O Povo Online – Plínio Bortolotti

Na Bela Vista uma coisa feia de se ver

Postado em 29 de julho de 2010 às 18:08 por pliniobortolotti

De um leitor, a foto ao lado e o texto abaixo.

«Caro Plinio, gostaria de agradecer por seus artigos sobre a Fortaleza Terra de Ninguém e gostaria de pedir a sua ajuda divulgando mais um absurdo que acontece nas ruas de Fortaleza. O problema é que há alguns dias percebi uma construção irregular no cruzamento entre as ruas Miguel Gonçalves e Coronel Nunes de Melo, no bairro Bela Vista – área pertencente à Secretaria Executiva Regional III – onde o proprietário está construindo um pavimento superior em seu domicílio e neste percebemos claramente a invasão da calçada através de extensão horizontal.»

Categoria: Fortaleza terra de ninguém | Comentários: Comente

Ronda do Quarteirão: a nova velha polícia

Postado em 29 de julho de 2010 às 0:01 por pliniobortolotti

"A violência Ronda/Segurança mata", de Hélio Rôla

Meu artigo semanal, publicado no O POVO na edição desta quinta-feira [29/7/2010], com ilustração de Hélio Rôla, exclusiva para os leitores do blog.

A nova velha polícia
Plínio Bortolotti

Um rapaz de 14 anos é assassinado em ação criminosa da Polícia Militar. O motivo do crime: ele estava na garupa de uma motocicleta carregando uma suspeita caixa de ferramentas. Levou um tiro na cabeça, disparado por um funcionário público, pago para proteger a população. A desculpa: o pai do menino, que pilotava a moto, não teria atendido a ordem de parar da “autoridade”.

A abordagem desastrada não foi da “velha” polícia, mas ação da “polícia comunitária”, a “polícia cidadã”: a Ronda do Quarteirão. O que nasceu para ser o “exemplo” de uma “nova” polícia gangrena-se rapidamente. Não é o “velho” contaminando o “novo”, mas o velho que subsiste no “novo”. Para esse tipo de polícia, todo mundo é culpado até prova em contrário. O civil é visto como um inimigo a ser combatido, principalmente – talvez somente – se for pobre; pior se tiver o azar de ter a cor da maioria do povo brasileiro: pardo ou preto.

(Quando a Ronda foi criada confesso que vi brilhar uma chama do fim do túnel, mas cuidam de apagá-la bem rapidamente.)

No blog de Vasco Furtado, do Conselho de Leitores deste jornal, ele atribui o acontecido ao fato de policiais serem postos nas ruas sem a devida qualificação e afirma, com propriedade, que “polícia despreparada potencializa a violência”. Impossível discordar quanto à falta de treinamento.

Mas, pergunto: quanta “qualificação” seria necessária para se saber dos riscos de atirar em via pública? O que é preferível: deixar um suspeito fugir ou pôr em risco a vida de inocentes? Penso que qualquer pessoa normal sabe a resposta, mesmo sem nenhum tipo de treinamento.

A falta de treinamento é grave. Mas parece que o problema vai para além disso.

A freqüência assustadora com que casos assim – e outros tão graves – se repetem no Ceará e outros lugares, leva à conclusão de que não há “reforma” possível na corporação. É preciso começar tudo de novo. A unificação das polícias seria um bom começo.

Categoria: Artigo O POVO | Comentários: 2 Comentários

Jornalismo Cultural: curso online em espanhol

Postado em 28 de julho de 2010 às 9:36 por pliniobortolotti

Jornalistas da América Latina interessados em jornalismo cultural podem participar de curso online de três meses sobre o tema. As inscrições vão até 3 de agosto.

O curso examinará questões como: Por que o jornalismo cultural é necessário? É um jornalismo elitista? Como escolher e processar informação encontrada na Internet?

O instrutor é o escritor e jornalista Vicente Battista, atual colaborador do jornal argentino El Clarín. A inscrição custa US$120

Para mais informação, clique aqui.

[Informações da Rede de Jornalistas Internacionais - IJNet.]

Categoria: cursos | Comentários: Comente

Google tem novas ferramentas para pesquisa jornalística

Postado em 28 de julho de 2010 às 9:04 por pliniobortolotti

O Google está agora revolucionando ferramentas que podem ser usadas por jornalistas para simplificar e melhorar a reportagem. Para cada aplicativo gratuito, os usuários devem ter um cadastro Google.

Google Voice: permite que os usuários escolham um novo número de telefone que consolida quaisquer números telefônicos existentes, incluindo celular, linha regular e VOIP em um só numero. Os usuários podem selecionar o código de área desejado e incluir seu próprio nome ou palavra como “notícia” ou “dica” no número.

iGoogle: ferramenta Google relativamente padrão, ampliou o número de suas funções. Os usuários podem criar esta homepage e adicionar um número de novas ferramentas úteis como o Google Translate, um conversor de unidade e moedas e um buscador de pessoas para endereço e telefone. A página também agrega os feeds de RSS selecionados pelos usuários.

Google Alerts: pode ser utilizado para achar novas matérias, checar a popularidade de matérias atuais e seguir o desenvolvimento de notícias. O Google Alerts rastreia uma variedade de fontes na Internet, incluindo blogs, com uma variedade de opiniões e informação sobre um tópico. Para pesquisas mais exclusivas, o Advanced Google Alerts podem limitar pesquisas por domínio ou site específico.

Google Trends: separa os padrões de busca de todos os usuários do Google, colocando tópicos populares nas pontas dos dedos dos jornalistas.

Google também tornou mais fácil apurar matérias e facilitou a pesquisa necessária por tópicos. Pesquisas específicas são completadas mais rapidamente com Google Chrome, que inicia e carrega aplicativos da Web de maneira mais eficiente que outros navegadores e permite fazer pesquisas diretamente na barra de navegação.

Informações reproduzidas do portal da Rede de Jornalistas Internacionais – IJNet, onde se poderá ler a matéria na íntegra com os links para as ferramentas anunciadas.

Categoria: Jornalismo | Comentários: Comente

Curso de cinema e vídeo na Casa Amarela

Postado em 27 de julho de 2010 às 20:09 por pliniobortolotti

Estão abertas, na Casa Amarela Eusélio Oliveira, da Universidade Federal do Ceará, inscrições para turmas do semestre 2010.2 dos cursos de “Cinema e Vídeo” e “Cinema de Animação”. O processo vai até 10 de setembro ou até quando preencher o número de vagas.

O curso de “Cinema e Vídeo” terá início dia 13 de setembro e será ministrado de segunda a quinta-feira, das 19h às 21h, perfazendo um total de 90 horas/aula em três meses de duração. “Cinema de Animação” começará no dia 13 de setembro e se estenderá até 8 de outubro de 2010, com aulas de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, totalizando 60 horas/aula.

Para inscrever-se, os interessados devem apresentar documento de identidade e foto 3×4 recente. Com Guia de Recolhimento da União (GRU), disponível na secretaria da Casa Amarela Eusélio Oliveira, os candidatos pagarão taxa única de R$ 200,00 (“Cinema e Vídeo”) ou de R$ 180,00 (“Cinema de Animação”). Mais informações no local dos cursos, na Av. da Universidade, 2591 – Benfica.

[Informações da organização do evento.]

Categoria: Blogs O POVO | Comentários: Comente

Sutil perversidadade de Veronica Stigger

Postado em 25 de julho de 2010 às 0:01 por pliniobortolotti

Na próxima quinta-feira (29/7/2010) estará em Fortaleza a escritora gaúcha Veronica Stigger. Ele vai lançar seu mais recente livro “Os Anões”, em uma atividade promovida pelo O POVO e a Livraria Cultura, onde ela vai autografar o livro, a partir das 18h.

Segue apresentação da escritora e entrevista com ela, preparadas, a meu pedido, pela editora das Edições Demócrio Rocha Regina Ribeiro.

Sutil perversidade

Regina Ribeiro

O POVO e a Livraria Cultura convidam a escritora Veronica Stigger para bate-papo e lançamento do seu novo livro “Os Anões”, dia 29 (quinta-feira), às 18 horas, na Livraria Cultura

Os personagens criados por Veronica Stigger trazem em si um quê de perverso, surgem em espaços comuns e inusitados, comandam corpos mutilados, comprimem-se em orifícios, disputam desesperos. A linguagem pincela cenários múltiplos de uma literatura que não tem pouso certo e que extrai da diversidade os inúmeros jeitos de contar uma história.

Livro negro

“Os Anões” (Cosac Naify), terceiro livro de Veronica, que será lançado em Fortaleza, na Livraria Cultural, dia 29, vem negro, 60 páginas em papel cartonado. Lembra um pequeno livro feito para crianças. Pura impressão. A autora mantém vivo o retrato da violência banal que permeia as relações, marca das metrópoles, e que interliga seus livros “O trágico e outras comédias” (7 Letras) e “Gran cabaret demenzial” (Cosac Naify) e o recém publicado “Os Anões”.

Linchamento na padaria

Assim, um casal de anões é linchado no interior de uma padaria. Os restos de carne esmagada a chutes e pontapés e a substância aquosa que escorre do crânio dos anões viram simples lixo que precisam ser recolhidos rapidamente. Um niilismo latente encontra brechas na falsa simplicidade do cotidiano e na sua comunicação fragmentada. Suicídios em massa viram espetáculo. Como numa pintura, Veronica monta pequeninos quadros tirados de anúncios de jornal, da publicidade, dos documentos oficiais, das notícias-clichês. A linguagem trafega livre assumindo a forma que melhor convém às ideias. O resultado é uma clivagem literária que surpreende (e assombra) o leitor.

Autógrafos

Em Fortaleza, a escritora que também é crítica de arte, fala sobre sua produção literária em bate-bate e autografa o livro. A seguir o início da conversa:

Regina Ribeiro - A sua literatura faz uma conexão com várias linguagens: poesia, teatro, roteiro de cinema. Como você escolhe a linguagem para cada narrativa?

Veronica Stigger - O gênero ou a forma com que irei trabalhar numa dada narrativa ou poema, peça teatral, roteiro cinematográfico, depoimento, anúncio classificado etc. não é escolhido a priori, mas determinado pela história que quero contar. Trocando em miúdos: primeiro tenho uma ideia, depois penso qual será a melhor forma de realizar essa ideia; em outras palavras, qual a melhor forma de contar uma determinada história: será um narrador em primeira pessoa ou em terceira pessoa? a partir de que ponto de vista será montada a narrativa? quem serão os personagens? como serão os personagens? e assim por diante. E no decorrer deste processo o qual, para mim, é o mais demorado é que chego à forma que acredito melhor se encaixar àquela ideia.

Regina Ribeiro - O que é literatura para você?

Veronica Stigger - Borges, Kafka, Bolaño.

Regina Ribeiro - Você notou alguma semelhança entre o seu conto “Os Anões” e a história macabra de Eliza Samudio?

Veronica Stigger - O que aproxima o conto e a história da Eliza Samudio é uma violência desmedida e desnecessária. Mas, se fosse aproximar o conto “Os anões” de um fato recente do noticiário, eu o aproximaria do episódio da Geisy Arruda na Uniban. Em ambos, temos como estopim da violência desmedida e desnecessária, um espírito de linchamento, não esqueçamos que o linchamento é uma triste tradição brasileira. Em ambos, esse espí­rito de linchamento está, de certo modo, associado a um princí­pio fascista: aquele que é diferente dos demais, justamente por ser diferente, acaba massacrado. Os estudantes da universidade se acharam no direito de perseguir e ofender a menina só porque ela vestia uma roupa colorida e curta, assim como a narradora e os demais personagens do conto Os Anões se sentiram autorizados a partir para cima do casal de anões por serem estes bem estranhos. Mas, voltando ao caso da Eliza Samudio, eu diria que este tem mais a ver com o conto Quand avez-vous le plus souffert?, no qual uma mãe mata a própria filha; no fundo de toda essa história, não só da Eliza mas também do Bruno e dos outros personagens envolvidos, parece haver um processo semelhante. Vivemos numa sociedade que mata suas crianças, mesmo quando elas, por sorte ou teimosia, parecem sobreviver.

[A foto, peguei na internet, espero que seja de "divulgação".]

Categoria: Variedades | Comentários: 2 Comentários

Educação em pauta: leitura e autoestima

Postado em 23 de julho de 2010 às 17:11 por pliniobortolotti

A partir da esquerda. Professor João Teles, eu, Valeska Andrade

Esteve hoje visitando O POVO o professor João Teles.

Por iniciativa própria, ele desenvolve o projeto “Confraria da Leitura” nas escolas  em que dá aulas: Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Bezerra Quevedo (Novo Mondubim) e EMEIF Padre Antônio Monteiro da Cruz (Parque Santa Bárbara).

Ele diz que o principal objetivo de seu projeto, além de despertar o gosto pela leitura, é “aumentar a autoestima” dos alunos.

O professor Teles esteve no O POVO para conversar com Valeska Andrade, coordenadro do projeto O POVO na Educação.

Categoria: Educação | Comentários: Comente

Construtora continua obstruindo calçada, mas obra anda mais ligeiro

Postado em 23 de julho de 2010 às 11:21 por pliniobortolotti

Estariam as obras andando mais rapidamente devido à exposição do malfeito?

De Davi Lage, a respeito da postagem Ruas sem dono; construtora toma conta [A construtora, no caso, é a Diagonal; as obras do Edifício Itália, que fica na rua Vicente Linhares, esquina com a rua Coronel Jucá (Aldeota), com indicou um leitor em comentário]:

“Acho que a denúncia está dando resultado. A obra na calçada já deu uma avançada e creio que nos próximos dias será finalizada e os entulhos retirados. Assim espero.”

O fato é que o negócio nem devia ser feito desse jeito, se houvesse fiscalização. De qualquer modo, se a queixa de Davi ajudou o negócio a andar rápido, que ótimo.

Resposta da Secretaria Executiva Regional II (SER II), recebido às 16h03min de hoje (23/7/2010).

«Plínio, segue resposta para as denúncias feitas nos posts dos dias 16.07 (“Construtora esparrama-se pela calçada”) e 23.07 (“Construtora continua obstruindo calçada, mas obra anda mais ligeiro”).

A construtora, localizada na Rua Vicente Linhares, esquina com Rua Coronel Jucá, foi notificada no dia 21.07.10 pelos fiscais da equipe de Controle Urbano da Secretaria Executiva Regional II (SER II). O proprietário também foi orientado a não mais obstruir o passeio com material de construção. No entanto, de acordo com o post de hoje, 23.07, a construtora ainda toma parte da calçada. A demanda foi encaminhada novamente ao setor de Controle Urbano da SER II, que enviará a fiscalização ao local para verificar se ainda há obstrução do passeio.

Para outros esclarecimentos, favor entrar em contato conosco.

Roberta França
Assessoria de Comunicação da SER II
Prefeitura Municipal de Fortaleza»

Categoria: Fortaleza terra de ninguém | Comentários: Comente

Pedestre sofre no caos urbano de Fortaleza

Postado em 22 de julho de 2010 às 11:39 por pliniobortolotti

Lixo pelas canelas, na av. Visconde do Rio Branco. Foto de Iana Soares

Com o título “Pedestre sofre!”, O POVO publica hoje (22/7/2010) matéria sobre o caos urbano de Fortaleza. Amanhã está previsto para sair os problemas que os repóreres encontraram no centro da cidade.

Textos, fotos e ilustrações podem ser vistos aqui:

Pedestre sofre!
Um caminho recheado de surpresas
Uma atividade arriscada
Lixo acumulado

Que os problemas existem, persistem, desrespeitam o cidadão e desafiam a administraçõa pública, ninguém duvida, agora, duro é ler explicações como está, expressa no texto principal da reportagem:

«De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente e Controle Urbano de Fortaleza (Semam), embora constituam áreas públicas, as calçadas são de total responsabilidade dos proprietários dos imóveis. Sendo assim, fica a cargo deles a construção e manutenção dos passeios. Segundo Alan Arraes, coordenador de fiscalização e controle urbano do órgão, “é irregular qualquer tipo de obstrução da calçada”.»

Virou moda

Agora é moda na Prefeitura culpar sempre alguém pelo problemas urbanos que atenazam a vida da população. Ora, a calçada pode ser responsabilidade do proprietário do imóvel, mas não existe nenhuma lei que regule a matéria. E o Código de Posturas do Municíupio, não vale?

Se alguém não está cumprindo a lei, o município que a faça valer, com sua fiscalização, autuando os infratores. Afinal, a cidade tem ou não tem prefeita?

As fotos foram feitas na avenida Visconde do Rio Branco

As calçadas são dos carros, como o céu é do avião. Foto de Iana Soares

Proibidio colocar lixo: e quem respeita - na Fortaleza, terra de ninguém? Foto de Iana Soares

Categoria: Fortaleza terra de ninguém | Comentários: 2 Comentários

Mulheres de direita, os novos líderes?

Postado em 22 de julho de 2010 às 0:01 por pliniobortolotti

"Competição & hominização", de Hélio Rôla: somente para os leitores do blog

Meu artigo semanal publicado na edição de hoje (22/7/2010) do O POVO:

Mulheres de direita
Plínio Bortolotti

Rejeito a tese de que mulher somente por ser mulher tem mais “sensibilidade” do que o homem para governar, exercer cargo público ou de mando. A política, o exercício do poder – para o bem e para o mal – iguala a todos.

Em passagem do livro do livro México Rebelde, de John Reed, que acompanhou Pancho Villa para cobrir a revolta mexicana (1910-1917), o jornalista observa a ausência das mulheres em decisões importantes, apesar do número expressivo delas no grupo rebelde. Reed questiona Villa; o revolucionário lhe responde que as mulheres amoleceriam frente a uma decisão capital.

Segundo Reed, Villa costumava refletir sobre o que lhe diziam – e manda chamar sua cozinheira. Pergunta-lhe o que faria com um traidor, ela sorri timidamente: “Isso é com o senhor”. Villa insiste dizendo que ela teria de resolver. A resposta: “Eu mandaria fuzilar”. (Cito de memória, li o livro há mais de 30 anos e a passagem nunca me saiu da cabeça.)

Não foi Margareth Thatcher (primeira-ministra britânica, 1979-1990) “insensível” aos movimentos sociais? Não fez sentir sua mão de ferro sobre os trabalhadores mineiros?

Seria Marina Silva mais “sensível” do que foi o seu companheiro de luta ecológica, Chico Mendes? Seria Lula mais “insensível” do que Dilma Roussef?

Lembrei-me do assunto ao ler texto no jornal Valor Econômico sobre a ascensão de Miriam Lacerda, deputada estadual do conservador DEM, e candidata a vice-governadora de Pernambuco na chapa de Jarbas Vasconcelos (PMDB). Sob a liderança dela, Lula foi derrotado por Serra nas eleições de 2002, em Caruaru, terra do presidente – e ela promete repetir o feito este ano.

Outra líder de direita, defensora do agronegócio – a quem, na visão dos movimentos coletivistas falta “sensibilidade social” – é a senadora Kátia Abreu (DEM).

Em uma quadra em que poucos têm coragem de enfrentar Lula diretamente, assumiriam as mulheres de direita esse papel?

Categoria: Artigo O POVO | Comentários: 2 Comentários

Page 1 of 10012345102030...Last »

© 2009 O POVO - Todos os direitos reservados