18.05.12 15:03
Banda Nuvens libera seu segundo disco para download gratuito
Quinteto curitibano com cinco anos de estrada, o Nuvens disponibilizou para download gratuito seu bom segundo disco, chamado Fome de vida (independente). A iniciativa faz parte do movimento MPB – Música Para Baixar. Além de uma bela ilustração na capa, o disco produzido por Rapha Moraes e Álvaro Alencar traz melodias bem construídas sobre uma base pop bacana e letras acima da média do que se produz atualmente. O destaque fica para o rock esperto Um frame de emoção, que fala de amor com um toque de agressividade (“teus olhos de pimenta me chocolateavam”). Formado por Amandio Galvão (guitarra e backing), Guilherme Scartezini (bateria), Marcos Nascimento (baixo), Marcus Pereira (percussão) Raphael Moraes (violão, guitarra e voz), o primeiro disco do Nuvens foi lançado em 2008. Adeptos dos experimentalismo, eles costumam mesclar nos shows a parte musical com elementos de teatro e circo. Com a mesma disposição, Fome de vida tem algo de inconformismo, paixão e saudade numa paleta sonora de rock, blues e pop.
Posts Relacionados
12.01.12 11:44
Obra de Nara Leão é registrada em site
Por Camila Holanda (@camilasholanda)
No mês em que Nara Leão completaria 70 anos, a família da cantora colocou no ar um site que organiza dados sobre a vida e a obra dela. Nele está uma compilação de fotos, discografia, documentos, cronologia e um material inédito que vai de fotografias a provas da faculdade de Psicologia.
O canal “Discografia” do site merece destaque. Ao abrir, o internauta pode passear pelos 22 álbuns lançados por Nara de 1964 a 1989. Além do áudio das canções, pode-se ler ficha técnica, textos dos discos e as letras de todas as canções, menos de uma.
A única gravação que ficou de fora foi E que tudo mais vá pro inferno. Originalmente, a música estava no disco homônimo de 1978, que teve o repertório todo de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. A música não entrou, porque Roberto, muito surpesticioso, na década de 1980, parou de cantá-la por implicância e não quis mais autorizar gravações da música.
Dentre as diversas parcerias de Nara, a com o cearense Fausto Nilo ficou registrada no disco Romance Popular. O projeto foi feito pelos dois ao lado de Fagner, que também tem letras gravadas no disco e canta a música Traduzir-se, poema de Ferreira Gullar musicado por ele. Deve-se ressaltar a composição Marinheira, de Fausto e Fernando Falcão, interpretada com toda a elegância de Nara.
Em 1989, ano em que lançou seu último disco (My Foolish Heart), aos 47 anos, Nara morreu de forma prematura, em decorrência de um tumor cerebral que não podia ser operado. O ano de 2012 marca os 23 anos da morte e os 70 de idade que ela completaria se viva estivesse. Porém, o legado de Nara vai muito além destes anos que já se passaram.
Posts Relacionados
21.10.11 11:30
Karina Buhr e mais novidade no cenário musical independente
Por Camila Holanda (
A cena musical independente do Brasil ganha um novo disco. Karina Buhr lançou e disponibilizou Longe de onde para download em seu site oficial. É o segundo trabalho solo da artista e traz onze composições cheias de malemolência, arrastando o ouvinte para um universo, digamos, transcendental. Em novembro e dezembro haverá shows para o lançamento do disco. Na rota, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Campinas. Bem que Fortaleza poderia ser inclusa.
As ligações com a cultura pernambucana são evidentes, devido à criação que a baiana Karina teve em Recife, além de elementos da cultura pop e do rock. Muita guitarra e percussão em cima de letras bem elaboradas e maduras também marcam as composições do novo disco.
Karina sabe bem manipular as palavras e casar com os arranjos feitos em parceria com o grupo de músicos que trabalha com ela. Neste trabalho, destaque para a participação na guitarra do cearense Fernando Catatau, integrante da banda Cidadão Instigado. Além dele, participam os músicos Bruno Buarque, Mau, André Lima, Guizado, Edgard Scandurra, Otávio Ortega e Guilherme Calzavara.
Cara palavra é a primeira faixa do disco e é a única a ter videoclipe, até agora. As imagens foram gravadas no Marrocos, em um lugar que parece ser uma feira. O disco todo é uma viagem incomum, e a ausência de linearidade temática encanta. Copo de veneno carrega um tom pessimista, mas logo em seguida é quebrado por Amor brando, expondo um sentimento delicado, por meio da suavidade de letra e guitarra.
A vida artística de Karina Buhr precede a carreira solo. Em 1994, integrava o maracatu Piaba de Ouro, na Bahia, e, depois, participou do Estrela Brilhante. Em Pernambuco de 1997, tomou a frente do grupo Comadre Fulozinha, que lançou três discos e teve as ilustrações dos encartes assinadas por ela. Ainda atuou em outros grupos, como Eddie, Bonsucesso Samba Clube, DJ Dolores, Véio Mangaba e suas Pastoras Endiabradas, além de trabalhos no teatro e na dança.
A bagagem cultural multifacetada permite que Karina Buhr faça experimentações em cima e fora do palco. Desde a ousada maquiagem às performances particulares. Uma palavra define o que ela faz: arte.
Posts Relacionados
03.08.11 15:24
Oswaldo Motenegro lança concurso de clipe com R$30 mil em prêmios
O cantor Oswaldo Montenegro está lançando um concurso cultural na net. Ele está premiando com R$30 mil quem fizer os melhores clipes para a canção Eu quero ser feliz agora, faixa do seu novo disco De passagem. O prêmio será dividido meio a meio entre quem produzir a melhor obra audiovisual e quem produzir o clipe mais visto no Youtube. “Estamos num tempo em que a tecnologia oferece facilidade na realização. É hora de criar” afirma Montenegro que, segundo material enviado para a imprensa, premiará os melhores clipes com recursos próprios. Os trabalhos vão ser avaliados pelo juri formado por Rodrigo Fonseca (crítico de cinema), Paulo Mendonça (Diretor geral do Canal Brasil), Paulo Fontenelle (diretor de cinema e TV), Jorge Brennand (documentarista), Paloma Duarte (atriz) e Ulysses Machado (compositor). A música do concurso, bem como o regulamento, estão disponíveis pelo site oficial do cantor. Os trabalhos devem ser enviados até o dia 31 de janeiro de 2012.
15.06.11 11:29
Seu Jorge protagoniza websérie As crônicas de um PC
Enquanto não lança seu novo disco, Músicas para churrasco Vol 1, Seu Jorge já lançou por aí o novo single, A doida. A música é uma continuação da Burguesinha, que definitivamente é bem fraca diante dos primeiros trabalhos do cantor. Outra novidade sobre o rapaz é sobre sua porção ator. Ele será o protagonista da websérie, lançada pela gigante Microsoft, As crônicas de um PC. A historinha mostra cenas reais da vida de Cilene Pereira, uma moradora da comunidade de Rio das Pedras que vive conectada durante o dia, mas nunca teve contato com um computador enquanto viveu na Paraíba. (Entenderam? Rio de Janeiro com computador. Paraíba sem computador. É simples) Na séria que poderá ser acompanhada por este link, Seu Jorge vai dar voz ao computador. São quatro capítulos semanais. A propósito, o disco Músicas para Churrasco Vol 1 é o primeiro de uma trilogia baseada em canções populares inspiradas em tipos do cotidiano carioca. O disco será produzido por Mário Caldatto Jr e tem previsão de lançamento para julho, pela Universal.
30.03.11 09:48
Skank lança plataforma interativa
O quarteto mineiro Skank lançou uma plataforma interativa que permite aos fãs tocarem virtualmente junto com os músicos. O site também permite a criação de um clipe para De repente, música lançada no último trabalho do grupo, o CD e DVD Multishow Ao Vivo no Mineirão.
Leia as intruções enviadas para a imprensa sobre como funciona a plataforma:
Ao entrar em www.skankplay.com, o internauta verá seis vídeos diferentes, cada um com um integrante da banda tocando sua parte na música. Samuel Rosa aparecerá em três vídeos: dois de voz e um de guitarra. Ao apertar o botão Play, o visitante verá todos os vídeos sincronizadamente, formando a música.
Com um miniaplicativo disponível no site, qualquer pessoa poderá gravar sua própria versão para a música “De Repente”, seja cantando, tocando ou fazendo uma performance. Depois, é só colocar o vídeo (ou mais de um) no lugar de um dos seis iniciais e, assim, fazer uma jam session virtual com o Skank. O botão “videoclipe” faz com que os vídeos sejam mixados e fundidos em um só. Essa versão personalizada do clipe, além de ficar no site, poderá ser adicionada (embedada) em blogs, no Facebook, etc. Para quem não sabe tocar ou cantar a música, e quiser participar da brincadeira, haverá vídeos tutoriais de como tocar a música, feitos pelos próprios integrantes do Skank.
24.03.11 13:13
Comparsas da Vivenda hoje no SESC Emiliano Queiroz
Existe uma nova movimentação musical em Fortaleza. E é movimentação mesmo. Movimento, de um modo geral, se refere a um grupo organizado em torno de uma proposta estética que acaba buscando rupturas com uma cena vigente. Partindo dessa ideia, chamo de movimentação o que vem acontecendo nestas terras porque o que está sendo observado são vários grupos de pessoas dispostas a compor, gravar, testar, apresentar e dividir essa produção. Um desses grupos é o Comparsas da Vivenda, que apresenta esta noite no SESC Emiliano Queiroz o show Canção que aprendeu a andar. Com pouco mais de um ano de existência, o coletivo formado por Amanda Nogueira, Allan Diniz, Caio Castelo, Carlos Hardy, Jairo Ponte, Lorena Nunes e Richell Martins faz sua primeira apresentação montada como um show de fato. Antes, eles apresentaram suas músicas em pocket shows e festivais. Com cada um contribuindo com alguma composição, ideia, proposta, melodia ou letra, as canções passeiam por rumos diferentes, como o blues, Bossa Nova, rock, jazz e o que mais aparecer. Quem estiver disposto a saber pra onde a música cearense pode caminhar, taí uma boa sugestão.
Para mais: http://comparsasdavivenda.wordpress.com/
15.03.11 18:02
A rainha do rock brasileiro, Rita Lee, disponibilizou todas as suas músicas para audição gratuita em seu site oficial. Ao todo, são 32 discos, incluindo a fase Mutantes, Tutti Frutti e Roberto de Carvalho. Todas as mais de 300 faixas vão poder ser ouvidas do começo fim. Lançada em 1968 com o disco Os Mutantes, Rita Lee lançaria outros quatro discos com o trio paulista antes de se lançar com artista solo em 1975 com o excepcional Fruto Proibido. Seu primeiro trabalho com assinatura própria foi Build Up (1970), lançado por insitencia da gravadora e por conta de uma série de shows que ela vinha fazendo em desilfes de moda e happenings. De fato Build Up (que contou com o Mutante Arnaldo Baptista e com o lendário Lanny Gordin nos créditos), Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida (1972) e Atrás do porto tem uma cidade (1974) são trabalhos de transição, entre o solo e os Mutantes. No momento, Rita se prepara para lançar outros dois trablhos ainda este ano. Um deles será com versões bossanovistas de trilhas clássicas da Disney. O outro será um trabalho de inéditas.
>> Dicas:
Apesar de deter uma penca de canções de sucesso que não saem da cabeça até de quem não é fã, Titia Rita de Sampa tem um monte de lados B que merecem ser ouvidos. Seguem aí uma lista deles em cada disco:
1 – Adeus, Maria Fulô (Os Mtantes – 1968)
Homenagem ao mestre Humberto Teixeira feita por um bando de moleques roqueiros. Absurdo? Que nada, pura competência.
2 – Qualquer bobagem (Os Mutantes – 1969)
Parceria seminal do trio com o baiano Tom Zé. Casamento perfeito. Não por acaso, Rita está de véu e grinalda na capa.
3 – Meu refrigerador não funciona (A divina Comédia ou Panis et Cirsenses – 1970)
Meio blues, meio tiração de sarro, meia calabreza. Sérgio e Arnaldo atiçaram Rita a imitar Janis Joplin. Muito bom o resultado encorpado peo piano elétrico.
4 – And I love Her (Build up – 1970)
Trinta anos antes de lançar Aqui, Ali em Qualquer Lugar, Rita assina seu atestado e fã dos Beatles. Depois ela diria que era mais chegada nos Stones. Whatever…
5 - Baby (Jardim Elétrico – 1971)
Versão mutante para o clássico de Caetano Veloso. Rita começa a ser colocada em segundo plano na banda, aparecendo mais em vocais.
6 – Vida de Cachorro (Mutantes e Seus Cometas no Planeta dos Baurets – 1972)
A capa traz uma rita com asas, pronta pra levantar voo da banda. Antes, ela registrou essa baladinha a la Dama e o Vagabundo com uma vozinha pra lá de meiga.
7 – Vamos tratar da saúde (Hoje é o primeiro dia … – 1972)
Numa capa que sugere o resultado das muitas experiências com drogas, Rita prefere falar sobre tratar da saúde.
8 – Yo no creo pero… (Atrás do porto tem uma cidade – 1974)
Rita Lee resume os novos tempos entre crises nos Mutantes e ditadura com versos do tipo, “eu não creio em brujas, mas que elas existem, existem”
9 - Cartão postal (Fruto proibido)
Blues classudo com letra do mago Paulo Coelho. Fruto Proibido é apontado por muitos como o melhor trabalho de Rita Lee.
10 – Corista de Rock (Entradas e Bandeiras – 1976)
Auto avaliação sobre estar à frente do Tutti Frutti. Sem papas na língua, ela confirma seu compromisso com a carreira.
11 - Back in Bahia (Refestança)
Rock 10 de Gilberto Gil sobre a dureza de sua estada em Londres. Rita joga seu molho com elegancia.
12 - Agora é moda (Babilônia – 1978)
Rita desfila numa espécia de rap pré-histórico coisas que estavam começando a fazer parte da vida como bionicar o corpo inteiro e sair nua em capa de revista.
13 – Chega mais (Rita Lee – 1979)
Uma de suas canções mais contagiantes dos novos tempos discoteque. Acabaou aclipsada pelo sucesso de Mania de Você.
14 – Shangrilá (Rita Lee – 19980)
Balada arrasadora, meio Billie Holiday, sobre um encontro idílico do outro mundo.
15 - Favorita (Saúde)
Baladinha açucarada, estilo anos 80. Nada demais, não fosse cantada pelo mestre Roberto de Carvalho.
16 - Barriga da mamãe (Rita Lee e Ropberto de Carvalho – 1982)
Com seu jeito irônico, Rita desfila as desgraças contemporâneas e encerra pedindo “quero voltar invisível pra dentro da barriga da mamãe”.
17 - Bobos da Corte (Bom Bom – 1983)
A letra curtinha resume uma pitada da poesia de Rita, falando sobre amor e circo. Poderia virar um samba.
18 - Yê Yê Yê (Rita e Robero – 1985)
Rockão básico que, assim como Glória F, traz participações luxuosas de astros do então nascente rock nacional.
19 - Blue moon (Flerte Fatal – 1987)
Versão ritalística para um clássico do jazz. Bonitinho, bobinho e pronto pra virar uma cantada apaixonada.
20 - Cecy bom (Zona Zem – 1988)
Mais uma das versões da mestra. Aqui ela brinca com o francês como quem quer deixar henri Salvador de cabelo em pé. Aliás, só ela pra rimar toilette com confete.
21 – La Miranda (Rita Lee e Roberto de Carvalho – 1990)
Num de seus melhores discos, Rita faz uma justa homenagem à diva Carmem Miranda. Em seguida vem a bossa cortante La Javanaise. Excelente.
22 - Vírus do Amor (Bossa and Rool ao Vivo – 1991)
Antecipando a onda de acústicos, Rita Lee aproveita uma crise com Roberto de Carvalho para lançar um trabalho voz e violão. Como se bastasse um dueto com Gal Costa, a progressiva Vírus do Amor ganha arranjo enxuto para cordas.
23 – Drag Queen (Rita Lee – 1993)
Apesar do repertório fraco, ainda sem Roberto de Carvalho, Rita faz uma homenagem trilígue às drags.
24 – Todas as mulheres do mundo (A Marca da Zorra – 1995)
Disco esquecido e injustiçado, traz Tia Rita de volta à velha pegada rock, aliás, como nunca tinha feito antes. Todas as mulheres resume o peso da coisa.
25 – Santa Rita de Sampa (Santa Rita de Sampa – 1997)
De volta aos trilhos com Roberto, Rita grava uma trabalho com alto invetimento e recheado de boas músicas. A música título é uma auto-homenagem.
26 – Coisas da Vida (Acústico MTV – 1998)
Pronto para estourar, Rita volta volta ao acústico com as bençãos da MTV. Só clássicos recheado de boas participações. Coisas da Vida é uma balada há tempos esquecida.
27 – Baby (Technicolor – 2000)
Gravação em inglês esquecida dos tempos dos Mutantes e relançada com um rapoio de Kurt Cobain e Sean Lennon, fãs confessos. Retrato da delicadeza.
28 – Rebeldade (3001 – 2000)
Rock cheio de energia feito com o filhão Beto Lee. Ao que me parece, uma homenagem a Dercy Gonçalves.
29 – Michelle (Aqui, Ali, em qualquer lugar – 2001)
Rita Lee + Beatles + Bossa Nova = sucesso. Não poderia ser diferente esta fórmula. Michelle se destaca pela mistura de línguas. Mas o disco todo merece ser ouvido em dia de chuva.
30 – A Gripe do Amor (Balacobaco – 2003)
Dance music produzida pelo DJ Memê Mansur que passou batida por Fortaleza. Uma das melhores de um disco recheado de boas composições.
31 – Ando Jururu (MTV Ao Vivo – 2004)
Da velha canção já revisitada ao lado de Raimundos, Rita Lee brinca com a lisergia impregnada na letra. Pura gozação.
32 – O bode e a cabra (Multishow Ao Vivo – 2009)
Velha brincadeira de Renato Barros com I want to hold your hands de Lennon e McCartney. Brincadeira feliz em meio a um disco fraco.
18.02.11 19:37
Box homenageia 100 anos de Robert Johnson
Segundo as lendas do rock, ele devia seu sucesso a um pacto com o demônio. Se isso é verdade ou não, sabe-se pelo menos que a forma como se deu sua morte ainda é envolvida em mistério. Supostamente por envenenamento. Ninguém sabe, ninguém viu, mas ninguém duvida que Robert Johnson precisou de apenas 29 músicas pra cravar seu nome na história da música mundial. Completando cem anos de nascimento no próximo dia 8 de maio, este blues man ganha uma homenagem à altura de sua importância, a caixa The Complete original masters Centennial Edition reunindo todas as suas gravações e mais uma pá de preciosidades. No entanto, um alerta: há quem diga que sua data de nascimento esteja errada. Enfim, certo é que ele morreu com 27 anos (ou algo em torno) deixando para traz fãs como Eric Clapton, Muddy Waters e Jimmy Page. Mas, voltando ao box, trata-se de uma obra rara contendo o Cd duplo Robert Johnson – The complete original masters Centennial Edition, com todas as suas gravações, inclusive versões extras, o que soma 42 faixas; um livreto biográfico; 12 LP de 78 rotações reproduzindo suas gravações originais (aqui eles pegaram pesado!); o CD duplo Rarities of Vaults com outras gravações de outros bluesmen contemporâneos como Furry Lewis, Tommy Johnson, Memphis Minnie e Blind Willie McTell; e um DVD com o documentário The life & Music of Robert Johnson: Can’t you hear the wind howl?, recheado de depoimento de lendas como Keith Richards. Somente o primeiro CD, Centennial Edition será vendido separadamente. Serão apenas 1000 unidades numeradas do box postas à venda via hotsite. Ou seja, caso queira saber como foram lançados clássicos como Sweet home Chicago, Walkin’ blues e Ramblin’ on my mind, é bom se apressar.
08.02.11 13:35
O album Doo-Wops & Holigans, do produtor e músico de Waikiki (Honolulu), Bruno Mars já pode ser ouvido na íntegra pelo portal Sonora. Incluindo sucessos como Just the way you are e Grenade, o disco foi indicado para sete prêmios do Grammy 2011. Para ouvir o disco no Sonora é preciso antes fazer um cadastro. Quem for assinante do site, pode baixar as canções. Também estão disponíveis pelo Sonora a versão de Zeca Baleiro para Homem com H, grande sucesso na voz abençoada de Ney Matogrosso, e o “delicado” disco Odiosa Natureza Humana, do Matanza.
Posts Recentes
Categorias
Arquivos
Blogs O POVO