Dusbons

21.04.10 18:11

Música instrumental brasileira

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

MONOLITO, sólido trabalho musical de Mário Lúcio Marques

Monólito“, segundo Houaiss, é um substantivo masculino (pedra de grandes proporções; monumento ou obra constituída por um só bloco de pedra) e um adjetivo (formado de uma só pedra). No Brasil, os exemplares mais conhecidos de monólitos são o Pão de Açúcar e a Pedra da Gávea, na Cidade Maravilhosa. Moro num Estado que tem Quixadá, a “Terra dos Monólitosâ€, com a famosa “Pedra da Galinha Chocaâ€.

Em São Luis do Maranhão, uma música reggae dasboas , aquela que convida para dançar coladinhos, é chamada “pedraâ€.

Fiz esta breve explanação, porque ganhei uma “pedraâ€, um trabalho sólido que parte de um exímio e inspirado músico. Trata-se do 1° disco-solo do multi-instrumentista MÃRIO LÚCIO MARQUES, intitulado metaforicamente de “MONOLITO” – música instrumental da melhor qualidade, onde o músico é o próprio produtor fonográfico. Em Minas Gerais, Estado natal de MLM, se encontra a maior parede rochosa das Américas: a Pedra Riscada.

Mário Lúcio, “meia dois” anos de existência, formado como arranjador e pós-graduado em composição e arranjo, formou o grupo “Placa Luminosa“, em 1977. Em 1985, ganhou m-e-r-e-c-i-d-a-m-e-n-t-e , com todas as letras, o prêmio de melhor arranjo no Festival dos Festivais, da Rede Globo, pelo trabalho magistral que fez com a música “Mira Iraâ€, com o Maestro Mário regendo Lula Barbosa, Miriam Mirah e os grupos Placa Luminosa e Tarancón.

Inicialmente, o MONOLITO chama a atenção visual pelo inventivo projeto gráfico da embalagem, a seis mãos, por João Neto, Ãcaro de Abreu e Cristina Lage, que também foi a produtora executiva do disco.

Ao ouvir cada faixa, percebe-se a suavidade da pegada de Mário na execução dos saxofones (alto, tenor e soprano), da flauta transversal e do clarinete. Compositor, arranjador e tecladista na maioria das músicas, Mário também gravou com precisão alguns violões (nylon e aço) e um piano Rhodes.

Na primeira audição, fui logo ouvir, para saber como ficou, “Canção da América†(de Milton Nascimento e Fernando Brant). Senti profunda emoção ao ouvir um trio de sax (soprano, alto e tenor) com flauta transversa e clarinete.

Depois, comecei da 1ª faixa e tratei de degustar as músicas que não conhecia, embora soubesse que viria algo em torno do funk-jazzy, que curto desde os tempos da Banda Black Rio, criada por Oberdan Magalhães. Após um “Tributo à Somáliaâ€, o produtor musical Continuar lendo

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20.04.10 09:29

O jeito amoroso e amabilidade entre países

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Esta foto do cumprimento do Presidente Lula com o Presidente do Irã está incomodando muitos poderosos

Esta foto do cumprimento do Presidente Lula com o Presidente do Irã está incomodando muitos poderosos

Li uma manchete hoje no site de UOL que me chocou. Ei-la:

“Jeito ‘amoroso’ do Brasil é obstáculo para estar entre os grandes, diz jornal”

É que a BBC Brasil publicou às 4h41min desta Terça-feira 20, matéria do jornalista inglês John Paul Rathbone, para o jornal britânico “Financial Times”, o qual reconhece que o papel do Brasil vem crescendo de seis anos para cá, dentro do G8 – grupo que reúne as maiores economias industrializadas do planeta. O Brasil, antes tinha mil diplomatas espalhados pelo mundo; “hoje, segundo o jornal, tem 1,4 mil diplomatas e sua voz, ao lado da Turquia e China, é importante em questões internacionais, como as sanções nucleares ao Irã”.

O articulista surpreende-se com o fato de o Presidente Lula ter abraçado a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e no dia seguinte ter confraternizado com o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Cita o jornalista que Lula afirmou estar “infectado pelo vírus da paz” e que esta política “arco-íris” do Brasil pode fazer o país perder um assento definitivo no Conselho de Segurança da ONU.

Concordo com o articulista quando escreve: “se o Brasil quiser sentar-se à mesa internacional mais importante do mundo ele terá que fazer algumas escolhas difíceis”, como, por exemplo, posicionar-se a favor de medidas que combatam os crimes contra a propriedade intelectual – a nefasta pirataria – algo que pode fazer muitos países que hoje abraçam o Brasil se tornarem “inimigos” nossos.

O fato é que me surpreendi com a objetividade assustadora de um formador de opinião de um país dito do Primeiro Mundo que mancheteia:

“Amabilidade do Brasil é obstáculo para país ingressar no grupo dos líderes mundiais”

Que crença alimenta o jornalista na resolução de conflitos entre países soberanos? Acredito piamente que somente o Amor será capaz de transformar o ser humano individualmente, bem como as sociedades, os países e o planeta como um todo. Torço que, quando o Brasil ganhar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, continue a usar a amabilidade, o Amor, o qual não é apenas passar a mão na cabeça dos infratores, mas também saber dizer “Não”, quando necessário. É possível manter o jeito amoroso e a amabilidade no momento de se relacionar com países de culturas diferentes da nossa. Acredito nisto. Quem sabe, a atitude brasileira possa estar criando uma nova forma de resolução de conflitos, removendo antigas soluções, baseadas na guerra e na invasão aos países discordantes!!!!

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18.04.10 15:38

Cantor Ednardo 65

Por: Janio Alcantara | Comentários: 8 Comentários

Cearense Ednardo completa 65 anos e 40 de carreira artística

Cearense Ednardo completa 65 anos e 40 de carreira artística

Neste Sábado 17/Abr, comemorou 65 anos de idade, o cantor fortalezense EDNARDO. Aos 10 anos, começou a aprender a tocar piano. Em 1970, participou do Festival Nordestino da Música Brasileira. Seu primeiro Long-Play chamou-se “Meu corpo minha embalagem todo gasto na viagem†com o Pessoal do Ceará (os conterrâneos  Rodger Rogério e Tetty), em 1973, pela gravadora Continental (hoje Warner). Neste disco, Ednardo mostrou seu lado compositor em “Ingazeirasâ€, “Terral†e “Beira Marâ€, bem como de intérprete em “Cavalo Ferro†(de Fagner e Ricardo Bezerra) e de violonista. Este disco foi relançando em CD, em 2004, com o nome “Ingazeirasâ€, por Ednardo e o Pessoal do Ceará

Em 1974, Ednardo lançou “O Romance do Pavão Mysteriozoâ€, que trouxe “Carneiro†(dele e Augusto Pontes), “Dorothy Lamour (Petrúcio Maia e Fausto Nilo), “A Palo Seco†(Belchior) e “Pavão Mysteriozoâ€, um maracatu cearense, com belíssima introdução de violão – sua música mais conhecida porque foi tema de abertura da novela global “Saramandaiaâ€. A qualidade das violas e guitarras nestes dois primeiros discos de Ednardo deve-se ao exímio pernambucano Heraldo do Monte.

Imagem de Amostra do You Tube

 

Em 1976, foi a vez de “Berroâ€, onde se destacaram “Artigo 26â€, “Longarinas†e “Passeio Públicoâ€, todas de autoria do cantor. Neste disco, Heraldo ficou apenas na viola; a guitarra ficou com Fredera – músico da banda de Gonzaguinha –; o violão com o cearense Cirino; e no acordeom e órgão o conterrâneo Edson Távora. Continuar lendo

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15.04.10 19:07

Para quem gosta ou quer conhecer os Beatles

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

 

Livro que vale o quanto custa

Livro que vale o quanto custa

Para quem é fã dos Beatles (e não são poucos) e para quem não viveu a época mas quiser conhecer o que eles fizeram em termos de música, é imprescindível ter e ler “THE BEATLES: GRAVAÇÕES COMENTADAS & DISCOGRAFIA COMPLETA” (Editora Larousse), por Jeff Russel. O livro parece estar num formato de CD, mas possui 496 páginas de papel couchê.

Repleto de informações sobre todos os lançamentos oficiais, este livro traz todos os álbuns e suas respectivas faixas (com duração exata), datas de lançamento e créditos dos compositores, além de comentários sobre cada canção com detalhes (como quem canta ou toca cada um dos instrumentos) e curiosidades de grande interesse para os fãs da banda.

Se o beatleamaníaco ainda estiver achando que são poucas informações, esta preciosidade ainda reúne também as capas dos discos lançados no Reino Unido e no mundo, além de encartes de CDs e fitas cassete.

O preço oficial é R$ 59,90, mas é encontrável por R$ 39,90. Para quem gosta de obras de referências, esta é excelente.

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14.04.10 09:20

Blackmore, FM do Povo e Loy Filho

Por: Janio Alcantara | Comentários: 1 Comentário

Ritchie Blackmore e sua inseparável Fender Stratocaster

Ritchie Blackmore e sua inseparável Fender Stratocaster

Richard Hugh Blackmore nasceu em Weston-Super-Mare, Somerset/Inglaterra, no dia 14/Abr/1945. Em 1968, como o guitarrista RITCHIE BLACKMORE. formou o grupo de rock Deep Purple, com quem gravou 12 álbuns e onde deixou para a posteridade o riff de “Smoke on the Water” (1973). Em 1975 saiu da banda para formar o “Ritchie Blackmore’s Rainbow“. Em 1981, o Rainbow lançou o disco “Difficult to Cure“, cuja faixa-título é instrumental e faz alusão à “Nona Sinfonia de Beethoven”. No início dos anos 1980, esta música foi utilizada na abertura do programa Billboard, às 18h, de Segunda a Sexta-feira, na Rádio FM do Povo (hoje Mix FM), com apresentação do grande comunicador Loy Filho. Abaixo, um trecho ao vivo que embalava os ouvintes, com o virtuosismo guitarrístico de Blackmore:

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 Após gravar 8 discos, o Blackmore desfez o Rainbow em 1984, para em seguida fazer parte novamente do Deep Purple, com quem gravou mais 6 álbuns até 1995. Em 1997, Ritchie Blackmore uniu-se à cantora norteamericana Candice Night (1971 -) e fundou o “Blackmore’s Night”, com um som renascentista, cético, mesclando o rock acústico e o estilo new age. De 1998 para cá, a dupla já lançou 10 discos. Abaixo, o video de “Shadow of the Moon”, faixa-título do disco de estréia, em 1998. Neste disco, Candice canta e Blackmore toca violão, guitarra, mandolin, baixo, bateria e pandeiro. Na flauta, a participação especial de Ian “Jethro Tull” Anderson.

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13.04.10 09:18

Don Adams, o eterno Agente 86

Por: Janio Alcantara | Comentários: 1 Comentário

Ator de comédias Don Adams estaria completando 87 anos

Ator de comédias Don Adams estaria completando 87 anos

Sou fã da série AGENTE 86 (“Get Smart“) pelo humor fino e grosseiro ao mesmo tempo e que até recentemente estava sendo reprisado nos canais da TV paga. Com a atuação memorável do ator Don Adams (13/Abr/1923 – 25/Set/2005), vivendo o atrapalhado Agente 86 Maxwell Smart. O elenco de apoio contava com Barbara Feldon (1933 – ),a Agente 99 e Edward Platt (1916-1974), o Chefe. Foram cinco temporadas que tiveram início no dia 18/Set/1965, com o episódio em branco&preto “Mr. Big“, nome do vilão vivido por Michael Dunn (1934-1973) – com 1,19m de altura, indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por sua atuação em “Nau dos Insensatos” (1965).

A quinta e última temporada foi ao ar em 15/Maio/1970, com o episódio “Os amarelos atacam”, com o vilão vivido por Victor Sen Yung (1915-1980), que havia trabalhado na série “Charlie Chan“, entre 1939 a 1946, como Jimmy Chan. Dentre os vilões que mais apareceram está o alemão Sigfried, interpretado 14 vezes por Bernie Kopell (1933 -), cujo último trabalho foi no episódio 6, da 8ª temporada da série “Monk“, em Set/2009.

“Agente 86″ é uma criação genial de Mel Brooks (1926 -) – que ganhou Oscar de melhor roteiro na comédia “Primavera para Hitler“(1968) e escreveu, dirigiu e atuou em “O Jovem Frankenstein” (1974) - e Buck Henry (1930 – ), que escreveu e atuou em “A Primeira Noite de um Homem” (1967) e co-dirigiu com Warren Beatty a comédia “O Céu pode esperar” (1978).

4ª temporada em DVD

4ª temporada em DVD

Para rir e sorrir com toda a família. No Brasil, já foram lançadas as 4 primeiras temporadas em DVD Warner, com 112 episódios.

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12.04.10 09:46

Camaleão 70

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Herbie Hancock, em 2006, se apresentando em São Paulo

Herbie Hancock, em 2006, se apresentando em São Paulo

Chega aos 70 anos, o pianista e compositor de jazz HERBIE HANCOCK. Nascido no dia 12/Abr/1940,  onze anos após, tocou um concerto para piano de Mozart, junto com a Orquestra Sinfônica de Chicago, sua cidade natal. Aos 18 anos, formou-se em Música e Engenharia Elétrica. Foi descoberto e convidado pelo trumpetista Donald Byrd a participar como pianista no disco deste em 1960. Depois, gravou com o sax tenor Stan Getz e o guitarrista de blues Grant Green.  Lançou seu primeiro disco - “Takin’Off – aos 22 anos de idade, onde já expunha seu talento com a jazzística Watermelon Man“. Ao ouvir este disco, o trumpetista Miles Davis convidou Hancock a integrar o “Miles Davis Quintet”. Em 1964, grava “Empyrean Isles”, que trouxe a famosíssima “Cantaloupe Island“, acompanhado pelo baixista Ron Carter, o baterista Tony Williams e o trumpetista Freddie Hubbard. Hancock aceitou o convite do cineasta Michelangelo Antonioni e compôs a trilha de Blow-Up – Depois daquele beijo” (1966), que contou com a participação do grupo britânico The Yardbirds – com Jeff Beck e Jimmy Page. Em 1968, deixa o quinteto de Miles Davis e mergulha na criação do jazz-funk-eletrônico. Em 1973, Herbie obteve seu primeiro álbum de platina com “Head Hunters”, contendo regravações de Watermelon ManeChameleon“. Em 1980, produziu o primeiro disco-solo do trumpetista Wynton Marsalis

 Como eterno camaleão, Herbie deu outra guinada na sua carreira quando gravou “Future Shock” (1982), e deixou sua música mais eletrônica ainda e fez bastante sucesso junto à garotada com a faixa “Rockit”, que ganhou o Grammy de melhor música instrumental de R&B e cinco prêmios no MTV Awards, por causa do inventivo videoclipe abaixo.

Imagem de Amostra do You Tube 

Em 1987, fatura o Oscar de melhor música do filme “‘Round Midnight”, onde também atua como ator. Este longa conta a história do saxofonista Dexter Gordon e foi dirigido pelo francês Bertrand Tavernier. Em 1996, ganha mais um Grammy pelo disco “The New Standard”, onde regrava, ao piano, com muita sutileza e sensibilidade, músicas de Peter Gabriel, Stevie Wonder, The Beatles, Kurt Cobain, Prince, Sade etc.

O último trabalho de Herbie Hanckcock é “River: The Joni Letters” (2007), com músicas da compositora e cantora canadense Joni Mitchell, que canta no disco, juntamente com Norah Jones, Corinne Bailey Rae, Tina Turner, Leonard Cohen e a paulista Luciana Souza. Está previsto para chegar ao mercado norte-americano no dia 21/Jun/2010, o CD e documentário “The Imagine Project”, comemorativo dos 70 anos de Hancock e  que trará como artistas convidados a cantora e compositora paulista Céu, Anoushka Shankar (sitarista filha de Ravi Shankar), Seal,  Jeff Beck,  Dave Matthews, Chaka Khan, The Chieftains, Marcus Miller, Wayne Shorter e outros mais.

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09.04.10 20:04

A qualidade de vida despontando no Interior do Ceará

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Um pequeno arco-íris cruza o céu de Iguatu-CE

Um pequeno arco-íris cruza o céu de Iguatu-CE

Segundo o dicionário do Aurélio, ARCO-ÃRIS é um “arco luminoso que se origina em fenômenos físicos e meteorológicos e é produzido quando a luz solar é refratada, dispersa e internamente refletida por gotículas de água provenientes da chuva e suspensas na atmosfera [É visível como um conjunto de bandas coloridas adjacentes na forma de arcos de circunferência (mais raramente como anéis) com as cores do espectro solar.]“

A foto acima foi tirada, por mim, na tarde desta Quinta-feira 08, na agradável cidade de Iguatu. Localizada no Centro-Sul do Ceará e distando 380km da capital cearense, Iguatu possui filhos ilustres como o maestro Eleazar de Carvalho (1912-1996), o compositor e cantor - ainda em plena atividade – Evaldo Gouveia (08/08/1928 – ) e o compositor Doutor do Baião Humberto Teixeira (1915-1979).

O Prefeito que cuida zelosamente dos 98.507 habitantes de Iguatu (segundo o Censo IBGE/2009), desde 2005 até 2012, é o dinâmico e carismático Dr. Agenor Gomes de Araújo Neto (17/Fev/1966 – ), cujo sonho é colocar o Município entre os 3 melhores em qualidade de vida no Ceará. Pelos projetos que já foram executados e pelos que estão por vir, os iguatuenses vão realizar tal feito, em breve. Quem quiser saber mais sobre Iguatu, clique no sítio oficial da Prefeitura e no IguatuNotícias.com e no Iguatu.Net.

Parabéns a todos iguatuenses pelas praças arborizadas, pela urbanização dos logradouros, pelo trânsito ordeiro e acima de tudo pela hospitalidade!!! Iguatu, uma cidade dasboas, por investir na Educação, na Saúde e na Cultura – de forma humanista.

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09.04.10 01:00

Marcel Souto Maior autografa livro em Fortaleza

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Escritor autografa livro em Fortaleza

Escritor autografa livro em Fortaleza

Jornalista da Rede Globo, Marcel estará na Livraria Saraiva - Iguatemi

Jornalista da Rede Globo, Marcel estará na Livraria Saraiva - Iguatemi

Abril é o mês em que está em evidência na mídia a bondosa figura de Chico Xavier, por conta da comemoração da passagem de seu centenário. O médium espírita nasceu em Pedro Leopoldo-MG, no dia 02/Abr/1910 e faleceu no dia 30/Jun/2002, quando a seleção brasileira de futebol conquistou o pentacampeonato e o povo brasileiro estava em festa. 

Chico Xavier viveu seus 92 anos no limite. Com um pé na Terra e outro no além, fechou os olhos e pôs no papel poemas, crônicas, mensagens. Em  412 livros psicografados, mortos ilustres e anônimos consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam a caridade. Para os milhares de admiradores fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo um personagem intrigante. Em 2002, o médium que foi eleito um dos brasileiros mais importantes do século XX encerrou sua missão. Multidões formaram filas para se despedir de um homem que foi enaltecido e insultado, indicado para o Prêmio Nobel da Paz e alvo de faca e revólver. Desprezado por intelectuais, adulado por poderosos, Chico Xavier viveu imune a uns e outros. Virou mito. E, depois de morto, um capítulo da História escrito pelo jornalista Marcel Souto Maior, na biografia ”As Vidas de Chico Xavier”, pela Editora Planeta, em Junho/2003. Este trabalho de Marcel resultou no filme “Chico Xavier” (2010), ora em  cartaz nos cinemas de todo o Brasil.  

Em seguida, Marcel resolveu aprofundar o processo de recebimento das mensagens mediúnicas e resultou na obra “Por Trás do Véu de Ãsis“, de Ago/2004. Em sessões públicas, diante de multidões atormentadas pela perda de entes queridos, o médium fecha os olhos e põe no papel mensagens dos mortos para suas famílias. Como explicar este fenômeno? “Por trás do véu de Ãsis†é um mergulho neste universo marcado por dor, saudade, esperança e desconfiança. Um terreno movediço, onde consciente e inconsciente se encontram e onde os riscos de fraude ou de auto-sugestão são permanentes. O que diz a ciência? O que dizem os médiuns? Será que já é possível comprovar, cientificamente, a vida depois da morte? As respostas estão aqui – neste diário de busca -, a mais completa e intrigante reportagem já produzida sobre este território onde vivos e mortos se encontram.

Em Dezembro/2005, o escritor narra fatos impressionantes que viveu durante as suas pesquisas e lembra histórias do médium que trazem lições para espíritas e não-espíritas no livreto intitulado “As Lições de Chico Xavier”.

Nesta Sexta-feira 09, na Livraria Saraiva MegaStore (Iguatemi), às 19h, Marcel Souto Maior estará autografando seu mais recente livro: ”Chico Xavier: O Livro do Filme de Daniel Filho”, (Editora Leya), onde o autor faz um mergulho jornalístico nos bastidores do filme sobre um dos personagens mais intrigantes e impressionantes do Brasil. Chico Xavier que faria cem anos em 2010 mexeu com a emoção de todos os envolvidos no longa-metragem de Daniel Filho. Crises de choro, coincidências inexplicáveis, rodas de oração, distribuição de flores e o aroma de jasmim do perfume preferido de Chico Xavier marcaram as oito semanas de filmagem. Nas páginas, ilustradas pelas belas fotos de Ique Esteves, descobre-se histórias surpreendentes e curiosidades do dia a dia da produção e também resgatar lições inesquecíveis desse homem que viveu para se dedicar ao próximo.

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05.04.10 07:36

20 anos sem Sarah

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Do jazz à bossa-nova, Sarah Vaughan cantou bem demais

Do jazz à bossa-nova, Sarah Vaughan cantou bem demais

Aos 66 anos de idade,  a cantora de jazz SARAH VAUGHAN partia da Terra, no dia 03/Abr/1990, em Los Angeles/California/EUA. Nascida em Newark/New Jersey, no dia 27/Mar/1924, Sarah Lois Vaughan gravou seu primeiro disco em 1953. Com uma sólida carreira no jazz e tendo sido uma das pioneiras em incluir o fraseado do Be Bop, com seu vozeirão grave, Sarah veio ao Brasil, fazer apresentações, patrocinada pela Shell, em 1970. Eis que foi ao programa televisivo do maior cantor brasileiro na época, com 32 anos: WILSON SIMONAL, com quem cantou a alegre “Oh! Happy Day” e a balada ”The Shadow of Your Smile” (gravada por Sarah nos anos 1960):

 

Imagem de Amostra do You Tube

 

 

 

 

SARAH VAUGHAN tinha uma grande afeição pela Música Popular Brasileira. Tanto que em 1974, gravou “Wave“, de Jobim. Em 1979, voltou ao Brasil e gravou o disco “Copacabana” (Pablo/Universal), acompanhado do guitarrista Hélio Delmiro e cantou nove clássicos da Bossa-Nova. Em 1981, com arranjos de José Roberto “Azimuth” Bertrami e Edson Frederico, gravou mais dez músicas com participação vocal de  Milton Nascimento, Dorival Caymmi e os filhos Dori e Danilo, no disco “I Love Brazil” (Pablo/Universal) - que no Brasil foi lançado como “O Som Brasileiro de Sarah Vaughan”. Nestes dois discos, os músicos eram todos brasileiros – os melhores em executar o suíngue da Bossa. Em 1987, a cantora gravou seu último trabalho -  “Brazilian Romance” (Columbia/Sony) – disco de autoria de “Sarah Vaughan with Milton Nascimento“, gravado nos EUA e com arranjos de Dori Caymmi, desta vez com músicos norteamericanos, em sua maioria. O destaque neste disco vai para “Nada Será Como Antes” (Milton e Ronaldo Bastos) que virou “Nothing Will Be as It Was“: 

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Janio Alcantara

Janio Alcantara

Apreciador eclético de Música, Cinema, Livros e da Espiritualidade (em especial […]

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