O desafio de conectar a Enel com o Ceará

Fortaleza – Um hobby dele é o windsurf. Tem ido ao Cumbuco, um dos melhores lugares do mundo para o esporte. Outro está no sangue italiano. Sim, cozinhar.

Quando volta da Itália, onde ficaram a mulher (arquiteta) e os dois filhos (um deles indo estudar na Dinamarca), traz uma carga da marca preferida de massa.

O Ceará não é para ele, por assim dizer, uma novidade. Já viera seguidas vezes como diretor da Enel. Mas agora é diferente.

Há dois meses no cargo, o novo presidente da Enel Distribuição Ceará, o engenheiro italiano Roberto Zanchi, 55, tem um belo desafio a enfrentar.

Ele precisa reconectar a empresa com o Ceará, após fios descascados nos últimos anos, e fazer com que não seja mais preciso explicar que a Enel é a antiga Coelce.

Na gestão passada, houve muita queixa de empresários de que o relacionamento da Enel com o Ceará era distante. Zanchi conversou com a Coluna quinta-feira, na sede do O POVO.

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Jocélio Leal

Sobre Jocélio Leal

Jornalista, editor-executivo do Núcleo de Negócios do O POVO- Veículos/ Imóveis/Empregos& Carreiras/ Economia/ Titular da Coluna Vertical S/A e editor-executivo do Anuário do Ceará desde 2001/ apresentador da Mucuripe FM e O POVO-CBN

One thought on “O desafio de conectar a Enel com o Ceará

  1. Grande Jocélio Leal, sempre brilhante.

    A Teoria da Regulação francesa que inspirou a agências brasileiras foi proposta aqui na Europa para equilibrar a relação Consumidor-Fornecedor, principalmente nos mercados monopsônico ou oligopolizado.

    No Brasil, as agências fazem normas para beneficiar os fornecedores, veja-se a limitação de bagagem nos voos que saem do Brasil. E os aumentos recentes de tarifas elétricas maiores do que as fornecedoras haviam pedido.

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