Chico Buarque – O meu guri

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Que tal Red Hot Chilli Peppers?

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E por falar em MP dos Portos, que tal este hit?

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Clima de “help!” nos bastidores do show de Paul McCartney

Com o título “E aí, cidadão, vamos “botar boneco”?, eis artigo do procurador da República Alessander Sales, no O POVO desta quinta-feira. Ele se apega a uma frase dita pelo cantor Paul McCartney, durante show na Arena Castelão, para uma série de abusos cometidos pela organização do evento, além de problemas de infraestrutura. Tudo com a conivência do Governo e dos órgãos de defesa do consumidor. Confira:

Dizem que Paul McCartney, em recente show na Cidade, dirigiu-se aos fãs conclamando-os a “botar boneco”. Este chamado deve ter sido um apelo do renomado artista contra todos os absurdos verificados antes e durante o evento. Com perplexidade, soube que a Arena Castelão tem os lugares marcados, mas que os ingressos foram vendidos para quem chegasse primeiro.

Soube também, é certo, que embora seu show nos Estados Unidos custe de 57 a 250 dólares, aqui pagamos bem mais para assistir a ele. Tomou ciência, ainda, em um rápido intervalo entre as músicas, que muitos só o viam pelo telão e que, descumprindo a lei, para uma parte da arena não se vendeu meia-entrada. Ficou abismado quando ouviu falar, no dia anterior ao show, que as vagas cobertas do estádio eram só para autoridades e convidados vips. Reagiu com indignação ao saber que, minutos antes de subir ao palco, seus admiradores travavam uma verdadeira guerra no trânsito e que, provavelmente, muitos não iriam chegar a tempo de curtir todo o show já que o engarrafamento, a falta de transporte público, a caminhada na lama e por vias escuras cheias de escombros não permitiriam.

Sentiu na pele a fornalha que é a arena lotada e o desespero das pessoas para encontrarem um sinal de celular inexistente. Certamente penalizou-se com quem saiu de casa cedo, esperou mais de seis horas por um show de mais de três horas e, como lhe disseram, só chegaria em casa por volta das duas da manhã do dia seguinte. Não entendeu por que os táxis, mesmo prestando um serviço público, cobravam R$ 200 de frete, e não pela distância percorrida. Por fim, encorajou-se a falar em português ao constatar que tudo ocorria com a conivência do poder público e a omissão dos órgãos de proteção ao consumidor.

Para o cidadão, portanto, só resta atender ao apelo de Paul e “botar boneco” contra o poder público e os exploradores privados que, unidos, fizeram gato e sapato do consumidor local. Devem alardear os absurdos para que não se repitam. Caso continuem a vociferar, anestesiados, o sucesso do evento, negando o óbvio, aí sim, vai ficar a impressão de que, na verdade, foram os organizadores e os patrocinadores que, pra valer, “botaram boneco”.

* Alessander Sales

Procurador da República no Ceará.

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Na Semana de Museus, que tal a história cantada do Brasil em 78 rotações?

nirezz

O jornalista e pesquisador Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez) dará palestra, às 19 horas desta quinta-feira, no auditório do Museu da Imagem e do Som (MIS). Abordará o tema “A História Cantada do Brasil em 78 Rotações”. A palestra de Nirez integra a programação da XI Semana de Museus.

O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) e celebra o Dia Internacional dos Museus, comemorado em 18 de maio. O objetivo é mobilizar os museus brasileiros com programações em torno de um mesmo tema. Neste ano, a Semana convida a comunidade a refletir e trocar experiências sobre o tema “Museus (memória + criatividade) = mudança social”. No Ceará, participam 47 museus públicos e particulares, em 28 municípios, com atividades gratuitas.

SERVIÇO

* Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Barão de Studart,410-Meireles

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Presidente da Fiec e seu lado “beatlemaníaco”

Simplesmente com o título “Paul”, eis artigo do presidente da Federação das Indústrias do Ceará, (Fiec), Roberto Macedo, com suas impressões sobre o show de Paul McCartney. Conhecido por sua discrição, Macedo não pediu “help” e expõe aqui sua admiração pelo ex-Beatle que encantou a todos na Arena Castelão. 

Quando a minha filha Natasha me convidou para ir ao show do Paul McCartney, na Arena Castelão, no último dia 9, resisti no primeiro momento por não ser afeito a eventos que envolvem multidões. Ela insistiu, assegurando que eu não me arrependeria, porque “o Paul é um artista único no mundo”. Ela tinha razão.

Pela qualidade do espetáculo, por tudo o que vi e vivenciei, eu repetiria essa experiência. Ao sentir o público em uníssono, cantando sucessos que tocam de avós a netos, entrei naquele enlevo que parecia conectar a música com  dimensões de espiritualidade.

O encantamento visual, que deslumbrava a partir da iluminação do palco e que se estendia por toda a amplidão do estádio, demonstrava uma combinação perfeita entre a arte e a tecnologia. A esse espetáculo de luzes e sons, agregava-se a contribuição das pessoas que, como vagalumes, faziam brilhar as lanterninhas de seus celulares.

Em meio àquele ambiente de intensa comunhão, pensei no poder de McCartney em unir pessoas com mensagens aglutinadoras. O que motiva alguém com 70 anos de idade, com mais de meio século de carreira consagrada, do ponto de vista da fama e do dinheiro, sair em turnês pelo mundo afora oferecendo à admiração dos seus fãs a dádiva de sua presença?

Serão coisas como sua surpresa emocionada diante da manifestação do público ao soltar centenas de balões verdes e amarelos, quase no final do show, quando ele cantava Hey Jude? Seria esse tipo de recompensa, que só pode ocorrer na interação presencial, que leva Paul MacCartney, considerado um dos maiores artistas vivos do mundo, a enfrentar as canseiras de viagens internacionais e colocar tanta energia durante três horas de espetáculo?

Os esforços do público para vivenciar aquele encontro também me chamaram a atenção. Por que o ingresso caro e o acesso dificultado pelas obras do entorno da Arena Castelão não foram impedimento para o comparecimento das pessoas? O que estaria faltando para que haja uma presença tão maciça, quanto a que ocorreu nesse show, em encontros religiosos de busca de satisfação para a alma?

Essas e outras interrogações que me passaram pela cabeça nesse evento, que serviu de ensaio para a Copa das Confederações, não me tiraram a preocupação sobre a má qualidade do atendimento e sobre a logística de chegada e de saída do estádio.

Já não há mais tempo para medidas de infraestrutura para a Copa das Confederações, que começa em menos de um mês. O desafio agora é extrair lições dos problemas revelados com a realização do show do Paul McCartney, para a adoção de providências pontuais de engenharia de tráfego e de treinamento de pessoas. O Ceará e Fortaleza estão de parabéns pelo êxito deste grandioso evento, mas não se pode deixar de agir para tornar a movimentação de pessoas mais rápida e mais segura e os serviços adequados ao padrão requerido por um equipamento do nível da Arena Castelão.

* Roberto Macêdo

roberto@pmacedo.com.br
Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).

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Roberto Carlos – Escreva uma carta meu amor (quando não havia email, face, msn, torpedo…)

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Um Paul McCartney sem frescuras

Com o título “Sir Paul, Generoso”, eis artigo do professor universitário Vasco Furtado, no O POVO desta terça-feira. Ele aborda o que destacamos neste Blog: a simplicidade e o profissionalismo de Paul mcCartney. Lição para as beldades atuais da nossa música popular brasileira. Confira:

Estive no Castelão. Poderia contar sobre a odisseia de lá chegar e sair, das dificuldades de sinalização, do calor sufocante, mas tudo isso me parece menor comparado à figura única de Paul McCartney.

Sempre fui admirador de sua obra, mas o show aqui em Fortaleza trouxe-me um algo mais que não costumo sentir por artistas ou celebridades quaisquer que sejam. A relação entre artistas e seus fãs é simbiótica. Não existe um sem outro. Artistas precisam de audiência, afinal, obtê-la é razão de sobrevivência. Ocorre que nos dias atuais a indústria da celebridade trabalha forte para criar ídolos que, pelo artificialismo de sua criação, são cada vez mais efêmeros.

Paul não tem nada de efêmero. Com os garotos de Liverpool ou em carreira solo, Paul sempre criou e encantou. Sua postura sem exotismos também já me era conhecida. Aqui em Fortaleza mostrou-se detentor de um carisma que me tocou. Talvez estive esperando que ele agisse de acordo com o que sua fama lhe daria o direito (a tirar pelo comportamento esnobe de grande partida dos famosos de hoje em dia). Ao contrário, Paul foi de um profissionalismo, uma simplicidade e uma classe sem tamanho.

Paul se preparou para compartilhar seu palco. Senti seu prazer em fazer sua audiência alegre com sua música. Seu interesse em se conectar com os cearenses foi tocante. Claro que era tudo programado. As “pescas” escritas em português e cearês que usava demonstrava isso. Mas por que aquilo tudo não soava falso? Porque era dito por Paul. Porque ele não precisava daquilo. Se fizesse um show tecnicamente correto, todos iriam adorar. Quis ir além. E foi.

Havia uma generosidade no ar. Ele tinha mais a nos dar do que nós a ele. O mais incrível é que, no fim, creio que ele ficou feliz. É a plenitude da relação simbiótica. A realização do astro pela emoção dos fãs. Astro. Essa palavra está muito bem aplicada a Paul. Ele não é desse planeta.

* Vasco Furtado

furtado.vasco@gmail.com
Cientista e professor universitário.

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Gente Humilde – Ângela Maria, que nesta segunda-feira completa 84 anos

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Neste 13 de Maio, que tal a “Ave Maria”?

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Paul McCartney levou um mimo. Mas de Goiânia

Na passagem por Goiânia (GO), o ex-beatle Paul McCartney ganhou de presente do governador Marconi Perillo: um quadro do artista Siron Franco. A obra fazia parte da coleção particular do político tucano. Veja imagem:

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(Com Blog do Camarotti)

VAMOS NÓS – Paul levou algum presente do Governo do Estado? Se não levou, devia. Para compensar o calor da Arena Castelão e saber que seus fãs passaram sufoco danado para chegar ao local

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Paixão de um homem – Waldick Soriano, que nesta segunda-feira completaria 80 anos

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Há 100 anos nascia Jamelão

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Bob Marley – Is this love

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Há 32 anos, o mundo perdia o filósofo do povo

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Bono Vox, que nesta sexta-feira competa 53 anos

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Paul McCartney divulga nota agradecendo tantas emoções em Fortaleza

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“A noite foi especial não só para os fãs que curtiram o show de Paul McCartneyna Arena Castelão, mas também para o ex-Beatle. O Sir se emocionou com a homenagem feita pelo público, que soltou balões verdes e amarelos durante a apresentação. Nesta sexta-feira, 10,o site oficial de Paul McCartney divulgou uma nota sobre o show do ex-Beatle em Fortaleza, na qual conta que o astro inglês se surpreendeu com os fãs. Confira abaixo.

Nota do site oficial de Paul McCartney:

“Dando continuidade aos dois primeiros shows da turnê, a emocionante noite final em Fortaleza viu uma multidão diversa se reunir para a festa por quase três horas em um calor sufocante, sem um gafanhoto à vista!

No show a plateia riu, chorou, dançou, gritou e berrou enquanto Paul cantava os grandes sucessos de sua carreira. Os fãs mostraram o seu apreço por Paul com mais uma surpresa. Durante Hey Jude a multidão soltou balões verdes e amarelos, uma surpresa que foi organizada em sites de redes sociais semanas antes do show. Uma visão impressionante de ser ver ePaul foi claramente tocado pelo tributo.”.

A nota ainda traz uma declaração de Paul sobre a turnê no Brasil.

“Eu gostaria de agradecer a todos que foram nos ver esta semana, nós nos divertimos bastante. Eu, minha banda e minha produção tivemos grandes momentos e grande parte disso se deve à resposta da plateia. Então, obrigado a todos por serem tão legais, por estarem prontos para festejar e por amarem a nossa música”, disse Paul McCartney.

(Com O POVO Online)

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Violão cearense em Portugal

Nonato LuizFoto: Talita Rocha, em 26/06/2007

Violonista cearense Nonato Luís, convidado pela Funarte, representará o Brasil dentro do “Ano do Brasil em Portugal”.

A apresentação dele ocorrerá no próximo dia 16, em Lisboa.

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Um pouco do clima do show de Paul McCartney

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Paul McCartney emocionou, em seu show inesquecível na Arena Castelão, ao cantar “Let it be”. Deu para compensar os atropelos logo na entrada, com filas quilométricas e desorganizadas, sem falar noutro ponto negativo: apenas uma saída nos estacionamentos pagos previamente. Os moços do “Posso Ajudar?” estavam mais perdidos do que a turma das obra de mobilidade no entorno do Castelão, que promete entregar tudo até 15 de junho, o que muitos duvidam.

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Um pouco do clima do show de Paul McCartney na Arena Castelão

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Que tal Paul McCartney emocionando?

Ao cantar “Yesterday”, teve gente com a pressão subindo. Pertinho da reportagem do Blog, um jovem não aguentou a emoção e desmaiou, mas foi atendido rapidamente pela equipe de primeiros socorros.

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