Cultivando a alegria (Por Yohan Ignas)

Alegria…Como é espontânea e constante enquanto somos crianças. Nessa DSC_0605fase, ser alegre parece tão fácil, simples e barato, comparado ao preço que pagamos para sermos alegres hoje. Pensando sobre isso minha primeira resposta sobre essa questão foi: “É lógico que uma criança desfruta da alegria de forma mais constante, afinal ela não tem nenhum problema, tarefas e responsabilidades.”

Esse pensamento pode nos levar a conclusão que por esses motivos a alegria é mais constante nessa fase. Não sou nenhum especialista em assuntos da infância, mas olhando para a minha própria vida pude me recordar que quando criança eu tinha dever de casa, tinha que comer legumes, arrumar a cama, dobrar minhas roupas, tomar banho e ainda tinha castigos porque causava problemas. Ou seja, na infância nós já temos responsabilidades.

Olhando para trás, essas coisas hoje não parecem grandes coisas, mas na época eram. Uma criança também possui responsabilidades e problemas e isso nos leva de volta para o começo: se não são os problemas e as responsabilidades que tenho, por que hoje a alegria é tão difícil de ser cultivada?

A infância é a fase onde somos treinados de maneira mais intensiva a sermos obedientes. No evangelho de João capítulo 15 encontramos um princípio muito interessante. Antes de Jesus falar sobre alegria ele ensina sobre obediência. A relação existente no evangelho pode ser comprovada na prática olhando para as crianças: alegria está ligada a obediência.

brotoSe obedecerem aos meus mandamentos, eu continuarei amando vocês, assim como eu obedeço aos mandamentos do meu Pai e ele continua a me amar. Eu estou dizendo isso para que a minha alegria esteja em vocês, e a alegria de vocês seja completa.” (João 15:10,11)

Por que é tão difícil cultivar a alegria? Porque paramos de obedecer.

Por Yohan Ignas (colaborador)

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