25.01.11 18:57
Curso de Cinema e Vídeo e Cinema de Animação na Casa Amarela
Encontram-se abertas inscrições para os cursos de Cinema e Vídeo e de Cinema de Animação da Casa Amarela Eusélio Oliveira (UFC).
O Curso de Cinema e Vídeo terá três meses, com início em 14 de março (de segunda a quinta-feira, das 19h às 21 horas).
O de Cinema de Animação começará em 15 de março, com duração de dois meses (às terças, quartas e quintas-feiras, das 15h às 17 horas).
As inscrições seguem até 11 de março ou até o preenchimento das vagas.
Mais
Inscrições: Av. da Universidade, 2591 – Benfica (Casa Amarela). As inscrições só podem ser feitas presencialmente.
Preço: Cinema e Vídeo (R$ 200,00); Cinema de Animação (R$ 180,00). Taxa única para ambos os cursos.
Documentos: Identidade e CPF – e a entrega de uma foto 3×4 recente.
Tefones da Casa Amarela Eusélio Oliveira: – (85) 3366 7772 (85) 3366 7773.
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24.02.10 10:54
Uso a Velox a uma pá de tempo e – verdade seja dita – nunca tive problema, à exceção de um período, há cerca de três anos, em que mudei de endereço e eles demoraram mais de mês para fazer a transferência.
Pois bem
Desde sexta-feira [19/2/2009] a minha conexão não funciona. Esperei até sábado, pois às vezes o serviço sai do ar e logo volta. Não voltou. Liguei para o atendimento. Mandaram fazer aqueles procedimentos de sempre: “quais as luzes do modem estão acesas”, “tire os cabos”, “desligue o cabo”, etc. [A luz que não acende é a "dsl", indicando falta de conexão].
O atendente agenda o técnico “que estará em sua casa em 24 horas”, portanto, no domingo. Não chega. Ligo novamente, dizem que vão mandar na segunda-feira de manhã. Fica alguém esperando em casa. Nada.
À tarde me liga uma atendente: “Sr., o senhor confirma que um técnico foi à sua casa e não havia ninguém”. Eu: “O que eu confirmo é que vocês disseram que o técnico estaria lá de manhã e ele não foi”.
Nova data agendada para terça-feira. Nada.
Hoje, quarta-feira [24/2], telefono novamente para a Velox; depois de várias ligações em que espero um tempo que me faz desligar o telefone, consigo falar.
A atendente me diz que o técnico “deu o serviço por concluído”, como?, pergunto eu, se ele nem apareceu em casa? “Senhor, o serviço foi concluído”. O negócio fica nesse vai não vai, a atendente sem querer marcar novo atendimento, pois no relatóiro dela o “serviço está concluído”.
Insisto com veemência, perco um pouco a paciência, mas mantenho a compostura [Sempre prometo não perder a paciência com atendentes: a responsabilidade não é deles, mas da direção da empresa, mas às vezes, vou te contar, não tem jeito. Até o Dalai Lama perderia a paciência se tivesse de recorrer a um telemarketing]. Ele me pede todas as informações anteriores: qual luz não acende, etc.
A atendente ainda resiste em fazer novo agendamendo para o técnico, afinal o serviço estava “concluído”. Insisto: eu preciso de um técnico. Ela: “Senhor o técnico irá à sua casa, mas se o problema não for na conexão, a visita será cobrada [sessenta e tantos reais] e ele não fará o serviço“.
Marquei assim mesmo. Fazer o quê?
Pode um negócio desses?
PS. O título surgiu de um post de @tapiocaria, que escreveu o seguinte no Twitter: “Cara, essa sua saga com Velox parece uma penitência por um pecado bem grande que você fez no passado. Vai ter paciencia assim…”
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17.02.10 22:20
Por que uma oficina "autorizada" pela montadora agem assim?
Nem pretendia contar essa história, que aconteceu entre dezembro do ano passado e o início deste mês de fevereiro. Com um pouco de tempo sobrando devido ao Carnaval, descrevi a história – deixei para publicá-lo agora, pois a farra carnavalesca terminou: é hora de voltar aos assuntos sérios.
Talvez esse problema pessoal sirva de alerta a outras pessoas.
Pois bem
Mandei para conserto o veículo que uso, um carro Gol, da Volkswagem. Foi em uma oficina comum [não é uma concessionária da montadora], mas um lugar de minha confiança. O problema que o carro apresentava era falha no motor, afogando com frequência e demorando a responder à aceleração.
Pois bem, o mecânico revisou o de sempre: velas, cabos, etc., sem achar o defeito. Suspeitou que o problema fosse em uma peça chamada “unidade de controle”. Uma peça cara, custando cerca de R$ 1.000,00. Antes de simplesmente trocá-la, ele mandou testar a peça, que estava [está] em perfeitas condições. Ele entregou os pontos, não conseguiu localizar o defeito: sugeriu-me que pedisse diagnóstico de outra oficina. [Não cobrou nada pelo trabalho.]
Levei a uma “autorizada”. Pouco depois recebo a ligação de um “consultor” dizendo que o problema era na tal unidade de controle, que era preciso trocá-la, junto com as velas, cabos e outras peças. Disse-lhe que o problema não era nessa peça, que já havia sido testada. Ele insistiu, mandei então que me fizesse o orçamento, mas que não dava certeza de que faria o serviço.
Ele disse que, caso não autorizasse o serviço, eu teria de pagar as “horas trabalhadas” do mecânico, algo em torno de R$ 200,00. Pedi, então, que me fizesse o orçamento por escrito e autorizei um serviço menor [a troca de um sensor da luz do freio] para evitar o pagamento das tais “horas trabalhadas” no diagnóstico.
O orçamento que ele me entregou do serviço principal, mandando trocar várias peças [inclusive a tal unidade de controle e velas que eu já havia trocado há menos de três meses] importou em R$ 2.200,00 [incluindo mão-de-obra].
De posse do orçamento, voltei à primeira oficina. O mecânico reafirmou: o problema não era aquele. Pediu para que eu deixasse o carro que ele faria um novo exame. Pouco depois me liga dizendo que havia descoberto que o defeito era a bobina de ignição, que bastou trocá-la para o carro funcionar perfeitamente [como está funcionando até hoje]: preço total, peça e serviço: R$ 315,00.
O mecânico ainda me disse o seguinte: que tinha quebrado a cabeça pois, inicialmente, tinha posto uma bobina da marca Magneti Marelli – e que o veículo continuava falhando ou não pegava. Fez algumas pesquisas e descobriu que algumas séries do Gol só aceitam a bobina Bosch, que é a original.
Então
1. Observando o comportamento das duas oficinas, uma “não-autorizada” e uma “autorizada” pela montadora observa-se que a primeira agiu de forma muito mais – digamos assim – adequada. Reconheceu que não era capaz de fazer o diagnóstico preciso e encaminhou-me para outra oficina.
2. E por que uma uma oficina autorizada pela concessionária age da maneira que agiu, cobrando muito caro por um serviço desnecessário e mandando que eu trocasse peças que funcionam perfeitamente?
4. Não quero dizer, de princípio, que houve má-fé deliberada. O que eu penso é o seguinte: as concessionárias, para fazer o negócio circular mais rapidamente, talvez ajam como aquele médico que, frente a qualquer queixa de dor, receitam uma dose cavalar de Buscopan; diante de uma simples dor de garganta, mandam o “paciente” tomar um antibiótico ou um antiinflamatório que pode curar desde uma pequena inflamação até um tumor supurado.
5. No caso que contei, o pior é que o problema nem seria resolvido. Se eu mandasse fazer o serviço na “autorizada” teria gastado R$ 2.200,00 e o veículo continuaria com o defeito original. Ao voltar lá, tenho a certeza de que a concessionária não reconheceria o erro, trocaria a bobina [mais, no mínimo, cerca de R$ 300,00], isto é, se descobrissem o problema – e o prejuízo ficaria por minha conta.
6. E mais: por que as montadora não fazem uma alerta informando que determinadas marcas de peça não podem ser usadas em determinados serviços nos seus veículos? Por que alguns pequenos defeitos – que já são do conhecimento das montadoras e concessionáras – somente são informadas quando a vítima leva seu veículo a uma oficina? Em um caso desses, muitas vezes simples, pode acontecer de o sujeito cair em uma oficina desonesta e ser obrigado a pagar por um serviço que não é necessário fazer.
[Guardo os documentos que comprovam os passos que relatei acima.]
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