04.01.11 12:16
Não vejo plágio.
Vejo semelhanças.
Algo comum em marcas, músicas e até na arquitetura.
Qual o problema? Sinceramente, plágio seria copiar algo descaradamente. E o fato da impressão de uma “ciranda” existe em tanta coisa…
Além do mais, o formato dessa marca lembra o Pão de Açucar, no Rio de Janeiro, local dos jogos de 2016.
Não acho plágio.
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20.02.10 11:45
Orgulho de uma família sobralense
Do jornal O POVO
Em primeira mão, O POVO resgata a história da família do patinador Florent Amodio, cearense adotado ainda bebê por um casal de franceses e que representou o país europeu nas Olimpíadas de Inverno
Bruno Balacó
Enviado a Sobral
brunobalaco@opovo.com.br
Foram quase dezoito anos de vazio e ausência de qualquer informação. De repente, o nome de que todos falavam na TV e nos jornais nos últimos dias pôs fim ao silêncio. Francisco Thiago dos Santos, menino pobre nascido na maternidade da Santa Casa de Sobral, no dia 12 de maio de 1990, criado no primeiro ano de vida em uma humilde casa da periferia da cidade, ressurgiu.
Agora como uma nova identidade: Florent Amodio, o jovem de 19 anos que participou das disputas da patinação artística nas Olimpíadas de Inverno de Vancouver, no Canadá, esta semana. Demorou um pouco para a ficha cair, mas o garoto comentado por todos era o filho que a sobralense Delfina Antônia dos Santos teve que abrir mão um dia.
O POVO foi a Sobral, distante 250 quilômetros de Fortaleza, e resgata em primeira mão as raízes do patinador franco-brasileiro. Na cidade, encontrou a família de Florent Amodio. E a mãe relembrou o momento da difícil escolha de entregar o filho para adoção.
“Eu era mãe solteira (o pai da criança morava em Fortaleza e morreu há sete anos) que não trabalhava e que dependia da irmã. Tinha outros dois filhos. Uma ainda mamava e outro já estava mais grandinho, forte. E o Thiago era o que mais precisava de uma vida melhor. A única saída foi entregá-lo para alguém criar“, rememora Delfina, de 38 anos, que hoje trabalha como merendeira em uma distribuidora de cigarros da cidade.
A irmã que ela cita, Rosa dos Santos, hoje com 50 anos, foi quem cuidou de tudo. Encontrou no fórum do município a advogada Fátima Torres, que mediou todo o processo de adoção. E o perfil de Thiago batia exatamente com o que um casal de franceses procurava: um menino com pouco mais de um ano. Depois de concluídas as apurações sobre o passado dos interessados na criança, o processo avançou até culminar na guarda provisória. Chegava então o momento mais difícil: a despedida.
Momento doloroso
Um momento doloroso, mas necessário. “Foi para o bem dele. Se não tive ido hoje ele seria no máximo um balconista de loja aqui. Graças a Deus ele teve uma boa criação e é isso que todo mundo está vendo“, diz, sem arrependimentos, a mãe do atleta famoso. A tia Rosa, que ganha a vida vendendo bilhetes de loteria, também recorda esse momento. “O Thiago não entendeu o que acontecia, mas aceitou o que a gente pediu a ele: -Vá-. Esses são os seus novos pais“, revive a tia, que hoje, assim como família, comemora a ascensão do filho ilustre de Sobral.
NÚMEROS
1
ANO ERA A IDADE DE FLORENT AMODIO QUANDO FOI ADOTADO POR FRANCESES
PERFIL
Nome atual: Florent Amodio
Nome de registro: Francisco
Thiago dos Santos
Nascimento: 12/5/1990 – Sobral
Onde mora: Fremainville (FRA)
Clube de patinação: CSG Cergy Pontoise
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30.10.09 18:42
NOTA OFICIAL À IMPRENSA
O Esporte Clube Pinheiros vem, pela presente, manifestar-se acerca das notícias veiculadas na manhã desta sexta-feira, que dão conta da abertura de procedimento investigatório perante a Comissão Disciplinar da Federação Internacional de Ginástica, em razão de teste antidoping realizado na atleta Daiane dos Santos.
Campeã mundial de ginástica artística, com diversos títulos conquistados para o país, reconhecida por sua idoneidade e referência no esporte nacional, Daiane se submeteu a duas cirurgias, a primeira em 23 de outubro de 2008 e a segunda, exclusivamente para a retirada de placa e parafusos, em 25 de maio de 2009. Desde a primeira intervenção cirúrgica, a atleta se encontra em recuperação clínica, afastada dos treinamentos e competições.
A última participação de Daiane em competições oficiais se deu no dia 16 de agosto de 2008, durante os Jogos Olímpicos de Pequim.
O afastamento de Daiane para a realização das cirurgias e tratamento de recuperação foi devidamente informado à Confederação Brasileira de Ginástica e ao Comitê Olímpico Brasileiro, com cópia aos respectivos departamentos médicos, em 21 de outubro de 2008, por meio de carta oficial do Esporte Clube Pinheiros, acompanhada de diagnóstico do Dr. Wagner Castropil.
Com base nestas informações, a Confederação Brasileira de Ginástica excluiu Daiane da Seleção Brasileira permanente, em 23 de outubro de 2008, data que a atleta se tornou inelegível para a realização de exames antidopings. Cumpria à Confederação, também, notificar a Federação Internacional de Ginástica sobre o histórico e a situação da atleta, a fim de evitar a abertura de procedimento investigatório.
Portanto, quando Daiane foi submetida ao teste realizado diretamente pela FIG, em 2 de julho de 2009, encontrava-se em tratamento fisioterápico visando readquirir condições para retornar à prática desportiva.
Neste ano, Daiane não reúne qualquer condição para participar de competições e aguarda a alta médica para retornar aos treinamentos.
Aproveitando o período de inatividade, Daiane realizou, com seus médicos particulares, entre junho e agosto de 2009, tratamento para redução de gordura localizada. No dia da coleta do material pela FIG a atleta fez constar na ficha todos os medicamentos utilizados nestes procedimentos, incluindo enzimas (furosemida).
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02.10.09 13:57

O Comitê Olímpico Internacional anunciou o Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
Agora não basta o “cidade maravilhosa, cheia de encantos mil”.
Há inúmeros desafios: evitar estouros de orçamento e superfaturamentos, garantir instalações esportivas de qualidade e utilizadas adequadamente, promover o acesso da população - especialmente da juventude - aos mais variados esportes e ainda tornar o esporte brasileiro de alto rendimento um setor realmente importante – com apoio financeiro e estrutural, limpo do doping e livre das picuinhas políticas.
É a chance de mudar o patamar do esporte brasileiro. E não será trabalho fácil.
A maior dificuldade será o eterno hábito – de governantes, de dirigentes e de muito mais gente - de querer levar vantagem em tudo.
03.07.09 13:17
Se todos fossem iguais a você…
Ser jornalista é fascinante – apesar de desgastante.
A profissão lhe coloca de frente com situações inusitadas, histórias tristes e gente pitoresca.
Porém, na rotina da notícia, esbarramos também com pessoas encontadoras.
Ana Moser é uma delas.
A ex-jogadora de vôlei esteve em Fortaleza para divulgar a importância da inclusão social através do esporte.
Ana está à frente do Instituto Esporte & Educação, que tem uma parceria com a Unicef para batalhar pelo direto ao esporte para crianças e adolescentes.
Na quinta-feira, Ana Moser participou do Grande Debate, da TV O POVO, e deu um show de maturidade.
Coisa rara em atletas e ex-atletas.
Durante o programa e nas conversas de bastidores, Ana Moser mostrou que faz parte de uma exceção. De atletas que pensam o esporte muito além dos resultados e da conta bancária.
Esporte social
“Tem uma política muito clara de rendimento no Brasil. Não há política para o esporte na escola. Aquele que acontece é eventual”
Profissionalismo
“Nós, do alto rendimento, vivemos numa redoma. Sempre tem alguém para fazer as coisas por você, o que acaba emburrecendo o atleta”
“Atleta que pensa não interessa a ninguém”
Política
“Não penso nisso agora. Do que adianta entrar se não lhe dão condições para trabalhar?”
Pan do Rio
“O Pan foi um projeto de cúpula. Os aparelhos não estão sendo usados por ninguém hoje. Aquilo tudo foi mentira para enganar bobo”
Olimpíadas Rio-2016
“Eu não boto meu nome nisso”
“Em Seul, Barcelona e Pequim, já existia um país por trás. As Olimpíadas não mudaram a cidade, apenas fizeram propaganda de um plano que já estava em prática”
17.06.09 01:42
No dia 2 de outubro será decidida a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016. O Rio de Janeiro vai defender nesta quarta-feira a sua candidatura diante do Comitê Olímpico Internacional. No apelo, a promessa de que o evento ajudaria a mudar a realidade brasileira.

O Rio de Janeiro tem a previsão inicial de gastar 28,8 bilhões de reais - 5,6 bilhões do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) mais 23,2 bilhões dos governos em obras de infra-estrutura, transportes e hospedagem.
Mas no Pan de 2007, o comitê organizador da cidade consumiu mais de 500 % a mais que o valor proposto de R$600 milhões. O Tribunal de Contas da União reclama superfaturamento em várias ações, até mesmo na colagem de adesivos de densidade nos colchões dos alojamentos.
As concorrentes do Rio são Tóquio (Japão), Madri (Espanha) e Chicago (EUA) e também defendem suas candidaturas amanhã.
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