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	<title>Comentários sobre: Petrobras x jornais: esquenta a disputa</title>
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	<description>jornalismo, novos talentos, o povo, jornal, comunicação, fortaleza, terra de ninguém, ceará, política, e-books de jornalismo</description>
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		<title>Por: Plínio Bortolotti</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/petrobras-x-jornais-esquenta-a-disputa/comment-page-1/#comment-103</link>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:45:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog4.opovo.com.br/pliniobortolotti/?p=751#comment-103</guid>
		<description>Caro Ricardo,

V. tem razão quando diz que algumas entidades e jornalistas reagiram de forma excessiva. Mas a Petrobras se equivoca ao divulgar antes a resposta que envia aos jornalistas. Não haveria nenhum prejuízo para a transparência das informações se o fizesse depois. Pelo contrário, os leitores poderia confrontar diretamente o que foi respondido com o que foi publicado.
Agora, quanto à boa fé, precisamos partir do princípios que todas os profissionais assim agem - sejam jornalistas, engenheiros, médicos, professores, operários, etc.  Desvios existem em todas as categorias, mas não se pode tomar estes por todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ricardo,</p>
<p>V. tem razão quando diz que algumas entidades e jornalistas reagiram de forma excessiva. Mas a Petrobras se equivoca ao divulgar antes a resposta que envia aos jornalistas. Não haveria nenhum prejuízo para a transparência das informações se o fizesse depois. Pelo contrário, os leitores poderia confrontar diretamente o que foi respondido com o que foi publicado.<br />
Agora, quanto à boa fé, precisamos partir do princípios que todas os profissionais assim agem &#8211; sejam jornalistas, engenheiros, médicos, professores, operários, etc.  Desvios existem em todas as categorias, mas não se pode tomar estes por todos.</p>
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		<title>Por: ricardo</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/petrobras-x-jornais-esquenta-a-disputa/comment-page-1/#comment-102</link>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:12:35 +0000</pubDate>
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		<description>A tese de quebra de sigilo é simplesmente ridícula e não está encontrando berço na população. A posição dos jornalistas é corporativa, portanto, só atende ao interesse dos jornais e não aos princípios do controle social.

Pelas frases raivosas do ANJ já dá noção do ranço. A entidade ainda tem coragem de se referir a Petrobrás (uma estatal) como uma fonte sigilosa: “... numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes...”, ora, para existir esta confidencialidade seria necessário um acordo tácito entre as partes o que efetivamente não ocorreu, basta uma breve consulta a constituição para entender os conceitos de publicidade e tempestividade.

Outra frase da mesma associação beira o ridículo pelo exagero: “uma política de comunicação que visa a tutelar a opinião pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos”, ora, não me sinto tutelado e acredito, pela opinião dos leitores, que também não é a sensação da grande maioria.

Já a nota da Abraji, embora mais comedida, incorre em erros de avaliação, alega que a ação da Petrobrás “... prejudica o trabalho jornalístico do profissional que, de boa fé, procura a empresa para checar alguns dados ou ouvir alguma contestação...”, pergunto? E aqueles que não têm boa fé?   Ou a categoria é composta apenas de bons profissionais? Sabemos claramente que existe contaminação política em vários veículos de comunicação (tanto de direita quanto de esquerda).

Por fim, ao realizar pressões contra a estratégia de comunicação da estatal, na minha ótica, se caracteriza como um forte atentado a liberdade de expressão. Informação, em tempos de internet, não é reserva de mercado O risco é ficar a impressão de que a imprensa quer a volta da censura.

Resta o consolo: a ABI pensa diferente das “indignadas” associações de jornalistas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tese de quebra de sigilo é simplesmente ridícula e não está encontrando berço na população. A posição dos jornalistas é corporativa, portanto, só atende ao interesse dos jornais e não aos princípios do controle social.</p>
<p>Pelas frases raivosas do ANJ já dá noção do ranço. A entidade ainda tem coragem de se referir a Petrobrás (uma estatal) como uma fonte sigilosa: “&#8230; numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes&#8230;”, ora, para existir esta confidencialidade seria necessário um acordo tácito entre as partes o que efetivamente não ocorreu, basta uma breve consulta a constituição para entender os conceitos de publicidade e tempestividade.</p>
<p>Outra frase da mesma associação beira o ridículo pelo exagero: “uma política de comunicação que visa a tutelar a opinião pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos”, ora, não me sinto tutelado e acredito, pela opinião dos leitores, que também não é a sensação da grande maioria.</p>
<p>Já a nota da Abraji, embora mais comedida, incorre em erros de avaliação, alega que a ação da Petrobrás “&#8230; prejudica o trabalho jornalístico do profissional que, de boa fé, procura a empresa para checar alguns dados ou ouvir alguma contestação&#8230;”, pergunto? E aqueles que não têm boa fé?   Ou a categoria é composta apenas de bons profissionais? Sabemos claramente que existe contaminação política em vários veículos de comunicação (tanto de direita quanto de esquerda).</p>
<p>Por fim, ao realizar pressões contra a estratégia de comunicação da estatal, na minha ótica, se caracteriza como um forte atentado a liberdade de expressão. Informação, em tempos de internet, não é reserva de mercado O risco é ficar a impressão de que a imprensa quer a volta da censura.</p>
<p>Resta o consolo: a ABI pensa diferente das “indignadas” associações de jornalistas.</p>
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		<title>Por: carlos anselmo</title>
		<link>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/petrobras-x-jornais-esquenta-a-disputa/comment-page-1/#comment-101</link>
		<dc:creator>carlos anselmo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 14:15:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog4.opovo.com.br/pliniobortolotti/?p=751#comment-101</guid>
		<description>caro bortolloti,

como o colunista apontou, o fato novo na imprensa brasileira é o avanço, inquestionável, da blogosfera.

a petrobras, acompanhou o exemplo da ufmg. chegou ao ponto que um jornal de minas gerais, pasme, pediu direito de resposta ao blog da universidade.

agora a anj, que congrega a voz dos donos dos jornais, acusa o golpe. antes seus empregados só denunciavam. na maioria das vezes não permitiam siquer o direito de resposta. cavalgavam na planície sem contestação, pois a lei de imprensa do tempo da ditadura foi revogada. só restava a suposta ética, tanto dos proprietários dos meios de comunicação como dos próprios jornalistas.

veja como são as coisas. um simples blog que , com certeza, será imitado por outros, abala a mídia brasileira ciosa de seus poderes de interferir a qualquer momento na vida pública nacional sem prestar contas a seu ninguém. que coisa, hein?

cá comigo, acho hilária a situação e sugiro ao meio jornalístico que tentem entender o novo que se descortina senão perderão, não o bonde da história, mas a &quot;teia&quot; da rede global no tempo presente, de agora.

abçs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro bortolloti,</p>
<p>como o colunista apontou, o fato novo na imprensa brasileira é o avanço, inquestionável, da blogosfera.</p>
<p>a petrobras, acompanhou o exemplo da ufmg. chegou ao ponto que um jornal de minas gerais, pasme, pediu direito de resposta ao blog da universidade.</p>
<p>agora a anj, que congrega a voz dos donos dos jornais, acusa o golpe. antes seus empregados só denunciavam. na maioria das vezes não permitiam siquer o direito de resposta. cavalgavam na planície sem contestação, pois a lei de imprensa do tempo da ditadura foi revogada. só restava a suposta ética, tanto dos proprietários dos meios de comunicação como dos próprios jornalistas.</p>
<p>veja como são as coisas. um simples blog que , com certeza, será imitado por outros, abala a mídia brasileira ciosa de seus poderes de interferir a qualquer momento na vida pública nacional sem prestar contas a seu ninguém. que coisa, hein?</p>
<p>cá comigo, acho hilária a situação e sugiro ao meio jornalístico que tentem entender o novo que se descortina senão perderão, não o bonde da história, mas a &#8220;teia&#8221; da rede global no tempo presente, de agora.</p>
<p>abçs</p>
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