20.01.11 10:24
PrejuÃzos do medo paralisante
Estamos vivendo numa época onde o MEDO surge como uma emoção quase diária no cotidiano das pessoas. É medo de tudo, inclusive, medo de ter medo. Em oposição ao AMOR, o medo imaginário (que paralisa e angustia) é o pior inimigo do homem, pela passividade gerada, comumente, com raÃzes na infância. Este tipo de medo é disparado a partir do que nossa mente venha a produzir, criar, imaginar e assim bombardear nossas células com a energia adoecida. O pensamento acaba gerando o medo irreal, o qual a partir de então, passa ser “real”, apenas dentro da gente.
Já o medo real (que é o acionado para atravessar avenidas sem semáforos, na hora do rush, por exemplo), é amigo do homem porque lhe ajuda a preservar a existência e seguir na missão terrena; lhe auxilia a tomar providências realistas para nos defender de riscos concretos e faz criar uma postura interior de confiança e otimismo, assumindo o adulto que somos. O problema é que alimentamos em nós mais o primeiro medo do que o segundo.
A professora de MetafÃsica Louise Hay diz “O medo, assim como todas as outras coisas em que acreditamos, são somente pensamentos e pensamentos podem ser mudados“.
Em 1989, Arnaldo Antunes e Tony Belotto compuseram o rock “Medo“, abordando onde esta emoção precisa ser superada e consta do álbum dos Titãs – “Õ Blesq Blom”. Neste mesmo disco consta “Miséria“, de Antunes, Sérgio Britto e Paulo Miklos, que nos relembra “Miséria é miséria em qualquer canto / Riquezas são diferentes…Riquezas são diferenças“.
“Medo” continua atual e nos impulsiona a buscar a CORAGEM, a FORÇA e a FÉ em “Algo” de vibração superior pulsando onipresentemente em tudo e em todos, inclusive dentro de cada um de nós, capaz de nos permitir mudar o pensamento e sentir AMOR: Deus.
Medo (Tony Bellotto / Arnaldo Antunes)
Precisa perder o medo do sexo
Precisa perder o medo da morte
Precisa perder o medo da música
Precisa perder o medo da música
O que se vê não se via
O que se crê não se cria
Precisa perder o medo da musa
Precisa perder o medo da ciência
Precisa perder o medo da perda
Da consciência
O que se vê não se via
O que se crê não se cria
Precisa perder o medo de mim
Precisa perder o medo de mim
Precisa perder o medo da música
Precisa perder o medo da música
O que se vê não se via
O que se crê não se cria
Medo medo medo medo
O que se crê não se cria
Precisa perder o medo da musa
Precisa perder o medo da musa
Precisa perder o medo da música
Precisa perder o medo da música
Medo medo medo medo
O que se crê não se cria
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