11.04.12 00:17
Novos Talentos O POVO – 11ª turma

A partir da esquerda: George de Araújo Bezerra Pedrosa (UFC), Iane Lara Braz Parente (UFC), Isabela Magalhães Bosi (UFC), Thaís Brito Mendonça (UFC), Patrícia Borges Nogueira (Unifor), Ed Ney Borges Dias (UFC), Bruno Parente Correia Mota (UFC), Antonio Laudenir Oliveira dos Santos (FaC)
Os integrantes da 11ª turma do curso Novos Talentos O POVO para Estudantes de Jornalismo, que teve início esta semana, concluindo-se em julho. No período do curso, os estudantes têm a oportunidade de conhecer as redações dos diversos meios de comunicação do O POVO (jornal, rádio, portal e TV) e têm aulas de Português e Redação Jornalística
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02.04.12 11:29
Faculdades americanas de jornalismo adaptam currículo para acompanhar transformações
A transformação nos meios de comunicação cria desafios para todas as partes interessadas, incluindo as universidades, que devem se esforçar em treinar os futuros profissionais para que se adaptem às novas necessidades.
As principais escolas de jornalismo nos Estados Unidos, Europa e, em menor medida, na América Latina começaram a transformar seus currículos para que os graduados possam sobreviver em um ambiente em mudança, em uma indústria que constantemente corta empregos, em um contexto cada vez mais exigente de novos conhecimentos.
A inclusão de cursos sobre empreendedorismo e a adoção do modelo de “hospitais de ensino” –como utilizado por escolas de medicina– são as primeiras respostas das universidades, de acordo com uma pesquisa realizada pela doutoranda da Universidad de Navarra, María José Vázquez.
Seu trabalho, apresentado no XIII Congreso de Periodismo Digital, foi incluído em um livro digital sobre o evento.
Reproduzido da IJNet (Rede Internacional de Jornalistas). Continue a ler aqui.
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22.03.12 11:46
Folha de S. Paulo oferece bolsa para pesquisa sobre história do jornalismo
O jornal Folha de S. Paulo, por meio do projeto Folha Memória – Programa de Orientação de Pesquisa em História do Jornalismo Brasileiro – oferece bolsas para pesquisa de temas de história do jornalismo.
Propostas
Os interessados podem propor pesquisas sobre fenômenos de qualquer época (inclusive contemporâneos) relacionados a qualquer meio jornalístico.
Segundo o jornal , o objetivo do programa é promover a realização de pesquisas com rigor acadêmico, mas apresentadas na forma de um texto de interesse geral (e não na forma de trabalho acadêmico).
Bolsa
Cada bolsista receberá, por mês, pelo período de seis meses (de 15/7/2012 a 15/1/2013), bolsa de R$ 2.530, na forma de reembolso por despesas comprovadas, respeitadas as condições do regulamento.
Poderá se inscrever quem esteja fazendo ou tenha concluído qualquer curso de graduação em qualquer universidade brasileira.
Ao final de cada edição do Folha Memória, uma pesquisa será premiada.
Inscrições até 30/4/2012
Regulamento
Ficha de inscrição
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19.12.11 18:35
“Faltam profissionais em jornalismo econômico”
Um bom alerta para estudantes e profissionais.
Reproduzido na íntegra do Portal Comunique-se
“Faltam profissionais em jornalismo econômico, diz coordenador do curso do Estadão”
Izabela Vasconcelos
Há mais vagas do que profissionais qualificados. Esse é o cenário do jornalismo econômico no Brasil. De acordo com o coordenador do curso Estado de Jornalismo, Francisco Ornellas, do jornal O Estado de S.Paulo, a área econômica não é vista como a primeira opção dos jornalistas.
“O jornalismo econômico geralmente não é visto como primeira opção, porque os estudantes misturam a paixão com a emoção e seguem por outros caminhos. Mas existe uma demanda forte no jornalismo econômico e por isso é mais fácil conseguir emprego nessa área”, explica.
Jornalista defende a interação da universidade com o mercado (Imagem: Reprodução YouTube)
Além de coordenar o curso Estado de Jornalismo, Ornellas organizou o curso Estado de Jornalismo Econômico. Essa primeira edição do programa selecionou 15 profissionais da casa e outros 15 que já eram alunos do curso Estado de Jornalismo. O curso intensivo, de 10 dias em período integral, conta com palestras de representantes do BNDS, FGV, USP, Governo Federal, entre outros. Na última sexta-feira, 16, os alunos assistiram uma apresentação do ministro da Fazenda, Guido Mantega.
A jornalista Natália Peixoto, aluna do curso, se mostra satisfeita com o programa. “Geralmente nós temos que aprender esses assuntos na marra. Aqui estamos tendo essa oportunidade de aprender com gente muito experiente. É um aprendizado intensivo”.
Ornellas conta que o curso foi aberto porque a Agência Estado sentia falta de profissionais bem qualificados no mundo dos números. “Tínhamos uma demanda da Agência Estado em conseguir jovens jornalistas com introdução econômica. O curso é como se fosse uma residência médica, uma residência econômica para jornalistas”, define.
Apesar de admitir que os profissionais não saem tão bem qualificados para a área econômica, Ornellas não culpa as universidades, mas sugere soluções. “A faculdade cumpre seu papel. São muitos assuntos para se aprofundar em pouco tempo. Essas coisas só se aprende com a experiência laboral. Se existisse mais interação entre as universidades e as empresas, como acontece na Europa e Estados Unidos, essa formação seria mais rápida”, defende.
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02.05.11 10:40

A partir da esquerda: Laila Cavalcante (UFC), Carlos Mazza (UFC), Lucas Benedecti (Unifor), Mariana Freire (UFC), eu, Tatiana Pavarino (Unifor), Yuri Alexsander (UFC), Lívia Pontes (UFC) e Emília Morais (UFC) e Liana Dodt (UFC, que não aparece na foto)
Na foto ao lado a 9ª turma do curso Novos Talentos O POVO para Estudantes de Jornalismo. A cada semestre uma turma é selecionada para passar três meses nas redações da rádio, jornal e TV. Durante o período eles também têm aulas de Redação e Apuração Jornalística e Português.
A 10ª turma começou o treinamento em abril/2011 – e conclui o curso no mês de julho.
Para saber mais, na página dos Novos Talentos.
[Clique para ampliar a foto]
* Esta é a 9ª Turma dos Novos Talentos. Até o dia 5/5/2011, 22h15min, estava anotado, equivocamente, 10ª Turma.
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19.04.11 10:14
Reproduzido na íntegra do Blog Jornalismo das Américas, do Centro Knight para Jornalismo das Américas. No post original há links para assuntos correlatos (em inglês).
Universidade do Colorado, nos EUA, decide fechar sua escola de jornalismo
Pela primeira vez em sua história, a Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, fechará uma de seus escolas, a de jornalismo, que deixará de existir no dia 30 de junho, informou o Boulder Daily Camera. A decisão levantou uma discussão sobre a necessidade de uma formação universitária específica para os profissionais de imprensa.
No dia 14 de abril, a diretoria da universidade decidiu, em votação, fechar a Escola de Jornalismo e Comunicação Social. Assim, os alunos que desejarem estudar jornalismo o farão como uma escolha secundária, por meio do programa batizado de “Jornalismo Plus”. Por enquanto, o jornalismo e seus professores farão parte da Escola de Pós-Graduação.
Os diretores que votaram contra o fechamento escreveram uma carta aberta, na qual afirmam que a escola de jornalismo não será substituída por uma de informação, comunicação e tecnologia.
A regional do Colorado da Sociedade de Jornalistas Profissionais (SPJ, na sigla em inglês) expressou sua decepção em um comunicado. “Nossa posição é a de que as autoridades universitárias devem reafirmar seu compromisso de ensinar os elementos básicos do jornalismo, da fotografia e da narração de histórias”, disse a presidente da SPJ-Colorado, Cara DeGette. “A necessidade de uma imprensa vibrante e vigilante nunca foi maior do que hoje. Enquanto os programas de jornalismo mudam por causa dos novos métodos de divulgação, do online e de novas tecnologias, é fundamental que eles continuem enfatizando as habilidades jornalísticas e os padrões éticos”.
Em texto intitulado “Quem precisa de uma escola de jornalismo?”, escrito depois de a Universidade de Northwestern mudar o nome de sua escola de jornalismo, Mark Oppenheimer argumentou: “Estou predisposto a não pensar muito sobre escolas de jornalismo. No entanto, [...] acredito que muitas escolas de jornalismo oferecem excelente formação a muitos estudantes. Geralmente aconselho meus próprios alunos a não se candidatarem a escolas de jornalismo, [..] porque a formação que teriam no trabalho seria mais útil. Mas não acredito que seja uma má idéia estudar em uma escola de jornalismo, para muitos estudantes isso pode, na verdade, ser uma grande idéia”.
Já para o colunista do Denver Post Ed Quillen, o fechamento da escola de jornalismo de Colorado é acertado, já que o orçamento estatal está apertado. “Qualquer pessoa educada e razoavelmente curiosa pode dominar os grandes mistérios do jornalismo em uns poucos meses”, escreveu. (Por Summer Harlow/AP)
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12.04.11 11:00
Estudantes da UFC visitam O POVO
O POVO recebeu ontem a visita de estudantes de Jornalismo da UFC (Universidade Federal do Ceará), alunos do professor Edgard Patrício, da turma de Introdução às Técnicas Jornalísticas.
Nós estamos na sala do O POVO na Educação, projeto que tem o objetivo de divulgar o jornal em salas de aula (ensino médio e fundamental) e também de receber estudantes que visitam o jornal.
A sala em que trabalha o Carlos Eduardo, coordenador do O POVO na Educação, é um tanto quanto apertada – e o fotógrafo Rafael Cavalcante foi obrigado a usar uma grande angular, por isso estamos um pouco achatados.
Na conversa que tivemos falei sobre pauta, critérios de noticiabilidade, como é a rotina na Redação do O POVO, entre outros assuntos de interesse dos estudantes.
11.02.11 11:37
Novos Talentos têm 133 inscritos
Com 133 inscritos, encerrou-se na quarta-feira a fase de inscrições para a 9ª turma do Curso Novos Talentos O POVO para estudantes de Jornalismo encerraram-se ontem.
As duas próximas etapas serão as seguintes:
14/2 – Divulgação na página dos Novos Talentos o nome dos estudantes que farão a prova escrita.
17/2 – Realização da prova escrita.
A distribuição das inscrições por faculdade ficou da seguinte maneira:
FaC (Faculdades Cearenses): 39 estudantes
Unifor (Universidade de Fortaleza): 26 estudantes
UFC (Universidade Federal do Ceará): 24 estudantes
Estácio-FIC (Faculdade Integrada do Ceará): 22 estudantes
Fa7 (Faculdade 7 de Setembro): 12 estudantes
Fanor (Faculdades Nordeste): 8 estudantes
FGF (Faculdade Integrada Grande Fortaleza): 2 estudantes
Mais
Prova escrita: dia 17/2/2011- Quinta-feira
Horário: das 14h às 18h. Não será tolerado atraso.
Local: Fa7 - salas: 60, 61 e 62.
Endereço: rua Almirante Maximiano da Fonseca, 1395 – bairro Engenheiro Luciano Cavalcante.
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13.01.11 14:53
Procura por curso de Jornalismo na USP aumenta, mesmo após a queda da obrigatoriedade do diploma
Matéria publicada no Comunique-se mostra que a USP (Universidade de São Paulo) registrou crescimento na procura pelo curso de Jornalismo para o vestibular deste ano, apesar da queda da exigência do diploma para o exercício da profissão.
O fim da necessidade do diploma específico para exercer a profissão de jornalista foi decidida STF (Supremo Tribunal Federal) em junho de 2009, a relação de candidato/vaga na universidade para 2011 é de 34.62, contra 32.30 em 2010.
Apesar da alta deste ano, diminuiu a procura pelo curso na última década. Em 2006, a relação candidato/vaga era 53,93 – a maior em dez anos.
Faculdade fecha
No entanto, segundo informa o Comunique-se, a decisão do STF afetou algumas universidades. No ano passado, o Senac (SP) decidiu fechar a graduação em Jornalismo, por desistência dos alunos. Em 2009, a Universidade de Uberaba (Uniube) e Universidade Mogi das Cruzes (UMC) suspenderam a turma de um semestre, já a Faculdade de Campinas (Facamp) decidiu extinguir o curso.
Faculdade abre
Ainda segundo o comunique-se, na contramão dessas universidades, em setembro de 2010 a ESPM lançou sua graduação em Jornalismo. Foram abertas 100 vagas para este ano. Segundo a entidade, o momento foi visto como uma oportunidade, já que acredita que apenas os cursos que atenderem às exigências do mercado serão mantidos.
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02.12.10 22:22
Manual de Jornalismo Investigativo
A Fundação Konrad Adenauer lançou um manual de jornalismo investigativo para profissionais africanos. O livro traz definições do jornalismo investigativo e orienta sobre formas de praticá-lo. Apesar de ser dirigido para jornalistas africanos, o livro traz informações importantes para quem é repórter em qualquer lugar do mundo.
Veja abaixo trecho do prefácio da obra:
“Em todo o mundo, mas especialmente em África, aqueles que denunciam os maus comportamentos e a corrupção são muitas vezes considerados mais perigosos do que os verdadeiros responsáveis por esses males. Trabalhar como jornalista investigativo num meio desses requer uma coragem extraordinária; o tipo de coragem sustentada por uma profunda preocupação pelo drama dos impotentes. O jornalismo de investigação em África exige pessoas que estejam preparadas para realizar um esforço suplementar em cada dia que passa, muitas vezes em meios que, pela sua natureza, parecem determinados a calar essas pessoas. Leis de imprensa repressivas, falta de recursos e uma cultura generalizada de secretismo entre as autoridades são apenas alguns dos desafios enfrentados por jornalistas que questionam a conduta dos que detêm dinheiro, conexões e poder.
Neste contexto, os jornalistas precisam não apenas de uma mentalidade particular, mas também de uma vasta gama de conhecimentos. O jornalismo investigativo não é algo só para génios. Em última análise, tem a ver com um conhecimento apropriado do ofício.”
Informações sobre os autores e link para baixar o livro gratuitamente.
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