Plínio Bortolotti

13.09.11 11:07

Base Aérea de Fortaleza completa 75 anos

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 2 Comentários

A partir da esquerda: eu, Base Aérea de Fortaleza: o coronel-aviador Ricardo Silva Soares e o assessor de imprensa, Hervelt César (clique para ampliar)

Recebi hoje (13/9/2011) a visita do comandante da Base Aérea de Fortaleza, coronel-aviador Ricardo Silva Soares.

Acompanhado do assessor de imprensa Hervelt César, ele fez questão de vir trazer pessoalmente o convite para celebrar os 75 anos da instituição, criada em 21 de setembro de 1936.

Livro

O objetivo das comemorações, segundo o coronel, é resgatar a importância da Força Aérea no estado do Ceará, trabalho para o qual contribuiu a Base Aérea de Fortaleza (BAFZ). Para isso, entre as atividades, está o lançamento de um livro que mostrará os momentos mais importantes dessa instituição militar em Fortaleza.

Concerto

Também haverá concerto musical no Theatro José de Alencar (20/9), missa e culto evangélico, na capela da Base Aérea (22/9), lançamento do livro, na BAFZ (23/9), baile de gala, no Lulla´s Athéneé (23/9) e Corrida da ASA, na BAFZ (23/10).

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12.09.11 16:05

O paradoxo do jornalista e do jornalismo

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 1 Comentário

Interessante artigo publicado no Observatório da Imprensa (10/09/2011).

De que lado estão o jornalista e o jornalismo?
Carlos Castilho

Quase todo jornalista sente o seu ego inflar quando é apresentado em público como uma pessoa que está por dentro das coisas. Quando se trata de política, futebol e economia, é o especialista que sabe o que pensa e o quer o político, o cartola e o banqueiro. Um profissional nessas condições é chamado pelos norte-americanos de insider e goza de muito prestígio porque é quem supostamente sabe de coisas que os vis mortais ignoram.

O problema é que a própria definição de insider coloca o profissional num dos lados da informação, o lado de quem tem poder, de quem pode gerar notícias e influenciar a agenda pública. Mas este é o lado certo do jornalista? Se formos seguir os manuais, a resposta provavelmente será negativa, porque a função do jornalista é buscar, conferir, editar e publicar informações que permitam ao cidadão ter uma vida digna e inserir-se no convívio social.

Estamos, portanto, diante de um paradoxo. Para cumprir suas funções o jornalista deveria ter como preocupação principal “estar por dentro” do que pensa e quer o cidadão. Os tomadores de decisões também são cidadãos, mas não são eles que compõem a grande massa da população, que é quem vota e precisa de informações para poder participar na definição dos rumos de uma sociedade.

Mas a rotina das redações empurra os jornalistas na direção contrária. Eles, de maneira geral, acabam consultando mais o político, o empresário e o cartola do que as pessoas que compram jornal e, em última análise, pagam os salários da Redação. O paradoxo, por sua vez, alimenta um equivoco: o jornalista está se identificando com o lado errado da noticia.

Continue lendo no blog Código Aberto, do Observatório da Imprensa.

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12.09.11 11:35

“Donos da mídia ou mídia sem dono?”: palestra do professor Venício Lima

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

Na próxima sexta-feira (16/9/2011) o professor Venício Lima fala sobre o tema “Donos da mídia ou mídia sem dono? Organização, infraestrutura, propriedade e concessão no setor de comunicação no Brasil”. O evento será às 18h30min, no auditório da Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), no Benfica.

Venício Lima

Venício Lima é professor da Universidade de Brasília (UnB), um dos principais estudiosos da mídia e de sua regulamentação no país, tendo escrito vários livros sobre o assunto. Temas que também desenvolve como colunista do Observatório da Imprensa.

Livro

Também participará do debate a professora da UFC, Márcia Vidal Nunes, que lançará o livro “Rádio, cidadania e campanhas eleitorais (1998-2008)”.

Ciclo de palestras

A palestra do professor Venício faz parte do ciclo “Direito à comunicação: a sociedade quer discutir a sua mídia”, que tem o objetivo, segundo os organizadores, de “difundir o debate sobre direito à comunicação no Brasil e em outros países, especialmente da América Latina”.

Jornalismo

O Ciclo é realizado pelo Intervozes (Coletivo Brasil de Comunicação Social) e pela UFC – por meio dos cursos de Jornalismo, de Publicidade e Propaganda, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e da Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional da UFC.

Aula

Além das palestras, haverá aulas gratuitas para 30 pessoas – sendo necessária a inscrição dos interessados. A aula com o professor Venício será no dia seguinte à palestra (sábado, 17/9, das 13h às 17h). Para se inscrever aula, clique aqui. [A inscrição é necessária somente para os que tiverem interesse em participar da aula; a palestra é aberta.]

Veja as demais palestras do ciclo. Continuar lendo

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08.09.11 00:01

Assembleia Legislativa: “A pichação e o escândalo dos banheiros”

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 13 Comentários

Arte: Hélio Rôla (clique para ampliar)

Meu artigo publicado na edição de hoje (8/9/2011) do O POVO:

A pichação e o escândalo dos banheiros
Plínio Bortolotti

O Governo do Estado, a exemplo do que fez a Prefeitura de Fortaleza, meteu os pés pelas mãos na negociação com os professores.

O sempre habilidoso governador Cid Gomes – que costuma atrair os mais díspares para o seu lado – tem-se comportado à desmedida nessa questão, tendo insistido na Justiça em uma causa perdida: o modo de calcular o piso nacional dos professores, no qual ele quer incluir bonificações, o que já foi rejeitado pelo STF.

Talvez porque seu estilo soft não consiga prevalecer nas confrontações diretas, como é o caso do movimento dos professores. Nessas horas costuma revelar-se nele a face Mister Hyde da família Ferreira Gomes.

O fato é que o presidente da Assembleia Legislativa, Roberto Cláudio (PSB), aliado do governo, parece ter embarcado na mesma canoa que, fatalmente, fará água. Ele está dando importância destacada a uma pichação inócua, por suas palavras: “Educação já”, deixada na parede interna da Casa depois da manifestação dos professores, na semana passada. Está certo, foi excesso, inda mais tratando-se de professores. Mas reconheça-se: de nenhum poder ofensivo, ninguém foi xingado ou ameaçado.

Porém, Roberto Cláudio chamou a Polícia e vai abrir inquérito para tentar punir autor do grafite. O que ele vai conseguir é pôr toda a categoria contra ele, achando ou não (o mais provável é que não encontre) o responsável.

Além do mais, alguém poderia perguntar: por que o presidente investe com tanta sanha para achar um pichador e não usa o mesmo vigor para descobrir os dutos por onde escorreram boa parte dos R$ 17 milhões destinados à construção de banheiros para famílias pobres do interior? Pelo contrário, um dos possíveis envolvidos, por estar sob investigação, foi acarinhado na Assembleia.

Pois bem, se alguém fizesse esse questionamento, o que o presidente da Assembleia responderia?

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06.09.11 15:52

Executivos de bancos ganham, em cinco anos, a soma de 2,2 trilhões de dólares

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

Artigo de Nassim Nicholas Taleb e Mark Spitznagel, publicado no jornal Valor Econômico, com o título de:

O grande assalto dos bancos

Para a economia americana – e para muitas outras economias desenvolvidas – o elefante na sala é a quantidade de dinheiro paga aos banqueiros nos últimos cinco anos. Nos EUA, a soma chega a impressionantes US$ 2,2 trilhões aos bancos homologados junto à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) dos EUA. Extrapolando para a próxima década, o número se aproximaria de US$ 5 trilhões, montante vastamente superior ao que tanto o governo do presidente Barack Obama como seus adversários republicanos parecem dispostos a cortar, adicionalmente, dos déficits orçamentários.

Esses US$ 5 trilhões não são dinheiro investido na construção de estradas, escolas e outros projetos de longo prazo, mas diretamente transferido da economia americana para as contas pessoais de executivos e funcionários de bancos. A sensação é de grande injustiça: tendo os banqueiros contribuído para causar os atuais problemas financeiros e econômicos, constituem a única classe que não está sofrendo em consequência deles – e, em muitos casos, na realidade, estão se beneficiando.

Continuar lendo no jornal Valor Econômico.

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02.09.11 11:33

“Literatura e Viagem”: ciclo de palestras na Academia Cearense de Letras

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: 2 Comentários

Ilustração: Hélio Rôla (clique para ampliar)

Começou no mês de agosto e segue até novembro/2011 o Ciclo de Conferências da Academia Cearense de Letras (ACL), tendo como tema Literatura e Viagem.

Livro

As palestras serão sempre às terças e quinta-feiras, das 18h às 19h. Em cada um dos encontro um estudioso do assunto abordará um autor ou livro, a partir do tema proposto.

Viagens

A escritora Angela Gutierrez, integrante da ACL e da coordenação do evento, ressalta que o tema não se refere estritamente a literatura “de” viagem. Ou seja, “viagem” é para ser entendida no seu sentido mais amplo, como é o caso, por exemplo, da conferência “Uma viagem à obra de Lima Barreto: Triste Fim de Policarpo Quaresma” ou “A travessia de Euclides da Cunha entre Os sertões e o livro inconcluso”.

Veja abaixo programação completa.

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02.09.11 11:00

Dia do Repórter Fotográfico com exposição

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

Clique para ampliar

Hoje (2 de setembro) é Dia do Repórter Fotográfico. Para comemorar, fotógrafo dos jornais O POVO, O Estado e Diário do Nordeste organizaram uma exposição coletiva no Shopping Benfica. A exposição segue até o dia 15/9/2011 e pode ser vista no horário entre 16h e 22h.

Coquetel

A abertura será hoje (2/9), às 19 horas, seguida de coquetel.

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01.09.11 16:36

Estudo mostra que 25 empresas americanas pagaram mais para seus executivos do que recolheram em impostos

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

A propósito do artigo que escrevi no post anterior, vejam o texto abaixo, publicado pelo boletim O Filtro, da revista Época (reproduzido na íntegra, com entretítulos meus).

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Estudo mostra que 25 empresas americanas pagaram mais para seus CEOs do que recolheram em impostos

A discussão sobre o tamanho dos impostos e quem paga as taxas será um dos grandes temas na eleição presidencial dos Estados Unidos do ano que vem. A mais de um ano da disputa, a discussão já tomou grande corpo, especialmente depois que o bilionário Warren Buffett sugeriu que ele e outros americanos prósperos deveriam passar a contribuir mais com o governo.

Nesta quarta-feira [31/8/2011], um estudo do Instituto de Estudo de Políticas Públicas, um “think tank” de esquerda (e portanto, alinhado ao partido democrata, a grosso modo a favor de mais impostos para as pessoas físicas e jurídicas ricas), promete esquentar ainda mais o debate.

Estudo

Segundo o estudo, destacado pela agência Reuters, 25 empresas americanas pagaram mais para seus CEOs [sigla para chief executive officer, o principal executivo de uma empresa] do que recolheram em impostos (excluindo taxas municipais, estaduais e internacionais). A Boeing, por exemplo, pagou a Jim McNerney bonificações de US$ 13,8 milhões, enquanto a empresa pagou US$ 13 milhões em impostos federais.

Deputado

O estudo provocou o representante (deputado) democrata Elijah Cummings a fazer um alerta, colocando em dúvida a forma atual que o governo cobra impostos:  Em uma carta para o presidente do Comitê (de Fiscalização e Reforma do Governo) Cummings pediu para que ele “examinasse a extensão à qual os problemas da bonificação de CEOs que levaram à crise econômica continuam existindo hoje”. Ele também questionou “por que o pagamento aos CEOs e os lucros corporativos estão crescendo tanto enquanto o pagamento do trabalhador está estagnado e o desemprego continua inaceitavelmente alto” e até que “extensão nossa tabela de impostos está encorajando essas disparidades crescentes”.

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Comentário

Se estudo semelhante for feito no Brasil, observaremos que muitos bancos pagam menos imposto de renda do que você, que está lendo agora esta postagem.

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01.09.11 00:01

“Os anéis e os dedos”: super-ricos querem pagar mais impostos

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

Meu artigo publicado na edição de hoje (1º/9/2011) do O POVO.

Ilustração: Hélio Rôla (clique para ampliar)

Os anéis e os dedos
Plínio Bortolotti

Foi Warren Buffett quem iniciou a campanha: o bilionário investidor defendeu que os endinheirados deveriam pagar mais impostos. Em artigo para o The New York Times, ele disse que o Congresso americano deveria parar de “mimar” os “super-ricos” taxando com mais vigor as suas fortunas.

Ele se pôs na linha de tiro: disse pagar 17,4% de impostos sobre seus rendimentos tributáveis, enquanto o salário dos empregados de seu escritório é taxado a 36% ao ano.

Nas pegadas de Buffett, vieram Liliane Bettencourt (herdeira da L’Oreal), mais um punhado de franceses mega-ricos. Na Itália Luca di Montezemolo (presidente da Ferraria) aderiu ao movimento.

Agora, segundo o inglês The Guardian, um grupo de 50 alemães multimilionários está implorando para pagar mais impostos.

O fundador do grupo Dieter Lehmkuhl, afirmou: “Eu diria a Merkel [Angela, primeira-ministra] que a resposta para resolver os problemas financeiros da Alemanha [...] não é fazer cortes, que atingem desproporcionalmente as pessoas mais pobres, mas tributar os mais ricos”.

Na tabela do Imposto de Renda no Brasil veríamos situação parecida com a que acontece nesses países. (Mas aqui os super-ricos estão pedindo mais benefícios).

Pior ainda, a taxação indireta no Brasil atinge os mais pobres. Vejam trecho do artigo do economista Cláudio Ferreira Lima, no O POVO: “Os tributos indiretos, que taxam fortemente o consumo, somam cerca de 60% da arrecadação total. O ICMS é o principal deles. Com alíquotas iguais para os desiguais e o grosso dos rendimentos dos pobres e de segmentos da classe média indo para o consumo, é sobre os ombros destes que a carga pesa mais”.

Mas não é apenas “bondade” que move os super-ricos americanos e europeus. Eles sabem que a situação é insustentável – e devem olhar com temor para o que acontece em seu próprio terreiro, onde jovens indignados revoltam-se contra a (des)ordem estabelecida.

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29.08.11 00:00

Uma coisa leva à outra: do PIG às “Recordações do escrivão Isaías Caminha”

Por: Plínio Bortolotti | Comentários: Comente

Leio com certa regularidade os artigos de Lúcio Flávio Pinto, o editor do Jornal Pessoal (PA), um dos jornalistas mais perseguidos do país, que se confronta constantemente com a grande imprensa, mas nem por isso deixa que se sufoque a clareza de suas ideias e seu poder de análise.

Para que serve?

Ele não cai, por exemplo, no canto da sereia que classifica os meios de comunicação como PIG (partido da imprensa golpista).

Em seu artigo A imprensa, para que serve?, ele escreve:

“Encarar a grande imprensa como um Partido da Imprensa Golpista não é só uma ofensa à verdade histórica: é uma forma sorrateira (e, para alguns usuários dessa definição, cínica) de estimular, ainda que subliminarmente, a censura oficial, a perseguição estatal ou a sedução pelo poder estabelecido”.

Recordações

No mesmo artigo Lúcio Flávio anota que o livro Recordações do escrivão Isaías Caminha faz “uma das mais confiáveis referências sobre a redação de um jornal dessa época” (início do século passado). O livro é de Lima Barreto, o mulato que tinha “a alma de bandido tímido”, como sua própria descrição.

Instado pela citação, voltei ao livro e – diferentemente do que escrevi no post abaixo -, a maioria das vezes sinto reduzir-se o impacto quando revejo determinada obra, “Recordações…” fez um efeito inverso. A poderosa escrita de Lima Barreto, a cada vez que se lê, é uma porrada mais forte.

Lima Barreto

Ele não faz concessão nem a ele mesmo e deixa-se nu nas “Recordações…”, pois Isaías Caminha é seu evidente alter ego: descrevendo a humilhação, o desprezo e o escárnio a que se vê jogado em uma sociedade prenhe de preconceito. Isaías, jovem e bem preparado intelectualmente, vê nulidades passando-lhe à frente, ascendendo socialmente, enquanto a ele é reservada uma posição subalterna.

Trechos

“[...] Fiquei amedrontado em face das cordas, das roldanas, dos contrapesos da sociedade; senti-os por toda a parte, graduando os meu atos, anulando os meus esforços; senti-os insuperáveis e destinados a esmagar-me, reduzir-me ao mínimo, a achatar-me completamente.”

Quando é interrogado por um delegado, que duvida de sua condição de estudante (obviamente devido à sua cor). “Você é um gatuno”, diz o homem a lei. “Todo eu me agitei, todo eu me indignei. Senti num segundo todas as injustiças que vinha sofrendo; revoltei-me contra todos os sofrimentos que inha suportando. Injustiças, sofrimentos, humilhações, misérias, juntaram-se dentro de mim, subiram à tona da minha consciência, passaram pelos meus olhos e então expectorei sacudindo as sílabas:

– Imbecil

(O que lhe custa algumas horas no xadrez da delegacia.)

Jornal

Como contínuo e, depois, como repórter de jornal (o que Lima Barreto, de fato, foi) Isaías Caminha passa a ver as coisas com mais clareza – e faz uma descrição demolidora da imprensa carioca no início do século passado.

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Plínio Bortolotti

Plínio Bortolotti

Jornalista. Diretor Institucional do Grupo de Comunicação O POVO, jornal, rádios […]

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