Quinto e decisivo jogo

É, senhoras e senhores, nesta sexta-feira teremos o último e decisivo jogo dos playoffs do NBB5 entre Basquete Cearense e Paulistano. Depois de vencer duas em casa, o time nordestino foi ainda mais motivado para vencer o quarto jogo lá em São Paulo. Disputadíssimo e com uma diferença de apenas quatro pontos (89×85), a equipe paulista acabou deixando tudo igual na série.

A decisão então, ficou para este tão importante dia 26 de abril, no ginásio Paulo Sarasate, às 19h. Diante do que vi dos últimos jogos, acredito que essa decisão será daquelas resolvidas no detalhe. Qualquer desvio de atenção pode custar uma diferença no placar importante. Tanto o Basquete Cearense e Paulistano vem jogando muito bem. Para Felipe Ribeiro, não existe favorito nesta decisão. “Em um quinto jogo de playoffs não tem favorito. Vale muito a vontade de vencer. O coração entra em quadra e isso tudo somado com o apoio da nossa torcida vai, com certeza, nos ajudar a fechar essa série à nosso favor”, afirma o ala/pivô do time cearense.

Um dos maiores pontuadores do último jogo com 26 pontos, André Góes está feliz com sua atuação nessa fase decisiva mas que a satisfação maior virá com a conquista da classificação. Às vésperas do grande dia, o ala/armador diz o que faz para diminuir o nervosismo pré-jogo. “O jeito é tentar se ocupar com outras coisas como TV, livros, porque sem fazer nada a cabeça vai pro jogo. Mas é muito prazeroso também, porque são para jogos assim que a gente treina o ano todo, e saber que nosso time esta pronto acaba nos deixando muito confiantes pra fazer uma grande partida e conseguir essa classificação”.

 

Allana Alves

Sobre Allana Alves

Jornalista. Jogou basquete durante 11 anos e foi campeã cearense escolar, vice-campeã brasileira escolar e campeã cearense universitária. Atualmente, trabalha como Assessora de Comunicação, tem experiência como Relações Públicas e foi repórter e editora de esportes na TV O Povo.

3 thoughts on “Quinto e decisivo jogo

  1. Estamos fora na NBB, pela incompetência do técnico Bial, que a 3:3 segundos do final da partida contra o Paulistano não teve a capacidade de solicitar ao seu armador que detivesse a bola ou tentasse uma bandeja, que caso não desse certo pelo menos iríamos tentar vencer na prorrogação. Ao contrário, em seus tempos de instrução preferia, como sempre, ditar palavras de ordem como coragem e coração, ao invés de aproveitar todo o tempo disponível para pensar estratégias, como ciitei acima, que levase o Basquete Cearense à vitória naqueles 3:30 segundos que faltavam.

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