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	<title>Comentários sobre: &quot;Proibição de divulgar chama-se censura&quot;</title>
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		<title>Por: Guilherme Scalzilli</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/proibicao-de-divulgar-chama-se-censura/comment-page-1/#comment-1041</link>
		<dc:creator>Guilherme Scalzilli</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 18:09:09 +0000</pubDate>
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		<description>Os limites da imprensa

Comentaristas reclamam que o STF utilizou minúcia processual para derrubar o recurso do Estadão. Pois bem-vindos ao mundo real, colegas: aqui fora, nos corredores do Judiciário putrefeito, o cidadão comum amarga prejuízos incalculáveis por causa de filigranas técnicas, mesmo quando seus direitos são violentados.
Ninguém parece interessado em lembrar que a tal proibição se refere a divulgar interceptações telefônicas e informações protegidas pelo segredo de Justiça. A esperta insistência em qualificar o caso como “censura” tenta transformar o jornal em vítima de um arbítrio e sua causa num assunto de interesse coletivo. Não é bem assim.
Desde quando a imprensa está imune ao controle das instituições republicanas? Que Superpoder é esse que opera segundo as próprias regras? Soa absurdamente cômodo querer que as eventuais reparações judiciais sejam estabelecidas depois que o dano estiver materializado, talvez de maneira irremediável. Como indenizar uma reputação destruída? Uma eleição manipulada?
Fica fácil também cair no joguinho do antipeemedebismo de conveniência (como se o Estadão tivesse apenas bons propósitos). As “prerrogativas constitucionais” das famílias políticas paulistanas são preservadas com muito menos sacrifício.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os limites da imprensa</p>
<p>Comentaristas reclamam que o STF utilizou minúcia processual para derrubar o recurso do Estadão. Pois bem-vindos ao mundo real, colegas: aqui fora, nos corredores do Judiciário putrefeito, o cidadão comum amarga prejuízos incalculáveis por causa de filigranas técnicas, mesmo quando seus direitos são violentados.<br />
Ninguém parece interessado em lembrar que a tal proibição se refere a divulgar interceptações telefônicas e informações protegidas pelo segredo de Justiça. A esperta insistência em qualificar o caso como “censura” tenta transformar o jornal em vítima de um arbítrio e sua causa num assunto de interesse coletivo. Não é bem assim.<br />
Desde quando a imprensa está imune ao controle das instituições republicanas? Que Superpoder é esse que opera segundo as próprias regras? Soa absurdamente cômodo querer que as eventuais reparações judiciais sejam estabelecidas depois que o dano estiver materializado, talvez de maneira irremediável. Como indenizar uma reputação destruída? Uma eleição manipulada?<br />
Fica fácil também cair no joguinho do antipeemedebismo de conveniência (como se o Estadão tivesse apenas bons propósitos). As “prerrogativas constitucionais” das famílias políticas paulistanas são preservadas com muito menos sacrifício.</p>
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		<title>Por: Luciano Alencar</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/proibicao-de-divulgar-chama-se-censura/comment-page-1/#comment-1040</link>
		<dc:creator>Luciano Alencar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 12:08:09 +0000</pubDate>
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		<description>Seria interessante saber dele o que o vernáculo diz sobre SEGREDO DE JUSTIÇA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria interessante saber dele o que o vernáculo diz sobre SEGREDO DE JUSTIÇA.</p>
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