Sem habilidade com números

Crianças e jovens com notas baixas em matemática e dificuldades persistentes merecem atenção dos pais e alerta na escola.

O problema pode não ser apenas o desafio em assimilar a matéria. Eles podem sofrer de discalculia, um transtorno crônico na aprendizagem da disciplina.

A doença ainda não foi completamente desvendada pelos cientistas, mas a estimativa é de que, por causa dela, 6% da população não tenha habilidade com os números.

Em Minas Gerais, um grupo de pesquisadores está colhendo mais informações e traçando um perfil de crianças e adolescentes portadoras da síndrome.

Segundo o coordenador do Laboratório de Neuropsicologia, o médico Vitor Haase, além de médias insuficientes, uma defasagem de pelo menos dois anos no nível de desempenho em relação à série no qual o estudante se encontra é um forte indício do problema.

Fonte: Estado de Minas (MG)

Valeska Andrade

Sobre Valeska Andrade

Formada em História pela Universidade Federal do Ceará e em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará. Especialista em Cultura Brasileira e Arte Educação. Coordenou o Programa O POVO na Educação até agosto de 2010. Pesquisadora e orientadora do POVO na Educação de 2003 a 2010, desenvolveu, entre outras atividades, a leitura crítica e a educomunicação nas salas de aula, utilizando o jornal como principal ferramenta pedagógica. Atualmente, é professora de história da rede estadual de ensino. Pesquisadora do Maracatu Cearense e das práticas educacionais inovadoras. Sempre curiosa!!!

2 thoughts on “Sem habilidade com números

  1. Bom dia, minha filha Ana Clara apresenta dificuldade em matematica desde a segunda serie,foi constatado pelo neurologista que ela tem TDH, faz uso de ritalina 10mg há 1 ano, frequenta o ensino do kumon(metodo japones de ensino)mas os resultados não estão aparecendo. Ela está com 12 anos e esta na quarta serie, porém não domina o conteudo referente a sua serie escolar,gostaria de receber mais orientações.Obrigado.

  2. Olá Mariza. Sou docente de matemática e realizo uma pesquisa nesse tema. Se possível, gostaria que fizesse contato pelo e-mail: jbn [ar] ufpa [p] br

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