26.03.11 09:45
Huffington Post vai dispensar blogueiros e contratar apenas jornalistas
Recentemente blogueiros que ajudaram o blog Hunffington Post a ganhar fama e fazer fortuna, passaram a reivindicar pagamento pelas suas colaborações ao site de Arianna Huffington. Veja abaixo texto publicado no Portal Imprensa.
Huffington Post vai dispensar blogueiros e contratar apenas jornalistas colaboradores
De acordo com a revista Bussiner Insider, o site de Arianna Huffington absorveu parte da equipe de sites de notícias da AOL, que comprou o portal por US$ 315 milhões. Indicativo de que o conteúdo produzido até então pelos colaboradores será produzido por equipe própria. [Mesmo depois da venda para o AOL, Arianna continuou dirigindo a publicação.]
Na avaliação do site TechCrunch, a intenção do Huffington é clara: contratar apenas os colaboradores que são jornalistas profissionais e dispensar os milhares de blogueiros que ajudaram a tornar o site um dos mais prestigiados do mundo.
“Não podemos substituir o jornalismo profissional por um esquema de blogs [...]. Não queremos confundir jornalistas profissionais com blogueiros”, disse Peter Goodman, editor de negócios e tecnologia do Huffington Post, citado pelo TechCrunch.
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21.01.11 12:39
Estudo mostra que cobrar por conteúdo não reduz significativamente a quantidade de leitores
Reproduzido na íntegra do Blog Jornalismo nas Américas, no qual há links para temas correlatos.
Jornais americanos que cobram por conteúdo online
não perdem muitos leitores nem anunciantes, revela estudo
Enquanto cada vez mais jornais americanos cobram pelo acesso a seus sites e o New York Times planeja fazer o mesmo em 2011, novos dados do serviço Journalism Online mostram que, em geral, o faturamento com publicidade e o tráfego dos sites de 12 jornais não diminuiu significativamente com a cobrança pelo acesso, informou o New York Times.
Segundo o estudo, as visitas únicas mensais a esses sites caíram 0 e 7% e as pages views, entre 0 e 20%. Nenhum dos jornais registrou queda no faturamento com publicidade.
No entanto, o levantamento não especifica quantos novos leitores online os jornais ganharam ou quanto foi gerado em novas receitas após a mudança para o sistema de acesso pago, informou a revista Columbia Journalism Review.
Além disso, os jornais analisados pelo estudo usam um modelo especial de cobrança, pelo qual apenas certos conteúdos custam dinheiroo – só os usuários que acessam uma certa quantidade de matérias mensalmente precisam pagar. “É um incentivo para a audiência que os editores estejam tendo algum sucesso em cobrar apenas dos usuários que usam mais os sites de seus jornais, [já que] bloquear o acesso a tudo certamente faria com que os leitores, a não ser os mais fiéis, buscassem notícias em outro lugar”, diz o site The Next Web.
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13.07.10 19:51
A era da internet gratuita chegou ao fim?
Na edição de 11/7/2010 o jornal O Estado de S. Paulo publicou interessante matéria mostrando que cada vez mais empresas – incluindo as noticiosas – vêm cobrando pelo conteúdo na internet.
Nos debates sobre o assunto, eu sempre tenho defendido que os jornais devem cobrar pelo contéudo, disponibilizando apenas uma parte gratuitamente.
A matéria é um pouco longa, mas vale a pena a leitura para quem se interessam pelo assunto.
O texto é assinado pelo editor de Suplementos Semanais do jornal, Gregory M. Lamb e tem como título.
O fim da era da internet gratuita
Gregory M. Lamb – O Estado de S.Paulo (11/7/2010)
[Grifei]
“A informação quer ser gratuita” é o refrão da internet há muito tempo. Quando um vídeo, uma música ou um artigo estão na rede, são mais difíceis de ser controlados do que uma sala cheia de gente curiosa.
Oferecer conteúdo gratuito para começar é um elemento básico para uma empresa. Mas como estratégia a longo prazo, “gratuito” não faz muito sentido: como criadores de conteúdo poderão continuar produzindo se não forem pagos? A publicidade é uma das maneiras de pagar as contas. Mas as companhias da internet ainda lutam para entender e avaliar o impacto dos anúncios online. Ao mesmo tempo, muitos anunciantes continuam céticos e questionam até que ponto poderão depender dele.
Tanto o setor de comunicação quanto o de entretenimento voltaram a experimentar planos de pagamento para conteúdo online. Algum dia, 2010 poderá ser lembrado como o ano em que as companhias acabaram com a ideia da internet “gratuita”.
Atualmente, o Google tenta aplicar o YouTube Rental. O novo serviço permite que as companhias cobrem dos usuários para assistir a determinados vídeos, como programas de TV ou filmes. Os geradores de conteúdo também poderão tentar diferentes planos de pagamento para testar de que modo afetam as vendas.
O jornal britânico The Times, de propriedade da Rupert Murdoch’s News Corp, pretende estabelecer um preço que seria pago para a leitura de artigos – cerca de US$ 3 por semana, ou US$ 1,50 por dia. Para desestimular os que carregam o material gratuitamente, motores de busca como o Google serão impedidos de acessar o conteúdo.
O New York Times anunciou que planeja proteger a maior parte de seu conteúdo por um sistema de pagamento até certo ponto fácil de evitar. O jornal solicitará o pagamento depois que um leitor voltar ao site certo número de vezes por mês. Para atrair novos leitores, o jornal diz que os visitantes que chegam por intermédio de um motor de buscas ou de outro recurso sempre obterão acesso livre.
A revista The New Yorker pretende cobrar um pagamento único no fim do ano, segundo a revista Advertising Age. Mediante o pagamento de uma tarifa, os assinantes poderão ler a revista em todas suas formas – impressa, no iPad da Apple, no Amazon Kindle, e possivelmente em outros aparelhos de leitura eletrônicos – por um preço único, em lugar de ter de comprar o acesso a cada texto separadamente.
A Wired Magazine cobra US$ 4,99, o mesmo do preço da banca, para a leitura de uma edição no tablet do iPad. A versão inclui recursos interativos não disponíveis na edição impressa.
Parte dessa mudança tem a ver como trecho há muito esquecido da famosa citação “a informação quer ser gratuita”. “A informação quer ser cara, por ser valiosa”, disse o escritor Stewart Brand na Conferência dos Hackers, em 1984. “A informação certa no lugar certo pode mudar sua vida. Por outro lado, a informação quer ser gratuita, porque seu custo está baixando cada vez mais. Por isso elas brigam entre si”.
De certo modo, somente a segunda parte pegou.
“A distribuição gratuita de conteúdo de qualidade para uma empresa equivale a jogar valor fora até falir”, diz um recente relatório da Group M, agência de compra de veículos de informação da WPP, a gigante internacional da mídia e da publicidade. O relatório define as pessoas que usam os motores de busca para encontrar notícias ou informações de “turistas inúteis” que não pagam e não têm valor, mesmo para os anunciantes. Continuar lendo
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19.02.10 14:58
Jornal francês Le Figaro passa a cobrar por conteúdo na internet
O Le Figaro passou a cobrar por parte de seu conteúdo na internet, como vêm fazendo vários outros jornais. O diário francês lançou na terça-feira (16/2) três pacotes de acesso ao seu acervo jornalístico pela web.
Um gratuito oferecendo as principais informações para o leitor. Outro intermediário, custando oito euros por mês [cerca de R$ 28] com acesso a conteúdo como reportagens. O pacote mais caro chamado de “Business” custa 15 euros por mês [cerca de R$ 37] contendo serviços destinados a facilitar a vida profissional.
Os assinantes ganharão uma página pessoal com capacidade de guardar artigos que tenham gostado e poderá comentar e compartilhar opinião com outros internautas.
O jornal oferecerá ainda acesso aos seus arquivos e uma seleção de artigos escritos pelo New York Times francês.
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30.11.09 17:47
Internet e marco regulatório – debate no Dragão do Mar
Nesta quarta-feira [2/12/2009] será realizado debate sobre o “Marco civil da internet no Brasil”. O evento será às 19 horas no auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza.
A proposta de debate teve como origem a discussão sobre o caso do blogueiro Emilio Moreno, condenado pela Justiça a pagar indenização de R$ 16 mil reais devido a um comentário anônimo postado em seu blog.
Foram convidados para falar sobre o assunto o professor Vasco Furtado: cientista e professor em computação da Universidade de Fortaleza, doutor em Inteligência Artificial na Université d’Aix Marseille III [França], com pós doutorado na Universidade de Stanford [EUa] e o advogado Cristiano Therrien: especializado na área de Tecnologia da Informação; mestre em Informática Jurídica e Direito da Informática pela Universidade Complutense de Madri; professor universitário de Direito da Tecnologia da Informação.
Eu farei a mediação.
O uso crescente da rede mundial de computadores e a falta de normatização sobre o tema, trouxe dúvidas no âmbito das questões judiciais. Há demandas por um novo ordenamento jurídico nacional, que busque adaptar pontos relativos aos direitos fundamentais, às responsabilidades empresariais e às políticas estatais já existentes, em consonância com o contexto vivido por uma sociedade que também se comunica por meios eletrônicos.
A Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, em parceria com a Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas, lançou o projeto para a construção colaborativa de um Marco Regulatório Civil da Internet Brasileira.
O processo de construção do marco civil, dividido em duas fases, recebe até o dia 17 de dezembro de 2009, pela internet, a colaboração de interessados em contribuir com a elaboração de uma proposta de anteprojeto de lei sobre o tema.
………….
Texto [adaptado] da jornalista Maísa Vasconcelos [um dos organizados do evento] os outros são: Gabriel Ramalho, publicitário; Hélcio Brasileiro, jornalista; Glauber Uchoa, jornalista e Ivan Ferraro, produtor cultural.
……
Veja interessante post de Hélcio Brasileiro sobre o assunto. Ele dá o caminho para se ler o comentário que levou o blogueiro Emílio Moreno ser processado.
10.11.09 18:59
Internet tem segundo lugar em credibilidade; rádio vem primeiro
Os sites são o segundo veículo com mais credibilidade. Eles também são a segunda principal fonte de informação do Brasil. As informações são da pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Populi.
O crescimento da preferência da internet entre os entrevistados mostrou a importância da mídia, que atualmente passa por uma discussão sobre a cobrança do conteúdo online da publicações. O assunto é discutido na Carta de Hamburgo, que trata dos direitos autorais na internet.
Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, com 8,21. Em seguinda está a internet com 8,20, TV com 8,12, jornal com 7,99, revista com 7,79 e redes sociais com 7,74.
A principal fonte de informação do país ainda é a TV que possui 55,9% de preferência. A internet está em segundo lugar com 20,4%. Depois aparecem: jornal impresso (10,5%), rádio (7,8%), redes sociais (2,7%), versão online de jornais impressos (1,8%), revista impressa (0,8%) e versão online de revistas (0,1%). [Veja o texto completo na adNews.]
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31.08.09 05:13
Móveis Coloniais de Acaju faz imprensa cair em pegadinha
É muito mais frequente do que se imagina a imprensa publicar, confiando nas fontes, informações que depois se revelam falsas.
A mais recente é a que envolve a banda “Móveis Coloniais de Acaju” [muito prazer, soube da existência devido à polêmica], cujos integrantes inventaram uma história para justificar o nome do grupo musical.
Algumas vezes o informante o faz de propósito, para auferir algum tipo de benefício; de outras, por desconhecer o assunto de que fala; e há os que fazem apenas com o objetivo de se divertir à custa da credulidade [e desconhecimento] dos jornalistas, que deveriam ser céticos [e verificadores] por natureza. Se serve de consolo, mesmo os jornalistas mais experientes, já repassaram alguma informação incorreta.
Antes de entrar no caso do “Móveis”, relembremos alguns casos recentes: a) um internacional, b) um nacional [que virou internacional] e c) um “cearense” [que virou nacional]:
1. “Quando eu morrer, haverá uma valsa de despedida tocando em minha cabeça, que só eu poderei ouvir”, a frase atribuída ao compositor Maurice Jarre, morto em março deste ano, foi reproduzida pelos meios de comunicação em vários países do mundo, mesmo os mais qualificados, como The Guardian e o portal da BBC. A frase, no entanto, fora inventada por um estudante irlandês, que a postou na Wikipedia, para mostrar como os jornais divulgavam, sem checar, informações colhidas na rede mundial de compuradores. Shane Fitzgerald, de 22 anos, disse que esperava que blogs e alguns jornais utilizassem a frase, mas achou que as grandes publicações não confiariam na Wikipedia, sem verificar as informações nela divulgadas. [Já havia comentado o assunto neste blog.]
2. A partir de uma notícia, com fotos, publicada no início do ano no Blog do Noblat, jornais, TVs e rádios reproduziram que a advogada brasileira Paula Oliveira, grávida de três meses, havia sido atacada por neonazistas ao sair de uma estação do metrô, na Suíça. Nas fotos podia-se ver várias marcas no corpo da advogada, incluindo a sigla de um partido suíço considerado de extrema-direita. A divulgação provocou uma onda da revolta na imprensa brasileira acusando a “xenofobia” do país europeu. Em pouco tempo revelou-se a farsa: a moça não estava grávida e, ao que tudo indica, ela se automutilou. [A propósito, como andará esse caso? De acusadora, a advogada passou a suspeita e está respondendo à Justiça suíça, mas não se tem informação sobre o desenrolar do processo.]
3. A imprensa cearense, no início de 2006, foi sacudida pela exposição que faria na cidade, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, um dos mais importantes artistas plásticos japoneses da atualidade: Souzareta Geijutsuka. Os jornais publicaram resenhas, informaram sobre as característas do artista, fizeram entrevistas. Tudo a que tem direito uma personalidade. Acontece que Souzareta era uma invenção do jovem artista plástico [este real] Yuri Firmeza. A imprensa nacional deu destaque ao caso. Na ocasião, era ombudsman do O POVO e escrevi a coluna que poderá ser vista abaixo.
Móveis Coloniais de Acaju
Quanto ao caso da banda brasiliense, seus integrantes inventaram uma história, publicada no site do grupo, dizendo que o nome do grupo era uma homenagem à “Revolta do Acaju”. O “obscuro episódio da história do Brasil”, a “Revolta do Acaju”, teria ocorrido em 1813, quando “os índios javaés, que tradicionalmente usavam a madeira de acaju (cedro) para produzir móveis em estilo colonial, se uniram aos portugueses para expulsar da Ilha do Bananal (no atual estado do Tocantins) invasores ingleses que se apoderaram da região”.
As “explicações” no site da banda prosseguem: “O pior para aqueles homens foi ver a destruição sistemática de suas criações. Calcula-se que mais de meia tonelada de madeira, em forma de móveis coloniais e cachimbos xamanísticos tenham sido destruídos pelos ingleses”.
Mesmo sem ser historiador e nem especialista em pesos e medidas, observam-se duas pistas muito evidentes de que tudo não passava de uma brincadeira:
1. Você já ouviu dizer que alguma tribo indígena brasileira é ou teria sido alguma vez na história do Brasil produtora de móveis?
2. Meia tonelada [500 quilos] não representa nada em termos de quantidade de madeira beneficiada. Somente para se ter uma idéia, um caminhão pode carregar mais de 10 toneladas de madeira. Se você juntar o guarda-roupa, a cama e a penteadeira da sua avó, já deve dar os 500 quilos.
Apesar disso, vários jornais e revistas reproduziram a balela – segundo a matéria da revista Época -, que também caiu na pegadinha, e escreveu matéria para se explicar aos leitores.
A Época fez o que deve ser ser feito – e tem de ser louvada por corrigir seu erro em matéria de destaque -, mas podia ter passado sem as ironias [dizendo que o texto do site da banda é "cheio de erros de pontuação"] e também sem a lição de moral, dando um pito n os integrantes da banda, pois “muitos jovens estão acostumados a tomar como verdade tudo o que leem na internet”. [Pelo jeito, muitos jornalistas também.]
Pois é o seguinte: a arte não tem compromisso com a realidade; o jornalismo sim. Ninguém vai ao portal de uma banda de música para aprender história do Brasil; mas à imprensa, muito gente recorre para entender fatos atuais e históricos.
Veja a seguir coluna do ombudsman de fevereiro de 2006: “A arte de enganar”. Continuar lendo
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04.06.09 07:05
A colunista Sílvia Dutra, do Portal Imprensa, no artigo “jornalismo em self service”, relata interessante experiência de “jornalismo personalizado”. Veja o início do texto:
«Só mesmo no País onde foi inventado o iPhone e o iPod poderia surgir o I-Edition, projeto da empresa Media News Group que começa hoje os testes da segunda fase, instalando um equipamento conectado à Internet em 25 casas de um bairro de Denver, no Colorado.
Trata-se de uma edição personalizada de um jornal, que trará somente temas e notícias do interesse de cada leitor. É como um self service aplicado ao jornalismo: cada consumidor monta seu prato e consome somente aquilo que gosta mais. E ele mesmo imprime o que quer ler, numa impressora que recebe quando contrata o serviço. »
O método vai em direção aos piores pesadelos dos críticos que dizem que a internet é um risco ao jornalismo como serviço público.
Um jornal tradicional – segundo essa análise - reúne “os fatos mais importantes que aconteceram em um dia”, e os põe à disposição para a análise dos leitores.
Desse modo, a pessoa, mesmo que não tenha esse intenção, toma conhecimento dos assuntos que vão fazer a diferença em seu dia-a-dia. Teoricamente, cidadãos bem informados podem se autogovernar, sendo isso uma garantia à democracia.
Já a internet permite a seleição de assuntos, com a pessoa lendo somente aquilo que é de seu estrito interesse. Isso a faria perder o liame com a comunidade e com os problemas mais gerais do mundo.
O projeto em questão pretende, portanto, facilitar ainda mais as coisas evitando até mesmo os cliques na internet.
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16.05.09 23:30
O portal G1 publicou matéria com sugestões sobre como controlar o uso da internet pelas crianças. O texto pretende responder às seguintes dúvidas dos pais:
“Quando as crianças começam a usar a internet, é natural que surjam dúvidas sobre como protegê-las no ciberespaço. Adotar filtros de segurança ou deixar que naveguem livremente? Monitorar a navegação ou confiar na educação? Manter o computador na sala ou levá-lo para o quarto? Conversar abertamente sobre os perigos ou tratar a questão de forma velada? Cadastrar os pequenos em redes sociais ou proibi-los de acessar essas páginas? Navegar junto ou deixar que eles descubram o universo virtual sozinhos? Limitar o tempo de uso ou permitir que a criança navegue até cansar?”
Veja o texto completo aqui.
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