22.11.10 14:48
Evandro Leitão deu uma ótima entrevista ontem no É GOL!, da TV O POVO.
Foi bom porque foi verdadeira, sem ilusão.
E nada mais foi do que o óbvio.
Entre muitas coisas, o presidente do Ceará deixou claro que o clube só tem mais estrutura que o Grêmio Prudente na Série A.
Disse também que “nenhum jogador quer vir jogar aqui”. E que o “futebol cearense representa muito pouco no cenário nacional”.
O dirigente ainda lembrou que o torcedor cearense é bairrista e, muita vezes, cobra contratações completamente fora da realidade.
Análises verdadeiras, feitas por alguém que critica com a clara idéia de melhorar o cenário.
Agora, caro blogueiro, fico imaginando se as frases de Evandro Leitão tivessem sido ditas por um jornalista…
Quem respondeu bem a questão foi o radialista Benê Lima, que afirmou que “as verdades ali proferidas virariam insultos”.
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06.01.10 20:15
Os amistosos e as interrogações
Prestes a começar o Campeonato Cearense, Fortaleza e Ferroviário aproveitaram a tarde de hoje para testar seus times.
No Alcides Santos, o Fortaleza venceu o Caucaia por 5 a 2. Eusébio, Bismarck, Henrique – duas vezes – e Romário Mendes marcaram para o tricolor, enquanto Guto fez os dois gols do time adversário.
No Elzir Cabral, o Ferroviário derrotou o Uniclinic por 1 a 0, gol do atacante Felipe Klein.
Já o Ceará fez hoje um coletivo para enfrentar o Tiradentes, amanhã à noite, em amistoso no Carlos de Alencar Pinto.
Enquanto isso, a Federação Cearense de Futebol marcou para esta quinta-feira uma reunião com a Procuradoria Geral de Justiça. O tema é a falta de laudos dos estádios que pretendem receber os jogos do Estadual.
*Caucaia, Uniclinic e Tiradentes estão na Segunda Divisão do Campeonato Cearense, que começa na próxima semana.
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20.12.09 10:07
Do O POVO deste domingo
Quem passa pelo calçadão da Beira Mar não imagina que as quadras esportivas, em frente às obras do Jardim Japonês, tornaram-se um território dominado. O que era para ser espaço público de lazer virou lugar cativo para poucos. Jogar por ali não é tarefa fácil. É preciso ter amizades, ser insistente e, algumas vezes, trocar uns sopapos. Em um dos principais cartões postais de Fortaleza, é fácil concluir que há um “poder paralelo”.
As três quadras de areia, por exemplo, são divididas basicamente entre três grupos. Eles jogam sempre depois das 18 horas, quando o espaço é liberado pelos atletas profissionais de vôlei de praia – em dezembro, os treinos param. “Não entra ninguém que não seja da turma deles. Eles fecharam e acabou”, explica o comerciante Valdemir Rebouças, que há nove anos joga – ou tenta jogar – na Beira Mar.
Não há uma regulamentação clara para o uso do espaço e a falta de critério gera discussões constantes entre quem quer jogar nas quadras. “Se a turma do futevôlei, por exemplo, chega, todo mundo tem de sair. Do contrário, dá confusão. Aqui já rolou de tudo, menos morte”, conta o comerciante, lembrando de um caso que terminou em socos e coronhadas.
Na teoria, é preciso assinar um documento da prefeitura para usar as quadras. A reserva, segundo a Secretaria de Esporte e Lazer (Secel), é feita na Secretaria Executiva Regional II (SER II). “Existe uma agenda de horários. Não é só chegar e usar. Nessa agenda existe umas brechas para a comunidade”, explica Ciro Thiago, coordenador de equipamentos esportivos da Secel.
Só que as “brechas para a comunidade”, na prática, são ocupadas sempre pelas mesmas pessoas. E quem tenta jogar desconhece qualquer tipo de documento para liberar o espaço. “Tem muitos que chegam aqui dizendo que tem papel. Nunca mostraram nada”, afirma um usuário, que prefere não se identificar.
O que existe hoje é um cronograma velado, imposto com o tempo e sem que ninguém explique a origem. “Eu não participei dessa arrumação. Quando eu cheguei já era assim”, garante o aposentado José Lopes de Paula, chamado de “o pai do futevôlei” nas areias da Beira Mar.
Os horários ocupam os espaços que seriam públicos, vagos para quando as quadras não estão sendo usadas para treinos ou projetos sociais da prefeitura.
Problema no cimento
Ao lado, na quadra de cimento, a situação é semelhante. O espaço que era para ser de vários, fica nas mãos de alguns. O basquete domina o lugar. Futsal mesmo só terças e quintas, quando meninos participam do Projeto Manoel Tobias Futsal Sesc. “Isso aqui na verdade é manipulado. Se o cara quiser jogar futebol dá confusão. Era para ser quem chegar primeiro”, lembra o segurança Kepler Gomes, que joga basquete há seis meses.
Outro que também usa a quadra para o basquete é o estudante Márcio Costa. E ele também confirma o monopólio. “É meio que uma rotina aqui. Vem sempre as mesmas pessoas e pronto”, diz. Márcio conta que quem não sabe jogar também acaba excluído para o “Lado B”. “Aqui – na tabela mais perto da pista – é para quem sabe”, esclarece.
EMAIS
- Os grupos são chamados pelos usuários assim: “os veteranos”, “o pessoal do futevôlei” e “a turma da panela”.
- Mais à frente, perto da estátua de Iracema, após a Volta da Jurema, há uma outra quadra de cimento. E lá também existe conflito: entre quem joga futebol e hóquei sobre patins.
- Alguns usuários das quadras de areia reclamam da falta de chuveiro público. “Temos que pagar R$ 1 para usar a mangueira e tomar banho”, conta um.
- A turma do basquete garante que falta manutenção. Eles lembram que já compraram redes para o aro e fizeram cota para ajeitar as tabelas.
MAIS SOBRE O ASSUNTO:
Prefeitura alega falta de funcionários
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11.12.09 09:08
O marketing não serve para nada?
Quem assistiu ontem ao Arena Sportv teve a oportunidade de ver uma série ridícula de argumentos e comentários do presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil.
Parecia que ele estava querendo aparecer por estar em um canal de televisão nacional. Sabe aqueles comentaristas que procuram tudo para polemizar qualquer coisa? Do tipo que diz que o time mais forte do grupo do Brasil é a Coreia do Norte ou daqueles que inventam Figo no São Paulo e Zidane no Corinthians. É mais ou menos assim.
O presidente do Atlético-MG – que de grande, atualmente, só tem a torcida – entre outros comentários, disse que Marketing não ajuda nada a um clube de futebol. “Esse negócio de marketing não presta para nada. Só atrapalha. Me fez gastar 3 milhões nos últimos anos”, diz Kalil.
E mais. AO ser questionado sobre a quantidade de torcedores do Atlético no país, disse com orgulho: 8 milhões. Após escutar dos comentaristas do programa os 34 milhões do Flamengo, ao chegar sua vez, foi enfático: “Essas pesquisas são uma ‘birutice’. Torcedor que interessa ao clube é o que paga ingresso para ver o jogo. Esses torcedores do norte e do nordeste não nos interessa porque não entra dinheiro”, completou o ilustre presidente.
Importante frisar também que ele desmentiu a Folha de São Paulo, que noticiava que Luxemburgo veio para gerir fundos com o banco BMG, atual patrocinador do Galo e envolvido nos escândalos do “valerioduto”.
O presidente demitiu Celso Roth que conseguiu fazer com que o Galo voltasse a sonhar com algo. Segundo ele, “pela crise das derrotas após o jogo contra o Flamengo e a perda do título e vaga na Libertadores”. Dirigentes assim, com pensamentos como esse e como a respeito do marketing, que, se for bem feito, gera dinheiro a um clube, é que fazem um time com uma torcida tão bonita e empolgante, continuar pequeno.
Agora quero ver com vocês, caros torcedores: um clube deve investir em marketing?
14.08.09 20:27
Quem paga manda. E ponto final.
Do blog do Cosme Rímoli
Preocupação.
Desde a sede do Clube dos 13, em Porto Alegre. Passando pelo bunker da CBF, na Barra da Tijuca. Até o Planalto Central.
Motivo: a negativa oficial da TV Globo em relação à adequação do calendário brasileiro ao europeu.
O presidente Lula sentia ter descoberto a pólvora ao convocar o seu ministro do Esporte, Orlando Silva, e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.
Lula conversou com os dois inspirado no desmanche corintiano. Em encontro com seu amigo pessoal, Andres Sanches, o presidente ficou com a convicção que o Brasil tem de mudar seu calendário.
Para segurar jogadores, a saída simplista é mudar o futebol. O Campeonato Brasileiro tem de começar no meio do ano e terminar no começo do outro, em março. Exatamente como na Europa.
O ministro concordou, Teixeira, também. O presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, tem estudos sobre o assunto.
Tudo certo? Não.
Para quem banca o futebol no País, o calendário é perfeito. A TV Globo é contrária. Oficialmente.
Até autorizou o diretor da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto, a dar entrevista. Ele falou à Folha.
“Tudo no Brasil para no Natal até o Carnaval. Não faz sentido ter atividade no pior momento econômico. Nós poderíamos mudar o calendário se mudássemos as estações (do ano).”
Há muito mais que Marcelo não tem permissão para falar. A cúpula da Globo não quer a mudança porque afetaria drasticamente sua grade de programação.
Atingindo a grade, mexe com o que a Globo tem de mais sagrado: seus anunciantes. Já está tudo encaixado. Desde a caríssima programação do final de ano.
Big Brother. Novelas. Patrocínios que vão de janeiro a dezembro.
A engrenagem não muda de uma hora para outra.
Ou Flamengo e Fluminense na noite do Show do Roberto Carlos? Ou Corinthians e São Paulo no horário do Show da Xuxa? Ou ainda Internacional e Palmeira valendo o título em pleno domingo de Carnaval?
Os índices de audiência da Globo já vem caindo ao longo dos anos. Ainda é a primeira disparada no Brasil. Só que não pretende brincar com fogo.
Os estaduais no início do ano e o Brasileiro até o começo de dezembro estão mais do que estabelecidos.
Janela de transferência. Desmanches de times no meio do ano, em pleno torneio nacional chegando ao final do primeiro turno, não interessa.
Torcedores frustrados com a saída dos jogadores no meio do Brasileiro?
Não é problema da emissora. Quem banca o futebol é a Globo e acabou.
Como diria Isidora Ibárruri, conhecida como La Passionaria, na Guerra Civil Espanhola.
“No passarán!”
O recado vale para Lula, Orlando Silva, Teixeira, Koff e quem vier…
Nota: Por falar em transmissão, o governo argentino comprou os direitos do campeonato do país por R$ 250 milhões.
Agora, eles vão negociar cotas de patrocínio com emissoras para voltar a transmitir o campeonato em canais abertos.
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16.06.09 18:16
O Real Madrid gastou quase 160 milhões de euros para contratar Cristiano Ronaldo e Kaká. Conseguiu o que queria: causou um frisson danado no meio do futebol. E vai vender muita camisa com a contratação dos dois craques.
Agora, o time merengue precisa se desfazer de alguns jogadores para equilibrar as finanças. Segundo o site Globoesporte.com, o Real Madrid mandou um fax para todos os times que disputam a Premier League, da Inglaterra, informando quais jogadores estão à venda.
Veja a lista:
Heinze, Sneijder, Van der Vaart, Drenthe, Robben, Diarra, Van Nistelrooy (foto), Huntelaar e Saviola.
E aí, algum deles caberia no seu time?
07.06.09 12:21

Todo domingo, a partir das 20h, na TV O POVO (UHF 48, Net 23, Tv Show 11)
Neste domingo, a partir das 20h, Sérgio Ponte, Bruno Formiga, Marcelo Mendonça e Ciro Câmara debatem a falta de vitórias de Ceará e Fortaleza na Série B, o início dos trabalhos do Ferroviário para a Série D e as últimas novidades do futebol cearense, sem esquecer Série A, Série C e Eliminatórias.
Participe do É Gol através do e-mail egol@tvopovo.com.br ou pelos comentários deste post.
28.05.09 20:39

São 17 candidatas, 12 vagas. Muitas especulações e poucas certezas. E o esclarecimento será na tarde do próximo domingo, quando a Fifa vai anunciar as cidades escolhidas para sediar a Copa do Mundo de 2014.
Concorrem Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).
Já se falou em grande cidade preterida. Já se falou da importância do lobby político na escolha. Já foram várias as cidades “confirmadas” por “furos jornalísticos”.
São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Porto Alegre, Curitiba, Natal, Recife e Goiânia anunciam concentrações e festejos no aguardo do pronunciamento da Fifa. Enquanto isso, segundo a prefeita Luizianne Lins, Fortaleza vai esperar o anúncio sem festa e “com muita humildade”, também em respeito às vítimas das chuvas no Estado.
Como você vê Fortaleza nesse jogo para receber a Copa do Mundo de 2014?
16.05.09 10:30
Da Agência Estado
No discurso, o legado do Pan-Americano de 2007 é pomposo, tem frases de efeito e eloquência. Na prática, dispensa retóricas e se desnuda em fatos que põem em xeque sua credibilidade. O último exemplo de desleixo pós-Pan vem do remo e mostra como R$ 1,28 milhão foi parar no lixo.
Para a competição de dois anos atrás, cinco catamarãs e duas lanchas foram construídos. Custaram aos cofres públicos R$ 380 mil. Hoje, estão abandonados. Cinco desses barcos ficaram meses ao relento num hangar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Dois permanecem como figurantes à margem da Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul. “Os barcos estão sem condições de uso e não temos autorização para ajeitá-los. Esse é o legado do Pan? Fico revoltado com isso”, protestou o presidente da Federação de Remo do Rio, Alessandro Zelesco.

O descaso no remo não para por aí. Para caracterizar o alto grau de profissionalismo do Pan, uma raia eletrônica foi comprada (por cerca de R$ 900 mil) da Hungria. Seria a grande novidade nas competições na Rodrigo de Freitas. No entanto, por causa de um defeito nos partidores eletrônicos – estrutura que segura os barcos na largada da regata – está recolhida desde o fim de 2007 num contêiner do estádio de Remo da Lagoa. Seus cabos de aço produzem ferrugem e estão com os dias contados.
A diretoria afastada da Confederação Brasileira de Remo (CBR), agora sob intervenção da Justiça, chegou a emitir nota para esclarecer o problema dos barcos. No documento, explica que catamarãs e lanchas foram recolhidos para reparos porque apresentavam “alguns problemas de estrutura e navegação”. Não fala sobre a raia.
“Os barcos que estão sem utilidade têm casco antimarola e são importantes não só para as regatas como para os treinos das equipes”, afirmou Wilson Reeberg, candidato de oposição à presidência da CBR – o pleito realizado em 21 de março foi anulado pela Justiça e nova eleição deve ocorrer até julho.
De acordo com o coordenador do Polo Náutico da UFRJ, Fernando Amorim, um dos responsáveis pela construção dos barcos, não havia nenhum reparo a ser feito quando as embarcações deixaram de ser utilizadas. “Depois do Pan, a Confederação Brasileira de Remo nos pediu que guardássemos os barcos e eles nunca mais apareceram para pegá-los”, disse.
O dinheiro investido nos barcos e na raia veio do governo do Estado. Também custeou os atracadores flutuantes (com mais R$ 460 mil) localizados no estádio de Remo da Lagoa. “Estamos diante de uma negligência da CBR, que não sabe o que fazer com esses barcos”, prosseguiu o coordenador da UFRJ.
Outros problemas atormentam quem acreditava ver os equipamentos do remo no período do Pan à disposição de atletas, clubes e de federações. Alguns deles chegaram a ser propalados como exemplos de legado e nem sequer saíram do papel, como a cabine de largada e uma nova torre de arbitragem.
A raia, conhecida como albano, supera, contudo, todo o descaso possível com os aparelhos e instalações do remo na Lagoa. Simplesmente não funcionou quando chegou da Hungria. Partidores eletrônicos com defeito tiveram de ser substituídos por outros que vieram do Paraná em caráter de emergência. Após o Pan, houve a devolução para a federação paranaense e o conjunto da moderna raia deixou de ser aproveitado.
Na fase de instalação da raia, 16 poitas enormes – estruturas de concreto de 300 quilos cada para servir de base às boias – foram colocadas na lagoa. Quando os cabos de aço tiveram de ser retirados, não se demarcou o lugar das poitas e isso ocasionou mais uma frustração para a comunidade carioca de remo.
Atletas e clubes pretendiam servir-se das poitas, deixando de lado os galões com britas que delimitavam as boias. Mas nem mesmo a contratação de um homem-rã foi suficiente para que as grandes estruturas de concreto pudessem ser encontradas. As poitas tiveram um destino parecido com o do dinheiro público aplicado no remo: afundaram no lodo da lagoa.
11.05.09 18:31
Que me perdoem, mas a Ferrari é necessária

A Ferrari pode não correr a F-1 em 2010
O certo é que a Ferrari não deve abandonar a Fórmula 1… até porque, diversas vezes, as equipes já ameaçaram deixar a categoria e não o fizeram… mas os dirigentes da escuderia garantem que é pra valer!
Uma reunião amanhã pode marcar o fim da linha para a única equipe que está na Fórmula 1 desde a primeira corrida, em 1950.
O grande problema é o teto orçamentário estipulado pela FIA para a próxima temporada. Em 30 de abril, a FIA decretou que, a partir de 2010, as equipes de Fórmula 1 deverão gastar no máximo 40 milhões de libras (cerca de R$ 130 milhões).
E a Ferrari acha que não é justo…
Sobre a reunião, Max Mosley, chefe da FIA, foi direto e sem meios termos! Enquanto o presidente da montadora Ferrari, Luca di Montezemolo disse (que esse teto prejudicaria o futuro da F-1), ele se limitou a rebater: “A Fórmula 1 pode sobreviver sem a Ferrari.”
Que Mosley me perdoe… mas a Ferrari é mais do que necessária!
07.05.09 11:09
Saiu o regulamento da Série D !
E, pasmem, os dirigentes da CBF conseguiram se superar – se é que isso é possível.
Inventaram um dos piores regulamentos da história da humanidade.
Na primeira fase, por exemplo, tem time que só vai jogar seis vezes. Se for eliminado, bye bye temporada 2009.
O pior é na fase de “grupos de dois”, quando três segundos colocados têm chance de avançar.
CAPÍTULO IV
Do Sistema de Disputa
Art. 10 – O campeonato será disputado em seis fases, conforme resumidamente se segue:
a) 1ª Fase: os quarenta clubes, divididos em dez grupos de quatro clubes cada, jogam entre si em turno e returno, dentro de cada grupo, classificando-se os dois primeiros lugares em cada grupo para a fase seguinte;
b) 2ª Fase: os vinte clubes classificados na 1ª fase, divididos em dez grupos de dois clubes cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os clubes vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
c) 3ª Fase: os dez clubes classificados na 2ª fase, divididos em cinco grupos de dois clubes cada, jogam entre si em ida e volta dentro de cada grupo, classificando-se os clubes vencedores de cada grupo e mais os três clubes melhores classificados como segundos dentre os disputantes da 3ª fase;
d) 4ª Fase: os oito clubes classificados na 3ª fase, divididos em quatro grupos de dois clubes cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
e) 5ª Fase: os quatro clubes classificados na 4ª fase, divididos em dois grupos de dois clubes cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
f) 6ª Fase: os dois clubes classificados na 5ª fase jogam entre si em ida e volta, decidindo o título de Campeão Brasileiro da Série D de 2009.
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