Gol

19.01.10 11:14

Buffon, o maior de todos

Por: Bruno Formiga | Comentários: 26 Comentários

buffon

Na final da Copa, em 2006, Buffon parou Zidane, na defesa que ele considera a mais importante - e bonita - da carreira

Do Portal UOL

O goleiro italiano Gianluigi Buffon, da Juventus, ficou em primeiro na classificação mundial histórica de goleiros entre 1987 e 2009 divulgada nesta terça-feira pela Federação Internacional de História e Estatística de Futebol (IFFHS, em inglês), enquanto o brasileiro Taffarel aparece em décimo.

Dida, atualmente no Milan, ficou em 13º na classificação. Outros brasileiros aparecem na lista: Júlio César (Internazionale, 27º), Rogério Ceni (São Paulo, 28º), Marcos (Palmeiras, 42º) e Zetti (ex-Palmeiras, Santos e São Paulo, 45º).

Buffon, campeão mundial pela seleção italiana em 2006, recebeu 87 pontos. Ele ficou à frente de Iker Casillas, que ficou com 73. Curiosamente, o goleiro do Real Madrid foi considerado o melhor goleiro de 2009 pela própria IFFHS.

Dos dez primeiros colocados da lista, quatro estão na ativa. Além de Buffon e Casillas, Edwin van der Sar (Manchester United) e Petr Cech (República Tcheca) ficaram entre os melhores de todos os tempos, de acordo com o órgão.

Taffarel disputou três Copas do Mundo: 1990, 1994 e 1998. Conhecido por ser um bom pegador de pênaltis, o goleiro se destacou na final do Mundial dos Estados Unidos contra a Itália, em 1994. Quatro anos depois, na França, o goleiro brasileiro voltou a brilhar na semifinal contra a Holanda, quando defendeu duas cobranças.

LISTA

1º Gianluigi Buffon (ITA)
2º Iker Casillas (ESP)
3º Peter Schmeichel (DIN)
4º Oliver Kahn (ALE)
5º Edwin van der Sar (HOL)
6º José Luis Chilavert (PAR)
7º Walter Zenga (ITA)
8º Petr Cech (TCH)
9º Michel Preud’homme (BEL)
10º Taffarel (BRA)

E para você, caro blogueiro, quam foi o maior camisa 1 de todos ?

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04.09.09 17:31

Dica de DVD: 23 anos em 7 segundos

Por: Equipe do Blog | Comentários: Comente

Até hoje, 1977 é conhecido pela torcida do Corinthians como o “ano que não terminou”. Para quem não sabe, foi o ano que o time paulista quebrou o jejum de 23 anos sem títulos. 

A façanha (para os corinthianos, claro) virou o documentário “23 anos em 7 segundos”. Os sete segundos são em referência ao tempo que durou o bate-rebate até o gol salvador de Basílio.

O filme é excelente. Uma lição para todos os clubes do Brasil de como a memória deve ser preservada. Há depoimentos de ex-jogadores da época (e de outras épocas), jornalistas e outros torcedores ilustres e anônimos. Vale a pena ver, independentemente do time para qual você torce.

O DVD custa R$ 29. Veja abaixo o trailer.

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02.07.09 18:44

Quando o futebol é ruim

Por: Equipe do Blog | Comentários: 4 Comentários

Escobar lamenta gol contra na partida com os Estados Unidos, em 1994

Escobar lamenta gol contra na partida com os Estados Unidos, em 1994

A série “Futebol é História” volta depois de um tempo sem estar na ativa. E logo na primeira edição deste retorno, relembra os 15 anos da morte do zagueiro colombiano Andréas Escobar.

 

 

 

Foi há 15 anos. Talvez ninguém lembre do fato. Mas para quem acompanhava futebol naqueles idos de 1994, foi marcante.

Um lance que marcou o futebol da Colômbia, dentro e fora de campo. Um gol contra que custou a vida de Andrés Escobar. O jovem atleta foi assassinado em frente a uma discoteca, na cidade de Medellín, por Humberto Muñoz Castro.

O zagueiro foi o protagonista de um lance infeliz. Mas que está no cotidiano do futebol espalhado pelo mundo. Na derrota para os Estados Unidos, por 2 a 1, ele marcou um gol contra. Obviamente sem querer. Mas que custou a sua vida.

Na época, o resultado contribuiu para a queda ainda na primeira fase da seleção sul-americana, considerada por muitos como uma das mais fortes candidatas ao título do torneio.

A tese mais defendida para a morte de Escobar foi a de que o assassinato houvera sido premeditado, a mando daqueles que perderam dinheiro de apostas com o resultado da Copa. Ela não foi comprovada de fato, mas Muñoz Castro foi condenado a 43 anos de prisão.

A segunda explicação sustentada é a de que o assassinato teria sido resultado de um bate-boca sobre futebol na porta da discoteca. Uma terceira levantava a teoria de que Escobar foi morto por pessoas ligadas ao narcotráfico, visto que o homem que o matou com 12 tiros era guarda-costas e motorista de dois condenados por tráfico de drogas na Colômbia.

Freddy Rincón (jogou em Corinthians e Palmeiras e esteve na seleção colombiana de 94) já chegou a admitir que era perigoso ficar em Medellín após o fracasso na Copa. “A cidade passava por uma situação difícil. Era complicado se sentir à vontade lá naquela época.”

De acordo com o filme “Escobar’s Own Goal” (O gol contra de Escobar), que conta a história trágica do zagueiro, outras 39 pessoas foram assassinadas em Medellín na noite em que zagueiro morreu. Apesar da repercussão que o caso teve no País e no mundo, Muñoz Castro foi solto por “boa conduta” após 11 anos na cadeia.

Que se guarde de lembrança essa história e se aprenda com as coisas boas do futebol. E não com as ruins.

A série “Futebol é História”, nesta nova temporada, será publicada todas as quintas-feiras, no blog Gol!

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Ciro Câmara

Ciro Câmara

Ciro Câmara, 30 anos, jornalista formado pela UFC em 2005. Foi […]

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