21.11.10 15:38
Neste fim de semana começou o ATP Finals em Londres. São os oito melhores tenistas da temporada divididos em dois grupos.
E daí? Nada demais, só não consigo esquecer deste torneio em 2000, vencido pelo Guga, em Lisboa.
Realmente foi um privilégio torcer e chorar com esse cara. E tudo indica, o que é lamentável, que nenhum brasileiro vai conseguir algo pelo menos parecido.
Logo abaixo, relembre alguns minutos do jogo entre Guga e Sampras, na semifinal de uma década atrás.
E curta a saudade.
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24.08.10 15:43
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19.02.10 10:06

Pete Sampras, André Agassi, Rafael Nadal e Roger Federer.
Juntos, esse pessoal tem 44 Grand Slams.
Nada mal, hein?
E o quarteto vai se juntar em Indian Wells para uma partida amistosa.
O ideia é arrecadar fundos para ajudar na reconstrução do Haiti, devastado pelo terremoto há quase dois meses.
O jogo está marcado para o dia 12 de março.
Preparem-se para o show.
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08.02.10 11:23
A segunda vez a gente nunca esquece

Bellucci agora é 28º melhor do mundo. Foto: Divulgação Moviestar Open
O tenista brasileiro Tomaz Bellucci conquistou o torneio de Santiago, no Chile. Este foi seu segundo título ganho.
Uma vitória que o coloca na sua melhor posição até hoje. Passou a ser o 28º do mundo, um lugar atrás de Juan Monaco, a quem derrotou na final do torneio.
O torneio do Chile foi disputado pela última vez em Santiago no ano 2000. E naquele ano o vencedor foi Gustavo Kuerten. De 2001 a 2009, o local era a cidade litorânea de Viña del Mar.
Thomaz Belllucci é o quarto brasileiro com a melhor colocação na lista dos melhores tenistas do mundo. Além de Guga, que alcançou a liderança, Thomaz Koch chegou a ser 24º e Meligeni 25º.
Com o título, o brasileiro faturou o prêmio de 64,4 mil dólares e 250 pontos no ranking da ATP.
Ficha da Final
Torneio Moviestar Open do Chile – Santiago
Thomaz Bellucci(BRA) 2:1 Juan Monaco(ARG) – (6-2 / 0-6 / 6-4)
30.01.10 02:21

O alagoano Tiago Fernandes acaba de vencer o Australian Open na categoria juvenil. Neste dia 30 de janeiro, dia seguinte ao aniversário de 17 anos, ele venceu o australiano Sean Berman por 2 sets a 0 (7-5 e 6-3). Guardada a cota de erros e de ansiedade que envolve um finalista juvenil de um dos principais torneios de tênis, Tiago Fernandes jogou de forma corajosa. Não se deixou acuar.
Essa é a primeira vez na história que um brasileiro vence um Grand Slam juvenil em simples. Surge, pois, mais um nome para tentar não enterrar o legado de Gustavo Kuerten.
Thomaz Bellucci se esforça para evoluir, e agora embarca na fase crítica de sair dos torneios periféricos para se arriscar por pontuações maiores na ATP. E, cinco anos mais jovem que Bellucci, agora Tiago Fernandes vai poder usar esse título do Australian Open como propulsor para a carreira.
Aí eu pergunto: deu para reacender a esperança no tênis brasileiro?
* Detalhe: Tiago Fernandes é mais uma cria da academia de Larri Passos, que foi técnico do Guga. E a quem pergunta pelo cearense Thiago Monteiro, também pupilo de Larri, ele vai colecionando torneios pela América do Sul.
29.11.09 16:08
Conquista (e final) inesperada
O jogo final do ATP Finals – antiga Masters Cup – realizada em Londres, teve dois adversários que não estavam nas apostas. Por mais que o russo Davydenko e o argentino Del Potro sejam grandes jogadores, a torcida local queria o britânico Murray e muita gente esperava que Nadal e Federer fizessem a decisão.
Não aconteceu. Nadal foi eliminado na primeira fase. Perdeu todos os jogos e não conseguiu sequer vencer um set. O espanhol é um grande jogador, mas aconteceu o que muitos que entendem do esporte imaginavam. Seu jogo é físico e uma hora ele não iria suportar. Ainda acredito em uma volta do espanhol ao nível de grande campeão que foi.
Já Federer é mais técnico. Mas não é superman. Aliás, por mais craque que fosse, sempre mostrou que era mortal, ao contrário de Nadal, que parecia que nunca mais seria derrotado. Federer não é de época. É regular. Vence muito e perde pouco. O problema é que a derrota no tênis não tem volta.
Davydenko venceu porque manteve o equilíbrio emocional do início ao fim da competição. E estava mais focado, principalmente na final. O grandalhão Del Potro, seu adversário deste último jogo, parecia estar com a cabeça em Buenos Aires. Vítima fácil para o russo por 2 sets a 0 em menos de 90 minutos: 6-3 e 6-4.
Antes do torneio, Davydenko era o 7º colocado e nunca havia ganho um grande torneio na carreira. Seu maior feito em Grand Slams foi chegar às semifinais. Com a vitória em Londres, fechará o ano em 6º e com 1 milhão e meio de dólares a mais na conta.
21.09.09 00:10

Copa Davis, repescagem para o Grupo Mundial. Adversário, Equador, representado por dois jogadores: Nicolas Lapentti (atual 144º no ranking de simples e 242º nas duplas) e Giovanni Lapentti (211º em simples e 596º em duplas).
Jogando no ginásio Gigantinho em Porto Alegre, os brasileiros pareciam muito perto de voltar à elite do tênis na competição entre países: Marcos Daniel, 56º do mundo e Thomaz Bellucci, 65º, jogariam as partidas de simples. No jogo de duplas os representantes seriam Marcelo Melo e André Sá, respectivamente 34º e 38º na categoria.
Na sexta-feira, Marcos Daniel venceu Giovanni por 3 sets a 1. No segundo jogo, Bellucci perdeu para Nicolas por 3 a 0. O cansaço dos irmãos Lapentti poderia fazer a diferença no jogo de duplas de sábado… Poderia. Porque os equatorianos surpreenderam Melo e Sá por 3 a 2 (3-6, 6-3, 6-4, 4-6 e 6-4).
Neste domingo, Marcos Daniel fez outra partida suada. Em mais de 4h40 de jogo, o tenista foi derrotado por Nicolas Lapentti por 3 a 2 (4-6, 4-6, 6-1,6-2, 6-8).
Com as três vitórias equatorianas em quatro jogos, Bellucci apenas cumpriu tabela contra o reserva Julio Campozano e venceu por 2 a 0.
Nesses jogos todos, vontade não faltou. Técnica, teoricamente, era para ter sobrado.
Assim, o Brasil continua amargando a função de coadjuvante. E sendo superado até pelos figurantes.
14.09.09 23:22
Kim Clijsters
Há mais de dois anos, a belga Kim Clijsters quis se aposentar: dar um tempo no tênis, casar, ter filhos. Ela, que já havia sido número 1 por boas semanas e vencido um Grand Slam, queria sair um pouco dos holofotes.
Aos 26 anos, Kim Clijsters resolveu voltar ao circuito depois de fazer uma exibição em Wimbledon. Disputou seu primeiro torneio de retorno em agosto. E um mês depois ela venceu o segundo Grand Slam da carreira, o US Open 2009. Entrou com convite da organização e foi derrubando cabeças-de-chave pelo caminho, incluindo as duas irmãs Williams. Na final, superou a dinamarquesa Caroline Wozniacki por 2 a 0 (7-5 e 6-3).

No tênis feminino atual, cheio de ações de marketing, em que as atletas lançam linha de roupas exclusivas a cada Grand Slam e são patrocinadas até por joalherias, Clijsters é apenas uma esportista que leva a sério o que faz. Esforçada e talentosa. Campeã.
Juan Martin Del Potro

O suíço Roger Federer seria hexa (2004-2008) do Aberto dos Estados Unidos se não fosse a resistência do argentino Juan Martin Del Potro. A partida de mais de 4 horas de duração foi vencida por 3 a 2 (3-6, 7-6, 4-6, 7-6 e 6-2) pelo atual número 6 do mundo.
Pela primeira vez um tenista que não Rafael Nadal foi capaz de derrotar Federer numa final de Grand Slam. E desde 2003 Federer não perdia uma partida no torneio norte-americano.

Ranking, histórico de confrontos… Tudo indicava o favoritismo de Federer, que começou bem o jogo. Mas a capacidade de reação de Del Potro tornou a partida oscilante, e brilhantemente disputada. Os dois precisaram ousar – e nem sempre acertar – em cada jogada.
Capacidade de suportar a pressão e engolir os erros. Resistir. Foi assim que Del Potro desabou no choro da vitória.
14.09.09 12:02
Uma jogada que vale mais do que qualquer palavra… Eu tive a felicidade de ver esse lance ontem mesmo, ao vivo.
10.09.09 17:27
Roger Federer é espetacular. Talvez o maior de todos os tempos. Rafael Nadal e Novac Djokovic são excelentes jogares. Mas não há como negar que o nível do tênis mundial não é mais o mesmo.
E isso é fácil de notar. Basta ver o torneio de US Open, que está sendo transmitido por ESPN e SporTV. É impressionante a facilidade com que os três melhores jogadores do mundo vencem seus jogos – estão na semi, exceto Nadal, que joga hoje à noite.
Em 2000, quando Gustavo Kuerten se tornou líder do ranking pela primeira vez, os quatro torneios do Grand Slam tiveram campeões diferentes (Veja comparação abaixo). Este ano, apenas Nadal e Federer ganharam. E o suíço venceu, também, US Open de 2008. Assim como Nadal venceu Wimbledon e Roland Garros no ano passado. E por aí vai…
Sinceramente, comparando o nível do ranking mundial da ATP em 2000 com o de hoje, vejo uma diferença enorme entre o nível dos jogadores Top 15. Tirando Federer e Nadal, claro, que estariam entre os primeiros mesmo naquele ano.
2000
1- Gustavo Kuerten (BRA)
2- Marat Safin (RUS)
3- Pete Sampras (USA)
4- Magnus Norman (SWE)
5- Yevgeny Kafelnikov (RUS)
6- André Agassi (USA)
7- Lleyton Hewitt (AUS)
8- Alex Corretja (ESP)
9- Thomas Enqvist (SWE)
10- Tim Henman (GBR)
11- Mark Philippoussis (AUS)
12- Juan Carlos Ferrero (ESP)
13- Wayne Ferreira (RSA)
14- Franco Squillari (ARG)
15- Patrick Rafter (AUS)
2009
1- Roger Federer (SUI)
2- Andy Murray (GBR)
3- Rafael Nadal (ESP)
4- Novak Djokovic (SRB)
5- Andy Roddick (USA)
6- Juan Martin Del Potro (ARG)
7- Jo-Wilfried Tsonga (FRA)
8- Nikolay Davydenko (RUS)
9- Gilles Simon (FRA)
10- Fernando Verdasco (ESP)
11- Fernando Gonzalez (CHI)
12- Robin Soderling (SWE)
13- Gael Monfils (FRA)
14- David Nalbandian (ARG)
15- Tommy Robredo (ESP)
Comparação dos quatro últimos torneios do Grand Slam com os campeonatos de 2000.
Australian Open – 2000 / 2009
Final: Agassi 3×2 Kafelnikov / Nadal 3×2 Federer
Roland Garros – 2000 / 2009
Final: Kuerten 3×1 Norman / Federer 3×0 Soderling
Wimbledon – 2000 / 2009
Final: Sampras 3×1 Rafter / Federer 3×2 Roddick
US Open – 2000 / 2008
Final: Safin 3×0 Sampras / Federer 3×0 Murray
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03.08.09 00:49
O tenista brasileiro Thomaz Bellucci venceu o ATP 250 de Gstaad, na Suíça. Mais do que isso, viveu uma semana ímpar. Saiu do qualificatório, passou por cabeças de chave como Stanilas Wawrinka e Igor Andreev (respectivamente, 24º e 27º no ranking) e venceu a final contra o alemão Andreas Beck, número 51, por 2 sets a 0, parciais de 6-4 e 7-6(7-2).
Até então 119º do ranking, Bellucci conquistou um título de simples da ATP, feito que só seis brasileiros (Thomaz Koch, Luiz Mattar, Jaime Oncins, Fernando Meligeni, Gustavo Kuerten e Ricardo Mello) haviam conseguido antes. O último, de Ricardo Mello, havia sido há 5 anos, em Delray Beach (EUA).
Outra marca que durava 5 anos era a ausência de dois brasileiros entre os quatro semifinalistas de um torneio ATP. Marcos Daniel, derrotado pelo finalista Beck, fez a melhor campanha de sua carreira num torneio desse nível.
Um torneio ATP 250 é o mais “baixo” na hierarquia dos torneios de séries internacionais da Associação dos Tenistas Profissionais. 
Bons resultados. Mas são, infelizmente, resultados isolados. A representatividade do tênis brasileiro ainda é muito aquém do que poderia.
Com os resultados de Gstaad, são 3 tenistas brasileiros entre os 100 melhores. Na mesma lista, por exemplo, são 8 argetinos.
O Brasil teve uma tricampeã de Wimbledon e um tricampeão de Roland Garros. Mas o esporte brasileiro não parece ter a capacidade de dar continuidade à História.
05.07.09 15:16

Gênio. Imagem: AFP
Pouco vou escrever sobre os números impressionantes de Roger Federer. Basta uma pequena busca no google que a avalanche de sucesso aparece. O cara é genial.
O suiço, aos 27 anos, conquistou neste domingo, numa partida épica diante de Andy Roddick, mais um título de Wimbledon – o sexto na carreira - e assim se transformou no maior vencedor de torneios Grand Slam da história, com 15 troféus.
O placar: 3 sets a 2, com 16 a 14 no último set, já que no quinto set, em Wimbledon, não tem tie-break.
De fato, vi o jogo todo que durou mais de 4 horas. Ora pensava em torcer para Federer, porque a história seria feita ali. Ora, vibrava com Roddick, que já havia enfrentado Federer 20 vezes e perdido 18. Temos a tendência de torcer para o mais fraco de vez em quando.
Mas o post é apenas para mostrar, mais uma vez, como é elegante o suiço e não apenas jogando. Com o microfone à disposição, já como o maior da história, ele preferiu agradecer Sampras pela presença em Londres, consolar Andy Roddick de maneira especial e ainda lamentar a ausência de Rafael Nadal, então número 1 do mundo, que ficou fora do torneio, machucado.
Comparar esportivas de diferentes épocas nem sempre é justo, mas Federer é muito mais do que o maior tenista de todos os tempos: seu caráter é admirável, um tapa na cara em boa parte dos jogadores de futebol que, ao sinal de qualquer sucesso, por menor que seja, se transformam nos reis da marra, demonstração clara de que também é preciso saber vencer, sem soberba, sem tentar humilhar o perdedor.
Federer mostrou, de novo, como é bom termos alguém no esporte que sabe ganhar, dentro e fora das quadras. E ponto final.
25.06.09 20:34
Crescem suspeitas sobre manipulação de resultados em Wimbledon
Da agência EFE
As suspeitas sobre um esquema de manipulação de resultados em Wimbledon para tirar dinheiro com apostas seguem ganhando força, segundo a imprensa inglesa. Tanto o The Sun como o The Independent divulgaram nesta quarta-feira que a vitória do austríaco Jürgen Melzer, 30º do ranking da ATP, sobre o americano Wayne Odesnik, número 109 do mundo, está sendo investigada.
Mas as casas de apostas – entre elas Betfair e Ladbrokes – detectaram “quantias extraordinárias” pela vitória do austríaco em três sets, como ocorreu posteriormente. Algumas destas empresas suspenderam as apostas antes da partida após detectar “movimentos suspeitos”, segundo o Independent.
A Betfair registrou uma aposta de 350 mil libras – aproximadamente 400 mil euros – na vitória de Melzer em três sets, o que levou as autoridades a desconfiar de manipulação. A ATP criou um órgão especialmente destinado a investigar e buscar infrações como esta no circuito profissional masculino.
As suspeitas começaram na última quinta, quando o Independent citou que entre seis e 12 tenistas da chave masculina estão em uma lista de jogadores a serem observados pela organização por já terem se envolvido com manipulação de resultados.
A informação parte de uma investigação que levou a publicação a indagar sobre supostas tramas de corrupção dentro do tênis, assim como nos métodos utilizados atualmente pelas autoridades pertinentes, incluindo a ATP, para acabar com estas práticas.
O jornal disse que a lista completa de jogadores inclui, entre outras nacionalidades, espanhóis, russos, argentinos e italianos entre os 50 primeiros do mundo, e também da parte inferior do ranking.
07.06.09 12:30
Pronto. Não falta mais nada na carreira do brilhante Roger Federer, de 27 anos. O título que o suíço tanto perseguiu na carreira foi conquistado agora há pouco, em uma vitória fácil (3 a 0, parciais de 6/1, 7/6 e 6/4) em cima do sueco Robin Soderling, algoz de Rafael Nadal em Roland Garros.
Parabéns ao genial Roger Federer, que agora se iguala ao norte-americano Pete Sampras com 14 títulos de Grand Slam.
São 58 títulos de simples em quase 10 anos de carreira profissional e cerca de US$ 46 milhões em prêmios. Nada mal!

Federer chorou ao vencer Roland Garros pela primeira vez
31.05.09 13:37

Nadal caiu no templo francês do tênis
Rafael Nadal é brilhante. Com apenas 23 anos, já conquistou 36 títulos de simples. Venceu os jogos olímpicos e é o atual campeão de Wimbledon e do Australian Open. Em Roland Garros, o espanhol nunca havia perdido. Estreou em 2005, ano em que conquistou o título.
Depois vieram o bi, tri, tetra… Estava há 31 jogos invicto no templo francês do tênis. Eis que, agora há pouco, um sueco (quase) desconhecido resolveu interromper o reinado do campeão. Robin Soderling é o nome dele. E não só venceu. Passou por cima de Nadal. Jogou melhor durante toda a partida e ganhou por 3 sets a 1, parciais de 6×2, 6×7, 6×4 e 7×6.
Sem Nadal no caminho, talvez tenha chegado a vez do espetacular Roger Federer conquistar o único título que ainda lhe falta. E ele merece!
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