21.04.12 17:50
Bola Cultural – Memória da bola pede passagem
Castelão terá espaço cultural em julho
A memória do futebol cearense ganhará novo centro de preservação, desta vez no remodelado Castelão. O estádio vai receber, a partir de julho, um espaço cultural que funcionará concomitante às obras de olho no Mundial de 2014.
Conforme o secretário especial da Copa, Ferruccio Feitosa, o local terá 1.100 m² divididos em quatro temáticas: Clubes; Clássicos; Personalidades; e Arena Castelão. Ficará na etapa três da obra (a implodida no ano passado) e contará com recursos audiovisuais que permitam a interação do visitante com o passado, indo além do meramente contemplativo.
O projeto engloba ainda a criação de um museu no estádio, a ser construído posteriormente. “Para o museu precisaríamos de um acervo bem maior”, justifica Ferruccio. Vale lembrar que, como antecipado pela coluna em 28 de janeiro, os ex-jogadores Mirandinha e Celso Gavião atuam como guias da obra de modernização.
A criação do espaço cultural/museu é imperativa para um estádio referência como o Castelão, sobretudo nestes períodos de Copa. Fortalece a memória da bola local, ao lado da exposição “Biografia de uma paixão”, no hall de entrada do PV e do Centro Cultural do Ceará Sporting Club.
FIGURINHA CARIMBADA
A presidente da Argentina Cristina Kirchner causou estardalhaço ao expropriar a petrolífera Repsol-YPF esta semana. Ela não seguiu a paixão do marido Nestor pelo Racing. Torce para o Gimnasia La Plata.
UM DIA COMO HOJE
Ceará e Fortaleza, tão habituados a grandes embates, faziam o “Clássico Plebeu” há exatos 47 anos. Os dois times inauguravam com amistoso o campo da Vila Manoel Sátiro, em 1965. Vovô venceu com gol de Charuto.
VAI POR MIM
PV: Biografia de uma paixão
Livro foi indicado na edição deste mês da Placar. Tem comercialização limitada – à venda apenas na loja da FDR, na sede do O POVO (Av. Aguanambi, 282). Preço: R$ 60 (revertidos para Casa Sol Nascente)
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Vamos falar de futebol: @cirocamara
A coluna Boa Cultural é redigida por Ciro Câmara e publicada todos os sábados no O POVO.
11.10.10 21:54
Só a vitória diante do Flu de Feira mantém o Fortaleza no Nordestão
Para o Fortaleza não resta escolha: é vencer ou vencer para seguir disputando a Copa do Nordeste.
Só a conquista dos três pontos diante do Fluminense de Feira de Santana-BA nesta terça-feira, às 17h, no estádio Jóia da Princesa, evita a exclusão do time no torneio.
A delegação do Tricolor já está em Feira de Santana, local do jogo. O técnico Vladimir de Jesus já definiu a equipe que entrará em campo.
Do atual elenco, o Vladimir só não poderá contar com o zagueiro Leomar, com uma lesão na coxa, e com o lateral-direito Peter, com uma entorse no tornozelo esquerdo.
O time deve começar com Fabiano; Reginaldo Júnior, César Gaúcho, André Turatto e Ronaldo; Cléber Goiano, Coquinho, Leandro e Eduardo; Paulo Isidoro e Vinícius
No banco de reservas estarão Douglas (goleiro), Wellington, Douglas, Jeférson, Basílio, Bechara, Guto e Rinaldo.
O Fluminense de Feira de Santana é dirigido por um velho conhecido do torcedor do Fortaleza: Luís Carlos Cruz, ex-técnico do clube.
A equipe baiana, que passa por graves problemas financeiros, jogará com cinco desfalques no ime titular.
20.08.09 12:02

Lembram dele?

Clóvis Acosta Fernandes, o Gaúcho da Copa, recebeu quase R$ 15 mil do Governo do Estado do Rio Grande do Sul para ir à Copa das Confederações na África do Sul.
Clóvis, que tem cargo comissionado como assessor da Secretaria de Relações Intitucionais do Rio Grando do Sul, recebeu 19 diárias de 350 dólares cada, conforme o Portal da Transparência do RS.
O valor cobriu despesas de alimentação e hospedagem do Gaúcho da Copa, que foi à África do Sul com a missão de divulgar a cultura gaúcha e chamar a atenção para Porto Alegre como uma das cidades-sede da Copa de 2014.
O trabalho do Gaúcho da Copa? Fazer chimarrão e aparecer na imprensa. Basicamente isso.
Com informações do Zero Hora.
Uma pessoa, camisetas e chimarrão. Qual é o sentido dessa “divulgação da cultura”?
03.07.09 08:09
Religião no esporte é gol contra

Da coluna do Ricardo Kelmer
Brasil tricampeão da Copa das Confederações, Kaká o melhor jogador, Luís Fabiano o artilheiro, troféu Fair Play de equipe mais disciplinada… Festa bonita mesmo. Dunga, a Canarinho, a CBF e a torcida estão de parabéns!
Mas agora vou dar uma de estraga-prazer, é o jeito, pois tem algo que me preocupa muito mais que os gols que o Brasil faz ou deixa de fazer: tô falando do proselitismo religioso no esporte. Putz, esse negócio de jogador exibir mensagens religiosas já passou dos limites. A Fifa precisa fazer algo, assim como fez em relação às mensagens políticas, senão em breve o futebol será um grande púlpito de devotos a fazer propaganda de seus deuses e suas religiões pro mundo inteiro.
Lúcio foi o herói do jogo mas não deveria ter posado com aquela camisa onde se lia “I love Jesus”. Isso não é um comportamento digno de capitão do time, afinal ele representa o grupo e nele há jogadores com outras crenças. Kaká também usou uma (“I belong to Jesus”) após a partida mas não a exibiu durante a premiação. E se outros jogadores fizerem o mesmo? Teremos um palanque religioso cheio de mensagens, com Deus, Alá, Jeová, Jesus, Shiva, Yemanjá e outras entidades disputando a atenção das câmeras. E os ateus, eles também não terão direito a uma camisa?
Se nada for feito, a religião invadirá os campos e quadras e o esporte virará uma cruzada entre os jogadores e seus deuses. Como um jogador evangélico se sentiria ao lado de outro que exibisse na camisa “Reencarnarei com Jesus” ou “Eu pertenço ao Demo”? Ué, se uma religião pode, todas podem. E as torcidas, como se comportarão? Será que esses jogadores não calculam o risco do que fazem num mundo onde as diferenças religiosas patrocinam atentados, guerras e genocídios?
Que Lúcio ame Jesus, tudo bem, ele ama quem quiser. Que Kaká pertença a Jesus, ótimo, o passe espiritual é dele. Mas o esporte nada tem a ver com as crenças pessoais dos jogadores – isso é misturar o público com o privado. É o mesmo que um deputado usar o plenário pra fazer propaganda de sua religião. Deputado tá no plenário pra legislar e jogador tá no campo pra jogar. Misturar política ou esporte com fervor religioso não dá certo. Por favor, senhores jogadores e senhoras jogadoras, respeitem o espectador que nada tem a ver com isso e divulguem sua fé em outra ocasião. O esporte, assim como o Estado, deve ser laico e não-político, pra que ele não se desvie de sua essência mais legítima, que é a confraternização entre os povos.
Sei que toco num tema delicado e não duvido que algum religioso raivoso me xingue e me acuse de ser contra a liberdade de expressão e coizital… Nada disso. Quem conhece meu trabalho sabe bem do quanto prezo e luto pela liberdade. Não tenho religião nem tenho deuses ou deusas a honrar (a Luana Piovani não conta) mas sempre lutarei pela liberdade individual de qualquer um de tê-los. Esporte, porém, não é igreja – pelo bem do esporte e pela paz no mundo, sigamos esse primeiro mandamento.
Ricardo Kelmer é escritor e assina a coluna kelméricas às sextas, no portal O POVO Online.
28.06.09 18:17
Foi uma boa final, com os temperos necessários a qualquer decisão.
De virada, o Brasil venceu os Estados Unidos, por 3 a 2, e levou o título da Copa das Confederações.
No primeiro tempo, sem espaço e errando demais, o Brasil se viu envolvido por um disciplinado time americano, que acabou fazendo 2 a 0 sem dificuldade.
Dempsey e Donovan – num espetacular contra-ataque – fizeram os gols.
Mas eis que veio o segundo tempo e a mudança de postura dos dois times. Os EUA soltaram um pouco mais a marcação e na base dos cruzamentos o Brasil chegou aos gols.
Luis Fabiano fez o primeiro.
Depois o segundo.
E Lúcio, melhor jogador do time na competição – mesmo que a Fifa tenha escolhido Kaká – fez o gol do título.
Fico imaginando o que Dunga falou para o apático elenco no intervalo.
Talvez ele tenha usado o slogan de Barack Obama na campanha das eleições:
- Yes, we can !
E parece que funcionou.
Brasil tricampeão e Dunga mais prestigiado do que nunca no cargo.
25.06.09 21:57
“Eu precisava de um jogador com velocidade, agressivo naquele setor e especialista na bola parada. Ele treina quase todos os dias e a bola parada seria uma das poucas oportunidades que teríamos. Felizmente a falta aconteceu perto da área e ele foi perfeito”, avaliou.
Palavras do técnico Dunga, explicando os motivos que o fizeram colocar Daniel Alves o final do jogo contra a África do Sul
25.06.09 20:34
Daniel Alves e a bola no ângulo
Quando Ramires sofreu a falta, a televisão mostrou Joel Santana, nervoso, tenso. Ele, eu e o mundo sabíamos que a chance da bola entrar era enorme na cobrança. E quando Daniel Alves, que tinha acabado de entrar no lugar de André Santos, se aproximou da bola, a chance virou certeza.
Coisa de time com muita tradição, diante de um adversário animado por vuvuzelas, mas que tem muito pouca técnica, apesar do ânimo para marcar e tentar complicar a Seleção Brasileira.
O Brasil não foi bem e todos os jogadores mereceram a mesma avaliação, com exceção de Júlio César, Kaká e Ramires, um pouco melhores.
E na final contra os EUA, se o time comandado por Dunga for molenga, preguiçoso e sem inspiração, como foi hoje, a chance de se complicar é grande.
Mas, dentro da famosa normalidade, o Brasil, como já fez na própria Copa das Confederações contra o mesmo adversário, vence, tranquilamente.
25.06.09 00:41
Vamos falar e refletir mais um pouco sobre EUA 2 x 0 Espanha?

O futebol é o maior e melhor esporte do mundo. Os EUA estavam quase eliminados e, de uma hora para outra, estão na final da Copa das Confederações. Quanto a Espanha, são completamente absurdas as manifestações que tentam desconstruir o que o time tem feito recentemente. A Espanha não tem a história da Alemanha, da Itália ou a do Brasil, longe disso, mas negar que o time atual tem talento e ótimos jogadores é, no mínimo, prepotência. Foram 35 jogos de invencibilidade e a conquista de uma Euro.
Alguns podem alegar que a Fúria construiu sua fama jogando contra Monte Carlo, Moldávia, Liliput, Sodoma e Gomorra, Paquistão, Montenegro, Triângulo das Bermudas, Vaticano, Smallville, Liechtenstein, South Park, Machu Picchu, Guantánamo, Springfield...mas não foi nada disso. Na Euro, a Espanha passou por Itália, Russia e ganhou na final da sempre poderosa Alemanha. Ainda nesta série invicta, há vitórias contra Turquia, Inglaterra, França, Bélgica, Suécia…
Aí, alguns podem alegar que até a Grêcia ganhou a Euro. É verdade, mas isso não desmerece a conquista da Espanha. Nós, brasileiros, não queremos sempre que o time ganhe e jogue bem? Então, a Espanha ganhou a Euro dando show, enquanto a Grécia ganhou com um jogo horrível. A Espanha está, sim, entre as grandes seleções do mundo. É difícil apontar duas seleções por aí melhores do que ela. Mas o grande teste será a Copa do Mundo, porque a pressão em uma Copa é o infinito x 10 a 23 maior do que em uma Euro.
Agora, se o Brasil ganhar a Copa das Confederações, todo mundo vai falar que não fez mais do que a obrigação e que passou pelos EUA. E se perder para a África do Sul e suas vuvuleza malucas ou para os EUA? Bom, aí será um Deus nos acuda. A vitória contra a Itália terminaria completamente esquecida e veríamos um festival de críticas e xingamentos contra os jogadores, contra o Dunga, contra os jornalistas, com ou sem diploma…
Claro que as críticas serão veementes, não é? Se o Brasil é o supra-sumo do futebol, o máximo dos máximos, e são os torcedores chauvinistas que dizem isso, o tempo todo, o que fazer quando se perde um jogo para uma seleção inferior? Tacar o pau no técnico, ter chilique, a não ser que se resolva adotar uma politica baseada nas idéias de Paul Joseph Goebbels, o famoso ministro da propaganda de Hitler.
O futebol, ainda bem, permite o tempo todo que o mais fraco leve vantagem. Nenhuma seleção é imbatível, mas ninguém vai deixar de elogiar pensando na teoria do caos. As análises – há boas e ruins, claro, exageradas também, disso não há dúvida - mas elas são feitas na medida da observação do que ocorreu em partidas anteriores, em competições anteriores.
A vitória dos EUA foi heróica, realmente. Nem os jogadores americanos conseguiam explicar. Eles se atiravam na bola de qualquer jeito, com uma raça impressionante e a Espanha não teve calma para fazer valer sua evidente superioridade. Aliás, é bom deixar claro que a Espanha é muito melhor do que os EUA, assim como Brasil é muito melhor do a África do Sul e os EUA. Sabe o motivo? Há gente que tem a coragem de dizer ou escrever que sabia que a Espanha perderia dos norte-americanos, que era uma coisa completamente esperada. Só que depois do resultado, depois.
Mas estamos falando de futebol. E as surpresas, ainda bem, ocorrem. Afinal, é o maior e melhor esporte do mundo.
24.06.09 17:20
EUA 2 x 0 Espanha: a lógica da bola
Os EUA se defenderam monstruosamente bem, atacaram duas vezes no jogo todo e fizeram dois gols.
E estão na final da Copa das Confederações.
A Espanha tentou, mas não estava em um dia inspirado, pelo contrário, aliás.
E não há mais nada a escrever, a não ser que no futebol, a lógica da bola surpreende.
Só falta a África do Sul ganhar do Brasil e o jogo que todo mundo quer ver ser a disputa do terceiro lugar.
Agora, duas zebras assim, seguidamente…será?
Ah, a Espanha não perdia faz tempo. Eram 35 jogos de invencibilidade.
Eram.
22.06.09 10:33
O Brasil é um país privilegiado para o futebol. Além dos 23 convocados para a Copa das Confederações, em poucos minutos consegui pensar um outro elenco de jogadores que ficaram fora desta lista, mas que têm condições de integrar o grupo que disputará a Copa do Mundo.
Dois deles, Ronaldo e Adriano, foram incluídos pelo potencial que têm, não tanto pelo momento atual. Veja a lista:
Grupo de fora Grupo atual
Goleiros Goleiros
Doni Julio César
Marcos Victor
Felipe Gomes
Laterais Laterais
Leo Moura Maicon
Rafinha Dani Alves
Fábio Aurélio Kléber
Marcelo André Santos
Zagueiros Zagueiros
Alex Lúcio
Alex Silva Juan
Chicão Miranda
Thiago Silva Luisão
Meio-campo Meio-campo
Elias Ramires
Ibson Gilberto Silva
Hernanes Felipe Melo
Lucas Kleberson
Anderson Josué
Diego Kaká
Alex (Fenerbahce) Julio Baptista
Alex (Ex-Inter) Elano
Atacantes Atacantes
Adriano Robinho
Ronaldo Luis Fabiano
Kléber Pato
Vagner Love Nilmar
PS: ainda ficaram foram outros jogadores, como o goleiro Rogério Ceni, lateral-esquerdo Juan, zagueiro Breno, atacantes Rafael Sóbis, Taison, Keirrison… Enfim, o futebol brasileiro é mesmo privilegiado. Se fosse mais bem cuidado, dificilmente perderia de alguém.
OBS: Ronaldinho Gaúcho está tão em baixa que esqueci de incluí-lo no elenco que ficou fora da convocação. Mas também pode ser uma opção, se recuperar o futebol que ficou em Barcelona.
21.06.09 17:25
Primeiro tempo brilhante e Brasil fez 3 a 0 na Itália; e os EUA se classificaram….
Os jogadores italianos foram muito melhores do que os brasileiros, mas em apenas um quesito no encontro de nove títulos mundiais, neste domingo, na barulhenta Pretoria: na hora de cantar o hino do país. Depois, só deu Brasil no primeiro tempo, apesar do segundo tempo da Itália ter sido um pouco melhor em relação a chances criadas.
Aliás, o Brasil tem jogado muito bem no contra-ataque. O esquema tático está definido e pronto para a Copa, assim como grupo está quase fechado. E do time que jogou hoje, talvez Daniel Alves na lateral esquerda, pela falta de qualidade por aquele setor, seria uma alternativa bem interessante.
Notas:
Julio César - assistiu ao jogo no primeiro e fechou o gol no segundo:8
Maicon - marcou bem, mas errou muito no apoio, principalmente cruzamentos: 6
Lúcio – a disposição de sempre e ainda foi ao ataque ajudar: 8
Juan - jogou pouco, mas estava bem quando deixou o campo, machucado: 7; entrou Luisão, muito bem: 7
Andre Santos – sabe mais do que apresentou hoje. Desatento na defesa, melhor no ataque: 6
Gilberto Silva – sério, como sempre, e eficiente. Merece respeito: 7,5
Felipe Melo – ótimo na marcação, melhor ainda na saída de bola. Garante vaga na Copa - e como titular - a cada partida que faz com a camisa do Brasil: 9
Ramires - primeiro tempo brilhante, mas caiu com o time no segundo tempo: 7
Kaká – passes corretos, assistências importantes e taticamente excelente: 8,5
Robinho – muita movimentação, participou de dois gols, mas quando se acha o Pelé e se torna egoísta, é irritante: 6
Luis Fabiano – faz gol de tudo quanto é jeito, esperto, inteligente e raçudo: 9
Entraram Josué e Kléberson, mas jogaram pouco e ficam sem nota
Enquanto isso, os EUA ganharam do Egito por 3 a 0 e, de forma inacreditável, passaram para a semifinal, onde vão enfrentar a Espanha. O Brasil pega a África do Sul.
Só outra zebraça para que a final não seja entre Brasil e Espanha.
20.06.09 19:57

Villa marcou contra a África do Sul
A Espanha está impossível.
Venceu a África do Sul, neste sábado – sem jogar bem -, por 2 a 0, e cravou a maior sequência de vitórias na história dos confrontos entre seleções.
O espanhóis agora somam 15 triunfos seguidos.
De quebra, igualaram o recorde do Brasil de 35 partidas sem perder.
A seleção espanhola começou a escrever a marca sobre a Inglaterra, em 7 de fevereiro de 2007, em Old Trafford. O jogo aconteceu cerca de três meses após a última derrota, diante da Romênia, em Cádiz.
Agora, nas semifinais da Copa das Confederações, a Espanha pode quebrar de vez o recorde.
Maiores períodos invictos.
Brasil: 35 jogos entre dezembro de 1993 e janeiro de 1996.
Espanha: 35 jogos entre fevereiro de 2007 e junho de 2009.
Argentina: 31 jogos entre fevereiro de 1991 e agosto de 1993.
Hungria: 31 jogos entre junho de 1950 e julho de 1954.

Puskas, Redondo e Tafarel foram símbolos de equipes fortíssimas
18.06.09 17:52
Bem que eu disse no Grande Jornal da TV O POVO que o Egito ganharia da Itália. O time jogou bem demais contra o Brasil, tocando a bola, chegando com talento e bons chutes, com os jogadores muito concentrados. Enquanto isso, a Itália tinha sofrido para ganhar dos EUA…
Só que eu deveria ter acreditado mais no meu palpite, afinal, com um gol marcado por Hommos, o Egito venceu a Itália por 1 a 0. E agora o grupo do Brasil está assim:
Brasil 6 pontos, saldo positivo de 4 gols; Itália e Egito 3 pontos, com os italianos com saldo positivo de 1 e os africanos com saldo 0; Eua, nenhum ponto.
O Brasil encara a Itália, enquanto o Egito enfrenta os EUA na rodada final. Nem os EUA estão eliminados, como bem lembrou o leitor Marcelo Silva, em comentário no post. O Brasil joga por um empate e dependendo dos resultados, pode até perder que se classifica. O Egito, ganhando ou empatando com os EUA, torce contra a Itália para se classificar. Já os EUA precisam vencer o Egito por boa diferença de gols e torcer para o Brasil ganhar bem da Itália.
18.06.09 14:42

Fácil e bonito de se ver.
O Brasil venceu os Estados Unidos, nesta quinta-feira, por tranquilos 3 a 0.
Os gols de Felipe Melo, Robinho e Maicon saíram em jogadas pensadas – e não fruto do acaso.
Mesmo contra muitos – inclusive este que vos escreve – Dunga já deu um padrão à Seleção.
O Brasil é um time compacto, veloz na saída de bola e muito forte pelo alto.
A vitória contras os EUA coloca o time ainda mais forte na briga pela Copa das Confederações.
17.06.09 21:05
Eu já tinha escrito aqui sobre o insu
portável barulho das cornetas – chamadas vuvuzelas - usadas pelos torcedores na África do Sul, nos jogos da Copa das Confederações. Na boa, é um negócio muito bizarro. Fora quem está assoprando a corneta, será que alguém gosta daquilo?
O presidente da Fifa, o suiço Joseph Blatter, resolveu falar sobre o assunto: ”É mesmo muito barulho. Isso atrapalha as transmissões de televisão e incomoda algumas pessoas que estão no estádio. Já discutimos com o Comitê Organizador essa questão. Mas, ao mesmo tempo, é um som local e eu não sei como parar com ele. Quando você vem à África, tem que esperar barulho, dança, música, afinal essa é a África”.
No dia a dia, confesso que me irrito muito, até acima do normal, com qualquer barulho, mas simplesmente não dá para aguentar o som das vuvuzelas pela TV, imagine estando no estádio. Tenho visto os jogos sem som, de verdade.
Será que vão conseguir proibir a entrada das cornetas? O presidente do Comitê Organizador da Copa das Confederações, Danny Jordan, por sua vez, claro, defendeu o barulho: “Isso não é só na África do Sul, é em todo o continente. A forma de se expressar do torcedor africano é essa. O futebol é assim neste continente”
Bom, pelo jeito, durma-se com um barulho desses.
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