Planeta U2

28.07.11 00:56

OS RISCOS E AS SURPRESAS AO CONHECER A MINHA BANDA FAVORITA – Relato de um fã.

Por: Alice Mendonça | Comentários: 1 Comentário

Estamos iniciando nova trajetória do BLOG PLANETA U2. 

Nessa nova jornada contamos com amigos, conhecidos e fãs do U2 de outros estados do BRASIL, ficando aqui também a abertura para fãs de outros países. Basta querer!

Para enviar matéria ao BLOG PLANETA U2, construindo esse espaço conosco, envie e-mail para planetau2@hotmail.com ,  jrmelo_@hotmail.com ou alicemacm@hotmail.com

Esperamos sempre contar com a participação de vocês e assim damos início a esse novo projeto com o primeiro texto do amigo e fã do U2 :  Vinicius Soares Loiola – Guarulhos/SP.

Curtam esse depoimento e aqui registramos nosso agradecimento ao Vinicius por estar conosco nesse “Cantinho do U2 em Fortaleza”, o nosso e de vocês, PLANETA U2.

                                                             

 

OS RISCOS E AS SURPRESAS AO CONHECER A MINHA BANDA FAVORITA – Relato de um fã.

 “Agora em julho completou três meses que o U2 passou pelo nosso país e com certeza muitas histórias ficaram gravadas nas memórias e nas vidas de muitas pessoas. Vou relatar um pouco da minha experiência nessa gigante turnê 360º.”

                                                                           Vinicius Soares Loiola – Guarulhos/SP

  

O que mais marcou nessa última visita do U2 foi o fato de ter tido a oportunidade de conhecê-los pessoalmente, não apenas a banda, mas inclusive grande parte da equipe de produção, como o grande e respeitado engenheiro de som do grupo  Joe O’Herlihy, que acompanha a banda já há 32 anos e também é um dos principais responsáveis pela concepção da “Garra”.

 

Vinicius e Joe O’Herlihy

 Mas após esse contato durante o desembarque no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, já durante o segundo show, fiquei surpreso com o ponto de vista de uma colega. Ela comentou ter medo de conhecê-los pessoalmente. Medo de decepcionar-se, tendo em vista uma experiência anterior desagradável com uma grande banda de rock nacional. Ela ainda relatou que os integrantes dessa banda, em especial o vocalista, foram tão indiferentes e arrogantes com os fãs presentes, que o encantamento pelo grupo e por sua música “esmoreceu.”

 Depois de escutar atentamente a sua história, fiquei imaginando o “risco” que corri caso minha experiência tivesse sido semelhante à dela. Confesso que enquanto esperava o jatinho que trazia a banda de Brasília, fiquei imaginando as inúmeras situações que poderiam ocorrer: Se eles passariam direto e entrariam nos carros sem falar com ninguém; se seriam atenciosos ou se agiriam com “estrelismos” e etc.

Mas o episódio foi simplesmente inesquecível: Cumprimentaram a todos que se aproximaram, tiraram fotos e deram autógrafos. Minha admiração pelo “quarteto de Dublin” aumentou, pois parecia uma banda em início de carreira, uma daquelas que ainda tentam conquistar os fãs muitas vêzes através de uma falsa simpatia.

Mas não era esse o caso. Aqueles eram simples e verdadeiramente os integrantes do U2: Bono, sempre o mais assediado; Larry, sempre o mais discreto; Edge, com seu jeito observador e Adam, que já ia passando despercebido em meio às pessoas que buscavam aproximar-se do Bono. Foi aí que quando meio sem jeito, o interrompi e pedi uma foto. A resposta foi rápida e acompanhada de um largo sorriso: “Claro! Vamos lá!”

Vinicius e Adam Clayton ( Baixista do U2)

Parecia um amigo de longa data. Conversamos mais um pouco e então ele se despediu.

 O que também ficou bem registrado em minha memória foi quando a banda já estava acomodada em seus carros com vidros completamente escuros. Enquanto as pessoas estavam totalmente “anestesiadas” olhando suas fotos e autógrafos, aproximei-me sozinho para a lateral do primeiro carro, sem ao menos ter prestado atenção quem havia entrado naquele veículo. Enfim, aproximei-me com o intuito de tirar uma foto da fileira completa das “máquinas” que iriam transportar toda a produção. Eis que de repente o vidro da janela traseira desse carro baixou e quem é que acena e agradece pela recepção?

Carreata da Banda e produção

 Isso, sim!  O Bono estava ali falando exclusivamente comigo! Acenei então de volta e lancei um “até o show!” O vidro da janela subiu e então todos partiram.

 Sobre os concertos não preciso nem comentar: Foram os melhores da minha vida! Uma experiência sonora e visual que será bem difícil de ser novamente reproduzida por aqui.

 Fonte de imagens: Arquivo Pessoal de Vinicius Loiola

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Vicente 28.07.11 | 02:21

Excelente relato. Em 2006 depois de uma tarde de espera conseguimos ver o Bono no hotel ao chegar da visita ao Lula. Realmente ver seu ídolo pessoalmente e fora do palco chega a dar receio e medo de decepcionar-se, mas o Bono é extraordinário, é certa a retribuição da atenção e carinho. Foi super simpático e animou todos.

Ver o ídolo “no chão” é uma sensação diferente do palco, dá uma sensação de reencontrar alguem que vc nunca tinha encontrado antes. Hehehe.

Parabéns pelo blog,

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Alice Mendonça

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