Meu artigo no O POVO de hoje

QUEM NÃO PRECISA DE UM TETO?

A PEC do teto dos gastos está sendo tratada como a encarnação do Belzebu na terra. Menos, menos. Ela não passa de uma boia lançada ao mar para ajudar a salvar um País náufrago e sôfrego. Curiosamente, quem combate a emenda constitucional é a mesma força política que empurrou o Brasil para o mar revolto.
Não há remédios docinhos e sem efeitos colaterais para tirar um país da crise. Olhem para Portugal, Espanha e Grécia. As medidas são sempre muito duras. Sendo assim, o melhor é nunca deixar que os, digamos assim, “sem perícia” exerçam o comando. Bom, mas a política não funciona assim. Muitas vezes, o honorável eleitor prega suas peças.
Quem não quer um teto para gastar? Creio que essa é uma prática diária das pessoas de bom senso. É claro que as empresas saudáveis são aquelas que não gastam mais do que o apurado. Essa lição aprendi muito cedo. Centenas de vezes, ouvi meu pai, ao seu modo, falando de austeridade.

Leia o texto completo aqui: http://mobile.opovo.com.br/app/colunas/fabiocampos/2016/10/13/noticiasfabiocampos,3663758/pec-quem-nao-precisa-de-um-teto.shtml

 

One thought on “Meu artigo no O POVO de hoje

  1. Já vi o estimado Campos em “momentos melhores”!!!
    Sem ser economista, mas lendo algo sobre os que são contra e a favor da medida, aliado a um mínimo de bom senso e sensibilidade social, cheguei a alguma conclusão.
    A medida engessa por vinte longos anos os gastos em áreas vitais da gestão pública, educação, saúde, previdência social, … Sem levar em conta o crescimento vegetativo da população, congela os gastos nesses setores tomando por base a ralidade populacional atual! Pegando apenas a saúde como exemplo, cuja situação atual de atendimento é catastrófica, como essa questão ficará daqui a alguns anos com esse crescimento populacional fatal e o gasto congelado??? A medida não meche com o financiamento da dívida pública, que na realidade é o grande vilão em país campeão de juros, situação dramática em que todos os gastos sociais somados não chegam nem perto do que é transferido do conjunto da sociedade para os detentores dos títulos públicos!
    Minha esperança é que em 2018, um governo com um mínimo de legitimidade e voltado para os reais interesses da maioria da população carente em país campeão de desigualdade de renda, sais das urnas com o compromisso de corrigir tamanha distorsão!!!!

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