10.04.11 22:33
Novelas: Lauro César Muniz solta o verbo
Para quem gosta de novela – para fruí-las ou estudá-las (ou ambas) – pode baixar gratuitamente o livro Lauro César Muniz solta o verbo.
Autor teatral, de novelas e minisséries, Lauro trabalhou nas principais emissoras de TV do país. Na Globo ficou por mais de 30 anos – e, no livro, relata a sua polêmica saída da emissora.
A obra é da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. No site, encontram-se para download gratuito biografias de artistas, cineastas e dramaturgos, além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV.
Resenha
A resenha do livro publicado no site da Coleção Aplauso
«Com impressionante vigor e costumeira sinceridade, este livro relata a trajetória de um dos maiores dramaturgos e autores de telenovelas do Brasil: Lauro César Muniz. É um livro-depoimento ao jornalista Hersh W. Basbaum (que também registrou para a Coleção a biografia de José Renato) ao conseguir apreender o âmago da vida e da obra de Lauro, nascido em Ribeirão Preto, formou-se engenheiro civil e depois em dramaturgia pela EAD de São Paulo.
Ficou conhecido ao escrever para o teatro peças de sucesso como “Este Ovo é um Galo”, “O Santo Milagroso”, “Direita Volver”, “Infidelidade ao Alcance de Todos” e tantas mais.
Estreou como autor de telenovelas ainda na TV Excelsior (em 1966, com “Ninguém Crê em Mim”), trabalhando também para a Tupi (“Estrelas no Chão”) e Record (“Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses estão Mortos”).
Mas é na Globo que se consagra primeiro com o seriado “Shazam, Xerife & Cia” (coescrito com Walter Negrão) e depois com enredos inovadores e de sucesso como “Carinhoso”, “O Salvador de Pátria”, “Escalada”, “O Casarão”, “Espelho Mágico”, “Sinal de Vida” e outras. Assim como minisséries (“Chiquinha Gonzaga”, “Aquarela do Brasil”) e diversos trabalhos.
A partir de 2006, passou a cotrabalhar com a Rede Record, escrevendo Cidadão Brasileiro, Poder Paralelo.»
Neste post mais livros virtuais sobre comunicação e jornalismo que podem ser baixados gratuitamente.
Posts Relacionados
04.11.09 00:50
"A língua de Eulália": livros sobre Português e jornalismo
Mantenho um post no qual relaciono uma série de livros virtuais sobre língua portuguesa e jornalismo. Acresci mais um à lista: “A língua de Eulália”, de Marcos Bagno.
Posts Relacionados
07.10.09 05:13
Livros e portais sobre língua portuguesa, jornalismo impresso e jornalismo online
Segue abaixo seleção de livros e portais sobre jornalismo impresso, jornalismo online e outros temas de interesse da profissão.
Sugiro, a quem se interessar por algum livro baixar o arquivo e guardá-lo em outra mídia ou no disco rígido do computador. Muitas vezes, o link se quebra ou a página é retirada do ar e aquele livro que você queria consultar se perde.
Aceito sugestões de outros livros digitais sobre jornalismo e comunicação.
Os livros e portais
Portal Interamericano de Jornalismo Científico: tem o objetivo de contribuir para o fortalecimento do jornalismo científico.
Scielo: portal com livros de editoras universitárias que podem ser baixados gratuitamente
Veduca: portal com vídeo-aulas gratuitas das principais universidades do mundo, com legendas em português.
Domínio Público, site do Ministério da Educação em que se pode baixar livros nas mais diversas áreas, incluindo literatura e sobre educação.
Curso Online de Jornalismo Científico, desenvolvido pela Federação Mundial dos Jornalistas Científicose pela Rede de Ciência e Desenvolvimento. Pode ser feito a qualquer momento via Internet.
Guia para Jornalistas 2011 – Câmara dos Deputados. Telefones, endereços e outros contatos da Câmara Federal.
O Estado e as comunicações no Brasil. De Octavio Penna Pieranti, o livro faz um histórico da relação entre Estado e as comunicações entre a década de 1930 até a realização da Confecom (2009).
Cobertura do Tráfico de Drogas e do Crime Organizado na América Latina e no Caribe. Vários autores, com artigos de jornalistas e estudiosos do assunto. (Em espanhol ou inglês)
Lauro César Muniz solta o verbo. Um dos mais conhecidos autores de novela do país fala de seu trabalho. Na Coleção Aplauso outras biografias de artistas, dramaturgos e cineastas, além de roteiros de cinema, peças – e história de várias emissoras de TV.
Manual de Jornalismo Investigativo. Publicação da Fundação Konrak Adenauer para países africanos.
Vitrine e vidraça – Crítica de mídia e qualidade no Jornalismo. Rogério Chritofoletti (organizador).
Mídias Sociais: Tendências, perspectivas e reflexões (produção colaborativa): busca sintetizar os conhecimentos sobre a área.
Glossário Eleitoral Brasileiro, preparado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Como escrever para a Web, de Guilhermo Franco. O livro tem exemplos práticos de como escrever textos online; reafirma a necessidade do lead, mas afirma que a ordem direta – usada nos impressos – não tem a mesma validade para a escrita na internet.
Jornalismo 2.0 – Como sobreviver e prosperar, de Mark Briggs. Um passo a passo para a edição de fotos, operação de equipamentos eletrônicos e montagem de blogs.
Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter, de Juliano Spyer. Manual prático para orientar quem quer se iniciar ou usar recursos avançados do Twitter.
Glossário de termos científicos, Organizado pelos estudantes de Comunicação da Univali [Universidade do Vale do Itajaí, SC]. Útil para jornalistas e estudantes que têm de produzir matérias científicas.
Assessoria de Imprensa – Como fazer, de Rivaldo Chinem. Além da análise sobre o trabalho de assessores e assessorias o livro destaca aspectos práticos e apresenta sugestões de como exercer a profissão.
Cultura da interface – Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar, de Steven Johnson. O livro procura fazer uma ligação entre tecnologia e arte. Mostra como as interfaces, botões, figuras e palavras com os quais o internauta interage e controla as informações, interferem na vida cotidiana.
Jornalismo digital de terceira geração, de Suzana Barbosa (Org.). Artigos apresentados nas “Jornadas jornalismo on-line 2005: aspectos e tendências”, no mês de novembro de 2005, na Universidade da Beira Interior, Covilhã (Portugal).
Realidade origami jornalismo e realidade, de Ronelli Aragão. O livro se dispõe a “desvendar seu caráter mítico no que diz respeito à verdade jornalística. Aquela que até então, se entende como sendo a pedra de toque do jornalismo, em tomo da qual giram conceitos como objetividade, neutralidade e imparcialidade”.
O segredo da pirâmide: para uma teoria marxista do jornalismo, de Adelmo Genro Filho. O livro, publicado em 1987, tornou-se um clássico do jornalismo, tendo sido objeto de estudo do qual resultaram várias dissertações e teses acadêmicas.
El arte de dibujar, con palabras, a uma persona [Como escrever um perfil, em espanhol], de Danilo Moreno Hernández. Resultado de uma oficina da Fundação Nuevo Periodismo, com Lee Anderson e 16 jornalistas da América Latina, quando se estudou como fazer um perfil.
A estética simbolista nas páginas do jornal O Pão, de Luciana Brito
O pão (1892-1896): veículo de divulgação literária e instrumento de intervenção na realidade social cearense, de Luciana Brito. “O Pão” era o jornal da Padaria Espiritual, movimento literário do Ceará, no fim do século XIX que se tornou conhecido em todo o país. Alguns autores afirmam que a Padaria Espiritual antecipou alguns elementos da Semana de Arte Moderna de 1922. Vale a pena ler o Estatuto da Padaria Espiritual.
Manual do repórter de Polícia, de Marco Antonio Zanfra. É um dicionário que explica termos jurídicos, desvenda artigos do código penal, fala sobre armas, sobre ética. É dirigido a repórteres de polícia, mas é de valia para todos os jornalistas.
Cartilha de Redação Web, de Bruno Rodrigues. Adotada pelas instituições públicas, mas traz orientações que serve para o público em geral.
A língua de Eulália, de Marcos Bagno. Procura mostrar que o uso de uma linguagem “diferente”, nem sempre pode ser considerado “erro de português”. O modo como as pessoas falam pode ser explicado por algumas ciências como a linguística, a história e a sociologia (1997).
Jornalismo em tempos de censura, ameaças e violência. (Em espanhol). Resume experiências de cobertura do tráfico de drogas e da violência na fronteira entre o México e os Estados Unidos. Compilado pela jornalista chilena Mónica Medel, em seminário sobre o assunto na Universidade do Texas, em março de 2010.
Mais de duzentos livros (mais de 100 em português). Sobre mídias sociais, comunicação e Web 2.0.
O jornal e o livro, de Machado de Assis. Texto no qual o escritor defende a superioridade do jornal frente ao livro, prevendo o “extermínio” deste.
Posts Relacionados
Posts Recentes
Categorias
Arquivos
Blogs O POVO