos, fotos e ilustrações podem ser vistos aqui:
Pedestre sofre!
Um caminho recheado de surpresas
Uma atividade arriscada
Lixo acumulado
Que os problemas existem, persistem, desrespeitam o cidadão e desafiam a administraçõa pública, ninguém duvida, agora, duro é ler explicações como está, expressa no texto principal da reportagem:
«De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente e Controle Urbano de Fortaleza (Semam), embora constituam áreas públicas, as calçadas são de total responsabilidade dos proprietários dos imóveis. Sendo assim, fica a cargo deles a construção e manutenção dos passeios. Segundo Alan Arraes, coordenador de fiscalização e controle urbano do órgão, “é irregular qualquer tipo de obstrução da calçada”.»
Virou moda
Agora é moda na Prefeitura culpar sempre alguém pelo problemas urbanos que atenazam a vida da população. Ora, a calçada pode ser responsabilidade do proprietário do imóvel, mas não existe nenhuma lei que regule a matéria. E o Código de Posturas do Municíupio, não vale?
Se alguém não está cumprindo a lei, o município que a faça valer, com sua fiscalização, autuando os infratores. Afinal, a cidade tem ou não tem prefeita?
As fotos foram feitas na avenida Visconde do Rio Branco
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11.04.10 11:06
Dilma confirma agenda em Fortaleza
A pré-candidata à presidênca da República pelo PT, Dilma Roussef, confimou que chegará a Fortaleza na segunda-feira [12/4/2010] para cumprir dois compromissos: a) receber o titulo de “Cidadã de Fortaleza”, concedido pela Câmara Municipal; b) participar de uma almoço organizado pelo Grupo de Comunicação O POVO, na terça-feira.
O encontro promovido pelo O POVO se inscreve em um projeto de convidar os principais candidatos à Presidência para conhecer-lhes as ideias. O pré-candidato do PSDB, José Serra, já recebeu convite para um evento equivalente.
A visita de Dilma que havia sido cancelada devido a divergência entre as tendências petistas sobre a agenda da ministra, segundo informou O POVO, foi posterioremente refeita para uma pauta mais restrita. A ministra deixará de visitar Juazeiro do Norte, como estava previsto anteriormente.
Veja a matéria publicada no segundo clichê do O POVO deste domingo.
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07.01.10 17:57
O POVO 82 anos: novo ombudsman e conselheiros tomam posse

Jornalista Luciana Dummar, presidente do Grupo de Comunicação O POVO, dá posse ao ombudsman Paulo Rogério, que publicará a sua primeira coluna no domingo
Hoje de manhã mais uma cerimônia – informal, diga-se – que já se tornou tradicional no O POVO, que neste 7 de janeiro completou 82 anos. Mais de 100 convidados estiveram na Presidência do jornal para ver a posse do novo ombudsman, Paulo Rogério, e do Conselho Consultivo de Leitores que vai atuar em 2010.
Durante o econtro foi lançada a terceira edição do livro “Demócrito Rocha – Uma vocação para a liberdade”, escrito pelo jurista Paulo Bonavides. Em 1938, com a idade de 14 anos, o professor Paulo começou a trabalhar como jornalista do O POVO, tendo convidido com Demócrito Rocha, o fundador do jornal, até 1943. Em seu discurso, ele disse que deve seu apego à democracia e ao Estado de Direito ao aprendizado obtido com Demócrito.
[O professor Paulo, 86 anos, um dia contou-me como se deu seu ingresso no O POVO. O jornal abriu concurso para contratar novos jornalistas. Ele escreveu a melhor redação, mas quando veio para a entrevista com Paulo Sarasate este espantou-se com a idade do autor do texto, e disse que ele não poderia ficar no jornal. Demócrito inteveio dizendo: "Deixe o menino ficar". O professor Paulo disse que passou a receber salário, passe livre nos ônibus e nos cinemas: "Era tudo o que eu queria", ri-se.]
Tradição e futuro
Em seu discurso a jornalista Luciana Dummar, presidente do Grupo de Comunicação O POVO, destacou a longevidade e a tradição do jornal, acrescentando que isso não o remetia ao passado, mas lançava-o ao futuro: “A tradição não nos prende ao passado, pelo contrário. A tradição é a mola propulsora que nos lança ao futuro, com os pés bem plantados na realidade. Por isso encaramos todos os desafios com ousadia e sem temor”.
Luciana disse ainda que a cearensidade “está inscrita no DNA do O POVO”, e que o jornal é como o Rio Jaguaribe, no poema de Demócrito Rocha, “morrendo e resistindo”: “Mas como o Rio Jaguaribe tornou-se perene, ouso mudar o verso do meu bisavô, para dizer que O POVO, ao longo de mais de oito décadas, vem resistindo e renascendo – e creio que essa mudança poética teria a aprovação dos meus dois Demócritos, meu bisavô e meu pai, dois realizadores que transcenderam a sua época”, referências a Demócrito Rocha e Demócrito Dummar.
Paulo Rogério, disse que um de seus objetivos como ombudsman é incentivar os jornalistas a buscar assuntos interessantes para apresentá-los ao leitor.
Maçonaria do Brasil
A reunião também serviu para a homenagear dois repórteres especiais do O POVO, Demitri Túlio e Cláudio Ribeiro, que receberam da Maçonaria do Brasil o título de Cavaleiro Benemérito da Pátria.
Essa honraria foi entregue a outras quatro personalidades do país: general-de-divisão Sérgio Westphalen Etchegoyen [assessor especial do Ministério da Defesa], brigadeiro Antônio Guilherme Telles Ribeiro [chefe do Departamento de Ensino da Aeronáutica], ministro Carlos Ayres Brito [Supremo Tribunal Federal] e o jornalista Alexandre Garcia [Rede Globo de Televisão].
A comenda aos dois jornalistas do O POVO foi entregue pelo promotor militar Alexandre José Barros Leal Saraiva, venerável-mestre da Loja Maçônica Obreiros do Século Vinte.
Entre as autoridades presentes no evento estavam o governador em exercício Domingos Filho [presidente da Assembléia Legislativa do Ceará], desembargados Ernani Barreira [presidente do Tribunal de Justiça do Ceará], ministro Ubiratan Aguiar [presidente do Tribunal de Contas da União] e ministro César Asfor Rocha [presidente do Superior Tribunal de Justiça].
Conheça os novos conselheiros.
Saiba mais sobre o livro “Demócrito Rocha – Uma vocação para a liberdade”.
Veja mais fotos.
23.12.09 18:02
O POVO anuncia mudanças na Redação

Arlen Medina e Fátima Sudário anunciam as mudanças
A Redação do O POVO reuniu-se hoje em uma pequena confraternização. No evento, o diretor-geral de Jornalismo, Arlen Medina Neri, e a diretora da Redação, Fátima Sudário, anunciaram mudanças que vigirão em 2010. São estas:
? Paulo Rogério assume a função de ombudsman no lugar de Rita Célia Faheina [veja post abaixo].
? Yanna Guimarães deixa o Núcleo de Cotidiano e assume a editoria de Primeira Página.
? Manoella Monteiro sai da função de editora-adjunta do Núcleo de Negócios e assume a editoria de Opinião.
? Clóvis Holanda sai da editoria de Primeira Página para assumir o posto de editor-adjunto do Núcleo de Cultura & Entretenimento.
? Sandra Nagano passa de repórter a editora-adjunta do Núcleo de Negócios.
? Joelma Leal deixa a reportagem do Núcleo de Cultura & Entretenimento e assume a assessoria de Imprensa do Grupo de Comunicação O POVO.
? Henrique Araújo deixa a assessoria de Imprensa do Grupo e passa à reportagem do Núcleo de Cotidiano.
? Ana Mary Cavalcante passa de repórter do Núcleo de Cotidiano para a função de repórter especial.
? Paula Lima deixa a função de editora-ajunta do Núcleo de Cultura & Entretenimento e assume a editoria de Projetos Especiais da diretoria Comercial.
? Angélica Feitosa sai da reportagem do Núcleo de Cultura & Entretenimento e vai para o Núcleo de Cotidiano [acrescentado às 19h57min de 26/12, por lembrança de Natália Paiva, @natpaiva]
21.11.09 23:58
André Teixeira Bezerra, estudante da turma dos Novos Talentos – programa para novos jornalistas que eu oriento no O POVO – deixou no blog [restrito] do projeto um podcast com a palestra que o governador do Ceará Cid Gomes fez no 3º Fórum de Comunicação do Governo Federal no Nordeste, realizado no início deste mês, no Centro Administrativo do Banco do Nordeste. Por julgá-la interessante, vou reproduzir aqui alguns trechos.
Ele falou basicamente de sua experiência no Twitter, e lembrou como salvou uma pauta da jornalista Dalviane Pires – do O POVO – quando esta postou um pedido de “ajuda” a Cid Gomes para concluir sua matéria. O governador viu a mensagem, pediu o telefone da jornalista via Twitter, falou com ela, e deu-lhe os dados de que estava precisando.
O governador estava a vontade e foi uma conversa divertida, entrecortada de risos. Cid chegou a brincar com a fama de americanizada que tem Sobral, sua cidade de origem. Quando afirmou que se mantinha “up to date” [autalizado] com a tecnologia, alguém da platéia fez uma brincadeira, e ele emendou: “Gostaram do ‘up to date’?, eu aprendi em Sobral”, provocando risos generalizados.
A palestra
Cid Gomes fez uma histórico da avanço da tecnologia da informação no Ceará e de seu interesse pelo assunto. Foi quando disse que se mantinha “up to date”. Para ele, a informática é um misto de “lazer e trabalho”.
Contou como, a partir de um GPS instalado no seu Iphone passou a fazer o georreferenciamento das obras do Estado, anotando-as no Google Earth.
Foi quando tomou conhecimento do Twitter, pelo uso que o presidente americano, Barack Obama, fez durante a sua campanha. Disse ter observado que o Twitter era uma “ferramente extraordinária” para comunicar-se com as pessoas. Assim, o governador passou a fazer posts no Twitter com link para o Google Maps, onde aponta o local e publica uma foto da obra em construção.
Afirmou que ele mesmo faz suas a atualizações, diferentemente de muitos políticos que repassam a atribuição a assessores. Para ele, a ferramenta “perde o valor” se não for o próprio autor do microblog a preocupar-se com a atualização. Garantiu que não existe um único post que não tenha sido feito por ele mesmo.
Contou que todas as vezes que se encontra com o presidente Lula incentiva-o a criar um endereço no Twitter, mas que não tem conseguido sucesso.
O governador disse que frente à população do Ceará, de mais de 8 milhões de habitantes, podem parecer pouco significtivos seus 4.407 seguidores [4.946 quando escrevi este post], mas que isso não o desmotiva, pois a repercussão de seus posts alcança um universo mais amplo, pois ele é seguido por jornalistas e outras pessoas que reproduzem as informação que ele posta no microblog.
Foi quando o governador lembrou passagem ocorrida com uma jornalista do O POVO,
Dalviane Pires, que preparava uma matéria sobre o refinancimento de débitos com o Estado. Sem conseguir falar com nenhum secretário do governo e com o horário do fechamento se aproximando, ela começou entrar naquele desespero que todo jornalista conhece. Vejam como o próprio Cid Gomes descreveu a situação:
“Uma repórter, não sei se ela está aqui [alguém na mesa lembra-lhe o nome da jornalista], fez um comentário assim [no Twitter]: Ah se o cid me ajudasse. Ela não pedia não; só clamava aos deuses, ao céu [risos]. Aí eu respondi para ela: me mande o seu telefone que eu te ligo. Ela, surpresa, me mandou o telefone. Eu telefonei para ela, foi manchete dojornal no dia seguinte; não manchete que eu liguei para ela [risos], mas o assunto que ela tinha pautado. Muitas vezes eu tenho conseguido me antecipar à [minha] assessoria de impresa.”
O endereço do governador Cid Gomes no Twitter: http://twitter.com/cidfgomes
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