Discografia

23.05.12 15:25

High Flying Birds, de Noel Gallagher, em edição comemorativa

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

O ex-Oasis Noel Gallagher acaba de passar pelo Brasil para mostrar seu primeiro trabalho solo, High flying birds. Com mais de 500 mil cópias vendidas, o disco de estreia em muito pouco se afasta do estilo da banda que projetou o cantor  e compositor de Manchester. Pelo contrário, se aproxima de discos menos crus, como The Masterplan (1998) e o derradeiro Dig out your soul (2008). No embalo da passagem do artista, a Universal Music pôs nas lojas uma edição especial que inclui um DVD bônus, com um documentário – It’s never too late to be what u might have been – e o vídeo-clipe de The death of you and me. de quebra, vem também o making of do mesmo video-clipe.

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14.05.12 13:29

Aos mestres com carinho

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

Recentemente, Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) provocou reações diversas com o lançamento do seu disco solo Black Heart. Pinçando clássicos do rock de diferentes épocas, houve quem achasse corajoso de sua parte e quem lhe jogasse pedras por tocar em canções sagradas de Leonard Cohen e Smiths. Quase sempre, essa a resposta a artistas compositores que enveredam por reler o trabalho dos outros. Ainda assim, esse momento de parada na própria caneta para buscar novas referências é algo que já fez parte da carreira de muita gente, de Djavan a Patti Smith.

Sem medo dessas críticas, Macy Gray também acaba de jogar suas fichas em um disco de covers, batizado simplesmente de Covered (Lab 344). A americana, que há 13 anos milita numa linha entre o soul e o pop, botou seus miados cheios de personalidade a serviço de um repertório plural e longe dos sucessos mais óbvios. Com essa escolha, o sexto disco da artista acaba pegando os desavisados de surpresa, que em muitos momentos nem percebem se tratar de um disco de regravações. Como quem tirou um momento para se divertir gravando o que gosta, Macy ainda enxertou seu disco vinhetas curiosas onde recebe amigos para discutir temas variados.

Produzido por Hall Willner, Zoux e Macy Gray, Covered tem tudo o que um disco de inéditas da cantora teria. Desde o frescor de canções despretensiosas até flertes com o rap e a dance music. Das 10 canções escolhidas para compor o disco, a mais conhecida é a balada Nothing else matters, do Metallica. Se o peso dos metaleiros vai embora na releitura, pelo menos o clima soturno permaneceu. Mas soturno mesmo é o arranjo de Here comes the rain again, bem melhor inclusive que o original de 1983 com a dupla Eurythmics. Sem ter um critério muito claro sobre sua seleção, Covered traz ainda versões para Arcade Fire (Wake up), Radiohead (Creep), Yeah Yeah Yeahs (Maps) e My Chemical Romance (Teenagers).

Cantando Beatles

Outra forma bem popular de fazer covers é selecionar canções dos Beatles e jogar um molho próprio por cima. O mundo inteiro já fez isso. Agora chegou a vez de Roberta Flack. Há mais de uma década sem lançar material inédito (seu último álbum foi o natalino Holiday, de 2001), a intérprete da inesquecível Killing me softly with his songs está de volta com Let it be Roberta, songbook lançado pela 429 Records que chega ao Brasil também com edição da Lab 344.

Com 75 anos recém completados, a cantora americana continua com a voz firme e afinada como sempre foi. E esse é o grande trunfo da sua homenagem aos rapazes de Liverpool. Para confirmar sua identificação com a banda inglesa, ela ilustrou o encarte com uma foto ao lado de Lennon e da nefasta Yoko Ono, e encerrou o trabalho com uma pungente gravação ao vivo, de 1972, somente ao piano, de Here, there and everywhere.

As demais 11 faixas, todas em regravações inéditas, já são bem conhecidas de quem gosta de ouvir Beatles. De novidade está o estilo Roberta Flack, que balança entre o soul, o jazz e o pop radiofônico. Oh Darling é o destaque, exprimindo essa fusão num blues lânguido e sofisticado, que lembra Billie Holiday. A produção a dez mãos, feita por Sherrod e Jerry Barnes, Barry Miles e Ricardo Jordan sob supervisão da própria Roberta, procurou dar um ar de modernidade que, como sempre, tem lá seus riscos. É o caso da batida dance jogada sobre I should have know better.

Mesmo que seja difícil dar ares de novidade em um tributo aos Beatles, Let it be Roberta tem seus bons momentos. É o caso de Isn’t it a pity, composta por George Harrison (sem os devidos créditos) para seu solo All things must pass. Respeitando o clima etéreo e reflexivo da canção, a cantora faz bonito. O mesmo pode ser dito da apaixonada If I fell, cantada com uma pegada meio Rythm and blues. No fim, são quase 50 minutos que mostram que Roberta Flack não precisa de modernismos para provar a boa cantora que é.

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11.05.12 11:40

B.B. King promove jam entre amigos em novo Cd e DVD

Por: Marcos Sampaio | Comentários: 2 Comentários

No dia 28 de junho de 2011, o mestre do blues B.B. King recebeu um time de amigos do maior escalão para um encontro informal no palco luxuoso do Royal Albert Hall, em Londres. O registro dessa jam milionária acaba de ser lançado em CD e DVD vendidos juntos. Com título simples e direto Live At The Royal Albert Hall 2011, o pacote ganha por trazer no registro em vídeo a íntegra de um encontro que só confirma a importância de B.B. e sua guitarra Lucille para a história do rock e do blues. Quem revalida isso são os amigos Ron Wood (Rolling Stones), Mick Hucknall (ex-vocal do Simply Red) e Slash (ex-Guns N’Roses), todos presentes nessa grande festa. A bela cantora (em ambos os sentidos) Susan Tedeschi é quem abre a fila de convidados, seguida pelo premiado guitarrista Derek Trucks. Menos conhecidos por essas bandas do planeta, eles entram para dividir Rock me baby e não deixam mais o palco, se juntando aos demais. Sem preocupações de marcações ou pré-combinações, esse time estrelado manda 10 músicas em um clima totalmente descompromissado. Uma autêntica jam. Ninguém tenta chamar mais atenção que ninguém. Ponto pra eles. No alto dos seus 85 anos de vida (62 de carreira), King deixa clara a razão do seu título com piadas, brincadeiras, discursos (muitos, inclusive) e disparos certeiros com sua guitarra lendária. Para dar espaço pra tanta gente, as faixam ganham muitos minutos de improvisos. Passando por clássicos e temas obscuros do blues, o público delira mesmo com o fundamental soul/blues The thrill is gone, onde o espetacular Mick Hucknall confirma seu poderio vocal. E pra encerrar, mais informal impossível, o gospel When the saints go marching in é a deixa para que os convidados siam do palco em… em marcha. Se é fato que esse músicos não foram tão santos, pelos menos o passado carimba suas histórias para a imortalizade da música.

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10.05.12 18:12

Vocalista do Black Eyed Peas apresenta seu projeto solo em Fortaleza

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

Por Thiago de Sousa (thiagosousa@opovo.com.br)

Imagem de Amostra do You Tube

A noite de sábado já começou especial com a super lua brilhando intensamente no céu de Fortaleza. E nada como uma festa no Mucuripe Club para completar o fenômeno astrológico. Falando em astros, quem brilhou já na madrugada do domingo foi o DJ do Black Eyed Peas, Taboo. Na companhia da dupla Felguk e outros DJs, Taboo apresentou pela primeira vez por aqui sua turnê Ultra Magnetix Tour.

Os DJs Pedro Garcia e Chriss Db abriram a noite e, logo na sequência, Taboo subiu ao palco sem charminhos ou suspense, às duas da manhã. Surpreendendo a todos, ele subiu o som com toda a empolgação e já tocou a primeira música como se fosse a última. Todos entenderam o recado e saíram do chão ao som de Pump It. Apesar da casa não estar lotada, o DJ do BEP a cada refrão conseguia fazer ecoar as letras pela multidão.

Em entrevista exclusiva no seu camarim, antes do show, Taboo revelou seu carinho e admiração pelo povo brasileiro. “Primeiramente, quero dizer que amo o Brasil, e agradecer todo o carinho que eu e meu grupo Black Eyed Peas temos recebido em todos os grandes shows que fizemos aqui. Fortaleza é uma cidade especial, temos um enorme carinho por esta cidade. O Brasil, como um todo, tem uma energia muito boa.”, revelou.

Taboo é dono de inúmeros talentos. Canta, toca, dança e atua. Quando perguntado qual desses mais gosta, ele é rápido. “Todos. Eu amo fazer tudo. Dedico-me ao máximo em tudo o que faço. Tento fazer o meu melhor para que todos fiquem felizes.”, disse. Em momentos no show, Taboo soltava a pickup e ia para frente do palco mostrar suas artimanhas no hip-hop. E ao som de Dont Stop The Party a galera foi a loucura!

Se no palco e no camarim Taboo é frenético, enérgico, não para quieto, uma pergunta o fez parar e refletir por alguns segundos. Como definir o Black Eyed Peas em uma só palavra? Ele pensa por alguns instantes, olha para o teto como se estivesse lembrando cada um dos integrantes no palco, e responde: “Eterno”. Há todo momento do show, Taboo lembrava os amigos Will.I.Am, Fergie e Apl.de.Ap., seus companheiros do BEP, que em 2010 estiveram em Fortaleza com a turnê The End Tour, e que hoje estão cuidando de alguns projetos pessoais.

Imagem de Amostra do You Tube

O show foi se estendendo pela madrugada e Taboo tocava cada música como se fosse a última. Intercalando suas músicas com os sucessos conhecidos do cenário eletrônico, e para delírio de todos, remixou o nosso funk e nosso novo hino Ai se eu te pego. Elas, foram ao delírio. O DJ com raízes mexicanas colocou todo mundo para dançar sem parar, do começo ao fim do show. Falando em final, a despedida de Taboo foi um momento emocionante.

Ele ensaiou encerrar o show quando tocou Where is the Love, grande sucesso do BEP, e emocionou a todos oferecendo a música aos amigos do grupo. Mas como não podia fazer desfeita com os cearenses, finalizou seu surpreendente show com o grande sucesso I Gotta Feeling. Fazendo reverência e beijando a bandeira brasileira, Taboo arrancou aplausos intermináveis do público. Subiu na mesa e disse: “Muito obrigado, Fortaleza”. A dupla de cariocas Felguk seguiu empolgando e levantando ainda mais a galera até o nascer do sol.

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10.05.12 11:07

Florence + The Machine lança Acústico MTV em clima operístico

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

Gravado em 16 de dezembro do ano passado em Nova York, só agora chegou às lojas o Acústico MTV da banda britânica Florence + The Machine. Capitaneado pela ótima cantora Florence Welch, o projeto aposta em baladas sérias e, somente em poucos momentos, acelera o ritmo. Pra completar o clima de espetáculo para assistir sentado, o cenário classudo é dos mais bem preparados entre os acústicos da TV americana. No repertório, apenas 11 canções, entre os sucessos e alguns covers. No primeiro time, quem encerra (no DVD) em clima de festa é o ótimo single Dog days are over, do disco de estreia Lungs (2009). Curiosamente, este mesmo disco foi relançado no ano seguinte numa edição especial que continha releitturas acústicas de algumas faixas. No time dos covers, Try a little tenderness, do soulman Ottis Redding, e Jackson, sucesso de Johnny Cash e June Carter. Para esse segundo número, Florence convida ao palco Josh Homme (Queens Of The Stone Age). Lançado em CD e DVD, o MTV Unplugged Florence + The Machine chega ao Brasil em edição da Universal Music.

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07.05.12 17:24

Disco acústico de Juanes com Paula Fernandes chega este mês às lojas

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

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Vencedor de um bom número de Grammys, o cantor colombiano Juanes está prestes a lançar no Brasil seu disco acústico. Produzido pela MTV latina, o projeto chega às lojas em 29 de maio contando com a adesão da cantora brasileira Paula Fernandes. A nova queridinha do sertanejo universitário vai colocar sua voz grave a serviço de Hoy me voy. Além dela, o cantor, compositor e poeta Joaquín Sabina, apresentado no release como “a lenda da música espanhola”, canta em Azul. Produzido por Juan Luis Guerra, e também parceiro das três faixas inéditas, o projeto vai ser lançado em CD e DVD pela Universal Music.

Veja o sey list de disco/show Juanes MTV Unplugged:

1. Fíjate bien
2. La paga
3. Nada valgo sin tu amor
4. Es por tí
5. Todo en mi vida eres tú (Inédita)
6. A dios le pido
7. Hoy me voy com PAULA FERNANDES
8. Volverte a ver
9. Camisa negra
10. Azul com JOAQUÍN SABINA (Inédita)
11. Para tu amor
12. La señal (Inédita)
13. Me enamora
14. Odio por amor

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19.04.12 15:00

Terceiro disco de Charlotte Gainsbourg mistura faixas gravadas ao vivo e em estúdio

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

Filha do mítico Serge Gainsbourg, francês compositor dos sussurros de Je t’aime moi non plus, Charlotte Gainsbourg tinha planos de que seu terceiro trabalho fosse um disco duplo. No entanto, Stage Whisper (Warner) chegou ao Brasil em versão simples com 19 faixas. Oito delas foram gravadas em estúdio durante as sessões do anterior IRM (2009) e, com exceção de Anna, todas já haviam sido apresentadas no EP Terrible Angels. As outras 11 faixas foram captadas ao vivo durante a turnê europeia de 2010. Cheio de vocais lisérgicos, teclados malucos e camadas viajantes, Stage Whisper traz colaborações de Beck Hansen, Noah And The Whale, Conor O’Brien, do Villagers, e Connan Mockasin. Beck, por sinal, continua a parceria vitoriosa com a francesa, iniciada também no disco IRM. Na porção ao vivo, o destaque fica para o eletroblues Jamais (Jarvis Cocker/ Nicolas Gondin/ Jean-Benoit Dunckel) e para o pop Heaven can wait (Beck Hansen). Há ainda uma versão introspectiva de Just Like a Woman, do bardo Bob Dylan. Longe de qualquer zona de conforto, o canto de Charlotte é sedutor, agressivo e profundo, como se ela cantasse da mesma forma que interpreta seus filmes (quem viu O Anticristo?). Assim como seus outros dois discos – 5:55, de 2006, é produzido e tocado pela dupla Jarvis Cocker e Neil Hannon, do Air -, Stage Whisper é coisa pra ser provada, degustada e consumida aos poucos, com cuidado, e atenção.

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19.04.12 10:00

The Horrors pisa na psicodelia em Skying

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

Depois de uma estreia seca e punk em 2007 e uma continuação meio gótica em 2009, a banda The Horrors pisa com força na psicodelia no novo disco Skying. A foto da capa, uma imagem de cores meio distorcidas, já entrega o clima difuso e lisérgico das 10 faixas. Escrito, arranjado e produzido (com ajuda de Craig Silvey) pela própria banda, Skying tem algo de New Order, algo de U2 e algo de Smiths. Ou seja, tudo bem oitentista, a começar pelos teclados. Mas tudo é feito com classe e intenções próprias, bem amarradas. Lançado pela gravadora Lab 344, o novo disco do quinteto liderado pela voz espacial de Faris Rotter foi gravado no novo estúdio montado pela própria banda. Skying chega ao Brasil crce de seis meses depois do lançado oficial britânico. O The Horrors é formado por Von Grimm (guitarra), Tomethy Furse (baixo e sintetizador), Spider Webb (teclado) e Coffin Joe (bateria), além de Faris.

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16.04.12 15:00

Banda americana Howler estreia em disco “curto e grosso”

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

Vinda de Minneapolis, EUA, o quinteto americano Howler acaba de lançar seu disco de estreia já cercado de elogios como o de “nova salvação do rock”. Rápido e enérgico, America Give Up é uma mistura de Strokes com sonoridades dos anos 60, tipo surf music e vocaizinhos agudos. Em apenas 32 minutos, o grupo liderado por Jordan Gatesmith emenda 11 faixas, todas creditas democraticamente à banda, sem abrir espaço para baladas. Mesmo sem estar precisando de salvação, o rock ganha um disco bacana com a estreia do Howler, principalmente para aqueles fãs que gostam de baterias marcadas, guitarras sujas e velocidade rápida. A produção de America Give Up ficou com Chris Heidman e Jeff Lorentzen, sendo o primeiro um especialista em novas bandas internacionais. Lançado pela gravadora Lab 344, a edição nacional do disco é bem pobrinha, sem letras ou ficha técnica, limitando-se apenas a enumerar os cinco músicos (mas sem dizer o que cada um toca). Muito pouco para os mais novos messias do rock.

Em resposta a esse post, a assessoria da Lab 344 informa que a edição nacional do disco do Howler saiu tal e qual a edição internacional. Ou seja, sem letras.

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16.04.12 08:06

São Luis é a nova Meca dos metaleiros

Por: Marcos Sampaio | Comentários: Comente

Quem estiver em São Luis, Maranhão, no próximo fim de semana vai ter a oportunidade de ver muito marmanjo com cara de mau chorando. Mas será um choro de emoção por poderem assistir apresentações exclusivas de grandes nomes da cena metaleira internacional. Programado para os dias 20, 21 e 22 de abril, o Metal Open Air vai acelerar o ritmo da ilha conhecida como capital do reggae.

Blind Guardian

Entre as mais de 30 atrações nacionais e internacionais, um dos momentos mais esperados é o show do Rock N Roll All Stars, que vai reunir integrantes e ex-integrantes de diversas bandas numa jam gigantesca e pesada. Entre os convocados para esta reunião estão Gene Simmons (Kiss), Joe Elliott (Def Leppard), Matt Sorum (Guns N’ Roses), Duff McKagan (Guns N’ Roses), Mike Inez (Alice in Chains), Gilby Clarke (Guns N’ Roses), Glenn Hughes (Deep Purple) e Sebastian Bach (Skid Row). Para comandar tanta gente, o mestre-de-cerimônias deste grande encontro será o bad boy de Hollywood Charlie Sheen, ator que recentemente saiu do seriado Two and a half men.

Além do super grupo, outras atrações de peso vão passar pelo festival como os americanos do Anthrax, referência do trash metal, contando novamente com os vocais de Joey Belladonna, e os alemães do Blind Guardian, com mais de 30 anos de carreira. Desacreditados de que pudesse haver heavy metal no Maranhão, o Megadeth até exigiu pagamento adiantado. Já no time de brasileiros, estão estrelas do porte de Ratos de Porão, André Matos, Korzus, Matanza, Shaman e os cearenses do Obskure.

Segundo Marcelo Caio, um dos responsáveis pelo Metal Open Air, garantir a presença de tantas atrações em shows exclusivos só foi possível depois convencer cada uma de que no Nordeste também tem metaleiro. “Ninguém acreditava num festival desse tamanho no Maranhão. Ele segue o mesmo padrão dos festivais europeus, que cada vez mais têm se tornado uma opção de divertimento para o público”, explica. Como a resposta do público também tem sido boa, já faz parte dos planos tornar o evento anual e, quem sabe, itinerante. “Pernambuco já sinalizou que está interessada”, revela.

Serviço:
Metal Open Air
O quê:
primeira edição do festival que vai reunir cerca de 40 bandas metaleiras nacionais e internacionais
Quando: entre 20 e 22 de abril, com shows iniciando às 13h
Onde: Parque Independência (Bairro São Cristovão, São Luis, Maranhão)
Classificação etária: 14 anos
Quanto: R$ 400 (pista – inteira); R$ 200 (pista – meia); R$ 850 (camarote) e R$ 100 (camping)

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Emmanuel Macêdo

Emmanuel Macêdo

Jornalista do Grupo de Comunicação O POVO. Repórter e colunista do […]

Marcos Sampaio

Marcos Sampaio

Jornalista formado pela Universidade de Fortaleza e observador curioso da produção […]

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