Dusbons

17.02.11 00:01

25 anos sem o samba de Cavaquinho

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Os temas cantados por Nelson Cavaquinho viraram uma tese acadêmica

Nesta Sexta-feira 25/Fev, completam-se 25 anos sem o compositor carioca NELSON CAVAQUINHO, que faleceu aos 74 anos. Seu nome começou a se tornar popular, quando Nara Leão gravou “Luz Negra“, em 1964 e Beth Carvalho registrou “Folhas Secas“, em 1973. Beth viria a gravar cerca de 40 músicas de Cavaquinho, sambista de temas trágicos, como morte, abandono, traição, mas também de mensagens elevadas como perdão.

No Carnaval de 2011, Nelson Cavaquinho será homenageado pela escola de samba Estação Primeira da Mangueira, por causa de seu centenário. Nelson nasceu no Rio de Janeiro, em 29/Out/1911.

Uma tese acadêmica de José Novaes transformou-se no livro “Nelson Cavaquinho – Luto e Melancolia na Música Popular Brasileira” (Ed. Intertexto) que aborda os temas mais cantados por Nelson, de uma forma simples, poética e triste, em meio à musicalidade alegre do samba.

A voz singela de Nara Leão, o clarinetista mineiro Abel Ferreira e um naipe de cordas  embelezam o arranjo em “Luz Negra”, e a voz singela de Nara.

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Na gravação de “Folhas Secas”,  prestem atenção ao som do violão, executado por Nelson, que possuía um estilo único de tocar.

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04.02.11 03:00

A difícil arte de educar

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Capa do DVD - Imovision

Nesta Sexta-feira 04, às 21h, o Canal Futura exibirá o filme “ENTRE OS MUROS DA ESCOLA” (2008), que conta o relato semi-autobiográfico de François Bégaudeau e seus colegas professores que preparam o novo ano letivo em uma difícil escola da periferia parisiense. Munidos das melhores intenções, eles se apoiam mutuamente para manter vivo o estímulo de dar a melhor educação a seus alunos. A sala de aula, um microcosmo da França contemporânea, testemunha os choques entre as diferentes culturas. E por mais inspiradores e divertidos que sejam os adolescentes, seu difícil comportamento pode acabar com qualquer entusiasmo de professores mal pagos.

Laurent Cantet ganhou a Palma de Ouro em Cannes, como melhor diretor. Seu filme foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, em 2009. Reprises no Futura: Sábado 05, às 22h e Domingo 06,às 21h.

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25.01.11 23:59

Khrystal agitará no Rio e em Fortaleza

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Aos 73 anos, Orlandivo volta sacudindo as noites do Rio com seu sambalanço

Orlandivo (ou Orlann Divo) é um catarinense de 73 anos, radicado no Rio de Janeiro desde os 9 anos de idade. Percussionista e compositor, atuou como crooner do conjunto de Ed Lincoln. Começou a gravar discos-solo, em 1961. Suas canções foram interpretadas por Trio Esperança (“Bolinha de Sabão“) Golden Boys, Wilson Simonal, Cauby Peixoto, Angela Maria, Jorge Ben (“Onde anda o meu amor“), Elza Soares etc. Em 1974, compôs com Arnaud Rodrigues, o sucesso popular e bem-humorado de “Vou bater prá tu “, gravado pelo trio “Baiano e os Novos Caetanos” (Chico Anysio, Arnaud e Renato Piau). O último registro em disco de Orlandivo foi “Sambaflex” (2006). Orlandivo é um compositor e cantor de samba com muito suíngue.  

Às Quartas-feiras, costuma fazer show na Cidade Maravilhosa com o grupo Sambalanço,. no Restaurante São Vicente, no bairro  carioca da Lagoa. Nesta Quarta-feira 26, a apresentação de Orlandivo contará com dois convidados: Maurício Maestro (integrante do grupo vocal Boca Livre e co-autor de sucessos como “Mistérios” e “Clareana”) e a cantora potiguar Khrystal. Arrisco que a cantora vá homenagear Jackson do Pandeiro com “A Ordem é Samba“.

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Khrystal está no Rio de Janeiro a convite do jornalista musical Tárik de Souza que apresenta o programa MPBambas do Canal Brasil, para gravar a música “Tico-Tico no Fubá“, no programa em homenagem à bamba Ademilde Fonseca, a “Rainha do Chorinho” cantado, também nascida no Rio Grande do Norte. Khrystal será acompanhada ao violão por Ricardo Silveira, músico com carreira internacional e que já tocou com Elis Regina, Hermeto Paschoal, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Milton Nascimento, João Bosco, Ivan Lins, Nana Caymmi, Diana Ross, David Sanborn, Pat Metheny e Ney Matogrosso para quem também fez arranjos e direção musical.

Ou seja, se seguirmos o adágio popular “Dizes com quem andas que te direi quem és“, dá prá perceber que a baixinha Khrystal está sendo reconhecida pelos grandes e andando com eles por uma única razão e motivo: seu talento musical exacerbado, impressionante.

Quem gosta de Música e ainda não conhece este fenômeno que veio prá ficar chamado Khrystal terá uma excelente chance nesta Quinta-feira 27, às 21h15min, no Anfiteatro do Dragão do Mar, dentro do Festival BNB do Rock Cordel, onde ela e sua afinada banda mostrará a evolução musical conquistada no show “Misto de Maracatú“. Recomendo sem medo e com muita alegria!!! Abaixo, uma música autoral “Coisa de Preto” e sua interpretação de “Candeeiro Encantado“, de Lenine e Paulo César Pinheiro:

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24.01.11 11:48

Documentário contra a opressão

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Cartaz francês do documentário britânico

Somente nesta Segunda-feira 24, às 20h, em “sessão única” neste mês, o canal HBO apresentará o documentário inglês ”MUGABE AND THE WHITE AFRICAN (2009). Filme ambientado nas tumultuosas eleições presidenciais do ano 2008 no Zimbabwe que conta a historia de Mike Campbell, um homem de 75 anos, e seu genro, Ben Freeth. Eles levam até à corte internacional, o líder do país africano Zimbabwe e candidato favorito na eleição para presidente Robert Mugabe, por este ter cometido ações racistas e ter violado direitos humanos. É um caso sem precedentes, o qual não depende somente de Mike e sua família, mas também dos milhões de habitantes daquela nação africana que ainda sofre a ação política atroz de um dos maiores tiranos do mundo. Inédito em DVD.

Zimbabwe deixou de ser colônia da Africa do Sul. em 1980, para cair nas mãos do ditador Mugabe, líder do país desde esta época. Abaixo, a canção “Zimbabwe“, que Bob Marley deixou em favor da liberdade deste país africano, no disco “Survival” (1979):

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22.01.11 19:37

Jeanne Moreau 83

Por: Janio Alcantara | Comentários: 2 Comentários

Jeanne Moreau, aos 48anos, em cena de "Monsieur Klein "

Neste Domingo 23, a atriz francesa JEANNE MOREAU completa 83 anos. Parisiense, nascida no dia 23/Jan/1928, começou a fazer cinema aos 21 anos. Seus principais filmes foram “Ascensor Para o Cadafalso” (1958), de Louis Malle – disponível em DVD Silver Screen. Aos 30 anos, atuou em “Os Amantes” (1959), também dirigida por Malle, um marco do moderno cinema francês e do erotismo na tela. O tratamento de total ausência de culpa que Malle dá ao adultério causou enorme furor quando o filme foi lançado. Em DVD Cult Classic.

Em 1961, esteve com Marcelo Mastroiani, em “A Noite“, de Michelangelo Antonioni. Em 1962, foi o pivô no triângulo amoroso em “Jules e Jim – Uma Mulher Para Dois“, de François Truffaut - disponivel em DVD Versátil - e esteve no kafkiano “O Processo“, dirigido por Orson Welles, em DVD Continental. Em 1964, atuou no drama criminal “O Diário de uma Camareira“, de Luis Buñuel, em DVD Wonder, e contracenou com Burt Lancaster, no filme de guerra “O Trem“, de John Frankenheimer, em DVD Fox. Em 1965, protagonizou o shakespereano “Fallstaff – O Toque da Meia-Noite“, de Welles, que também contracenou com Jeanne, em filme totalmente rodado na Espanha. Disponível em DVD Continental.

Em 1975, o alagoano cineasta Cacá Diegues (1940- ) dirigiu Jeanne na produção franco-brasileira “Joanna Francesa“, com música de Chico Buarque e Roberto Menescal.

Produção franco-italiana de 1976, com Jeanne Moreau

Em 1976, Jeanne Moreau esteve em “Mr. Klein“, – em DVD Cinemax – trabalhou ao lado do ator Alain Delon, em “Monsieur Klein” (1976), dirigido pelo norteamericano Joseph Losey (1909-1984) e estará em exibição no canal pago TV5 Monde, na Quinta-feira 27, às 20h30min e no Domingo 30, às 3h10min.

DETALHE: O diretor Losey, após ter entrado na famigerada lista negra do macarthismo, foi impedido de trabalhar em Hollywood. Isto o fez se radicar na Inglaterra, a partir de 1952. Além de “Monsieur Klein”, estão entre seus melhores filmes “O Criado” (1963) , em DVD Universal, e O Mensageiro(1971).

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22.01.11 11:00

Sofisticação muito boa de se ouvir

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Quando estou dirigindo, gosto muito de ouvir rádio, seja AM ou FM. Costumo zapear e páro onde algo me chama atenção. Uma noitinha dessas, encontrei o programa “Reflexões”, na FM 102,9, onde ouvi uma explanação em torno do Evangelho do Cristo de forma e conteúdo acima da média do que se ouve por aí. Era (e contina sendo) o inspirado Pastor Domingos Rodrigues Alves. Tornei-me ouvinte assíduo porque gosto de aprender sobre a Espiritualidade, sem fazer acepção de religiões, nem de religiosos. Ao entrar no carro, de volta prá casa, ligo o rádio e fui percebendo a dinâmica do programa: músicas antes e depois da inspiradíssima pregação, de Segunda a Sexta-feira, exceto a Quinta-feira, onde há um debate, semelhante a uma mesa-redonda, onde amigos do Pr. Domingos opinam sobre questões teológicas, com bastante profundidade.

A moldura musical que envolve a mensagem do Evangelho está excelente e muito bela neste disco

Na parte musical do “Reflexões”, conheci um dos maiores (senão o maior) Artista da música brasileira religiosa: o exímio violonista, cantor, compositor, arranjador e produtor musical JOÃO ALEXANDRE, natural de Campinas/SP. Gostei tanto, que fui a uma loja evangélica e comprei seu último trabalho “Do Outro Lado do Mar” (2009), por causa de uma música que ouvi no “Reflexões”, chamada “Modificar“. Nesta faixa, há participação do requisitado baterista campinense Pepa D’ Elia (que acompanha Toquinho, desde 1996).

Ao ouvir as treze faixas restantes, encantei-me com a beleza das melodias, as harmonias das vozes e da  sequência de acordes, os diversos estilos musicais e a presença de músicos, bem conhecidos fora do território da música gospel, tais como: o versátil baixista mexicano Abraham Laboriel (que tocou com George Benson, Michael Jackson, Lionel Richie, Madonna, Julio Iglesias, Elton John e um longo etc.)  e o pianista carioca Rique Pantoja num funk de letra instigante “Quem Diz a Verdade”; o guitarrista Hélio Delmiro (que acompanhou Elis Regina, Milton Nascimento, Tom Jobim e outro longo etc.) está presente na canção jazzística “Quem Sou Eu?“; o guitarrista Michel Leme no instrumental xote jazzístico “Sendo Criança“, com melodia puxada em um uníssono de voz e sanfona – esta tocada por Beto Corrêa, do Trio Macaíba; e do gaitista pernambucano Rildo Hora (também produtor de sambistas como Martinho da Vila, Beth Carvalho e Zeca Pagodinho), na balada “Valeu Demais“. Dois outros destaques do disco “Outro Lado…”: o jovem pianista Felipe Silveira, filho de João, que produziu e fez os arranjos de base do disco  e a voz feminina de Tirza, esposa do cantor. Os demais músicos são muito bons também. Há uma orquestra de cordas e um naipe de sopros e metais que embelezam as faixas.

A musicalidade e a versatilidade de João Alexandre  o colocam entre os grandes criadores da nossa MPB. João é uma excelente prova que é possível fazer música religiosa sofisticada e fácil de se gostar. Abaixo, o funkQuem Diz a Verdade“, cantado em duo com Leonardo Gonçalves:

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18.01.11 18:59

Escritor cearense estréia em prosa

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Na Terça-feira 25/Janeiro/2011, às 19h30min, no auditório da Livraria Cultura, haverá o “Bate-papo com o autor Marcos Mairton”, o qual estará lançando seu primeiro livro de prosa – “O Quilombo do Encantado” – pela Conhecimento Editora e com belíssimas ilustrações do artista Jabson Rodrigues. Anteriormente, Mairton já havia lançado oito trabalhos no campo da Literatura de Cordel.

Tive o privilégio de ler esta bela estréia do autor no mundo da prosa e fiz na leitura uma viagem de volta à minha ancestralidade. Explico-lhes: Meus pais, avós e bisavós (paternos e maternos) nasceram na localidade Tremembés – hoje pertencente a Icapuí, antes Aracati, vizinho ao Estado do Rio Grande. Em Icapuí, desconfia-se da presença de holandeses – tal a brancura, a loirice e os olhos azuis de muitos que nasceram/nascem lá – que fugiram prá lá, após a expulsão pernambucana.

A trama de “O Quilombo do Encantado” gira em torno da vida de Antônio Carpinteiro, que nasceu escravo, mas, por causa de um desentendimento com um capataz, teve que se refugiar na floresta, onde descobriu a liberdade. Como cenário dos acontecimentos, o Forte de São Sebastião, no início da ocupação portuguesa do que viria a ser o Estado do Ceará, e a imensidão das terras brasileiras, já naquela época ocupadas por uma grande diversidade de povos, tais como tupinambás, tabajaras, potiguaras, tremembés, portugueses, africanos, holandeses e muitos mestiços.

Emocionei-me com a saga do Antonio – tudo permeado na forma educativa de explicar sobre as etnias e suas derivações. “O Quilombo…” me encantou.

Costumo mencionar o Dr. Marcos Mairton, como um Continuar lendo

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08.01.11 19:32

A talentosa Grace Jones

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

Grace Jones atuando no cinema como vilã, na série 007 (1985)

Gosto muito do timbre e da performance de GRACE JONES. Nascida na Jamaica, em 19/Maio/1948,  mudou-se para Nova York, em 1965, onde estudou teatro. Tornou-se supermodel, atriz, cantora, dançarina e compositora. Negra, olhos e cabelos pretos, bissexual, Grace Jones tem 1,79m de altura, um filho e um temperamento muito forte.

Estreou no cinema em 1973, no filme black “Gordon’s War“. Seu primeiro disco foi “Portfolio” (1977), cantou uma bela versão de “La Vie en Rose“, clássico de Edith Piaf, no auge da “disco music“, que a influenciou até os dois trabalhos seguintes – “Fame” e “Muse”. Por causa destes 3 primeiros trabalhos bem dançantes, Grace tornou-se a Rainha Gay da Disco.

A partir de 1980, chamou os conterrâneos Sly Dunbar e Robbie Shakespeare – baterista e baixista  de reggae – para produzirem seus 3 próximos discos: 1°) ”Warm Leathrette“, do qual se sobressaiu “Private Life“, do álbum de estréia do The Pretenders, em ritmo de reggae;  “Nightclubbing” (1981) que trouxe um corte de cabelo radical e fez moda, bem como a dançante música ”Pull Up to the Bumper” e o tango estilizado de Astor Piazzolla – “Libertango” – transformou-se em “I’ve Seen That Face Before“; e “Living MyLife” (1982), este sem maiores repercussões.

Após fazer os filmes “Conan, o Destruidor” (1984) e “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985), Grace volta à música com “Slave to the Rhythm” (1985), cuja faixa-título a vez retornar às paradas de sucesso, com produção de Trevor Horn, responsável por trazer o grupo YES à evidência com “Owner of Lonely Heart“.

Em 1986, produzida pelo guitarrista Nile Rodgers (Chic), gravou “Inside Story“, cujo maior sucesso foi “I’m Not Perfect (But I’m Perfect for You”). Passou despercebida nos discos “Bullettproof Heart” (1989) e  “Twin Set” (1993).

Após 19 anos afastada dos estúdios, Grace Jones retorna em grande estilo com “Hurricane” (2008) trazendo pérolas do pop dançante mesclado ao reggae, como em “Well Well Well“. Abaixo, a pop “William’s Blood“, numa performance invejável, com toda sensualidade na voz e nos gestos de artista de 60 anos, no programa “Later with Jools“.

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19.12.10 22:38

A voz peculiar de Maurice White

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

"Maurice White", disco de 1986

Neste 19/Dezembro, completa 69 anos, MAURICE WHITE, baterista, compositor, cantor, fundador e líder do grupo Earth, Wind & Fire – que lançou dezenas de sucessos, entre 1971 a 2005, sendo “Let’s Groove” (1981), uma das músicas mais conhecidas.

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Em três oportunidades, Maurice White lançou discos-solo: 1972, 1986 e 1996. No segundo deles, que trouxe seu nome no título, consta uma versão bem suingada para “Stand By Me“.

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29.11.10 08:50

Dê-me Amor e Paz na Terra

Por: Janio Alcantara | Comentários: Comente

No dia 29/Nov/2001, após quase dez anos de luta contra o câncer, partia definitivamente da experiência física o guitarrista, compositor e cantor GEORGE HARRISON, ex-integrante de The Beatles. O britânico George escolheu ficar perto da família e longe do assédio da mídia, em Beverly Hills/California, na casa de um amigo. Assim como sua essência, suas músicas são imortais.

Abaixo, o video da música “Give me love (Give me Peace on Earth)”, de 1973, com letra e tradução. Nos seus 58 anos de existência, temas como amor, paz, vida, luz e liberdade costumavam constar em suas músicas, com melodias fáceis de se gostar, logo na primeira audição.

Encaro esta canção como uma prece dirigida à Fonte da Vida onde pedimos Amor e Paz na Terra. Sugiro ouvirmos e cantarmos mentalizando, especialmente, toda a população da cidade do Rio de Janeiro.

A Paz social será um mero reflexo da Paz interior que aprendamos a cultivar, dentro de nós mesmos. Esta é a tarefa contínua de nossa Vida.

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Give Me Love (Give Me Peace On Earth)

Give me love
Give me love
Give me peace on earth
Give me light
Give me life
Keep me free from birth
Give me hope
Help me cope, with this heavy load
Trying to, touch and reach you with,
heart and soul
Oh
My Lord . . .
Please take hold of my hand, that
I might understand you
Won’t you please
Oh won’t you

Dê-me Amor (Dê-me Paz na Terra)

Me dê amor, me dê amor
Me dê paz no coração
Me dê luz, me dê vida
Me mantenha livre desde o nascer
Me dê esperança
Me ajude a lutar, com esta carga pesada
Tentando te encontrar,
e tocar com coração e alma

Oh, meu Senhor . . .

Por favor, agarre minha mão, que
Eu teria o poder para te compreender

Por favor não se vá. Oh, não se vá…

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Janio Alcantara

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Apreciador eclético de Música, Cinema, Livros e da Espiritualidade (em especial […]

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