Mudança na correção do FGTS

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Como é hoje feita a correção hoje?

Como é hoje feita a correção do fundo?

 

Atualmente, a correção das contas do FGTS é feita com base na taxa referencial, mais juros de 3% ao ano. A atualização dos valores e feita todo dia 10.

 

O que irá mudar, se aprovado?
Se o projeto for aprovado, a remuneração do FGTS será a mesma que vale para a poupança, que é taxa referencial mais 0,5% ao mês, se a Selic for superior a 8,5% ao ano; ou pela taxa referencial mais 70% da Selic ao ano, se a Selic estiver até 8,5%. Na prática, a mudança aumenta o rendimento de cerca de 3% para aproximadamente 6% ao ano. Porém, a nova correção só valerá, se for aprovada, para depósitos feitos a partir de 1º de janeiro de 2016.
Além da aprovação pelo plenário da Câmara, para entrar em vigor, a proposta precisa passar pela aprovação dos senadores e ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

 

Porque mudar?
A argumentação pelos defensores, em resumo, é de que pelo modelo atual está gerando prejuízos para os trabalhadores, ao não garantir sequer uma remuneração equivalente à da poupança. Argumentam ainda que a TR não deveria se utilizada como índice de atualização monetária uma vez que, desde 1999, vem sofrendo considerável redução, deixando de acompanhar a inflação. Ou seja, na prática, o dinheiro depositado no fundo perde valor todos os anos.

eita a correção do fundo?  Atualmente, a correção das contas do FGTS é feita com base na taxa referencial, mais juros de 3% ao ano. A atualização dos valores e feita todo dia 10.

O que irá mudar, se aprovado? Se o projeto for aprovado, a remuneração do FGTS será a mesma que vale para a poupança, que é taxa referencial mais 0,5% ao mês, se a Selic for superior a 8,5% ao ano; ou pela taxa referencial mais 70% da Selic ao ano, se a Selic estiver até 8,5%. Na prática, a mudança aumenta o rendimento de cerca de 3% para aproximadamente 6% ao ano. Porém, a nova correção só valerá, se for aprovada, para depósitos feitos a partir de 1º de janeiro de 2016.

Além da aprovação pelo plenário da Câmara, para entrar em vigor, a proposta precisa passar pela aprovação dos senadores e ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

 Porque mudar? A argumentação pelos defensores, em resumo,  é de que pelo modelo atual está gerando prejuízos para os trabalhadores, ao não garantir sequer uma remuneração equivalente à da poupança. Argumentam ainda que a TR não deveria se utilizada como índice de atualização monetária uma vez que, desde 1999, vem sofrendo considerável redução, deixando de acompanhar a inflação. Ou seja, na prática, o dinheiro depositado no fundo perde valor todos os anos.

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