“Terminou sem acordo a oitava rodada de negociação entre servidores municipais em greve e representantes da Prefeitura de Fortaleza. O encontro aconteceu no decorrer desta quinta-feira, 9, na Câmara de Vereadores.
Após 60 dias de manifestações dos servidores, a categoria alega que a Prefeitura apresenta a mesma proposta, e não indica avanço na tentativa de negociar os funcionários. Além de recusarem a oferta do Município, os grevistas acrescentaram mais um ponto entre as reivindicações: a categoria diz que a greve só terá fim se os manifestantes forem anistiados.
Em resposta aos grevistas, a Prefeitura garante que não há como o Município anistiar todos os envolvidos nas manifestações. “Não vamos aceitar dano ao patrimônio público”, enfatizou o secretário de Administração de Fortaleza, Vaumik Ribeiro.
Já a presidente do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Fortaleza (Sindifort), Nascelia Silva, diz que se houver retaliação, como demissões de trabalhadores, as paralisações gerais vão acontecer a cada 72h.
Calendário de assembleias
Já estão previstas assembleias gerais de servidores do Intituto José Frota (IJF), Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), Usina do Asfalto e Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Os servidores ameaçam iniciar greve geral 72 horas após assembleias.
Greve ilegal
A greve dos agentes da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania de Fortaleza (AMC) foi considerada ilegal, nesta quarta-feira, 8. A decisão foi tomada pelo desembargador Paulo Francisco Banhos Ponte, que também determinou a volta às atividades de, pelo menos, 90% do efetivo de servidores, dentro do prazo de 24 horas, a partir da intimação.
Se a determinação for descumprida, a multa diária é estipulada no valor de R$ 10 mil. O Município considera ilegal a paralisação dos agentes da AMC, porque, segundo o magistrado, a greve, ontem, em seu oitavo dia, não teria sido comunicada com a antecedência mínima de 72 horas, por ser um serviço essencial, como determina a Lei.”
(O POVO Online)
Hoje vivemos um momento de ditadura imposto pelo o PT, liderada por Luzianne Lins, vemos atitudes contrárias às ideologias políticas criada pelo PT, hoje o trabalhador está sendo massacrado, ameaçado de demissão, de assédio moral, esso é o governo da Luzianne Lins, mas o tempo político dela está com os dias contados, ela não conseguirá eleger seu posto sem luz, se depender dos servidores, ela vai ser banida da política.
Até quando vão aceitar “negociação” com quem não decide nada!?
Desde que o Estado é Estado tem greve. Os que defendem a greve hoje, defendem o Estado amanhã e vice-versa, seja quem for. E a moda do momento é fazer greve total, reivindicar tudo, fazer tudo contra a lei e pedir anistia, quem se lasca com isso? O povo e só ele, como sempre.
É impressionante como os sindicatos sempre se aproveitam de anos eleitorais para fazer agitações. Uma postura que considero lamentável principalmente sabendo que alguns são aparelhados por partidos políticos e alguns até por vereadores, como é o caso do sindicado da saúde. Espero que haja bom senso e as greves não aconteçam.