Gol

04.02.11 07:37

A asa

Por: Ana Flávia Gomes | Comentários: 3 Comentários

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Conforme prometido na coluna de hoje, eis o vídeo que mostra o abrir e fechar da asa traseira dos carros de F-1. A intenção é que esse seja um reforço aerodinâmico para incrementar a quantidade de ultrapassagens.

Já havia a pré-determinação de que a asa só poderia ser mexida mediante autorização eletrônica da direção de prova, em pontos específicos de cada circuito e somente quando o carro “ultrapassante” estivesse a até 1 segundo do “ultrapassável”. Mas só isso não era suficiente.

Eis que a revista inglesa Autosport noticia que a FIA agora quer criar uma espécie de parque de ultrapassagens em cada circuito. A área onde o piloto poderia usar o recurso seria nos últimos 600 metros da reta principal de cada circuito. E mais: a demarcação do espaço de 1 segundo seria feita no ponto de frenagem da curva anterior à reta. E todas essas áreas teriam identificações na pista.

Alguns engenheiros ponderaram que com esse trecho de 600 metros as ultrapassagens – apesar da ajuda do carro – ainda vão exigir algum arrojo do piloto. A FIA vai colocar à prova essas idéias nos próximos testes ao longo de fevereiro e início de março.

Essa talvez seja a solução mais prática para viabilizar a regra de limitar o uso da asa traseira móvel. Mas, sinceramente, o autorama é logo ali.

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16.08.10 17:50

Bonito

Por: Ana Flávia Gomes | Comentários: 5 Comentários

A notícia já não é nova, mas como estive ocupada com a edição do É Gol! ontem o jeito é abordá-la só agora.
Valentino Rossi, heptacampeão da MotoGP, sai da Yamaha (onde conquistou 4 títulos) e vai para a Ducati na próxima temporada. O anúncio da troca de equipe poderia ter sido feito de diversas maneiras burocráticas.
Mas Valentino é diferente.
A espontaneidade do piloto - famoso por comemorações malucas e capacetes irreverentes – funciona como um marketing formidável (seja isso premeditado ou não).
E nesta era de assessorias de imprensa que em geral atrapalham muito mais do que esclarecem; nesta era em que os grandes esportistas parecem desmedidamente estelares, o suficiente para ignorar torcida e equipe técnica, Valentino Rossi cativou. E se deixou cativar.
O site Tazio traduziu na íntegra a carta do piloto:

É muito difícil explicar em apenas algumas palavras o que minha relação com a Yamaha foi nos últimos anos.

Muitas coisas mudaram desde que entrei no time, em 2004, mas especialmente “ela”, minha M1, mudou. Àquela época ela era uma moto de meio de grid, desprezada por grande parte dos pilotos da MotoGP.

Agora, após ajudá-la a melhorar, vocês podem vê-la sorrindo na garagem, cortejada e admirada, tratada como “a melhor da categoria.”

A lista de pessoas que permitiu que essa transformação fosse possível é longa, mas gostaria de agradecer a Masao Furusawa, Masahiko Nakajima e Hiroya Atsumi, como representantes de todos os engenheiros com quem trabalhei e tomaram conta dela com amor.

Agora chegou o momento de procurar novos desafios, meu trabalho na Yamaha acabou. Infelizmente, até as mais bonitas histórias de amor terminam, mas deixam memórias maravilhosas, como quando eu e minha M1 nos beijamos pela primeira vez na grama de Welkom, quando ela olhou direto para os meus olhos e me disse “eu te amo”.

Valentino Rossi

 

Aí eu lembro da carta de Wallace para a torcida do Vitória na final da Copa do Brasil, lembro do choro de Maicosuel quando saiu do Botafogo para o futebol alemão… Ainda sobram umas notas sutis para mostrar que o esporte pode ser o grande universo financeiro que é sem ter que perder as coisas bonitas pelo caminho.

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05.08.10 11:45

A Ferrari não errou no caso Massa/Alonso na Alemanha

Por: Emmanuel Macêdo | Comentários: 31 Comentários

Muitas pessoas ficaram histéricas de raiva da Ferrari, porque Felipe Massa permitiu a passagem de Fernando Alonso no Grande Prêmio da Alemanha.

Histeria sem sentido, diga-se, e que agora fica ainda mais desnecessária, porque duas novas mensagens divulgadas nesta quinta-feira pela FIA mostram que a equipe italiana orientou o brasileiro a defender sua posição.

O engenheiro Rob Smedley, antes de avisar a Massa que Alonso estava bem mais rápido do que ele, mandou outros dois recados, todos mantendo a linha de esportividade tão exigida por quem detona a equipe italiana.

“Ele está bem perto, ele vai passar, você tem que se defender”.

“Você precisa acelerar o ritmo, porque Fernando está mais rápido”.

Ora, Felipe Massa, que é claramente inferior a Alonso, não conseguiu melhorar seu desempenho. Não se defendeu e não aumentou o ritmo, portanto. Assim, nada mais natural do que permitir a passagem do espanhol, que estava muito mais rápido na pista. Foi uma decisão inteligente, inclusive.

É preciso acabar de vez com a hipocrisia. Massa já foi ajudado quando disputava o Mundial em 2008 pela Ferrari. Airton Senna também teve grande ajuda de Berger, seu mais do que fiel escudeiro. E não há nada de errado nisso.

É evidente que não era necessária uma briga na pista entre Massa e Alonso para colocar em risco a chance da Ferrari ser campeã.

E que o mais lento e menos competentente deixe o melhor brigar pelo título, sem dramas, sem vítimas, sem lições de moral, sem neuroses e sem chororô.

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04.08.10 10:44

Acidente impressionante

Por: Emmanuel Macêdo | Comentários: 2 Comentários

Ocorreu no domingo, com o piloto Chris van der Drift, na F-Superliga, em Brands Hatch. O piloto da Nova Zelãndia corre com o carro do  Olympiacos e estava tentando ultrapassar Julien Jousse. Evidente, se deu muito mal, mas poderia ser bem pior. A lista de contusões pós-acidente: : fraturas no tornozelo — em dois lugares —, em duas costelas, no ombro e no dedo mínimo da mão direita, mais a exigência de cirurgia plástica em um dos dedos.

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03.02.10 00:24

Aquecimento (ou o tratado da F-1 2010)

Por: Ana Flávia Gomes | Comentários: 1 Comentário

Bico alto e achatado, bico fino e inclinado, “bigorna” colada na asa traseira… Entre cópias de carros de outras equipes, manutenções de projetos e algumas ousadias, a Fórmula 1 inaugura um novo ano.

Nos primeiros testes em Valência, enquanto a BMW Sauber – que mesmo vendida vai manter a marca da montadora – exibia seu modelo nu de patrocínios, quase pedindo a colaboração dos transeuntes, a Renault – repassada quase toda para um “grupo de investidores” – voltou às suas cores tradicionais e encantou com o carro em amarelo e preto.

Na temporada 2010, algumas mudanças: o fim do reabastecimento (mas manutenção da obrigatoriedade de uso das duas opções de pneus durante a prova), a largada com pneus utilizados no Q3 para os 10 primeiros classificados, banimento do Kers (que transformava a energia da frenagem em potência de aceleração) e novo sistema de pontuação. Os difusores duplos, trunfo da Brawn GP (hoje Mercedes), foram proibidos.

Antes, os 8 primeiros colocados pontuavam. Do vencedor para o segundo colocado, a diferença era só de 2 pontos, assim como do segundo para o terceiro. Como em 2010 serão 13 equipes, a resolução foi distribuir pontos para os 10 primeiros de cada prova, numa tentativa de ajudar na visibilidade dos times menores.

sauber2A primeira ideia era manter uma gradação de pontuação semelhante àquela aplicada anteriormente, conferindo 25 pontos ao vencedor, 20 ao segundo e 15 ao terceiro etc. Mas, num sopro de lucidez, os “cartolas” da Fórmula 1 resolveram valorizar a vitória. Agora, o sistema de pontuação será 25 – 18 – 15 – 12 – 10 – 8 – 6 – 4 – 2 – 1.

Ao dar o mínimo de sete pontos de vantagem para o vencedor, a nova fórmula da competição tenta evitar a administração dos resultados, combatendo estratégias excessivamente conservadoras que faziam pilotos se conformarem no discurso “chegar em quarto ou quinto é ótimo pro campeonato”.

2010-McLaren-MP4-25-01-500x318Foi informação demais para você? Pois saiba que o grid que deve se formar no Bahrein daqui a cerca de 40 dias ainda tem presenças incertas. A USF1 anunciou o argentino José Maria López como um dos seus pilotos. O outro, não se sabe. A Campos, equipe que fechou contrato com Bruno Senna mas ainda não tem segundo piloto, mantém o silêncio, procura parceiros e ainda é um mistério. E é apostando que a Campos sequer conseguirá alinhar no Bahrein que surge a Stefan GP, nada mais que o espólio da equipe Toyota comprado por um sérvio.

ferrarif10Isso tudo sem parar para refletir as duplas Massa-Alonso, Hamilton-Button, Schumacher-Rosberg, a ida de Barrichello para a Williams, a chegada de Lucas Di Grassi e - talvez – Bruno Senna,  e todas as outras movimentações do “mercado”…  Será que a temporada promete?

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10.12.09 23:15

Senna eleito melhor da história

Por: Emmanuel Macêdo | Comentários: 21 Comentários

A revista britânica Autosport realizou pesquisa com 217 pilotos de Fórmula Um para saber a opinião sobre quem seria o maior da história.

Nem Schumi, nem Fanggio, nem Prost. Deu Senna na cabeça.

Leia mais aqui

Os primeiros da lista:

1º. Ayrton Senna (BRA)
2º. Michael Schumacher (ALE)
3º. Juan Manuel Fangio (ARG)
4º. Alain Prost (FRA)
5º. Jim Clark (ESC)
6º. Jackie Stewart (ESC)
7º. Niki Lauda (AUT)
8º. Stirling Moss (ING)
9º. Fernando Alonso (ESP)
10º. Gilles Villeneuve (CAN)

Concordam?

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01.11.09 18:02

Para quê serve um segundo lugar?

Por: Emmanuel Macêdo | Comentários: 16 Comentários

O quarto lugar de Rubens Barrichello no GP de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, somado à vitória do alemão Sebastian Vettel, deixou o brasileiro em terceiro na classificação geral do Mundial de Fórmula 1 2009. O vice-campeonato foi comemorado por Vettel com entusiasmo, que provavelmente não seria nem por Rubinho, nem pelos brasileiros.

No GP do Brasil o foco era o título, por mais difícil que pudesse ser. Com o insucesso disso, para quê serve o segundo lugar, não é mesmo?

O brasileiro é apaixonado por carros e competições de velocidade. Isso era para ser mais um incentivo para se comemorar bons resultados, grupo do qual chegar atrás apenas do líder faz parte.

Mas aí caímos em um conflito com outra característica do nosso povo. O que importa é vencer, não crescer gradativamente.

De fato, o piloto da Brawn GP já é experiente demais para crescer na carreira, se pensarmos de forma simplista. Mas se olharmos o lado de que ele está em uma escuderia nova – por mais que tenha tido o campeão – e que às vésperas do início da temporada não tinha um lugar sequer para correr, foi um crescimento.

Caso houvesse conseguido terminar em segundo, Rubens poderia dizer que foi conquista própria. Diferentemente dos outros vices, sempre com olhar de constrangimento e desconfiança.

Que fique bem claro que não sou nenhum defensou do piloto. Nem acho que Rubens Barrichello vá vencer algum campeonato antes de aposentar. Nem o acho o melhor do mundo, longe disso. Mas todos tem que reconhecer que ele é massacrado por todos os lados. E está sempre ali, por amor ao esporte. Enfrentando tudo que tem que enfrentar e sendo alvo de piadas.

Alguém aqui comemorou a campanha de Rubens Barrichello?

Classificação final da temporada 2009 de Fórmula 1

1 – J. Button (ING) – 95 pts
2 – S. Vettel (ALE) – 84 pts
3 – R. Barrichello (BRA) – 77 pts
4 – M. Webber (AUS) – 69,5 pts
5 – L. Hamilton (ING) – 49 pts
6 – K. Raikkonen (FIN) – 47 pts
7 – N. Rosberg (ALE) – 34,5 pts
8 – J. Trulli (ITA) – 32,5 pts

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25.10.09 11:21

Você concorda com o Piquet?

Por: Emmanuel Macêdo | Comentários: 35 Comentários

Nelson Piquet já disse muitas vezes – e de forma sincera – que achou absurdo o comportamento do filho, ao bater de propósito no Grande Prêmio de Cingapura, em 2008, atendendo “ordem” do tal Briatore.

Eis que uma declaração do ex-piloto, dada ontem, está dando o que falar.  Ele disse que Airton Senna conquistou dois títulos na carreira na “marmelada”.

Confira texto da Agência JB Online: 

Ao defender o filho da polêmica história do acidente proposital na edição do Grande Prêmio de Cingapura, em 2008, Nelson Piquet afirmou que a prática da “marmelada” é mais comum do que se imagina, já que Senna “ganhou dois títulos assim”.

Com esta declaração para a revista alemã Auto Motor und Sport, Piquet reafirmou a rivalidade com Ayrton Senna.

Segundo Nelson, os títulos de Senna envolvidos com “marmelada” são os de 1983 (na F-3 inglesa, ao atingir o britânico Martin Brundle na última corrida) e de 1990.

- Em 90, Senna tirou Alain Prost do GP de Japão de F1 para garantir o troféu. Foi muito perigoso – afirma Piquet.

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13.09.09 13:15

Só deu pro Rubinho…

Por: Equipe do Blog | Comentários: 6 Comentários

Barrichello comemora vitória na Itália

Barrichello comemora vitória na Itália

Rubens Barrichello venceu de novo na Fórmula 1. O brasileiro mostrou que está firme na briga pelo título e teve personalidade o suficiente para segurar o companheiro Jenson Button (favorito ao Mundial), na manhã deste domingo, e conquistar o primeiro lugar no GP da Itália.

Rubinho chega a 66 pontos e está a apenas 14 do líder da temporada, o inglês Jenson Button, seu companheiro na Brawn. Feliz, o brasileiro lembrou das desconfianças e do momento ruim que passou.”Foi uma grande vitória aqui, não importa o que aconteça. É bom lembrar que há alguns meses atrás, eu não tinha sequer trabalho. Mas nunca perdi a confiança em mim, apesar de algumas críticas.”

O brasileiro garante que está pronto para entrar na briga de vez pelo título nas quatro corridas que restam para o fim da temporada (Cingapura, Japão, Brasil e Emirados Árabes). “Nem tenho muitas palavras. É só ver esse público e sentir esse bom momento. Vou dar o máximo de mim para continuar lutando pelo título até o fim.”

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11.09.09 11:12

F-1: Nelsinho, o circo e o Dick Vigarista…

Por: Equipe do Blog | Comentários: 10 Comentários

DickVigarista

Muito tem se falado nos últimos dias sobre a batida proposital de Nelsinho Piquet no ano passado. Ele errou e merece ser punido? Claro que sim.

Mas Nelsinho não é o pior dos homens. Há tempos que a Fórmula 1 não é um lugar dos mais “puritanos”. Há tempos mesmo… Em 89, Prost bateu de propósito em Senna e foi campeão do mundo. No ano seguinte, no mesmo GP do Japão, Senna deu o troco sobre o francês.

Em 1994, quem não se lembra quando Schumacher jogou o carro em cima de Damon Hill, tirou o inglês da corrida e conquistou seu primeiro título? E em 97, quando o alemão tentou fazer a mesma “manobra” contra Villeneuve, mas se deu mal e acabou saindo da prova?

Quer dizer que, para a FIA, bater seu carro de propósito para vencer uma corrida é legal? E bater o carro para o companheiro de equipe ganhar não pode?

E Flavio Briatore, chefe de equipe da Renault, que agora se faz de desentendido. Em 1994, adulterou o combustível da Benneton de Michael Schumacher. Sim, aquela mesma que perseguia de forma implacável a Willians de Ayrton Senna.

Tão ingênuo ele. Não sabia de nada da armação para Piquet bater em Cingapura. E agora, o Dick Vigarista quer processar o brasileiro.

E as tramóias da Ferrari para beneficiar Schumacher durante uma década?

Resumindo a história: no circo da Fórmula 1, um palhaço não pode apontar o dedo para o outro. E quem se ferra somos nós, que perdemos boas horas de sono para ficarmos com cara de tacho!

Como diria Alan Neto: “Compre-me um bode”

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04.09.09 23:56

Mais perto do desfecho

Por: Ana Flávia Gomes | Comentários: 2 Comentários

O Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo convocou a equipe Renault a prestar esclarecimentos a respeito das suspeitas de premeditação no acidente de Nelsinho Piquet no GP de Cingapura do ano passado. A reunião está marcada para o dia 21 deste mês.

A batida de Nelsinho provocou bandeira amarela e carro de segurança, o  que foi positivo para a estratégia do companheiro de equipe Fernando Alonso. A questão é se esse acidente que “ajudou” para a vitória de Alonso foi mesmo um mero acidente ou não.

Naquela prova, Alonso largou em 15º, com pouco combustível. Com 12 voltas, fez a parada de reabastecimento. Logo após o espanhol voltar à pista, Nelsinho rodou e bateu no muro, acionando o safety-car. Com a entrada dos demais carros nos boxes ( Massa saiu com a mangueira de reabastecimento presa ao carro), Alonso assumiu a liderança da prova e a vitória.

Pode ser tudo uma absurda teoria conspiratória? Pode.

Pode ter sido uma armação em função de pressão de patrocinadores da equipe ou mesmo do mercado de apostas? Pode.

Qual será o desfecho dessa novela?

 A batida de Nelsinho é mostrada rapidamente aos 55 segundos deste vídeo.

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23.08.09 08:52

100 vezes Brasil!

Por: Equipe do Blog | Comentários: 13 Comentários

Foi a décima vitória de Rubinho na F-1. Foto: AFP

Foi a décima vitória de Rubinho na F-1. Foto: AFP

Que vitória na Espanha! Rubens Barrichello largou em terceiro, mas superou principalmente o pole Lewis Hamilton e venceu o GP de Valência. Uma ótima corrida do Brasileiro na belíssima pista de rua que beira as águas do Mediterrâneo.

Uma vitória que um gosto todo especial. É a centésima do País na Fórmula 1.

Valeu, Rubinho. Valeu Fittipaldi, Pace, Piquet, Senna e Massa.

100 vezes Brasil!

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21.08.09 20:12

Massa… me perdoe…

Por: Equipe do Blog | Comentários: 3 Comentários

capacete1O brasileiro Rubens Barrichello resolveu homenagear o companheiro de Fórmula 1, Felipe Massa.

Colocou mensagem na parte de cima do seu capacete com os seguintes dizeres: Felipe – see you on track soon (ou seja, “Felipe – vejo você na pista em breve”).

No GP da Hungria de Fórmula 1, uma mola se soltou do carro de Rubinho e se chocou contra o capacete de Massa, que vinha logo atrás. O impacto causou um traumatismo craniano no piloto da Ferrari, que passou cerca de uma semana internado. E chegou a ser induzido ao coma para ajudar na sua recuperação.

A foto do capacete com a homenagem de Rubens Barrichello foi divulgada pelo próprio piloto em seu Twitter.

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11.08.09 13:51

Schumacher deu o migué

Por: Bruno Formiga | Comentários: Comente

_michael_schumacher_vs_ralfGalera, a euforia durou pouco.

Para os fãs de Fórmula-1, a notícia de que Schumacher desistiu de substituir Felipe Massa frustrou um bocado.

O ex-piloto alegou que não teria condições físicas para suportar uma prova inteira e que ainda sente muitas dores no pescoço – por causa de um acidente de moto, em fevereiro.

Ok. Ele tem até razão.

Mas do jeito que Schumacher é competitivo, o motivo mesmo é que ele temeu pelos resultados.

As chances de pódio existiam, claro, afinal trata-se de um fenômeno do automobilismo em uma época sem grande concorrência.

Porém, a Ferrari não tem mais a “super-márquina” e Schumi está há um tempinho parado.

Para mim, o alemão abriu mão dos quase R$3 milhões que ia receber para não correr o risco de passar vergonha – na cabeça dele, claro.

Foi uma baita migué.

PS: Luca Badoer vai substituir Felipe Massa na Ferrai.

PS 2: Qualquer que fosse o desempenho de Shumi, ele nunca passaria vergonha. E seria um prazer vê-lo pilotar de novo.

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03.08.09 12:52

Piquet fora da Renault

Por: Ana Flávia Gomes | Comentários: 7 Comentários

Nelsinho Piquet não é mais piloto da Renault na Fórmula 1.

Segundo o comunicado do brasileiro,  ele não teve as mesmas condições de trabalho que o seu companheiro de equipe Fernando Alonso, apesar da cláusula contratual que exigia que Piquet conquistasse 40% dos pontos do piloto espanhol até a metade da temporada.

“Eu sempre acreditei que ter um manager seria fazer parte de uma equipe e que teria nele um parceiro. Um manager deve encorajar, apoiar e fornecer oportunidades. No meu caso aconteceu o contrário, Flávio Briatore foi o meu carrasco.”

O comunicado oficial está aqui.

Sobre uma possível sociedade entre o pai Nelson Piquet e Peter Sauber para assumir a BMW, que abandona a F-1 no ano que vem, o piloto negou com o seu categórico palavreado.

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Ciro Câmara

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Ciro Câmara, 30 anos, jornalista formado pela UFC em 2005. Foi […]

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