20.06.12 19:45
Euro 2012 – ninguém é de ninguém
Ninguém é de ninguém. Assim pode ser classificada a projeção para os mata-matas da Eurocopa 2012. A competição que já revelou esquadrões como Alemanha (1972) e a Holanda (1988), e as ótimas França (1984 e 2000) e Espanha (2008), chega à segunda fase com algumas lições para o mundo do futebol. Mas sem um favorito destacado ao título.
Justamente o equilíbrio é quem mais deu as caras até aqui no Velho Mundo. E não por baixo nível das equipes. Adversários tradicionalmente coadjuvantes aprontaram e favoritos destacados sofreram maus bocados. A realização do evento em Polônia e Ucrânia ajudou também, já que as duas seleções tiveram apoio das torcidas e conseguiram pelo menos dar trabalho.
Taticamente, o que se viu foi um predomínio do jogo coletivo sobre a individualidade. E das defesas. Que o diga a dificuldade que França e Espanha, os times mais técnicos, tiveram para chegar aos gols. Ainda assim nomes como Cristiano Ronaldo (Portugal), Mario Gómez (Alemanha) e Rooney (Inglaterra) apareceram bem.
A Alemanha foi a única equipe a passar bem na fase de grupos, vencendo as difíceis equipes de Portugal, Dinamarca e Holanda, a decepção do torneio. Mas mesmo assim o time germânico passou momentos de aperto contra os três adversários – Portugal foi o segundo do grupo.
A Espanha, atual campeã europeia e do Mundo, manteve a base da Copa de 2010, mas sentiu falta de um atacante em melhor fase do que Fernando Torres. Ainda assim liderou o grupo e teve a Itália como segunda colocada.
A supresa ficou mais uma vez com a Grêcia, campeã em 2004. Cravou a segunda colocação no grupo liderado pela República Tcheca, deixando a Rússia fora. Inglaterra e França oscilaram mas ainda assim passaram de fase.
Os confrontos:
República Tcheca x Portugal (quinta)
Alemanha x Grécia (sexta)
Espanha x França (sábado)
Inglaterra x Itália (domingo)
19.05.10 11:22
Já não bastasse o time rechado de estrelas, o espanhol David Villa é o mais novo reforço do Barcelona.
O acordo foi confirmado na manhã desta quarta, na Espanha. Villa, que forma o ataque da seleção espanhola ao lado de Fernando Torres, foi vendido pelo Valência por 40 milhões de euros (aproximadamente 100 milhões de reais). O jogador deverá ser apresentado já na sexta-feira no Camp Nou, de acordo com o jornal inglês The Guardian.
O alvo do Barcelona agora é o meia do Arsenal Cèsc Fabregas.
Para o ataque, o clube catalão agora conta com Pedro, Bojan, Messi, Ibrahimovic, Villa e Henry. Este último pode ser envolvido em uma negociação pelo meia do Arsenal.
07.07.09 17:48
Pesquisa revela: atletas deveriam beber cerveja todos os dias
Você é daqueles que sempre critica os jogadores que gostam de uma cervejinha? Acha um verdadeiro absurdo que atletas profissionais bebam uma “gelada”?
Pois talvez seja melhor repensar seu conceito. Pelo menos é o que indica um estudo espanhol, que garante: os atletas deveriam tomar cerveja todos os dias. Além de matar a sede e relaxar, a bebida ajudaria na recuperação após a prática esportiva.
Alguns jogadores, bem antes da divulgação desse estudo do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha, já sabiam disso.
Para ler a matéria completa, clique aqui.
25.06.09 00:41
Vamos falar e refletir mais um pouco sobre EUA 2 x 0 Espanha?

O futebol é o maior e melhor esporte do mundo. Os EUA estavam quase eliminados e, de uma hora para outra, estão na final da Copa das Confederações. Quanto a Espanha, são completamente absurdas as manifestações que tentam desconstruir o que o time tem feito recentemente. A Espanha não tem a história da Alemanha, da Itália ou a do Brasil, longe disso, mas negar que o time atual tem talento e ótimos jogadores é, no mínimo, prepotência. Foram 35 jogos de invencibilidade e a conquista de uma Euro.
Alguns podem alegar que a Fúria construiu sua fama jogando contra Monte Carlo, Moldávia, Liliput, Sodoma e Gomorra, Paquistão, Montenegro, Triângulo das Bermudas, Vaticano, Smallville, Liechtenstein, South Park, Machu Picchu, Guantánamo, Springfield...mas não foi nada disso. Na Euro, a Espanha passou por Itália, Russia e ganhou na final da sempre poderosa Alemanha. Ainda nesta série invicta, há vitórias contra Turquia, Inglaterra, França, Bélgica, Suécia…
Aí, alguns podem alegar que até a Grêcia ganhou a Euro. É verdade, mas isso não desmerece a conquista da Espanha. Nós, brasileiros, não queremos sempre que o time ganhe e jogue bem? Então, a Espanha ganhou a Euro dando show, enquanto a Grécia ganhou com um jogo horrível. A Espanha está, sim, entre as grandes seleções do mundo. É difícil apontar duas seleções por aí melhores do que ela. Mas o grande teste será a Copa do Mundo, porque a pressão em uma Copa é o infinito x 10 a 23 maior do que em uma Euro.
Agora, se o Brasil ganhar a Copa das Confederações, todo mundo vai falar que não fez mais do que a obrigação e que passou pelos EUA. E se perder para a África do Sul e suas vuvuleza malucas ou para os EUA? Bom, aí será um Deus nos acuda. A vitória contra a Itália terminaria completamente esquecida e veríamos um festival de críticas e xingamentos contra os jogadores, contra o Dunga, contra os jornalistas, com ou sem diploma…
Claro que as críticas serão veementes, não é? Se o Brasil é o supra-sumo do futebol, o máximo dos máximos, e são os torcedores chauvinistas que dizem isso, o tempo todo, o que fazer quando se perde um jogo para uma seleção inferior? Tacar o pau no técnico, ter chilique, a não ser que se resolva adotar uma politica baseada nas idéias de Paul Joseph Goebbels, o famoso ministro da propaganda de Hitler.
O futebol, ainda bem, permite o tempo todo que o mais fraco leve vantagem. Nenhuma seleção é imbatível, mas ninguém vai deixar de elogiar pensando na teoria do caos. As análises – há boas e ruins, claro, exageradas também, disso não há dúvida - mas elas são feitas na medida da observação do que ocorreu em partidas anteriores, em competições anteriores.
A vitória dos EUA foi heróica, realmente. Nem os jogadores americanos conseguiam explicar. Eles se atiravam na bola de qualquer jeito, com uma raça impressionante e a Espanha não teve calma para fazer valer sua evidente superioridade. Aliás, é bom deixar claro que a Espanha é muito melhor do que os EUA, assim como Brasil é muito melhor do a África do Sul e os EUA. Sabe o motivo? Há gente que tem a coragem de dizer ou escrever que sabia que a Espanha perderia dos norte-americanos, que era uma coisa completamente esperada. Só que depois do resultado, depois.
Mas estamos falando de futebol. E as surpresas, ainda bem, ocorrem. Afinal, é o maior e melhor esporte do mundo.
24.06.09 17:20
EUA 2 x 0 Espanha: a lógica da bola
Os EUA se defenderam monstruosamente bem, atacaram duas vezes no jogo todo e fizeram dois gols.
E estão na final da Copa das Confederações.
A Espanha tentou, mas não estava em um dia inspirado, pelo contrário, aliás.
E não há mais nada a escrever, a não ser que no futebol, a lógica da bola surpreende.
Só falta a África do Sul ganhar do Brasil e o jogo que todo mundo quer ver ser a disputa do terceiro lugar.
Agora, duas zebras assim, seguidamente…será?
Ah, a Espanha não perdia faz tempo. Eram 35 jogos de invencibilidade.
Eram.
20.06.09 19:57

Villa marcou contra a África do Sul
A Espanha está impossível.
Venceu a África do Sul, neste sábado – sem jogar bem -, por 2 a 0, e cravou a maior sequência de vitórias na história dos confrontos entre seleções.
O espanhóis agora somam 15 triunfos seguidos.
De quebra, igualaram o recorde do Brasil de 35 partidas sem perder.
A seleção espanhola começou a escrever a marca sobre a Inglaterra, em 7 de fevereiro de 2007, em Old Trafford. O jogo aconteceu cerca de três meses após a última derrota, diante da Romênia, em Cádiz.
Agora, nas semifinais da Copa das Confederações, a Espanha pode quebrar de vez o recorde.
Maiores períodos invictos.
Brasil: 35 jogos entre dezembro de 1993 e janeiro de 1996.
Espanha: 35 jogos entre fevereiro de 2007 e junho de 2009.
Argentina: 31 jogos entre fevereiro de 1991 e agosto de 1993.
Hungria: 31 jogos entre junho de 1950 e julho de 1954.

Puskas, Redondo e Tafarel foram símbolos de equipes fortíssimas
01.06.09 21:04
Internauta, autor do comentário: Rafael de Almeida Alves
Post: Fúria convocada para a Copa das Confederações
Só uma correção. O Fabregas, apesar de ser um dos maiores jogadores da atualidade, é reserva da Seleção da Espanha. O meio de campo titular é formado por Xavi Hernandez, Andrés Iniesta, Marcos Senna e David Silva. E como o Marcos Senna está quebrado, entra o jogador que tem caracteristicas mais proximas às dele, que é o Xavi Alonso. Ps: mesmo depois de ser campeã europeia, ainda tem gente que diz que a Fúria não mete medo, pois entre a Espanha e a seleção do cabeção do Dunga, eu sou Espanha e ainda dou o empate.
Nota do Blog
Só para lembrar: temos tido ótimos comentários e para valorizar ainda mais a participação dos blogueiros, sempre que um texto chamar a atenção, vou promovê-lo do espaço de comentários para um post.
O próximo pode ser você..rsrsrsrs.
Nota do blog2:
Rafael, obrigado pela correção. Fiz a escalação com base na Euro. Fábregas era titular no campeonato europeu. Só se ele perdeu a posição nos últimos meses. Na final, contra a Alemanha, a Espanha jogou num 4-5-1. Quem não era titular era o Xabi Alonso.
Veja a escalação: 1-Iker Casillas; 15-Sergio Ramos, 4-Carlos Marchena, 5-Carles Puyol, 11-Joan Capdevila; 19-Marcos Senna, 6-Andres Iniesta, 8-Xavi Hernandez, 10-Francesc Fabregas (14-Xabi Alonso 63) e 21-David Silva (12-Santiago Cazorla 66); 9-Fernando Torres (17-Daniel Guiza 78).
Abraço
Thiago Cafardo
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