Quebra de sigilo pode ter sido obra de tucanos

Da coluna do jornalista Cláudio Humberto, eis a seguinte nota:

A investigação sobre a violação do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do candidato José Serra, atribuída a “aloprados” do PT, pode revelar a surpresa de ter sido obra dos próprios tucanos.

Na época, setembro de 2009, havia uma guerra interna pela indicação do PSDB para a disputa presidencial.

Aliados de Aécio Neves atribuíam à turma de Serra a produção de dossiês contra o então governador de Minas. E vice-versa.

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2 Resposta(s) para “Quebra de sigilo pode ter sido obra de tucanos”

  1. O sigilo fiscal de Verônica Serra foi quebrado em setembro de 2009, auge da disputa Serra e Aécio.

    O jornal Estado de Minas estaria, neste período, preparando material jornalístico contra o então governador de São Paulo.

    Amaury Ribeiro Jr. trabalhou no Estado de Minas e tem anunciado que vai lançar um livro sobre os porões da privatização que atingiria Serra e pessoas do seu grupo político.

    Serra teria sido avisado disso.

    No começo de novembro a história de que Aécio teria agredido a namorada sai na coluna de Joyce Pascowich, sem que ela desse nome aos bois. Depois no blogue de Juca Kfouri, com nomes e sobrenomes.

    O episódio teria acontecido no Copacabana Palace.

    Aécio desiste da disputa presidencial em 18 de dezembro.

    Esta poderia ser uma linha de apuração para a quebra de sigilo da filha de Serra em setembro de 2009, auge da disputa entre Serra e Aécio.

    PS: Se é caso de aparalhamento de Estado, por que o PT contratou um contador maluco com uma procuração falsa para ter os dados de Verônica Serra? Não seria mais fácil pedir para alguém de confiança da Receita fazer o serviço?

  2. Com pedágios de Serra, concessionárias lucram mais do que bancos

    Considerada uma das tarifas de pedágio mais caras do mundo, tendo um número de praças superior a todo o restante do país, com 227 pontos de cobrança (50,6% do total), o modelo de concessão da malha viária do estado de São Paulo permite que as empresas responsáveis pelas concessões das rodovias obtenham lucros superiores ao do próprio sistema financeiro brasileiro.

    Por Luiz Felipe Albuquerque, no Brasil de Fato, reproduzido no Vermelho (sugestão do Zé Povinho)

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