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	<title>Comentários sobre: Ronda do Quarteirão: a nova velha polícia</title>
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	<description>jornalismo, novos talentos, o povo, jornal, comunicação, fortaleza, terra de ninguém, ceará, política, e-books de jornalismo</description>
	<lastBuildDate>Sun, 20 May 2012 16:02:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Paulo César</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/ronda-do-quarteirao-a-nova-velha-policia/comment-page-1/#comment-2186</link>
		<dc:creator>Paulo César</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 17:06:38 +0000</pubDate>
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		<description>O que não se pode fazer é generalizar. Ter a Polícia Militar como algo que devemos desacreditar ou temer que a qualquer hora seremos uma vitima de seus membros, é simplesmente paranóico. Eu particularmente continuarei acreditando nessa Corporação brilhante, pois se eu desacreditar e criticar maleficamente como muitos, só estarei piorando a situação, visto que a baixa estima tomará conta de todos os profissionais. Temos que lembrar que todos estamos passíveis de errar, mesmo sendo capacitados para o nosso mister. Errar é humano, lembremos disso.

P.S: Não vamos criticar o soldado pois um dia poderemos fazer algo pior. Ninguém sabe o dia de amanhã.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que não se pode fazer é generalizar. Ter a Polícia Militar como algo que devemos desacreditar ou temer que a qualquer hora seremos uma vitima de seus membros, é simplesmente paranóico. Eu particularmente continuarei acreditando nessa Corporação brilhante, pois se eu desacreditar e criticar maleficamente como muitos, só estarei piorando a situação, visto que a baixa estima tomará conta de todos os profissionais. Temos que lembrar que todos estamos passíveis de errar, mesmo sendo capacitados para o nosso mister. Errar é humano, lembremos disso.</p>
<p>P.S: Não vamos criticar o soldado pois um dia poderemos fazer algo pior. Ninguém sabe o dia de amanhã.</p>
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		<title>Por: Rogério</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/ronda-do-quarteirao-a-nova-velha-policia/comment-page-1/#comment-2125</link>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 17:28:26 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Plínio Bortolotti, acho que você já começou bem, ao intitular a ação policial como ação criminosa e, não, ação desastrada, como a imprensa constuma qaulificar esses assassinatos. Nada justifica o tiro dado pelo policial. Mas o pior é que, de concreto, nada acontecerá a ele. No máximo, será expulso da corporação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Plínio Bortolotti, acho que você já começou bem, ao intitular a ação policial como ação criminosa e, não, ação desastrada, como a imprensa constuma qaulificar esses assassinatos. Nada justifica o tiro dado pelo policial. Mas o pior é que, de concreto, nada acontecerá a ele. No máximo, será expulso da corporação.</p>
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		<title>Por: Syomara</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/ronda-do-quarteirao-a-nova-velha-policia/comment-page-1/#comment-2124</link>
		<dc:creator>Syomara</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 02:05:02 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Plínio.

Já presenciei esse &quot;despreparo&quot; em uma menos desastrada operação do mesmo grupo. Dirigia pela rua paralela à Santos Dumont, atrás do Hospital São Mateus, quando vi um policial correndo em direção contrária a mim, com arma em punho apontada para sujeito que corria também. Para mim foi um susto, pois caso a arma disparasse, poderia eu ter sido a vítima. Por sorte não aconteceu, mas história semelhante foi relatada por amigos, que estavam na Praia do Futuro. O que esperar da polícia quando põe a vida dos cidadãos em risco? Senti reflexo disso tudo hoje à noite, quando avistei, ao voltar para casa, um carro do Ronda com as luzes piscando...tomei um susto e fiquei alarmada, como quando alguém se depara com o perigo. Somente depois racionalizei a situação, pois foi puro instinto.

Cordialmente,
Syomara.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Plínio.</p>
<p>Já presenciei esse &#8220;despreparo&#8221; em uma menos desastrada operação do mesmo grupo. Dirigia pela rua paralela à Santos Dumont, atrás do Hospital São Mateus, quando vi um policial correndo em direção contrária a mim, com arma em punho apontada para sujeito que corria também. Para mim foi um susto, pois caso a arma disparasse, poderia eu ter sido a vítima. Por sorte não aconteceu, mas história semelhante foi relatada por amigos, que estavam na Praia do Futuro. O que esperar da polícia quando põe a vida dos cidadãos em risco? Senti reflexo disso tudo hoje à noite, quando avistei, ao voltar para casa, um carro do Ronda com as luzes piscando&#8230;tomei um susto e fiquei alarmada, como quando alguém se depara com o perigo. Somente depois racionalizei a situação, pois foi puro instinto.</p>
<p>Cordialmente,<br />
Syomara.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: arilo assunção</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/ronda-do-quarteirao-a-nova-velha-policia/comment-page-1/#comment-2122</link>
		<dc:creator>arilo assunção</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:54:08 +0000</pubDate>
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		<description>O problema, me parece, é que parte da polícia se acha no poder de julgar sobre a vida das pessoas. Efetuar um disparo &quot;para matar&quot; não deve ser regra, mas uma excessão para casos de extrema necessidade, quando a vida do policial ou de outro cidadão está em perigo. Mesmo que aquela vítima fosse um ladrão, não se poderia penalizá-lo com a morte daqquela forma. teria que se esforçar por tentar uma maneira de prendê-lo para que &quot;ele&quot; pagasse na justiça pelos seus atos. Como se viu, não faltou preparo técnico ao policial (a pontaria, infelizmente, neste caso, estava perfeita), faltou preparo em termos de uma formação mais humana. Justamente aquilo que apregoava o Ronda do Quarteirão no princípio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema, me parece, é que parte da polícia se acha no poder de julgar sobre a vida das pessoas. Efetuar um disparo &#8220;para matar&#8221; não deve ser regra, mas uma excessão para casos de extrema necessidade, quando a vida do policial ou de outro cidadão está em perigo. Mesmo que aquela vítima fosse um ladrão, não se poderia penalizá-lo com a morte daqquela forma. teria que se esforçar por tentar uma maneira de prendê-lo para que &#8220;ele&#8221; pagasse na justiça pelos seus atos. Como se viu, não faltou preparo técnico ao policial (a pontaria, infelizmente, neste caso, estava perfeita), faltou preparo em termos de uma formação mais humana. Justamente aquilo que apregoava o Ronda do Quarteirão no princípio.</p>
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