19.03.12 14:11
“Em busca de Iracema”, de Adísia Sá e Cleto Pontes: lançamento na quinta-feira
O livro Em busca de Iracema será lançado na quinta-feira (22/3), às 20 horas, no Armazém da Cultura (rua Jorge da Rocha, 154 – Aldeota)
A obra é de autoria da professora Adísia Sá (jornalista do O POVO) e do médico psiquiatra Cleto Pontes (articulista do O POVO) e mostra os caminhos que a personagem de José de Alencar percorreu no Ceará, locais como a bica do Ipu e lagoa de Messejana.
Com personagens fictícios e figuras históricas, a história se passa entre os anos 1960 e 1964, relembrando as origens cearenses do diário de Soares Moreno, para muitos o fundador do Ceará. [Com informações da Agência da Boa Notícia]
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16.02.12 11:25
“Pravataria tucana” terá lançamento em Fortaleza
O livro “A privataria tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr. será lançado em Fortaleza no próximo dia 15 de março, às 19h, no auditório da Faculdade de Direito da UFC. O evento é promovido pela Fundação Mauricio Grabois, em parceria com a Revista Nordeste 21 e o Instituto da Cidade.
CPI
Estarão presentes o autor do livro e o deputado Federal Protógens Queiroz (PCdoB-SP), que está requerendo a instalação da “CPI da Privataria” na Câmara dos Deputados. Na ocasião ocorrerá debate com o tema: “Mídia e privatização no Brasil”.
Privatização
Segundo Amaury, “A privataria tucana” é resultado de 12 anos de investigações que ele fez sobre aprivatização de estatais brasileiras, entre elas a Companhia Vale do Rio Doce (empresa do setor de mineração e siderurgia), e a Telebras (empresa de telecomunicações), ocorridas durante o governo Fernando Henrique Cardoso.
[Inclui os promotores do evento às 11h41min, depois da bronca que recebi da leitora Carolinas campos, comentário abaixo, por haver esquecido essa informação.]
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21.01.12 18:36
Pessoas acreditam em coisas estranhas pois vivem em um mundo assombrado pelos demônios
Depois de ler Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas, de Michael Shermer, fui reler O mundo assombrado pelos demônios, de Carl Sagan. O livro de Shermer (ed. 2002) tem como subtítulo “Pseudo ciência, superstições e outras confusões dos nossos tempos”. A obra de Sagan (1ª ed. 1995) tem como subtítulo “A ciência vista como uma vela no escuro”.
Divulgação científica
Ambas as obras são títulos de divulgação científica, ou seja, tem o objetivo de explicar a Ciência para um público leigo. Mais do que isso, são defesas apaixonadas da Ciência e de seu método de estudo do mundo natural.
São livro de fácil compreensão, mesmo para quem tenha apenas a noção de Ciência aprendida até o ensino médio. O livro de Sagan, principalmente, pode-se lê-lo como se lê um bom romance. O fio da argumentação é tão bem conduzido que sempre nos induz a querer ver o “próximo capítulo”. Continuar lendo
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11.01.12 18:20
“Entre ritos, risos e batalhas”, livro de Oswald Barroso
No próximo dia 14 de Janeiro de 2012 (sábado), às 17 horas, será lançado o livro “Entre ritos, risos e batalhas”, de Oswald Barroso. A obra reúne cinco textos para teatro da produção recente do autor. Na ocasião o Grupo Teatro de Caretas e artistas convidados fará a leitura dramática de um dos textos do livro: “Todomundo, Nada e Ninguém”. O evento será no Theatro José de Alencar.
Entre Ritos, Risos e Batalhas é uma publicação da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, incluída nas Edições Theatro José de Alencar. Reúne os textos para teatro: “Vaqueiros”, “Auto do Caldeirão”, “O milagre”, “Família Raimundo”, e “Todomundo, Nada e Ninguém ou O biscateiro que deu um chute no saco do juiz”. Traz ainda um prefácio do crítico paraibano, radicado em Pernambuco, Carlos Newton Júnior, e um comentário sobre a peça “Vaqueiros”, da jornalista Geísa Matos.
Leia o restante do texto de divulgação do livro. Continuar lendo
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02.01.12 01:14
Alain de Botton, em “Religião para ateus”, propõe uma “religião” secular
Acabei de ler “Religião para ateus”, no qual o filósofo Alain de Botton (“ateu obstinado”) defende que as religiões têm aspectos que deveriam ser utilizados no mundo secular. No livro, ele se detém a analisar principalmente os ritos da igreja católica e do budismo.
A questão não é saber se Deus existe
Logo no começo, um alerta: “Este é um livro para pessoas incapazes de acreditar em milagres, espíritos ou histórias de sarça ardente…”, mas que “a real questão não é saber se Deus existe ou não, mas para para onde leva a discussão ao se concluir que ele evidentemente não existe”.
Religião secular
A partir daí, Botton conduz o leitor pelas práticas religiosas sugerindo adaptá-las ao mundo secular, de modo a educar o homem no senso de “comunidade”, para a “gentileza”, “educação”, “arte”, “arquitetura”, o ser e estar no mundo – e outras questões cruciais que, na visão dele, são apropriados pelas igrejas constituídas (as palavras entre aspas são títulos de alguns capítulos do livro).
Leon Trotsky
Lembrei-me de um livro de Leon Trotsky, ”Questões do modo de vida” (1923), no qual um dos principais líderes da Revolução Russa já abordava questões parecidas, incluindo capítulos como títulos equivalentes aos quais Botton usa mais de 80 anos depois. Trotsky, como Botton, sabia que os homens precisam de rituais: se lhe tiram a religião, algo precisa ser posto no lugar. Trotsky – como Botton – se perguntava – e fazia sugestões – sobre que instituições poderiam ocupar o lugar que até então fora da igreja.
Hábito de beber
Trotsky preocupava-se com o hábito de beber dos russos, da facilidade com que falavam palavrões (comum a todas as classes) e com a família. Título de alguns dos capítulos do livro de Trotsky: “Da antiga à nova família”, “A família e os ritos”, “As atenções e a delicadeza como condições necessárias para relações harmoniosas”.
Arte
Alain de Botton escreve: “O cristianismo [...] nunca nos deixa qualquer dúvida sobre para que ser a arte: é um meio para nos lembrar daquilo que importa”. E Botton diz que o mundo secular deveria fazer o mesmo, dando à arte uma “missão educativa, terapêutica”. Trotsky já escrevera: “O êxito[...] deve-se não às qualidades artísticas da obra, mas a forma ‘comunista’ de encarar a vida que nela descreve”.
Rituais pagãos
Botton propõe vário rituais, com a devida dispensa dos deuses – como uma saudação à primavera, por exemplo – para substituir os ritos religiosos. Trotsky já escrevera: “No homem, a necessidade de espetáculo — ver e ouvir qualquer coisa de não habitual e de colorido, qualquer coisa para além do acinzentado do quotidiano — é muito grande, é irremovível e persegue-o desde a infância até à velhice” – dizendo que os comunistas tinham de substituir o papel ocupado pela igreja de oferecer isso ao homem soviético.
Líder supremo
Por um lado, é certo que vivemos em um mundo hedonista, egoísta e individualista: para uns é necessário freio, outros se ressentem das mazelas; muitos refugiam-se nas religiões para ter algum conforto – inclusive para a finitude da vida, pois todas as religiões prometem a vida eterna e perfeita.
O problema é que a prática de uma “religião secular” pode levar a distorções como um Estado artificial da Coreia do Norte, que provoca arrepios só de ver as imagens na televisão, terminar com um partido tornando-se uma nova igreja e o seu “dirigente máximo”, transformado em um ser que ganha apodos como “guia genial dos povos”, “supremo líder”, “fuher” ou coisa que o valha.
De qualquer modo, é interessante ler o livro de Botton (editora Intrínseca). Propicia boas reflexões.
25.12.11 17:57
“Graciliano – Retrato fragmentado”: a precisão como método de trabalho
Ler Graciliano Ramos deveria ser obrigatório em todas as escolas de jornalismo. Ele é exemplo de concisão; do uso preciso de cada palavra. Nada em seu texto é ao acaso.
Para quem quiser conhecer um pouco mais de seu método de trabalho, sugiro a leitura de “Graciliano Ramos – Retrato fragmentado”, de autoria de Ricardo Ramos, seu filho mais novo. O livro foi lançado em 1992 e ganhou uma boa reedição da editora Globo, com prefácio de Rogério Ramos, neto de Graciliano, filho de Ricardo.
Cavalo
Filiado ao PCB, stalinista, a ponto de chorar (o que foi uma surpresa para mim) quando morreu Joseph Stalin, Graciliano nunca se submeteu aos cânones do “realismo socialista”. Para Jdânov, encarregado pelo PCURSS de produzir informes sobre arte e literatura para orientar os escritores do partido, Graciliano tinha um substantivo (ele evitava adjetivos):
- É um cavalo.
Que demais
De outra feita, pediu ao filho para revisar “Angústia”, dizendo-lhe ter “que” demais. Ricardo releu a obra e diz ter achado apenas quatro “ques” passíveis de supressão:
- Ótimo, valeu a pena. São quatro pestes a menos.
Viagem
O melhor capítulo é o último, que começa depois de morte de Graciliano (1953). Nele, Ricardo comenta a fortuna crítica da obra do pai e mostra como ela começa a ganhar vulto, fora do círculo de escritores e críticos literários. Mostra também a luta que a família teve com a direção do PCB que queria ler “Memórias do cárcere” e “Viagem” (relato que Graciliano fez de sua visita à União Soviética) antes de serem publicados.
O trecho mais conhecido do livro é a descrição que Ricardo faz das orientações que recebe de Graciliano, quando ele (o filho) começa na sua lide de escritor. Serve como uma pequena aula, principalmente para jornalistas. Veja. Continuar lendo
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18.10.11 17:31
“Sem peúgas nem borzeguins”: o sem lenço e sem documento de Lustosa da Costa
Na sexta-feira (21/10/2011) o jornalista Lustosa da Costa lança Sem peúgas nem borzeguins – Crônicas para o entardecer. Ele estará autografando o seu livro a partir das 17 horas no Centro Cultural Oboé (rua Maria Tomásia, 531, Aldeota – ao lado do shopping Aldeota Open Mall – Telefone: 3264.7038).
Dois textos sobre a obra
1. “Começa-se toda a viagem de leitura do Sem peúgas nem borzeguins: crônicas para o entardecer em um avião. Lustosa chegava a Lisboa para participar, em maio de 2006, nos jardins da residência do, na época, embaixador Paes de Andrade, com a presença de Dário Castro Alves, do presidente português Mário Soares, do diplomata José Carlos Araújo Leitão e do presidente de honra do Partido Socialista, Almeida Santos.” (Raymundo Netto)
2. “(…) agradou-me muito o estilo na fronteira entre jornalismo e ficção, a forma solta e enxuta do texto. Estou gostando muito, o texto agarra bem, tem tudo de bom que o jornalismo pode ensinar a um prosador. A história contada em flashs é muito visual e atraente”. (Mia Couto, escritor moçambicano)
Peúga?, borzeguim? Para evitar o trabalho de ir ao dicionário ou ao Google (confesso: eu fui, mas somente por “peúga”, porém devia ter desconfiado pelo seu par), clique nas palavras em destaque para descobrir o significado.
[Informações foram reproduzidas do informe de divulgação do livro]
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29.08.11 00:00
Uma coisa leva à outra: do PIG às “Recordações do escrivão Isaías Caminha”
Leio com certa regularidade os artigos de Lúcio Flávio Pinto, o editor do Jornal Pessoal (PA), um dos jornalistas mais perseguidos do país, que se confronta constantemente com a grande imprensa, mas nem por isso deixa que se sufoque a clareza de suas ideias e seu poder de análise.
Para que serve?
Ele não cai, por exemplo, no canto da sereia que classifica os meios de comunicação como PIG (partido da imprensa golpista).
Em seu artigo A imprensa, para que serve?, ele escreve:
“Encarar a grande imprensa como um Partido da Imprensa Golpista não é só uma ofensa à verdade histórica: é uma forma sorrateira (e, para alguns usuários dessa definição, cínica) de estimular, ainda que subliminarmente, a censura oficial, a perseguição estatal ou a sedução pelo poder estabelecido”.
Recordações
No mesmo artigo Lúcio Flávio anota que o livro Recordações do escrivão Isaías Caminha faz “uma das mais confiáveis referências sobre a redação de um jornal dessa época” (início do século passado). O livro é de Lima Barreto, o mulato que tinha “a alma de bandido tímido”, como sua própria descrição.
Instado pela citação, voltei ao livro e – diferentemente do que escrevi no post abaixo -, a maioria das vezes sinto reduzir-se o impacto quando revejo determinada obra, “Recordações…” fez um efeito inverso. A poderosa escrita de Lima Barreto, a cada vez que se lê, é uma porrada mais forte.
Lima Barreto
Ele não faz concessão nem a ele mesmo e deixa-se nu nas “Recordações…”, pois Isaías Caminha é seu evidente alter ego: descrevendo a humilhação, o desprezo e o escárnio a que se vê jogado em uma sociedade prenhe de preconceito. Isaías, jovem e bem preparado intelectualmente, vê nulidades passando-lhe à frente, ascendendo socialmente, enquanto a ele é reservada uma posição subalterna.
Trechos
“[...] Fiquei amedrontado em face das cordas, das roldanas, dos contrapesos da sociedade; senti-os por toda a parte, graduando os meu atos, anulando os meus esforços; senti-os insuperáveis e destinados a esmagar-me, reduzir-me ao mínimo, a achatar-me completamente.”
Quando é interrogado por um delegado, que duvida de sua condição de estudante (obviamente devido à sua cor). “Você é um gatuno”, diz o homem a lei. “Todo eu me agitei, todo eu me indignei. Senti num segundo todas as injustiças que vinha sofrendo; revoltei-me contra todos os sofrimentos que inha suportando. Injustiças, sofrimentos, humilhações, misérias, juntaram-se dentro de mim, subiram à tona da minha consciência, passaram pelos meus olhos e então expectorei sacudindo as sílabas:
– Imbecil
(O que lhe custa algumas horas no xadrez da delegacia.)
Jornal
Como contínuo e, depois, como repórter de jornal (o que Lima Barreto, de fato, foi) Isaías Caminha passa a ver as coisas com mais clareza – e faz uma descrição demolidora da imprensa carioca no início do século passado.
15.08.11 22:37
“Os dentes da memória”, a poesia como modo de vida
Eu poderia ter topado com esses caras no fim dos 70 do século passado na rua das Palmeiras onde morei ou no bar Redondo, onde atravessei algumas madrugadas ou nas ruas do Centro, que eu palmilhava somente pelo prazer de andar sem ser (re)conhecido, como aconteceria em uma cidade pequena.
São Paulo
É isto: na São Paulo da época, eu era um cara vindo do interior, sem dinheiro no banco e sem parentes importantes; assim, dedicado a um duro ofício: trabalhar de dia, estudar à noite, e combater a ditadura em assembleias estudantis e passeatas, com curtas viagens até o ABC para ver de perto os operários em movimento – e, trêmulo, pichar algum muro. Portanto, confesso que só fui ouvir falar em alguns deles muito tempo depois.
[Mesmo porque, em termos de poesia eu parei em Carlos Drummond de Andrade, o itabirano que procurava o sentimento do mundo, e em João Cabral de Melo Neto, o poeta da faca e da pedra.]
Mimeógrafo
De poesia – naqueles movimentados setenta -, por simpatia militante, eu comprava alguns livretos da “geração mimeógrafo”, uns caras andavam de bar em bar oferecendo a sua produção poética, impressa naquela maravilha tecnológica, que permitia a reprodutibilidade a baixo custo – e muita mão manchada de tinta -, o tal mimeógrafo [meninos, corram para o Google e para o Youtube para descobrirem o que é isso].
Quem?
Bom, estou dizendo isso a respeito de Roberto Piva, Claudio Willer, Antonio Fernando de Franceschi e Roberto Bicelli, perfilados em Os dentes da memória, livro de Camila Hungria e Renata D´Elia, no qual elas compõem “uma coleção de relatos que reconstituem a trajetória da última geração poética paulistana, formada na década de 1960″.
O livro foi escrito em forma de diálogo, montado a partir de quarenta entrevistas que as autoras fizeram ao longo de três anos com os poetas, além de consultas a outras fontes. Eles contam algumas de suas estripulias e como se viravam naquela São Paulo “careta”; que, para mim, era um mundo novo, admirável.
Grupo anárquico
A leitura dá uma boa ideia do espírito da época e revela de que material se forma um poeta que faz de sua vida uma experimentação para a sua obra: esses caras que gostam de andar pelo lado esquerdo da rua.
A parte final do livro traz uma amostra dos poemas do “grupo anárquico”, que ficou “sufocado entre a conservadora Geração de 45 e a turma da poesia concreta, e só teve maior reconhecimento após o relançamento de Paranóia“, livro de Roberto Piva.
Livros
Os livros de onde foram colhidas as poesias reproduzidas em Dentes: Paranóia (1963), de Roberto Piva; Jardinas da Provocação (1981), de Cláudio Willer, Antes que eu me esqueça (1977), de Roberto Bicelli e Tarde revelada (1985), de Antonio Fernando de Franceschi.
Piva
Roberto Piva, o mais destacado entre os quatro, morreu em 2010, antes do lançamento do livro, cujo título foi retirado de um de seus poemas: “Rangem os dentes da memória/ segredos públicos pulverizam-se em algum ponto da América/ peixes entravados se sentam contra a noite.”
É possível identificar-se intelectualmente com uma pessoa a partir de 140 caracteres: creio que já deve ter acontecido com quase todos que andam na linha do pássaro azul. Foi assim que conheci Renata D´Elia (@deliaboard) que me enviou o livro, do qual ela é coautora.
Coisa parecida já havia acontecido com Fred Navarro (@frednavarro), que me mandou o seu Dicionário do Nordeste, o qual estou sempre a consultar.
Os dentes da memória – Piva, Willer, Frachsch, Bicelli e uma trajetória paulista de poesia
Camila Hungria e Renata D´Elia
Azougue Editorial
265 págs. R$ 38,90.
18.06.11 18:29
Ativismo conectado: a Internet e a participação política no Brasil
Internet e participação política no Brasil, organizado pelo professor Jamil Marques (UFC), Rousiley Maia (UFMG) e Wilson Gomes (UFBA) será lançado em julho, durante o encontro da Compós (Associação Nacional dos Programas de Pós Graduação em Comunicação). Jamil é professor do Instituto de Comunicação e Artes da Universidade Federal do Ceará (ICA-UFC)
O livro, publicada pela Editora Sulina (R$ 37,00), reúne textos de pesquisadores dedicados ao estudo das interfaces sociais e institucionais da comunicação política digital, segundo a resenha de divulgação”, com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento dos estudos em Comunicação e Democracia no Brasil.
A obra é dividida em três partes:
1. “Participação política e Internet: Conceitos Fundamentais”.
2. “Sistema político, participação e Internet”.
3. “Esfera civil, participação e internet”.
A distribuidora da Editora Sulina é a Livraria Cultura.
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